Primeiras aulas do curso Tomada de decisão: pensar, analisar e agir

Tomada de decisão: pensar, analisar e agir

Eu e o problema - Apresentação

Olá pessoal, o meu nome é Lunna Dias, eu sou psicóloga e há 13 anos eu trabalho atendendo diversas empresas em vários seguimentos na área de recursos humanos e já passei por diversos setores, mas principalmente a recolocação profissional e eu já fiz isso com mais de duas mil pessoas.

Nos últimos anos, eu tenho me dedicado exclusivamente ao treinamento e desenvolvimento, principalmente de líderes porque eu entendi e percebi que eles são fundamentais na transformação da cultura de uma organização.

Eu amo o progresso e amo a liberdade e as duas coisas parecem estar em caminhos opostos, mas não estão. As pessoas muitas vezes deixam de aproveitar a vida porque não conseguiram organizar suas empresas seus negócios de uma forma que facilitasse isso.

Então acredito muito no progresso, mas eu também acho muito importante que as pessoas tenham liberdade para fazer outras coisas que gostem também, além do trabalho.

Aqui no curso, você vai aprender a tomar decisões mais acertadas, vai ter ferramentas para que você possa tomar decisões. Não é só o pensamento de tomar decisões, é ter as ferramentas para decidir melhor e principalmente um método para que após tomar essa decisão, você possa implementá-las na sua rotina.

Então o curso é feito de dentro para fora. Primeiramente você vai entender a inteligência emocional e os seus sentimentos quando surgem os problemas e assim vai ficar muito mais fácil para você caminhar para um processo de tomada de decisão.

Também você vai entender como ser determinado e firme, afinal para tomar decisões é muito importante que você seja determinado. Além disso, você vai entender porque tomar decisões e porque algumas decisões que são tomadas, elas são ineficientes.

Você vai entender quais os elementos que fazem com que isso aconteça. Vai aprender também ferramentas para você medir as vantagens e desvantagens de tomar decisões.

E quando você estiver em grupo e precisar tomar decisões que envolvem um grupo, também você vai aprender aqui como fazer isso.

O poder das pequenas decisões é um dos conteúdos que vai te ajudar a entender que não precisa começar mudando tudo, tomando big decisions, você pode tomar pequenas decisões que já vão promover uma grande mudança, você vai aprender como.

No processo de tomada de decisões você vai aprender a analisar riscos, cenários, oportunidades e ameaças, todos os elementos que estão nas suas decisões para que você possa fazer a decisão mais acertada.

Além disso, você vai ter ferramentas que facilitem isso e assim se torne mais prático e concreto esse processo de tomada de decisão. Nós vamos ter a ação. A decisão está tomada, mas muitas vezes ela não é implementada na rotina porque não existe um método para isso.

Você vai aprender esse método aqui, esse método de implementar essa decisão na rotina através de ações que você vai colocar para si e para as outras pessoas também, para que elas possam continuar o processo que foi decidido lá atrás e não fique apenas no “oba-oba” porque ninguém quer tomar uma decisão para que fique assim.

E você vai se sentir muito mais motivado a tomar decisões no futuro, afinal agora você tem métodos e ferramentas para fazer isso e vai se sentir mais seguro. Para quem é esse curso?

Se você é um profissional que precisa tomar diversas decisões no seu trabalho, o curso vai te ajudar bastante nisso, se você é um recém líder, acabou de assumir a posição de liderança, isso vai te ajudar demais porque eu tenho certeza que acabaram de chegar na sua mão uma série de decisões que você tem que tomar e nem sempre você sabe como fazer isso.

E se você já é um profissional, um líder com experiência, mas quer aprimorar esse seu processo de tomada de decisões, o curso também é para você.

Agora, se você já tem ferramentas, métodos para tomar decisões, já sabe como fazer isso, então o curso vai só até esse ponto.

Eu e o problema - Inteligência emocional

Júlia tem 30 anos é formada em jornalismo e mora em Teresina, Piauí. Há dois anos surgiu a oportunidade de comprar a pizzaria com a venda do seu carro. Antes disso, Júlia tinha trabalhado em grandes empresas, chegando inclusive à gerência.

Porém as pessoas eram da mesma idade que ela, mais ou menos e também eram formadas na mesma área que ela. Júlia é criativa e organizada, porém ela tem dificuldade em tomar decisões e tem dificuldades também em se expor com as pessoas.

Os seus maiores desafios são esses, ela evita ao máximo reunir as pessoas, dar feedbacks e mesmo que eles não estejam fazendo o que tem que ser feito, ou seja, cumprindo as normas e regras da empresa, ela prefere não falar nada, resolver sozinha e com isso ela está sobrecarregada.

Ela tem doze liderados e pelo fato de eles serem mais velhos do que ela e também terem menos escolaridade, ela acredita que podem haver ruídos na comunicação e acredita que eles não vão ouvi-la.

Então ela tem evitado esse momento. Nos últimos três meses a Júlia tem se questionado muito se ela é capaz de liderar, ela tem esse receio de ser mal interpretada, de delegar as atividades e ser mal vista, ela sabe que as tarefas da empresa estão mal distribuídas e que as atividades não estão sendo executadas corretamente.

Quando a Júlia precisa realizar um feedback, ela passa a noite sem dormir, ela tem trabalhado muitas horas por dia, ficava até tarde na empresa e quando chega em casa também tem tido dificuldades para dormir.

Sua família e seus amigos perceberam que ela não está bem e se preocupam com a sua saúde. Seu desejo de dar conta de tudo, sem precisar falar com os colaboradores tem se tornado inviável e ela está muito sobrecarregada.

Júlia sabia que estava sendo desgastante e ineficiente continuar daquela forma, então ela pensou o que ela poderia fazer e resolveu tirar uma tarde livre para pensar.

Dessa forma, na tarde livre, ela começou a lembrar de todos os líderes que ela teve ao longo da vida e como eles agiam quando precisavam tomar decisões.

Ela lembrou inclusive de um deles em uma das agências que trabalhou, que precisou fazer uma demissão coletiva. Como será que ele se sentiu e Júlia voltou-se para si e começou a pensar como ela mesma estava se sentindo.

Ela começou a anotar todos esses sentimentos, esses problemas no bloco de notas do celular. Ela realmente estava se sentindo incapaz, tinha receio de ser mal interpretada, de solicitar atividades para os colaboradores e que eles não entendessem, achassem que ela era uma folgar e que ela fosse mal vista.

Ela tinha certeza que as tarefas estavam mal distribuídas porque hora ela percebia as mesmas pessoas fazendo coisas que já tinham sido feitas, como ela percebia atividades que eram para ser aceitas e ninguém fazia.

Então também tinha o fato das pessoas não estarem executando as atividades corretamente e assim elas continuavam porque a Júlia não ia até elas e não fazia esse feedback.

Júlia chegou à conclusão nesta tarde que tudo o que ela sentia era medo, se ela não sentisse medo, as coisas na pizzaria aconteceriam de forma completamente diferente.

Então a Júlia precisava de inteligência emocional. Daniel Goleman definiu como inteligência emocional essa nossa capacidade de criar motivações para nós mesmos, de manter-nos firmes apesar das circunstâncias, controlar impulsos, reconhecer as nossas emoções, saber lidar com elas e também reconhecer as emoções das outras pessoas, sabendo lidar com elas.

Júlia então estava começando a ter inteligência emocional, ela reconheceu a sua emoção que era o medo e já começava a trabalhar uma forma de lidar com ele e ela pensou: “Como será que os meus colaboradores estão se sentido em relação a minha liderança?”.

Ela começava também a ter empatia que é uma das características da inteligência emocional.

Eu e o problema - Sentimentos no processo

A partir do reconhecimento dos seus problemas e das suas emoções, Júlia começou a entender que precisava fazer alguma coisa. Ela ainda não sabia bem o que ela ia fazer, mas ela sabia que precisava fazer algo urgente.

Ela começou então a estudar sobre liderança, tomada de decisões e também sobre gerenciamento de crises. Nesses estudos e leituras ela encontrou um termo que ela não conhecia, o termo era anti fragil que significava sair de uma situação melhor do que o que estava antes.

Então Júlia entendeu que era disso que ela precisava. Júlia entendeu que assim como os colaboradores não sabiam pelos problemas que ela estava passando, era provável que ela também não sabia sobre os problemas que eles estavam tendo, pois eles não tinham reuniões e muito menos diálogo.

Então Júlia pensou: “É provável então que existam mais problemas do que eu estou sabendo no momento” e ela receou que isso fosse maior do que o que ela estava preparada, mas ainda assim ela não ia voltar atrás.

Foi então que Júlia teve a ideia de fazer feedbacks individuais com cada colaborador, assim eles se tornariam mais próximos e conheceriam melhor a situação e os problemas da empresa.

O que ela decidiu? Ela decidiu que para a conversa não ficar solta, ela iria fazer um plano, ela ia descrever cada colaborador, seus pontos principais, qualidades no trabalho e também os seus pontos a desenvolver.

Então ela ia fazer isso de um por um e nessa conversa, ela ia também solicitar que eles fizessem isso em relação a ela, como era a visão deles em relação à sua liderança. Ela resistiu um pouco, mas decidiu que isso era muito importante de ser feito também.

Então, assim, ela foi para a conversa com cada um. No começo todo mundo achou um pouco estranho, afinal nunca tinham feito, mas o resultado foi bastante positivo, Júlia pôde ter bastante informações para continuar seu processo de tomada de decisões.

Na semana seguinte, Júlia então decidiu fazer reuniões com a equipe, aí sim eles iam levantar os problemas da pizzaria. Na reunião em que Júlia decidiu fazer três perguntas para a equipe, a primeira delas era: “Coisas que fazemos e vamos continuar fazendo”, ou seja, tudo aquilo que estava dando certo na pizzaria.

Então, entre todos, eles sugeriram ali o que estava indo muito bem era o atendimento aos clientes, atender bem os clientes, eles faziam isso e as pizzas saborosas e diferenciadas que inclusive eram o segredo do sucesso da pizzaria.

A segunda pergunta era: “Coisas que nós não fazíamos, mas deveríamos fazer” que eram aquelas coisas que estavam faltando e foi unânime que todo mundo sugeriu reuniões e mais conversas individuais.

Além do que, eles também propuseram que houvesse sugestões para os problemas que estavam acontecendo porque veja bem, anteriormente, eles nem falavam sobre os problemas e agora eles queriam realmente que existisse um momento em que eles pudessem dar sugestões para os problemas.

A última pergunta era: “Coisas que eles estão fazendo e não deveriam fazer” e a resposta principal foi não ter a divisão das atividades e todo mundo fazer tudo porque lá atrás nós falamos sobre isso de como as tarefas estavam soltas e todo mundo fazia tudo e algumas coisas nem eram feitas porque não havia essa divisão de tarefas.

Então com base nisso, Júlia teve um material que veio de todo mundo junto, sugestões de todo mundo junto para poder analisar seus próximos passos. Geralmente os problemas são de comunicação, relacionamento e processos.

Ao longo desses anos, eu pude perceber que quando um processo não dava certo, estava havendo um problema de relacionamento entre a equipe, mas no fim das contas a causa de tudo isso era a falta de comunicação ou uma comunicação ineficiente que acabava prejudicando o relacionamento e consequentemente os processos da empresa.

Quando a Júlia abriu para a comunicação e todo mundo pode sugerir com certeza o relacionamento deles começou a melhorar e assim consequentemente o objetivo principal dela que era resolver os problemas da empresa, os processos, estavam começando a surgir a possibilidade de resolver.

Então Júlia estava começando a atingir anti fragilidade, ou seja, ela já estava melhor do que antes.

Sobre o curso Tomada de decisão: pensar, analisar e agir

O curso Tomada de decisão: pensar, analisar e agir possui 80 minutos de vídeos, em um total de 34 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Gestão Corporativa em Inovação & Gestão, ou leia nossos artigos de Inovação & Gestão.

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