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Primeiras aulas do curso Six Sigma: Metodologia para melhoria de processos

Six Sigma: Metodologia para melhoria de processos

Conceitos chave - Introdução

O meu nome é Enio Moraes, eu estou aqui com vocês para apresentar um curso que a gente trabalhou com muito carinho, que é o curso de Six Sigma: Metodologia para impulsionar a melhoria de processos.

Esse curso tem por objetivo passar por diversas áreas de conhecimento do Six Sigma, a gente já vai falar de processo, uma séria de competências e o mais importante para a gente saber, que apesar desse curso parecer muito com os conhecimentos do White Belt, ele não é um curso voltado para certificações do tipo Belt.

Então é um curso geral, é uma boa introdução na parte de melhoria de processos. Na nossa primeira aula, a gente vai falar um pouco do teaser do curso, vamos comentar sobre alguns conceitos iniciais. Então, o grande objetivo é de fato aportar uma base teórica, trazer o conhecimento básico de Six Sigma, gestão de processos.

Nós vamos comentar sobre o lean thinking, que é o pensamento lean, pensamento enxuto. Nesse nosso curso, o intuito é que o aluno já saia com uma bagagem para fazer diagnóstico, para fazer implementações rápidas e práticas do conteúdo.

O nosso público, mesmo que não entrou na indústria, você pode aplicar nos seus projetos pessoais você pode aplicar no seu trabalho de graduação, então para estudantes é sensacional também, já tem algumas ferramentas para levar para o seu trabalho, para o seu negócio também.

De fato, quem já conhece, quem já trabalha um pouco com processos vai ficar um pouco mais simples, um pouco mais rápida essa implementação, mas não temos restrições de público e no nosso projeto de conclusão de curso, a gente vai estruturar um dossiê de solução de problema.

A gente vai tentar em uma página fazer o diagnóstico completo ali de um problema, como que a gente vai atuar, como que a gente vai definir ele, medir, como nós vamos acompanhar e controlar esse problema e de um modo prático, a gente pretende fazer isso no Excel mesmo, montar um formulário e que você consiga utilizar isso (bat pronto).

No final desse curso, você já vai poder utilizar nos seus negócios, no seu trabalho, ele é simples e prático e basicamente, ele vai varrer todas as competências que a gente vai comentar nesse nosso curso. Vocês vão poder utilizar em diversas competências.

Parte dessa base que a gente está construindo aqui é base de metodologias ágeis, por exemplo, é base (scrum), Então, eu tenho certeza que se a gente consolidar muito bem o conceito aqui, nós vamos conseguir entender outras competências um pouco maiores de forma rápida.

Então é isso, espero vocês na próxima aula. Abraço.

Conceitos chave - QA x QC Eficácia x Eficiência

Então estamos a nossa aula 01, Conceitos Chave, nesse vídeo 02, a gente vai trazer alguns conceitos iniciais, vamos comentar de QA, que a gente chama de quality assurance, que é a garantia da qualidade, vamos comparar esse conceito com QC, que é o quality control, que é o controle de qualidade.

E vamos também dar um paralelo entre a diferença, entre eficiência e eficácia. Primeiro as definições de controle de qualidade, é conjunto de atividades para garantir a qualidade dos produtos e no caso do QA, que é a garantia da qualidade, seria de fato um conjunto de atividades para garantir a qualidade dos processos nos quais os produtos são desenvolvidos.

Qual que é o foco do controle de qualidade? Ele visa identificar e corrigir defeitos no produto, então ele é um processo de fato reativo, já aconteceu algumas etapas, produto no desenvolvimento, na fabricação o controle de qualidade, ele visa corrigir esses defeitos no produto final.

E a garantia de qualidade visa evitar defeitos no processo usado para fazer o produto. Então, ele é um processo mais proativo, ele visa avaliar o processo, identificar alguns gaps, alguns problemas. O grande objetivo do controle de qualidade seria identificar os defeitos depois que o produto já foi fabricado e antes de ele ser lançado.

Então, o produto, às vezes, ele já está fabricado em fábrica, ele está pronto para ser expedido, por exemplo e o controle de qualidade entra nessa etapa, já a garantia de qualidade, visa melhorar o desenvolvimento e testar os processos para que não surjam defeitos, busca pegar esses defeitos quando o produto está sendo desenvolvido.

Como que a gente faz isso? No caso do controle de qualidade, eliminando as fontes de problemas através de ferramentas, equipamentos para que as demandas dos clientes sejam atendidas, superadas.

Na garantia de qualidade, o que é valorizado de fato é um bom sistema de gestão de qualidade, avaliações periódicas, auditorias, análises de não conformidades das operações. O que é então controle de qualidade?

São atividades ou técnicas utilizadas para se atingir e manter a qualidade do produto, do serviço e a garantia de qualidade são prevenções de problemas de qualidade, por meio de atividades planejadas, sistemáticas, incluindo a documentação, aqui entra as conhecidas auditorias.

Quem são de fato os responsáveis por um controle de qualidade, normalmente isso é um conceito geral, o controle de qualidade a responsabilidade é de uma equipe específica que testa os produtos para ver se existem defeitos.

Então, às vezes, é a própria equipe de produção que é responsável pelo controle de qualidade, ela que produziu e tem uma equipe, dentro dessa equipe, que faz os testes para ver se tem algum defeito no produto antes de enviar e a garantia de qualidade, são de fato todos os membros das equipes envolvidas no desenvolvimento do produto.

Alguns exemplos do controle de qualidade, validação, teste de software, a garantia de qualidade seria a verificação. Técnicas e ferramentas para controle de qualidade, controle de qualidade estatística, ferramentas corretivas voltado muito a defeitos no seu produto.

A garantia de qualidade de fato, controle estatístico de processos, ferramentas de gestão e voltado de fato a pegar falhas e possíveis melhorias no processo como um todo. Agora, falando um pouco de eficácia e eficiência, eficiente x eficácia.

Eficácia é algo adequado para atingir um propósito, de modo a alcançar o resultado pretendido ou esperado e a eficiência é quando você executa uma tarefa, um processo da melhor forma possível, com o menor desperdício de tempo, esforço e recursos.

Um exemplo, um carro pode ser uma forma de transporte muito eficaz, porque ele é capaz de mover as pessoas para os lugares, locais específicos. Porém, o carro, hoje em dia a gente sabe aí com a energia mudando, sendo mais energia renovável, a gente sabe que o carro pode não ser o modo hoje em dia mais eficiente de transportar pessoas, por causa do grande gasto de combustível, por exemplo.

Assim, esses conceitos são importantes para a gente começar a entrar no arcabouço de práticas e métodos, que a gente vai mostrar aqui no nosso curso. Espero que vocês se consolidem bem esses conceitos de eficácia, eficiência, garantia de qualidade e controle de qualidade.

Tentem lembrar na empresa de vocês, quais áreas fazem isso, se é separado isso muito bem, quem faz o controle de qualidades, se é a própria produção ou se é uma área específica, para tentar fazer uns paralelos aqui com que vocês vem no dia a dia. Espero vocês para a próxima aula. Obrigado. Abraço.

Conceitos chave - Lean thinking vs Six sigma

Estamos na nossa aula 01, Conceitos Chave, nesse vídeo 03, nós vamos comentar sobre a história do lean thinking, sobre a história também do Six Sigma, o que cada um faz, as principais diferenças dos dois e vamos entender de fato a importância de cada um deles.

O lean thinking, ele veio uma série de vertentes, uma série de empresas que realizaram boas práticas nisso, tudo começou ali com Taylor, também com Ford, com o conceito de qualidade, permeou o que a conhece do Toyota Production System, o TPS.

Teve iniciativa o DMAIC, por exemplo, GE, através do Six Sigma, que a gente vai comentar, tivemos também o Lean Six Sigma, teoria das restrições, o Lean Manufg, ou seja, a produção enxuta mesmo, cultura. Falamos também de qualidade operacional, manutenção preventiva, preditiva também, garantia de qualidade, através das (ISOS).

É uma série de iniciativas que compõem o lean no tempo, a gente vê que isso teve uma série de evoluções e aqui, a gente vai focar muito na etapa... para explicar os conceitos do lean thinking, a gente vai comentar muito da etapa da Toyota, a Toyota tem exemplos muito legais para a gente.

Então, 1933 foi a fundação da Toyota, foi dali, mais ou menos ali na Segunda Guerra Mundial, 1944, que começou a surgir de fato a Toyota Production System, muito com o viés de recuperação da guerra, a gente sabe que o Japão sofreu muito com isso, muito com esse viés de acelerar a recuperação.

Veio também um esforço é dos Estados Unidos para ajudar nessa recuperação no Japão, em 1946 a Toyota estava quase falindo com problemas de produtividade.

Foi daí que os Estados Unidos ajudou muito ela nessa recuperação e de fato a TPS se desenvolveu como um sistema, um sistema produtivo de fato, foi testado, viram que funcionava e veio o nome do Taiichi Ohno, que é muito conhecido como o pai do TPS, começou a transformar radicalmente as plantas de produção.

O pessoal viu que tinha algo diferente acontecendo, que o Japão estava conseguindo se reerguer, produzir mais que os demais concorrentes, com isso foi implementado nas fábricas, tanto no Japão, quanto fora também, esse modelo, como resultado disso, a maior premiação de que modelo de fato era valido, a Toyota começou a se destacar na exportação.

Depois disso, ali no final de 1908, a Toyota começou a produção fora do Japão, por consequência disso, tanto o TPS, o modo de produção da Toyota e também os conceitos da cultura lean, das práticas lean, começaram a ser disseminadas por outras indústrias do mundo todo.

Eles queriam saber o que estava acontecendo, aprender as boas práticas e também aplicar nos seus negócios e também, um artigo muito conhecido que é esse The Machine that changed the world, é publicado e começa a disseminar já as práticas do lean, o pessoal começa a entender e começa a aplicar em diversos negócios, não só na indústria.

Os principais princípios do lean, a gente vai comentar aqui, identificar os clientes, especificar valor, de fato a gente saber o que é o valor para o cliente no nosso produto e como a gente vai perseguir isso. Com isso identificar e mapear o fluxo de valor na nossa companhia, como que o nosso produto permeia na companhia?

Quais são os pontos de atraso? Quais os pontos que a gente tem espera? Quais pontos que a gente está formando estoque, que a gente está acumulando na nossa fábrica mais produção e uma máquina não está dando conta de dar vazão para isso.

Esse mapeamento, que é do fluxo de valor, ele é muito importante, porque você começa a entender onde estão localizadas as máquinas na indústria, se você está tendo que levar o seu produto toda a hora para algum lugar, se tem sentido esse transporte, se tem muita espera, se tem desperdícios, tem muitas pessoas envolvidas.

Ou seja, pode ter mais erros na etapa, de fato o mapeamento do fluxo valor é um processo muito importante no lean, a gente começa a de fato detectar problemas, criar fluxo contínuo, eliminando desperdícios. Então, vamos produzir em série, vamos passar para uma outra etapa de produção e de fato essa outra etapa vai dar continuidade no que eu acabei entregar para ela.

Vamos fazer um fluxo contínuo, não vamos parar, não vamos formar estoques. Falamos de desperdícios, os oito principais tipos de desperdício, estamos produzindo muito? Estamos com muito defeito? Estamos processando demais? Será que a gente está esperando para produzir?

Será que o nosso transporte está eficiente? Será que o meu ferramental está (próximo) para eu fazer as etapas de produção que eu preciso realizar? Será que eu estou tendo muito movimento? Muito estoque? Entre outras coisas.

Responder a puxada do cliente de fato, vamos dedicar nossos esforços, se temos demanda, não vamos começar a produzir, sem saber para onde vamos chegar. A Dell faz muito isso.

A Dell começa a produzir de fato computadores, conforme vem a demanda para ele, não sai produzindo computadores, sem ter a demanda apropriada para isso, porque se ninguém comprar isso depois, vira de fato um prejuízo para a empresa e o caso de perseguir a perfeição.

A melhoria contínua, não estarmos satisfeito com o que estamos produzindo, porque isso gera valor para o cliente, se a gente está aprimorando o nosso processo produtivo, a nossa produção, o nosso produto, com certeza o cliente vai estar percebendo isso, vai estar dando mais valor e vai dar mais credibilidade para você.

Então, você vê que a etapa do lean, é uma etapa bem de “fabril”, bem de chão de fábrica, como que a gente melhora o que a gente já está produzindo? Como que a gente reloca, muda a disposição das máquinas para que isso seja da melhor forma possível?

Agora, vamos partir para o Six Sigma, meados ali de 1980 e 90, foi desenvolvido pela Motorola para maximizar o desempenho dos processos dentro da empresa, em 90 até 2000, foi adotado e expandida pelas GE, que ficou muito conhecida.

Ou seja, a General Electric, que é uma empresa de grande porte dos Estados Unidos, muito conhecida, que começou a dar de fato o nome do Six Sigma no mundo inteiro, seus processos e atualmente, a filosofia é aplicada em diversos setores da economia.

Com a base de que todo o processo sofre algum tipo de variação, o Six Sigma, ele Visa dar mais credibilidade para o seu produto perante o cliente, então é algo mais estratégico.

De fato, o seu cliente percebe que o seu processo não tem variação, que de fato os seus equipamentos têm uma certa credibilidade, se as condições são legais, se as pessoas, elas estão engajadas, se elas sabem o que estão fazendo, se a variação é a mínima possível, ele começa a dar de fato uma confiança para você e os clientes começam a ser muito mais bem atendidos.

A grande questão aqui do lean e do Six Sigma, o lean é algo muito operacional, d fábrica, como que a gente vai melhorar os gargalos, no caso, o gargalo é onde que a nossa produção, ela está sendo segurada, está gargalando ali.

Como que a gente faz para que aquela etapa do processo não segure a linha inteira do processo, como a gente melhora isso. A gente atua em redundâncias do processo, como que a gente simplifica? Será que a gente está fazendo a mesma coisa em várias etapas?

Estamos fazendo a inspeção da inspeção? No final das contas, a gente poderia inspeção somente, exemplos, restrição de capacidade, como que a gente atua, distribui os nossos recursos da melhor forma possível, diminuindo complexidade, aumentando velocidade.

Então, o lean, ele ataca isso, ele ataca a nossa linha de produção, o nosso chão de fábrica, tenta ver a melhor forma de produzir. Já o Six Sigma, ele atua muito na variabilidade, ele tenta dar credibilidade para o cliente, dá mais confiança, pega o nosso processo e deixa ele consistente, deixa ele conciso.

O nosso processo, ele é forte, ele não tem tanta variabilidade, os nossos defeitos são mínimos, a gente tenta minimizar o nosso processo, buscando a excelência, porque a excelência é que vai de fato brilhar os olhos do cliente.

Então, o Six Sigma, ele faz os olhos do cliente brilhar, o cliente percebe que o processo está robusto, então atua com (retrabalho), atua evitando o refugo, mantém a consistência, isso faz com que o cliente queira também novos produtos e novos serviços, que ele sabe que a empresa é confiável, que ela é constante.

E é isso, espero que vocês tenham gostado desse conceito, tenham entendido bem essa diferença e na próxima aula, a gente vai falar do nosso trabalho de conclusão de curso, vamos começar a mexer com o nosso dossiê de solução de problemas. Espero vocês na próxima aula. Abraço.

Sobre o curso Six Sigma: Metodologia para melhoria de processos

O curso Six Sigma: Metodologia para melhoria de processos possui 113 minutos de vídeos, em um total de 48 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Gestão Corporativa em Inovação & Gestão, ou leia nossos artigos de Inovação & Gestão.

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