Primeiras aulas do curso Photoshop: Composição de peça publicitária

Photoshop: Composição de peça publicitária

Estrutura da composição - Boas Vindas

Fala, pessoal. Tudo bem? Eu sou o Marcos Cropalato, Adobe Certified de Expert em Photoshop e After Effects, e nesse vídeo eu dou as boas-vindas a vocês ao nosso treinamento de Photoshop para a gente entender um pouco mais sobre composição.

Esse curso vai ser interessante não só para você que está começando no Photoshop e que acredita que não sabe muita coisa, mas também para vocês que já tem uma noção e querem melhorar a maneira que você se comporta com o software para que vocês consigam extrair melhores resultados e resultados mais eficientes para composição e o trabalho em si.

A arte que a gente vai utilizar é uma arte bastante antiga, até, da Honda, onde a ideia dela é que você consiga trabalhar com menos imagens e que traga várias contrações da mesma.

Vocês vão perceber que para esse resultado aqui, um resultado totalmente atrativo aos olhos, as imagens têm um bom casamento, a gente nasce a partir de duas camadas, e você vai perceber que a gente vai ter duas camadas, duas imagens originais, e a partir dos controles e das transformações que a gente vai fazer nelas, a gente vai chegar nesse resultado.

O ganho aqui vai ser você entender estrutura de camadas, saber o que é uma seleção interna, uma seleção física e externa, como é que os elementos precisam casar, como o Photoshop vai nos dar esses controles a partir da camada e assim por diante.

Espero que vocês gostem desse curso e vejo vocês na nossa primeira aula. Um abraço e até lá.

Estrutura da composição - Reconhecendo Planejando camadas

Então vamos lá. A primeira etapa dessa composição, o que a gente vai trabalhar nesse curso é estar reconhecendo os elementos que vão nos ajudar a compor e chegar nesse resultado.

Eu gosto de dar bastante importância nessa etapa, porque principalmente para vocês que estão aprendendo photoshop e sentem ainda dificuldade em pegar uma ideia que você tem na cabeça e traduzir para o software, por exemplo, ou até mesmo algo que veio rascunhado por outra pessoa, você também já pôs no papel, e não consegue fazer essa ponte entre o resultado final.

O planejamento dos elementos, ele te ajuda a ter um caminho a resultado, a chegar nesse resultado de uma maneira um pouco mais sutil. Imagina que nessa composição que a gente vai fazer, essa arte aqui, a ideia é passar o sentimento que essa moto está saindo de algo que não era palpável para o palpável, para o dia a dia do cliente.

Então vamos supor que o teu cliente, o teu diretor de arte, ele falou: “Olha, Marcos, eu quero que a moto saía de dentro de uma fotografia, de dentro de uma Polaroid, mais ou menos, e para que isso se torne mais próximo à realidade, essa fotografia tem que ter uma dimensão que caiba a moto”.

E para que você traduza isso para quem consumir a tua arte, para quem olha a tua arte, por que não colocar essa fotografia, por exemplo, num ambiente, num estrada ou algo parecido.

Para estar criando essa harmonia, eu já pensei no seguinte: “Eu posso fazer sim essa fotografia do ambiente, e posso ambientar a fotografia no local que ela representa”, né, no que ela está de fato trabalhando.

Então você percebe aqui que eu tenho o ambiente em si em preto e branco, a fotografia trazendo esse ar colorido da imagem, e aí eu trago a saída da moto, ela sai aqui de dentro para a gente começar a trabalhar.

Fora esses elementos, que é o ponto central da nossa arte, nós temos também as informações textuais, que são textos automáticos aqui, só para preencher espaço para o cliente alterar.

Nós temos aqui a frase da publicidade em si, então: “Nova Honda CBR 300. Mudando os seus rumos, criando novos horizontes”, e logo da Honda. Então esse aqui são os elementos que vão compor a nossa arte.

Se isso já veio previsto para você, por exemplo, num rascunho na folha de papel, eu gosto de já reconhecer elas. Então o que eu faço? Eu paro para contar mesmo. Então, se a gente olha aqui para nossa composição, para o nosso resultado final, eu consigo perceber que eu tenho aqui, por exemplo: a camada 1, que é ela que guarda o nosso background, então eu tenho esse primeiro momento acontecendo aqui.

Eu vou ter que também a camada 2, que seria a fotografia, então é algo que já nos ajuda a trabalhar, então eu já tenho aqui um segundo elemento. E posso dizer também que eu tenho a camada 3, que forma o nosso corrimão.

Então, só para essa ambientação, só para o background, nós já temos 3 camadas, são 3 elementos aí acontecendo. Fora isso nós temos 4 com a moto, então é a quarta camada da nossa arte.

5, 6 para os textos, 7 para a barra preta que sustenta a nossa arte. Eu vou até mudar a cor background do Photoshop para ficar mais fácil. Então nós temos a barra preta para sustentar o texto e tal, da maneira um pouco mais tranquila.

E aqui, por último, nós temos o logo da Honda. Então, se a gente for parar para contar novamente, nós temos 1 para o Fundo, 2 para o corrimão, 3 para a fotografia, 4 para a moto, 5 para camadas de texto, 6 para a outra camada de texto abaixo, 7 para a barra escura e 8 para aquilo que seria o logo da Honda.

Então isso já vai fazer com que você saiba quantos elementos você precisa ter no mínimo para estar criando esse controle. É claro que tem algumas situações, como o sombreado da moto, alguns efeitos e tal, que pode acontecer que ele se tornem camadas separadas, mas assim, essa linha de raciocínio já vai te ajudar a chegar no resultado final, como eu falei, de uma maneira um pouco mais fácil, e também prever os elementos que você precisa criar ou transformar. Beleza?

Então é isso. Vamos começar a trabalhar, no próximo vídeo, já gerando esse background fazendo isolamento dele. Lembrando que o barato desse exercício é que a gente tem somente duas imagens, vamos dizer, você tem a base, que é o fundo, o background em si, e nós temos a moto acontecendo também na nossa arte, então a gente vai trabalhar com isso de uma maneira bastante simples e ver o quanto que a gente consegue extrair de poucas imagens para uma composição final. Certo?

Então um abraço e até o próximo vídeo.

Estrutura da composição - Separando as camadas para a estrutura inicial

Vamos começar a produzir o que será a nossa composição. Como nós vimos no vídeo anterior, onde a gente precisa da imagem base que seria o ambiente em si, essa ponte, ela acontece de forma repetida, ela tem três momentos com as suas lapidações, com as suas transformações, a gente vai fazer isso aqui desde o início.

Então eu vou levar a imagem para o Photoshop, você para arrastar direto para dentro ele, ou até mesmo vindo no menu file e fazendo a abertura dela sem problema, certo?

O que a gente vai fazer aqui é estar criando as etapas em que essa camada vai acontecer. É interessante, desde o início, né, para quem não sabe Photoshop, não tem tanta experiência com ele, você já pôr na cabeça que cada camada no Photoshop, ele é uma imagem separada. Cada imagem, melhor dizendo, que você traz para dentro, ele se torna uma camada originalmente.

E aí ele vem por padrão como background. Essa camada, ela é responsável não só como o nome já diz, em estar no fundo, como também a camada que configura todos os seus documentos em relação aos parâmetros físicos, altura, largura resolução, e por aí vai.

E aí, toda vez que você tiver esse interesse de estar fazendo cópias de uma camada, você precisa manter ela simplesmente selecionada e pressionando o atalho “Command+J” ou “Control+J”, você vai fazendo a cópia, vai duplicando de uma maneira bastante simples.

Muitos usuários, principalmente quando estão começando nessa parte de design, ou até mesmo de computação gráfica em si, isso eu estou falando de Photoshop, After ou por aí vai, sentem bastante dificuldade em assimilar o nome do recurso com o que ele faz, ou o atalho do recurso com o que ele está fazendo.

No Photoshop, eu gosto de falar desde o início, que o Photoshop é uma das ferramentas mais semânticas, ela consegue deixar claro para você, quando você olha para a interface, o que ela está fazendo se você pressionar aquele botão.

Então pensa comigo. Nós temos o painel “camada”, o layer panel, e eu quero gerenciar as camadas de forma que eu faça cópias dela.

Você concorda comigo que se eu estou lidando com layer, eu posso vir aqui no menu “layer” e fazer qualquer coisa relacionada a ela? Ou até mesmo, se eu já sei que eu quero duplicar, eu posso vir aqui no menu “layer”, “duplicate layer”, e aí o Photoshop vai fazer a cópia para mim de uma maneira bastante simples.

Aqui, no caso, o que difere de você utilizar o atalho, “command+J” ou “control+J”, é que ele pergunta para você o nome que essa camada vai ter. Então, por exemplo, eu vou botar aqui a parte de fotografia, vamos chamar de “foto”, né? Que é a cópia relacionada à foto.

Então deu um OK, eu tenho aqui o background, foto. E nesse caso agora eu vou utilizar o atalho “control+J”, onde eu já vou me responsabilizar aqui em criar essa parte do corrimão, vamos chamar de “CM”, que seria essa área que vai saindo de dentro da foto para ter essa ambientação.

Então, dessa maneira aqui nós já temos os três elementos para que você possa trabalhar. Uma coisa para quem já estuda Photoshop sozinho e já viu bastante tutorial na internet, vai perceber também que a primeira camada, background, ela vem bloqueada por padrão. Esse bloqueio está dizendo o seguinte: “Olha, eu estou te assegurando que essa camada está aqui, sustentando todo o seu documento, mas nada impede de você desbloquear isso”.

Só que diferente das outras camadas, onde você pode bloquear e desbloquear a partir do cadeado. Você selecionou, por exemplo, o corrimão, clicou no cadeado, bloqueia, clicou novamente, desbloqueia, né, você volta a ter controle. O background, ele não me dá esse recurso.

Isso porque, por ele ser aquela camarada que está cedendo configuração, o desbloqueio acontece a partir do momento que eu dou dois cliques aqui na camada e ele pergunta: “Você está deixando de ser um background? Vai virar uma nova camada? Então dá um nome para mim”.

Então vou chamar, por exemplo, de “PB”, que é aquele fundo, preto e branco, que o Photoshop vai fazer a partir dos seus efeitos para a nossa composição. Então eu deixei dessa maneira, dei um OK, e eu já tenho aqui a logística de todas as camadas que vão ser trabalhadas dentro dessa arte.

Então, “PB” para o fundo, fotografia, e “CM” para esse limite aqui do corrimão. Aí presta atenção no seguinte: agora a gente já vai começar a trabalhar com alguns resultados estéticos em relação a nossa arte. Se nós olharmos aqui para nossa referência, para o resultado final, você vai perceber, obviamente, que o fundo aqui é preto e branco.

O que você precisa entender? Vamos agora trabalhar um pouco mais com o entendimento da interface do Photoshop. A gente acabou de aprender que se, “eu não sei o atalho, não gravei o atalho, não gosto de trabalhar com atalho”, vou trabalhar com layer. Eu venho no menu layer e tenho todos os recursos, todos os comandos que são voltados para ela.

Agora, note o seguinte: se eu quero agora trabalhar transformando essa imagem em preto e branco, eu preciso trazer esse controle. Pensa comigo, olha a minha frase. Eu tenho aqui as camadas e quero pegar a imagem da camada e transformar em preto e branco.

Tem duas perguntas aqui que o Photoshop consegue te responder. Pôr a imagem? Então vai lá no menu image, onde você vai ter alguns recursos voltados para a estrutura ou até para a maneira que você vai ver essa imagem dentro da composição.

E como é algo que envolve cor, eu preciso lidar com a cor desse elemento, preciso ajustar as cores para chegar no resultado que eu tenho interesse. Dentro do menu image nós temos o recurso do adjustment. Então eu tenho diversos ajustes para a gente começar a trabalhar.

Então vamos lá. O que vai acontecer? Eu já sei, por eu ter identificado as camadas por nome, que é a primeira camada que vai estar preto e branco. Para ficar mais fácil e você já ver o resultado, vamos tirar a visibilidade, por enquanto, das camadas de cima para não acontecer da gente aplicar o efeito e não estar vendo o resultado porque ela está sobreposta para outra camada. E aí a gente volta para o menu.

Então nós vamos aqui para o menu “imagem”, “ajuste”, e nós temos aqui o efeito Black and White, que é o que a gente vai utilizar. Mas aí, novamente: Photoshop é uma ferramenta popular. Com certeza você já viu alguma coisa. E efeito preto e branco é algo tão comum que você já deve ter visto um tutorial, ou até mesmo aqui em algum curso da Alura, a gente transformando a imagem em preto e branco a partir do recurso de saturate.

O que ele vai fazer? Ele vai realmente cumprir o nosso resultado, e de uma maneira bastante fácil, né? Porque quando você seleciona a camada e clica aqui no desaturate, ou usa o atalho “control+shift+U” ou “command+shift+U”, você já tem o resultado em preto e branco e já pode trocar o jogo, já pode seguir para outro tipo de aplicação, de transformação que você quer fazer.

Só que aqui tem um pequeno detalhe: às vezes, ou dependendo do trabalho, boa parte das vezes, você vai querer transformar em preto e branco, mas também ter um controle maior de como o preto e branco vai funcionar nas cores que existiam.

Se a gente quiser ir um pouco mais a fundo, né? A expressão “dessaturar”, ela remete a tirada de cor, eu estou tirando as cores de uma maneira onde eu só preciso trabalhar com os volumes dos elementos. Por isso o preto e branco, né, para diferenciar a posição, forma, e por aí vai.

Mas, no caso, como eu quero preto e branco em si, e talvez acentuar algumas áreas, em vez de estar aplicando preto e branco, eu vou dar um “control+Z”, a gente desfez.

Eu vou vir aqui no meu “imagem”, “ajuste”, e trago o efeito “Black and White”. Então, o que acontece? De uma maneira bastante parecida com “desaturate”, ele traz para a gente aqui a aplicação do preto e branco, então você já percebe aqui, porém ele tem uma pequena vantagem, que é a possibilidade de você controlar como o preto e branco vai funcionar pelo mapeamento de cor que essa imagem tem.

Então vamos supor que: eu queria que essa estrada, que tem um tom mais avermelhado, eu vou desabilitar por enquanto aqui o preview do meu painel, essa estada meio avermelhada, um tom de marrom, eu queria que ele fosse um pouco mais intenso.

Então nada me impede de eu vir aqui no preview e falar: “Cara, os tons vermelhos dessa imagem, vamos dar uma acentuada? Vou deixar bastante escuro aqui para dar uma dramaticidade para a cena da maneira um pouco mais atrativa”.

Ou você pode também pôr o céu: “Eu queria que o céu fosse um pouco mais claro”. Então nada me impede de eu vir aqui e clarear um pouco mais do céu, dar essa sensação de nublado. Ou fechar um pouco mais, que já é um céu mais carregado.

A mesma coisa aqui para os tons de “blue”. Então olha como o resultado fica um pouco mais interessante. Então, o que você consegue perceber é o seguinte: a linha de raciocínio, para você encontrar um efeito, uma aplicação, que seja voltado para o tratamento de imagem.

E outra coisa é que você percebe que quando você quer ter algo mais controlado levando em consideração o preto e branco, por exemplo, nada impede de você vir aqui e aplicar o “Black and White” e trabalhar isoladamente com as cores.

Então você vai brincando com elas, deixando aqui mais ou menos da maneira que te interessa. Lá no fundo tem uns tons esverdeados na queda das nuvens lá para o fundo. Dei um OK. E aí eu já tenho esse efeito aplicado.

Então, com isso, você já consegue trabalhar e ter a primeira etapa da nossa composição, que é a separação das camadas, onde a gente fez o reconhecimento no vídeo anterior, e aí, na camada debaixo nós já aplicamos o preto e branco para a gente começar a trabalhar. Beleza?

Se você, novamente, é um cara que está aprendendo Photoshop ou tendo o primeiro contato, antes desse vídeo tem um exercício aqui de texto que eu estou falando um pouco sobre como entender a interface do Photoshop, situar na Work Space, ver como é que o Photoshop te entrega informação, a leitura das ferramentas, a leitura dos painéis.

Isso, porque muita gente, até para quem já mexe um pouco no software, quando abre o Photoshop, Illustrator, After Effects pela primeira vez, pode se assustar porque tem uma série de ferramentas lá dentro.

Mas eu te garanto que tem uma linha de raciocínio e isso vai realmente facilitar o seu processo, sua execução quando você começa a entender a maneira que a Adobe dispõe as coisas dentro do programa. Beleza?

Então é isso. Espero que vocês tenham entendido. Vamos passar para a próxima etapa já criando as partes de transformação, editando os elementos a partir de seleção para chegar ao nosso resultado.

É isso abraço. Um abraço. E até o próximo vídeo.

Sobre o curso Photoshop: Composição de peça publicitária

O curso Photoshop: Composição de peça publicitária possui 92 minutos de vídeos, em um total de 32 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Design Gráfico em Design & UX, ou leia nossos artigos de Design & UX.

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