Primeiras aulas do curso Comunicação: como se expressar bem e ser compreendido

Comunicação: como se expressar bem e ser compreendido

Situações do dia a dia - Introdução

Olá, tudo bem? Eu sou a Priscila Stuani e nesse curso falaremos sobre comunicação. Ela é muito importante tanto para o nosso convívio profissional quanto pessoal, mas o que está por traz do nosso comportamento?

Muitas vezes damos uma resposta para alguém que faz uma pergunta e pode sair de uma forma que não esperávamos, com isso vem aquele questionamento "Por que eu falei assim?". As vezes nos arrependemos porque estamos tão entretidos fazendo algo e quando alguém pergunta, damos uma resposta atravessada.

Um dos objetivos desse curso é fazer com que nós nos questionemos sobre como podemos agir melhor. Entendendo o que está por traz da nossa comunicação, quais são os comportamentos que podem nos levar a esse tipo de ação, temos mais clareza e evitamos que eles aconteçam.

Vamos falar também sobre a importância da saúde física e saúde emocional. Saúde física é aquele onde a pessoa que fazer exercícios físicos, ter uma dieta mais balançada, ser mais saudável. Mas não podemos negligenciar a saúde emocional. Se vamos acumulando internamente uma série de questões e não as expomos, pode chegar um momento em que explodimos. Isso é muito refletido através da comunicação, podemos gritar porque já estamos irritados e as vezes quem não tem relação com aquele problema acaba sendo vítima desses momentos. A saúde emocional precisa ser vista com muito carinho e vamos ver vários exemplos de como podemos melhorar ela e com isso nossa comunicação.

Algumas pessoas parecem que tem o dom de comunicar, falam de forma fluída, a entonação de voz é maravilhosa, o assunto te prende só pela maneira como elas falam. Mas será que isso acontece do dia para noite? Através do conhecimento e da motivação começamos a entender quais são nossas características, o que precisamos fazer para melhorar isso e, consequentemente, lidar melhor com as pessoas e as situações.

O objetivo desse curso é entendermos essas sutilezas que podem acontecer durante o nosso dia a dia, nossa convivência com as pessoas e nos ajudar a ter posturas diferenciadas das que já tivemos. Por isso também veremos como lidar com situação de interação no trabalho, compartilhar ideias, falar com clientes, entre outras. Para algumas pessoas isso pode ser um desafio. Por essa razão, um dos nossos objetivos é que vejamos perspectivas diferentes e comecemos a ter mais noção das abordagens que nós podemos ter para deixar um clima onde as pessoas possam compartilhar suas ideias sem serem criticadas.

As vezes uma ideia está muito clara em nossa mente, mas quando chega a hora de expor para outra pessoa, nos atrapalhamos. Então veremos também maneiras que podem facilitar expressão o que desejamos comunicar.

Além disso, veremos alguns exemplos do famigerado "Sempre foi assim". O que isso pode trazer para as pessoas que convivem em ambientes em que a regra é a do "sempre foi assim". Será que elas ficam mais dispostas para compartilhar suas ideias ou elas preferem ficar retraídas com medo de levar alguma bronca por "estar pensando". Veremos maneiras de reagir mediante uma situação dessa.

Vamos falar sobre a importância da comunicação olho no olho. As vezes só trocamos e-mail, só telefonamos, mas quando temos a oportunidade de falar com as pessoas como você reagimos? Como é a postura corporal? Muitas vezes o nosso corpo fala por nós, então o que você está comunicando para outras pessoas por meio dele?

Se você ficou curioso(a) e quer entender mais sobre o que está por traz da comunicação recomendamos que você faça esse curso!

Situações do dia a dia - Lidando com as relações interpessoais

Vamos começar este vídeo vendo algumas situações que podem acontecer no nosso dia a dia.

O Paulo, gerente de projetos, pede para um analista entregar os relatórios de resultados até às 15h daquele dia. O Analista diz que vai finalizar o quanto antes, mas não disse que ele nem começou. Cumprir o prazo seria praticamente uma missão impossível.

A Maria apresenta uma série de problemas que seus clientes estão enfrentando e nomeia duas pessoas para buscar soluções para isso. Elas demonstram estar de acordo através de um aceno positivo com a cabeça, mas no fundo gostariam de investir suas horas de trabalho para buscar novos clientes, já que eles tem um perfil mais comercial do que operacional.

O Fábio vai para a reunião de condomínio do prédio onde ele mora e lá são abordados vários assuntos e há diversas discussões para buscar soluções para problemas comuns dos moradores. Em mais de uma situação ele pensou em alternativas diferentes para lidar com os problemas, mas ao invés de falar ele preferiu ficar calado porque pensou: se eu falar, eles vão discutir mais ainda e acho que essas ideias não são tão boas assim também.

Muitas vezes nos deparamos com aquele desejo de ser mais comunicativo, de tomar as melhores decisões, de dar as melhores respostas, mas nem sempre conseguimos isso por diversos motivos: a ansiedade de resolver algo rapidamente, por exemplo, aumenta nossas chances de darmos um tropeço porque não avaliamos bem a situação, ou ainda quando queremos expressar nossa opinião sobre algo e embora tenhamos total direito de fazê-lo, pode faltar argumentos e as palavras certas para nos expressar.

Isso acontece, é natural e pensando nisso criamos este curso para nos ajudar a ter mais clareza, a ter consciência de como podemos lidar com esse tipo de situação e assim ficamos mais preparados para o que pode acontecer.

Cada um de nós tem uma maneira de lidar com problemas, com chefes, com colegas, amigos, família. Isso é verdade, mas às vezes podemos nos arrepender sobre a maneira que reagimos. Então o que podemos fazer?

Para nos ajudar a pensar sobre isso, vamos começar a ver o caso da Luísa, ela se tornou líder da equipe de web designers.

Um dos principais objetivos deste curso é nos ajudar a ter uma visão mais crítica sobre diversas situações que acontecem em nosso dia a dia e vamos nos atentar mais em nossa comunicação, sobre como reagimos, lidamos e atuamos em nossas relações, sejam elas intrapessoais ou pessoais.

Mas você já parou para pensar sobre o que isso significa? Vamos lá.

Ao entendermos que as relações pessoais surgem quando iniciamos o processo de autoconhecimento, estudando nossos sentimentos e nossos conflitos internos, em como podemos modificar o nosso ambiente de trabalho, nosso mundo exterior e resolver conflitos e problemas que enfrentamos no dia-a-dia, seja no ambiente organizacional ou em família.

E as relações interpessoais? Esta por sua vez está relacionada com o fato de como lidamos com as outras pessoas, sejam elas nossos colegas de trabalho, da faculdade e os nossos familiares.

"Ao lidar com pessoas, lembre-se de que você não está lidando com seres lógicos, e sim com seres emocionais." - Dale Carnegie

Gosto desta frase porque ela diz muito a respeito de como lidamos com o outro. Às vezes a Luísa está sendo muito pressionada por seus chefes para realizar uma tarefa e ela acaba descontando na sua equipe. Isso não parece certo, nem justo, mas acontece. Então ela começa a se questionar: como agir melhor?

Ela tem muitos desafios e existem muitas questões que envolvem autoconhecimento e comunicação e eu espero que o que vamos ver durante este curso ajudem a Luísa e a você aprender a lidar com os seus colegas, amigos e principalmente consigo mesmo.

Todo trabalho tem os seus momentos mais tranquilos e aqueles picos, então precisamos aprender a lidar com isso porque se não, vamos acumulando estresse que pode gerar alguns problemas, tanto para nossa saúde física como para a emocional.

Falando nesses dois tipos de saúde, as duas são muito importantes, mas geralmente focamos mais na saúde física: queremos fazer dietas, ir à academia, correr, ter uma alimentação mais saudável e isso é muito importante, mas como vai a sua saúde emocional?

Tem pessoas que guardam mais as coisas para si e outras que são mais explosivas, e agora, como lidar melhor com isso

Situações do dia a dia - Dificuldades na tomada de decisão

O ambiente de trabalho da Luísa é marcado por vários momentos em que ela precisa tomar decisões rápidas: como, por exemplo, quando ela participa de reuniões de alinhamento com a equipe do comercial e é questionada sobre o prazo de entrega de um projeto. Ela respondeu 4 semanas porque parecia um período razoável, mas quando ela passou para a equipe gerou um certo incômodo, porque para eles o prazo ideal seria 6 semanas. E agora?

Este é um bom momento para a Luísa começar a refletir sobre essa situação: o que faltou para ela nesse momento? Como ela se sentiu ao tomar essa decisão e como ela se sentiu ao comunicar isso para a sua equipe? Culpada? Ou de repente ela ficou indiferente e pensou: ah, vamos ter esse prazo e a equipe que se vire para entregar.

Vamos analisar essa questão mais no detalhe porque é importante, afinal de contas quantas vezes tomamos decisões rapidamente e depois nos arrependemos e nos sentimos mal?

Vale a pena lembrar que isso é normal, somos cobrados diariamente por nossos chefes, colegas de trabalho, além do que definir prazos sempre é uma tarefa complicada, porque existem decisões que vem de cima, que não temos como contra argumentar e não tem jeito, tem que ser entregue. Então nesse caso a primeira coisa que a Luísa precisa fazer é não se julgar. Naquele momento ela tomou essa decisão porque parecia a melhor, mas depois quando falou com sua equipe ficou claro que não foi a melhor opção.

Para nos ajudar a entender melhor essa situação, vamos analisá-la pela perspectiva do modelo que foi criado pelo psicólogo James Gross, em 1988, para explicar como surgem os sentimentos.

Então vamos recapitular a situação: a Luísa foi questionada sobre um prazo e ela deu uma resposta. Mas antes de dar a resposta ela avaliou a situação rapidamente, pensou: respondo 4 semanas ou 6 semanas? Quatro semanas pode ser melhor porque vai demonstrar que somos ágeis. Então neste caso vemos a primeira fase do modelo de Gross: “escolha da situação”.

Perceba que quando ela pensa sobre o prazo ocorre uma espécie de aposta psicológica, quero dizer: “Vamos fazer em duas semanas para demonstrar que somos ágeis.” Mas e se ao invés dela ter dito 4 semanas tivesse respondido 6 semanas? Fazer escolhas é complicado. Isso é, acaba se tornando um desafio e não há uma regra pronta para tomar as melhores decisões, ainda mais porque parece que ela foi pega de surpresa.

Mas pense comigo por um instante. Nesta reunião a Luísa estava com seus gerentes, num ambiente um pouco tenso porque lidar com prazos e interesses deles tem uma certo nível de complexidade e a Luísa se viu numa situação onde ela não tinha muitos recursos, como o tempo, por exemplo. Ou seja, muitas vezes enfrentamos eventos emocionais com pouca chance de mudar o rumo da situação.

Então o que a Luísa pode fazer em outra situação semelhante a essa? Segundo Gross, o segredo (sé é que podemos falar assim) é tentar antever episódios que possam provocar estresse e, em seguida, tomar atitudes pró ativas.

No caso dela, quando uma nova reunião for agendada, caso não tenha ficado claro, ela pode perguntar qual é a pauta antes do dia da reunião. Sabendo disso, ela pode se antecipar e pensar nos possíveis cenários que podem acontecer durante a reunião e ela também pode envolver a equipe, como por exemplo, neste caso onde seria discutido algumas etapas do desenvolvimento de um projeto e seus respectivos prazos.

Não podemos esquecer que isso são hipóteses e que por mais que ela tenha alinhado uma informação com sua equipe, a mesma seja aceita pela diretoria por exemplo, mas segundo Gross, é importante tomar uma atitude, caso contrário, não tomar uma atitude para amenizar circunstâncias difíceis tende a aumentar o problema.

E se ela não se sentir segura para responder alguma coisa, qual o problema em dizer: Preciso avaliar melhor este cenário e amanhã te dou um retorno. Para não dar a impressão de que ela vai esquecer, ela diz que no dia seguinte vai dar uma resposta.

Se o ambiente for mais formal, pode ser que a ideia não seja muito bem recebida, mas a Luísa precisa se posicionar, porque muitas vezes dizemos sim para tudo e depois sofremos as consequências, nos sentimos péssimos por não ter feito boas escolhas e isso pode nos trazer sentimentos que não são saudáveis, como a culpa, por exemplo.

Sobre o curso Comunicação: como se expressar bem e ser compreendido

O curso Comunicação: como se expressar bem e ser compreendido possui 130 minutos de vídeos, em um total de 35 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Softskills e carreira em Inovação & Gestão, ou leia nossos artigos de Inovação & Gestão.

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