Primeiras aulas do curso Princípios do trabalho em equipe: Relações colaborativas

Princípios do trabalho em equipe: Relações colaborativas

Adaptabilidade - Apresentação

Olá. Meu nome é Priscila Stuani e sou instrutora da Alura e nesse curso nós vamos falar sobre os princípios do trabalho em equipe. Esse curso foi criado especialmente para todas as pessoas que já atuam com a liderança ou que querem galgar novas oportunidades dentro da organização. Para aquelas pessoas também que querem descobrir novas ideias de lidar com questões que acontecem no seu dia a dia e fomentar o trabalho colaborativo, melhorar a sua comunicação, relacionamento interpessoal e assim por diante.

E também quem busca conhecimento para crescer dentro da sua carreira como líder. Você vai aprender várias coisas como, por exemplo, as principais técnicas para promover o bom trabalho em equipe, o papel da liderança nesse contexto, as melhores boas práticas para melhorar a relação entre os profissionais com a liderança e também estratégias para lidar com pessoas consideradas difíceis, que muitas vezes fazem parte do nosso contexto. E por último, mas não menos importante, como gerar compromisso com a sua equipe.

Vamos ver que existem vários ganhos partindo dessa questão do compromisso. Lembre-se que você vai ter oportunidade, quando se matricular nesse curso, de compartilhar as suas respostas dos exercícios, dos seus aprendizados, dos seus insights no nosso fórum onde vamos poder promover uma interação. Lembre-se de fazer anotações de tudo que você considera importante. Cria esse guia onde você pode ler durante o seu dia a dia e criar também esse repertório para te ajudar a lidar de forma mais natural e assertiva no seu dia a dia pode fazer a diferença.

E lembre-se, concentre-se nesse momento onde você vai estudar com nós, elimine as distrações porque isso pode potencializar o seu aprendizado. Então se você ficou curioso, se você quer saber como melhorar o trabalho da sua equipe continua comigo no próximo vídeo.

Adaptabilidade - Funções

Começo o curso já apresentando a Mari. Ela é uma das líderes dos times de desenvolvimento da T-Viagens que é uma empresa que trabalha na área de venda de passagens para empresas. A equipe da Mari começou de uma forma muito tímida com três profissionais e as vantagens que essa quantidade de pessoas tinha em relação às demandas que cada profissional tinha, é que o time se sentia empoderado porque eles tinham várias maneiras de se comunicar, tudo era mais simples, não precisava envolver muitas pessoas no processo de tomada de decisão, de organização de tarefas e assim por diante.

Então era muito prazeroso, tanto para a Mari quanto para a equipe trabalhar. Mas com o passar do tempo, com os ótimos resultados que aquelas três pessoas com a Mari entregaram, a equipe aumentou consideravelmente e isso acabou trazendo algumas questões que a Mari precisou trabalhar com a sua equipe. Uma delas é a questão da delegação e priorização de tarefas. Quando você tem três pessoas na sua equipe, a comunicação fica muito mais fluida.

Agora, quando você conta com mais pessoas, mais pessoas vão querer fazer parte do processo, dar ideias, ter iniciativas e assim por diante. Mas, o controle, a ideia de seguir ali vendo o que cada um está fazendo para ver se todos vão conseguir atingir aquele objetivo principal, pode exigir um pouco mais de atenção e de cuidado da Mari. E é justamente isso que aconteceu. Em função desse aumento de pessoas na equipe, de todo mundo começar a fazer as suas tarefas sem se comunicar muito bem, a produtividade do time foi caindo.

Porque eles perceberam que tinha mais de uma pessoa envolvida no mesmo projeto. Mas, como assim? As pessoas não se comunicam? Nem sempre. E esse é o indicador de que algo precisa ser feito. Então, é interessante pensarmos que manter um bom nível de comunicação entre três pessoas é bem mais fácil do que entre 12. Não é verdade? Então, o que está faltando para a Mari e para o time administrar melhorar toda essa situação? Nós vamos levantar algumas hipóteses.

Quando você se depara com um problema, naturalmente você vai pensando nas possíveis causas. Será que a comunicação está clara? Será que as pessoas sabem o que se espera dela? Como anda o entrosamento da equipe? Então é importante refletirmos sobre isso. As pessoas possuem os recursos ideais para trabalharem com qualidade.

Perceba que a Ana, por exemplo, é uma profissional que atende, na verdade, ela supera as expectativas das entregas, ela sempre tem muita criatividade, ela consegue pensar em várias relações e aplicar isso no trabalho e consequentemente gerar valor, entregas para os produtos que ela trabalha e tem um olhar muito analítico. Então, com que a Mari pode trabalhar essa questão? Ela pode pedir para a Ana fazer o pareamento na área de programação.

É muito comum. Uma pessoa que tem mais domínio ou que quer também aprender e se junta com outra pessoa que pode ensinar e tudo mais. E aí a Mari já ficou atenta, "A Ana é um avião, é uma profissional super competente, conhece as regras do negócio, entende o perfil dos nossos clientes". Então vamos colocar algumas pessoas que têm mais dificuldades, seja em uma linguagem, seja para entender uma regra de negócio, para trabalhar junto com a Ana. E aí começamos a mesclar conhecimento entre a equipe.

Existe essa troca, essa sinergia. Provavelmente ela também vai aprender outras coisas com as pessoas que passarem pelo pareamento com ela. E isso pode gerar um aumento na eficiência e na produtividade do grupo. Quando falamos de liderança, uma das questões que precisamos sempre ter em mente é que o nosso trabalho requer, exige muitas vezes que tenhamos esse jogo de cintura para que consigamos alinhar todos os interesses da nossa equipe com os objetivos do negócio e fazer com que tudo isso seja feito com muita qualidade.

É justamente isso que vamos fazer, com foco nas relações interpessoais. Por quê? Muitas vezes algumas pessoas podem chegar na empresa, se cumprimentam, mas se fecham no seu trabalho e muitas vezes não prestam atenção no que está acontecendo ao seu redor ou ainda que eles trabalhem remotamente, não existe uma comunicação. Então é importante pensarmos o que pode interferir nessas relações interpessoais? E por que também precisamos priorizar esse tipo de relação no nosso trabalho?

Nós vamos ver algumas questões. Quando focamos no nosso relacionamento interpessoal, na qualidade que imprimimos nas nossas relações, nós vamos ter algumas contribuições como, por exemplo, conseguimos prevenir, evitar ou diminuir os impactos dos problemas. Também conseguimos antecipar as soluções, começamos a perceber novas oportunidades e também melhoramos os resultados dentro da organização porque as pessoas se entendem, se conhecem, se falam, se relacionam.

E isso pode trazer um ganho muito importante para a empresa. E o que a organização e o trabalho em equipe ganham com tudo isso? Profissionais mais capacitados. Porque estamos falando da questão do autoconhecimento e também das forças pessoais. Ou seja, quais são as minhas habilidades, quais são as minhas competências e o que tudo isso pode contribuir no meu trabalho. Além disso, também melhora o clima organizacional proporcionando esse ambiente mais harmonioso e também fomentando a confiança entre as pessoas que trabalham juntas.

Além disso, vamos ter o tão esperado e desejado aumento de produtividade que vai criar uma atmosfera psicológica positiva aumentando a motivação e elevando também a performance dos profissionais. Então eles vão ter mais iniciativa e mais “acabativas”, o que é um dos grandes desafios que a liderança tem. Os profissionais também podem ficar mais engajados e com isso eu quero dizer que os comportamentos positivos vão ser amplificados e também pode melhorar a qualidade de vida no trabalho.

Menor rotatividade dos profissionais. Então quanto mais qualidade de vida no trabalho essas pessoas tiverem, mais engajadas elas podem ficar e com isso diminuir as chances de elas irem para outras organizações. Percebeu que existem várias coisas, várias questões que a Mari precisa ficar atenta e também começar a desenvolver essa percepção sobre como vai a relação da minha equipe? Elas conversam? O que vamos ganhar com tudo isso?

Eu consigo perceber no meu dia a dia os benefícios, as vantagens que essas relações sólidas podem trazer para o negócio e também para as pessoas? Caso contrário nós vamos se deparar com alguns cenários que são contrários a essa questão da boa comunicação e boa relação. Mas é isso que vamos ver no próximo vídeo.

Adaptabilidade - Efeitos da falta de trabalho em equipe

Já deu para perceber o quanto será desafiador para a Mari conseguir alinhar as expectativas, trazer todo mundo para uma conscientização sobre a importância de manter um bom relacionamento interpessoal e também facilitar a comunicação com a equipe com foco no trabalho. Tudo ia tranquilamente, super bacana até que a Mari se deparou com uma situação onde ela começou a perceber que algumas pessoas do time demonstravam uma certa resistência quando ela ou alguém do grupo propunha alguma maneira diferente de fazer alguma.

Isso ficou muito evidente quando ela começou a reparar em algumas falas. As pessoas dizem, por exemplo, "Mas eu sempre fiz sozinho e nunca tive problema com as minhas entregas" ou "Olha, eu não entendo. Por que agora eu tenho que fazer diferente as coisas?" E uma outra frase que também chamou a atenção dela foi, "Quando eu comecei a trabalhar aqui você já sabia que eu gosto de trabalhar sozinho". Essas pessoas declararam essas questões e eu podia aqui destacar algumas palavras que podem nos indicar que as pessoas apresentam uma certa resistência.

"Olha, sempre, nunca, não entendo, você já sabia". Então como que a Mari pode lidar com tudo isso? Ela pode começar a buscar algumas relações. O que essas frases têm em comum? Pode demonstrar inflexibilidade, resistência. Sim, tem a ver com tudo isso, mas o importante é observarmos cada caso a caso. E é justamente isso que a Mari fez. Então ela começou a perceber que essas pessoas com esses discursos geralmente apresentam um perfil mais introspectivo ou até mesmo inflexível.

E aí precisamos pensar, trabalhamos em grupo, como que conseguimos melhorar a relação com esses perfis? Geralmente uma equipe vai ter pessoas que super engajam, se entrosam, gostam de conversar e vai ter aquelas que ficam mais a parte. E tudo bem. A ideia aqui não é fazer com que a Mari chegue para as pessoas e, "Olha, vocês vão ter que mudar a postura de vocês porque nós não gostamos de conversar com pessoas assim, introspectivo e inflexível”.

Não, a Mari não pode fazer isso. Mas é importante ela começar a perceber alguns comportamentos. E aí entramos nessa questão. Quais são os principais comportamentos das pessoas que são consideradas pessoas difíceis? Vou compartilhar alguns. Eles sempre querem ter a última palavra, eles geralmente não cumprem os seus compromissos, eles criticam tudo que não participam, eles tentam competir com o seu parceiro por poder, privilégios ou para estar em primeiro plano. E também alguns para parecerem bons aos olhos do chefe e desqualificam o trabalho dos outros.

Então perceba que muitos comportamentos como esses, podem ser feitos de forma tão sutis que a Mari nem perceba. Mas como ela está nesse curso com nós, ela está buscando meios de facilitar, de promover o trabalho em equipe e isso inclui também lidar com as pessoas que tem um perfil diferenciado, que são mais introspectivas, que gostam de fazer as coisas mais sozinhas. E como trabalhamos tudo isso? Porque quando a Mari contratou talvez ela já tenha percebido isso. Não desqualifica um profissional. É importante trazermos esse debate também.

Porque se não ficamos idealizando. "O melhor profissional é aquele que tem uma excelente oratória, que é amigo de todo mundo". Será? Então a experiência vai demonstrar para nós que nem sempre isso se aplica. Mas, ainda assim a Mari como líder precisa ter essa visão, esse olhar para fazer com que as pessoas se relacionem melhor. Porque vimos os ganhos que isso pode trazer para a organização. E ela começou a ficar um tanto preocupada. Por que agora? Como fazemos para entrosar essas pessoas?

Para que essas pessoas que são consideradas difíceis não se sintam excluídas e assim por diante. Então nesse caso o que podemos fazer? Nós vamos conhecer algumas estratégias e claro, isso daqui é só a ponta do iceberg para a Mari. A Mari com a vivência, com o dia a dia ela vai descobrir novas estratégias, ela pode ouvir coisas de colegas, ler livros, ouvir podcasts. Coisas que estejam relacionadas com isso. Para começar, vamos lá. Mantenha a calma. Eu acredito que essa sugestão se aplica em diversos contextos tanto da nossa vida pessoal quanto da profissional.

Mas falando aqui das pessoas difíceis. Uma vez que a Mari já tem essa consciência, manter a calma, a atenção e a respiração porque temos essa tendência de ficar ansioso, de ficar nervoso e aí já nos atropelamos. Os nossos pensamentos agem mais rápido do que a nossa fala e aí os problemas podem surgir. Então, fica calma, fica calmo, respira, observa, tente não emitir julgamentos, críticas porque a sua atenção está em que o outro está dizendo ou fazendo.

Depois aprenda a ouvir. Em diversos cursos da Alura nós falamos dessa questão e ela é fundamental. Quantas vezes as pessoas falam, mas não escutamos? O que podemos fazer de diferente para lidar com essas questões? Então preste atenção ao que foi dito. Parece uma dica, uma sugestão extremamente simples e eu concordo. É muito simples. Mas quantas vezes nós deixamos de fazer algo porque não ouvimos o que o outro estava dizendo? Ou fazemos algo totalmente ao contrário, que não atende aquela necessidade ou aquela demanda daquela pessoa.

Então a Mari precisa exercer esse aprendizado para ela ouvir e as pessoas que trabalham com ela vão receber, "Nossa, realmente, eu falei e ela me entendeu". Olha que exemplo. Nós falamos de liderança, por exemplo, e as pessoas podem também desenvolver essa competência. Cuidado com os julgamentos. Esse talvez seja também um grande desafio que a Mari, eu e muitas pessoas podem ter porque nós batemos o olho em uma situação e já sabemos o que deu, porquê vai dar errado, quem é o culpado, quem não é o culpado. E aí fugimos do objetivo que é buscar soluções.

Então busque compreender a origem do problema. Antes de julgarmos e muitas vezes esse julgamento vem de forma instantânea, de forma automática. E aqui fica um convite para nós, através da nossa calma que foi a primeira coisa que eu compartilhei com vocês, dessa respiração e percebermos quando esse pensamento ou essa critica vem, e aí nós, "Opa, calma, deixa eu pensar racionalmente qual é o problema?" E aí vamos oferecer uma tratativa ou vamos tentar se aprofundar melhor para entender.

Não aja na defensiva. Ou seja, aproprie-se de uma postura conciliatória, evite conflitos. Isso daqui no dia a dia faz total sentido. Porque tem pessoas que por N razões, N motivos estão esperando isso daqui para explodirem. Então, o trânsito que deixou ela irritada ou o transporte público ou o vizinho que fez barulho durante a noite e ela não conseguiu dormir. E aí qualquer motivo é o estopim. Então quando percebemos que nós estamos sujeitos a esses cenários, é importante percebermos qual é o meu papel aqui.

É evitar conflitos ou colocar mais lenha na fogueira? Porque muitas vezes discordamos de uma situação, nós não queremos deixar transparecer aquela irritabilidade que temos, mas muitas vezes vamos precisar ter essa postura de evitar conflitos. E repito, vamos tentar pensar mais racionalmente.

Porque quando já estamos agindo na defensiva, muitas vezes somos dominados pelas emoções do momento, pelo calor do momento e falamos mais do que devia ou falamos de uma maneira que poderia ser evitada e aí quando nos deparamos com o tamanho da situação que virou um problema, começamos a pensar, "Eu deveria ter feito diferente". Então, é um exercício. Lembre-se de praticar sempre que possível. Estabeleça limites. E aqui é importante definirmos até onde vai o nosso espaço e onde começa o do outro.

Então se alguém começa a falar com a Mari em um tom de voz um pouco acima do normal ou começa a desenvolver uma linha de raciocínio que a pessoa está envolvida por aquele momento e é impedida de ver racionalmente o que está acontecendo, a Mari tem total direito de falar, "Olha, por favor, não fale assim comigo. O que te incomoda? O que te irrita?" E tentar fazer com que a pessoa dê esse passo atrás, gere esse afastamento para perceber que talvez falar com a Mari ou a Mari falar com alguém naquele tom não é o melhor caminho.

Porque existem consequências se o time atuar individualmente. Dificilmente uma pessoa pode conquistar sucesso se ela atuar sozinha. E isso também se aplica ao time. Então é importante pensarmos em tudo isso. Nós estamos falando de falta de confiança, falta de comunicação, falta de compreensão, falta de comprometimento. E como eu consigo contornar essa situação? Existe algumas sugestões pautadas no respeito, na empatia e no confronto.

Perceba que o confronto é diferente da crítica. O confronto é quando eu trago os elementos de uma situação problemática, por exemplo, para aquele contexto onde eu faço a outra pessoa refletir sobre exatamente aquele contexto. Porque, eu não sei se você já reparou, mas é comum começarmos a falar de uma situação problema e aí aquela pessoa, talvez para criar uma defesa ou para tentar desviar o olhar, a conversa daquele assunto, ela começa a trazer coisas do passado, coisas que aconteceram em outro setor com outras pessoas que não sabemos as reais características dos envolvidos.

Então, quando falamos de confronto, lembre-se, não é uma crítica. É nós contextualizarmos, pontuar tudo que está acontecendo para melhorarmos toda essa relação. Porque senão só ficamos lá nas faltas. Falta de comunicação, falta de entrosamento. E aí, como trabalhamos bem em equipe se não tivermos esses três elementos?

Então lembre-se, o papel da Mari aqui é manter todos na mesma direção. Você que é líder ou você que aspira uma posição de líder, comece a refletir sobre qual é o seu papel nessa manutenção da direção onde todos sabem para onde eles precisam ir e o que eles precisam fazer para conquistar aquele objetivo. Esse é um grande desafio para a Mari. Mas ao longo do curso nós vamos ver várias estratégias que ela pode aplicar para conseguir conquistar tudo isso que ela espera.

Sobre o curso Princípios do trabalho em equipe: Relações colaborativas

O curso Princípios do trabalho em equipe: Relações colaborativas possui 118 minutos de vídeos, em um total de 27 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Gestão Corporativa em Inovação & Gestão, ou leia nossos artigos de Inovação & Gestão.

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