Primeiras aulas do curso Design editorial: criação de materiais gráficos

Design editorial: criação de materiais gráficos

Entendendo o projeto - Introdução

Olá. Meu nome é Guilherme Lombardi, e eu sou instrutor de vocês no curso de design editorial. O que nós vamos aprender nesse curso? Nós vamos aprender a fazer uma capa de um livro. Então, vamos passar pelos processos mais básicos até os mais avançados. Esse curso é para iniciantes, mas que tem alguma noção, que já viram pelo menos o Illustrator.

Vamos começar pelo briefing. Vamos entender um pouquinho como podemos fazer esse briefing e como descobrimos pontos importantes do projeto. Vamos entender um pouquinho melhor sobre referência e como podemos usá-las a nosso favor. Depois de entender um pouquinho mais o projeto e as necessidades do cliente, vamos partir para a mão na massa.

Vamos começar a ilustrar essa capa e vamos passar por conceitos de ilustração, de cor, então, como podemos combinar cores, quais ferramentas existem no mercado para nos auxiliar. Vamos entender também um pouquinho mais sobre a tipografia, sobre diagramação, então, como podemos organizar nossos textos, combinar nossas fontes. Vamos também conhecer alguns sites, alguns aplicativos que nos ajudam nessas combinações.

Vamos entender como mandamos esse material para a gráfica. Tem um jeito certo de mandar o material impresso para a gráfica, para não correr nenhum risco, e acabarmos perdendo todo o nosso trabalho. Também vamos entender como podemos impressionar os clientes usando mocaps.

Então vai entender primeiramente o que são esses mocaps, como podemos usá-los, aumentando as chances de aprovação do cliente. Então vamos lá.

Entendendo o projeto - O que é Briefing

E aí, pessoal, tudo bem? Então vamos começar a arte do nosso livro. Bom, fui procurado pelo autor Mauricio Aniche. Ele me diz que está terminando de escrever um livro sobre programação usando a linguagem C. Eu já pensei aqui numa ilustração pra capa desse livro, é um ser, uma fumaça em meio estilizada. Pensei em usar as cores azul e vermelha, que eu acho que estão combinando.

E essa foi a ideia que eu tive. Vou mandar para o meu cliente e vou ver o que ele acha. Bom, receber a resposta aqui do meu cliente. Vamos ler o e-mail. “Oi, Guilherme, que arte feia. E, além de tudo, essa fumaça é coisa de linguagem Java. Aguardo novidades e abraço.” O que a gente fez de errado? Pelo jeito nosso cliente odiou nossa arte. E por que ele odiou nossa arte? Porque não fizemos um briefing.

Não pensamos, não entendemos os objetivos, não entendemos o que ele queria. Eu posso até achar essa arte bonita, você, não, mas não teve um estudo, não teve base pra eu chegar nesse resultado, então é claro que isso não ia ser aprovado. O que precisamos nesse momento para o nosso trabalho ser aprovado?

Precisamos entender melhor. Temos que fazer uma reunião que chamamos de briefing. Então, precisamos sentar com o nosso cliente e saber as expectativas dele, saber o que ele pensa, saber para que é esse livro. Então tem uma série de fatores que precisamos entender antes de abrir o software e começar a desenhar coisas que estão na nossa cabeça.

Então, também precisamos cobrar o cliente, falar: “Eu preciso de informações antes de começar a criar”. Por quê? Porque, se não, foi um tempo desperdiçado com um trabalho perdido que o cliente odiou, porque eu não tinha embasamento. Então vamos fazer a reunião? Vamos entender esse projeto, e aí a colocamos a mão na massa.

Esse é o momento que vamos realmente entender as necessidades do nosso cliente, para tentar ser mais assertivo na hora da criação e atender às suas expectativas. Eu acabo de receber um e-mail dele, e ele pergunta se eu estou bem e fala que ele está terminando de escrever o livro dele com o nome de Introdução à Programação C. É, mas ele está completamente sem ideias. Então, vamos lá.

Acho que esse é o momento de a gente dar uma tranquilizada no nosso cliente, tentar explorar e tentar entender qual é o assunto do livro e o que ele pode falar para a gente da programação em C, porque eu também não entendi direito. Eu não sou programador, então, eu sei que existe uma linguagem C, mas eu não sei direito o que ela faz. Então talvez essa seja a primeira pergunta que tenhamos que fazer para ele. Então, vamos lá, vamos responder esse e-mail.

Vamos mandar um “bom dia, Aniche. Eu estou bem e você?” Bom, vamos tranquilizá-lo um pouquinho. Ele está sem ideias. Pode ser que esteja meio tenso por não saber as ideias, então colocar: “Não se preocupe, nós vamos pensar em algo bacana. Bom, me fala um pouco sobre o que é a linguagem C e o que vai ensinar no seu livro.”

Beleza, então mandamos esse e-mail e vamos esperar a resposta. Bom, legal, ele me respondeu: “beleza, é o seguinte: a linguagem C é bem antiga. Ela foi criada em 72 para desenvolver sistemas operacionais e é uma linguagem muito popular que foi base para uma série de outras linguagens de programação.” Bom, no livro ele vai ensinar como montar alguns jogos usando essa linguagem.

Bem, legal, então ele vai ensinar programação e vai ensinar jogos, que, na minha cabeça, é uma coisa interessante. É uma coisa divertida os jogos. Então, só vamos tentar entender qual o público-alvo dele agora, se são pessoas que estão começando a programar, se são experientes, enfim o que a gente pode descobrir sobre para quem ele está escrevendo.

Então, vamos lá, vamos responder. Gostei da ideia dos jogos. Então, legal, e vou perguntar qual o público-alvo para quem ele está escrevendo. “Então, qual o público alvo do seu livro?” Partindo dessa pergunta, acho que vamos começar a entender e tirar mais informações. Está legal. Ele me respondeu aqui. Vamos dar uma olhada no e-mail.

Ele está dizendo que o livro é direcionado a pessoas que possuem pouquíssima experiência com programação. Então, é um livro de introdução para pessoas que não sabem programar, que estão começando.

Então, talvez seja interessante transmitir isso para a capa do livro e, de repente, tentar uma abordagem um pouco mais infantil, tentando relacionar com, sei lá, os jovens programadores, pensando nessa coisa de que está começando, está dando os primeiros passos.

Então, sei lá, de repente pode ser interessante tentar sugerir uma capa um pouco mais infantil e que tem alguma coisa a ver com a linguagem C. Enfim, com uma série de questões que precisamos abordar ainda. Então vamos perguntar isso para o nosso cliente? Vamos entender se não é interessante ter uma abordagem um pouco mais infantil? Então vamos lá.

“Entendi. Já que vai construir jogos, o que acha da ilustração ter um tom mais infantil, pensando que o público-alvo do seu livro são jovens programadores?” Conseguem entender que a gente também está em um processo de desvendar o que ele precisa, mas também sugerir coisas?

Já está sugerindo um tom mais infantil da ilustração. Já estamos também procurando um norte para seguir, procurando conceituar a coisa. Então, vamos lá, vamos enviar para ele. Ele me respondeu aqui. Vamos dar uma olhada. “Mas o que seria mais divertido? Meu livro não é para crianças para ser infantil.”

Então, calma aí, assustamos um pouquinho o nosso cliente. Eu acho que ele entendeu errado o que quisemos passar. Não quis dizer que era um livro para criança, mas talvez uma palavra colocada errada fez nosso cliente entender que estávamos saindo fora de novo do caminho que ele queria, e não foi isso.

Então, isso é completamente normal acontecer, principalmente quando não estamos pessoalmente. Estamos por e-mail e não sabemos se ele leu na rua, onde ele leu, com a rapidez que ele interpretou isso. Mas, enfim, eu acho que ele não entendeu direito o que eu quis passar.

A ideia aqui foi a seguinte, foi tentar mostrar que a programação é, sim, pode ser divertido programar, pode ser divertido aprender programação. Ainda mais jovens programadores têm um medo e tem uma dificuldade de entender, enfim, às vezes parece que o assunto é muito complexo.

Então, a ideia de sugerir um livro com ilustração um pouco mais infantil seria mais pelo fato de que pode ser divertido programar, e não um bicho de sete cabeças. E agora precisamos explicar isso para o nosso cliente. Faz parte convencer também e tentar mostrar nossas ideias para ele. Então, vamos lá.

Vamos colocar: “O ‘mais infantil’ foi no sentido de que pode ser divertido programar. Ele ainda é uma criança no universo da programação. Está dando seus primeiros passos, e, no fundo, não é um bicho de sete cabeças, entende? Então vamos mandar pro nosso cliente e vamos esperar a resposta dele. Conseguir convencer ou pelo menos passar realmente a nossa ideia para ele.

Tive uma resposta positiva dele. “Interessante, mas o que tem em mente?” Bom, eu pensei um pouco mais nesse e-mail antes de responder, porque esse é um ponto importante, já que citamos que talvez seguiríamos por um caminho, um estilo de ilustração ou talvez tivesse uma pegada um pouco mais infantil.

Agora ele está pedindo para darmos ideias mesmo do que vai ser o desenho, ilustração ou fotografia, enfim, o que vamos usar na arte. Então tive que parar, pensei um pouquinho, e talvez me veio consiguir relacionar toda essa conversa que tivemos até agora com o brinquedo Lego.

Porque, na minha cabeça, também o Lego tem um apelo, um certo apelo do tipo, é um brinquedo para criança, mas também não é, porque tem muito adulto que joga, que brinca com Lego, que monta seus Legos, e esses Legos para arquitetura e tal, que são bem mais complexos.

E tem o lado da criança, que o Lego tem esse apelo também de estimular a criança a pensar, a montar coisas. Além de ter o lado divertido do Lego, tem o lado do aprendizado. A criança vai aprendendo muita coisa, começa montando umas coisinhas sem noção e que não tem sentido e, com o passar do tempo, a criança vai pegando o jeito, vai montando coisas mais complexas.

Tanto que o Lego tem uma linha até para adultos. Então pode ser que seja interessante relacionar essa coisa do pode ser divertido programar e aprender com a ideologia, com o apelo do Lego também de que, olha, é um brinquedo que brincamos e aprendemos também.

Então, de repente, essa linha de pensamento pode casar aqui nessa capa. Então, vamo perguntar isso para ele. “Aniche, quebrei a cabeça um tempinho aqui, e me veio algo relacionado a Lego. Talvez podemos fazer uma conexão com o tema do seu livro com o brinquedo. O que acha?”

Vamos esperar a resposta dele. Então a resposta do nosso cliente: “Mas por que Lego?” Então, é assim mesmo, vamos falar muita coisa e precisamos explicar essas coisas. Eu acho que já acabei explicando aqui, mas não, eu não expliquei para ele. Faltou explicação na hora de passar essa informação de por que eu quero casar o Lego com o tema, enfim, com a abordagem do livro dele.

Eu só disse que eu precisava, que eu relacionei com Lego, nada mais. Não expliquei, então, isso foi péssimo da minha parte. Sempre temos que estar explicando para o nosso cliente, para ele entender o que são nossas ideias. Então, esse outro e-mail, vamos tentar explicar melhor um pouquinho por que usar o Lego. Então, vamos lá. “O Lego é um jogo que as pessoas gostam e se identificam.” Começa por aí, já tem um apelo nacional, uma identificação de muitas pessoas com Lego.

Então, “independente da idade”. O que é interessante também, porque pode ser que existam pessoas de 14, 15, 13 anos, que, enfim, estão comprando esse livro dele, lendo, estão começando a ser programadores, como a gente pode ter pessoas de 40 a 50 anos que estão começando a programar e também são jovens nesse mundo da programação.

Então, “independente da idade.” O Lego também foi feito para construir coisas. Então, “também constrói coisas. E no começo é mais diversão, mas, com o passar do tempo e da brincadeira, a pessoa vai ficando melhor e evoluindo. Enfim, acho que existe uma conexão interessante entre a abordagem do seu livro e o apelo do Lego.”

Bom agora acho que já está um pouquinho mais detalhada a nossa ideia. Então, vamos enviar para o nosso cliente, ver o feedback dele. Vamos ver o que ele vai achar. Então, ele respondeu aqui. “Estou começando a gostar da ideia.” Legal. Ponto positivo para nós. “Me parece que faz algum sentido.” Então já começamos a convencer um pouquinho a cabeça dele de que pode existir essa conexão.

“Mas seria só o Lego? O que mais?” Então o cliente vai querer saber mais. Vamos colocar só um desenho do Lego? Vamos colocar o Lego, enfim, trabalhando, pulando alguma, coisa programado no computador? Então é o momento também de parar e pensar um pouquinho, para poder responder alguma coisa. É óbvio que a gente não tem essa ideia tão rápida na nossa cabeça, mas vamos colocando coisas e depois vamos ter um tempo para desenvolver, para criar e mandar para o cliente, para ele também sugerir algumas coisas.

Então, vamos lá. Eu pensei que, de repente, por ser uma linguagem C, a gente pode deixar isso claro no livro. Então, de repente, a gente pode estar trabalhando com um Lego construtor e talvez uma letra C, ou só uma letra C no formato Lego, enfim, talvez alguma ação, não sei. Vamos ver. Eu vou colocar o que eu acho para o cliente e vamos ver o que ele vai achar.

“Aniche, pensei em usar uma letra em formato de Lego. Ainda não sei se só a letra ou o boneco do Lego desenhando ou construindo uma letra. Enfim preciso desenvolver melhor a ideia e futuramente envio uma prévia.” Beleza. Agora que já citamos algumas ideias para ele.

Só que não deixamos nada muito claro porque também não está nada muito claro na nossa cabeça. Podemos mudar o projeto no meio do caminho, então eu deixei duas ou três ideias, se é o Lego desenhando, ou construindo, ou só a letra. Vamos começar agora a desenvolver essa ideia e depois mandamos para o cliente.

Entendendo o projeto - A importância do Briefing

Já vimos na última aula que criar as coisas sem embasamento, sem ter uma troca de ideia com o cliente, sem entender as necessidades dele para o projeto. Nosso primeiro teste foi cancelado pelo cliente, ainda tomamos uma dura dele por estar completamente fora do contexto.

Queria explicar um pouquinho do que é o briefing e como ele vai nos ajudar a ser mais assertivos no resto do projeto inteiro. Então, vou começar pelo o que é o briefing, a primeira pergunta talvez que venha na cabeça. Então, briefing nada mais é do que uma reunião para esclarecer pontos importantes do nosso projeto.

Então, não temos um modelo específico de briefing. Depende. Precisamos adequar nosso briefing pensando no nosso cliente e nas necessidades dele. Então, cada projeto vai ter o seu modelo de briefing, e o briefing também vai ser aplicado para o pequeno, médio e grande cliente. Então, agências que atendem grandes corporações, por exemplo, têm um modelo específico de briefing.

Nós que estamos pensando num briefing editorial, que é um briefing para uma capa de um livro, tem um outro modelo. Então, assim, vamos ter que criar esse modelo. Então vamos ter que pensar em perguntas pertinentes que vão esclarecer nosso projeto. Quais perguntas podemos fazer que vão nos ajudar a começar a pensar em coisas interessantes para a capa do livro?

Então me vem à cabeça primeiramente o assunto que esse livro vai abordar, o tema desse livro, o público-alvo desse livro, são vários fatores que vamos aprender nessa aula para poder fazer um briefing bom, que vai nos dar boas ideias e vai atender às necessidades desse cliente. É importante destacar também que existem vários tipos de clientes e várias maneiras de serem feitas o briefing.

Então, hoje, por exemplo, como temos vários meios de comunicação, não precisa mais de uma reunião ali presente, física, para acontecer o briefing. É lógico que, com essa reunião presente, acaba sendo mais fácil, porque você está conversando olho no olho. Então, tem muita coisa que é mais fácil esclarecer pessoalmente, mas vivemos num mundo em que as coisas acontecem muito rápido.

Então os clientes não têm tempo de nos atender. Muitas vezes eu já recebi briefing pelo WhatsApp, pelo Facebook, por e-mail. Acontece demais. Acho que o meio de comunicação que recebo briefing é por e-mail.

Mas temos dezenas de ferramentas que podem servir para essa comunicação. O Skype é muito usado também, porque pelo menos temos uma visão do cliente, então acaba tendo uma conversa quase que olho no olho, mas não presencial.

Então, sim, você tem que ver a necessidade do cliente, também a sua necessidade para poder se deslocar de outra cidade. Às vezes acontece pegarmos trabalhos que são fora da nossa cidade, então vamos precisar nos deslocar até o cliente só para ouvi-lo e depois voltar? Então às vezes não é viável se encontrar.

Então, eu queria que vocês soubessem que dá para fazer essa reunião de briefing em qualquer lugar, basta ter uma boa comunicação entre as duas partes. E também tem o lado do cliente. Tem cliente que já chega na gente sabendo o que quer e não quer muito a nossa ideia e fala: “quero fazer isso, e faça, porque eu não tenho o domínio do software”, ou tem cliente que também chega meio perdido e acaba passando pouca informação, às vezes não quer, esconde informação. O que é muito ruim para nós. Então a dica que talvez eu possa deixar é que seja atencioso com o seu cliente.

Tente entender, tente ouvir e fale também as boas ideias que você tiver, não deixa guardado. Tente ter essa troca de confiança e de ideia com o seu cliente, que isso vai com certeza ajuda muito no decorrer de todo o projeto, tanto para você quanto para ele, para deixar muito bem aliado as suas ideias com as necessidades dele.

Sobre o curso Design editorial: criação de materiais gráficos

O curso Design editorial: criação de materiais gráficos possui 227 minutos de vídeos, em um total de 46 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Design Editorial em UX & Design, ou leia nossos artigos de UX & Design.

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