Primeiras aulas do curso Criatividade Aplicada: Aprimorando o processo criativo no mercado de trabalho

Criatividade Aplicada: Aprimorando o processo criativo no mercado de trabalho

Introdução - Introdução

Eu sou a Daniela Pedroso e vou falar para você sobre Criatividade Aplicada. O que vamos ver nesse curso sobre Criatividade Aplicada? Vamos retomar algumas coisas, que seria bem interessante que você desse uma olhada curso Criatividade e Adequação, lá eu explico todo o processo com mais detalhamento.

Mas aqui vamos pegar aquelas informações e vamos aplicar, principalmente ao mercado de trabalho. Vamos ver como acontece o processo criativo no mercado de trabalho, cada etapa do processo e quais as perguntas que devemos nos fazer para estimular esse processo.

Também vamos encontrar bloqueios ao processo criativo. Quais são os principais bloqueios e como eles aparecem quando estamos numa organização ou nos relacionando com o cliente, por exemplo. Tem bloqueios, mas também temos ativadores, coisas que podem minimizar esses bloqueios ao processo criativo, quando você está lá fazendo uma proposta, desenvolvendo alguma atividade.

Além dos ativadores, vamos encontrar como é uma equipe criativa, uma organização criativa e, principalmente, quem são essas pessoas que compõem tudo isso. Identificando essas características, também vamos poder ver ferramentas que você pode aplicar individualmente, em duplas, em equipes e que vai virar uma onda e a empresa toda vai acabar usando.

Mas é um efeito cascata, primeiro você tem que aprender. E essas ferramentas vão aparecer, algumas ferramentas que você pode fazer sem a necessidade de nenhum equipamento, que você pode fazer um exercício mental e de observação para algumas coisas.

Eu encontro vocês a partir de agora, falando sobre criatividade aplicada ao mercado de trabalho, e vai ser muito legal porque vai servir para vocês e tem exemplos meus, que eu já vivi e que eu sei que dá certo. Vamos lá?

Introdução - Relação entre os conceitos de criatividade e o mercado - Soft Skill

Você lembra da Jéssica? Aquela profissional que trabalhava na Mive, que tinha dificuldades com seu processo criativo e foi atrás para descobrir um pouquinho mais sobre isso? Ela descobriu o processo criativo, quais os bloqueios, quais seriam os ativadores e o mantra da criatividade.

Isso deu tão certo que a Jéssica assumiu a coordenação de alguns projetos, isso foi muito legal. E resultado dessa dedicação em descobrir o seu processo criativo e como isso funciona.

Sendo coordenadora, ela acabou engolida pela rotina da empresa, mas se antecipou, ela decidiu então não receber um feedback negativo em relação à criatividade, ela decidiu ir atrás do novo. De novo. Ela foi entender como a criatividade podia ser aplicada.

Porque a criatividade, em relação às demandas do mercado, é uma soft skill. E a soft skill é uma habilidade de comportamento que é difícil de ser avaliada, mas o resultado é muito potente. Então ela foi se antecipar e pesquisar.

Mas uma coisa muito legal que ela tinha visto já na primeira pesquisa que ela fez e que ela assumiu como uma linha teórica, digamos assim, para pesquisar sobre criatividade, foi um modelo componencial, que é aquele que fala de como somos, do ambiente, de adequação, do domínio que temos do conteúdo.

E para assumir novos projetos, a Jéssica percebeu que ela precisava de um repertório mais potente. Ela já estava dedicada a conhecer um pouco mais da cultura, a experimentar novos sabores para potencializar a criatividade, só que agora ela entendeu que ela precisava também de um repertório técnico maior.

Ao mesmo tempo em que ela decidiu continuar a experimentar um pouco mais as coisas do seu entorno, ela precisava conhecer mais da área de marketing, da área de tecnologia, da área de vendas, então ela foi ampliando o repertório, para que no momento em que ela fosse demandada, o seu processo criativo conseguisse conectar as coisas.

Lembra? Processo criativo parte da conexão do que temos de conteúdo, então é importante que tenhamos, na área em que estamos trabalhando, um repertório amplo. E se não tiver esse repertório, saber em que lugar procurar, a quem recorrer, como compilar mais informações.

Esse foi o novo momento da Jéssica, ela a assumiu coordenação de alguns projetos, ela tem mais pessoas para se relacionar, ela entende que é uma demanda do mercado, que não é só: “Eu quero saber mais sobre criatividade”, mas que aquela função que ela estava desempenhando em relação àquele grupo, exigia dela mais inovação e ela decidiu ser mais proativa.

Esse foi o resultado também do desenvolvimento do processo criativo e dos bloqueios que ela achava que ela tinha, e que às vezes, de fato, apareciam. Então ela ampliou o seu repertório em relação à criatividade, aplicou isso, começou a desenvolver mais o seu lado cultural, que ela tinha deixado um pouquinho parado.

Lembra que ela até desenvolvia uma história em quadrinhos e ficou linda? Foi muito legal mesmo. Agora ela vai se dedicar a aplicar a criatividade na sua rotina. Vamos ver como as coisas estão relacionadas.

Introdução - Processo criativo no mercado

Processo criativo no mercado. O processo criativo acontece durante o dia todo na nossa vida, nós já conversamos sobre isso.

Em outros momentos podemos perceber o processo criativo na hora que acordamos, a roupa que escolhemos, a comida que vamos consumir em determinado momento, mas enfim, vamos focar aqui na criatividade aplicada ao mercado.

O que precisamos lembrar? Que a criatividade é um processo e que ele tem quatro etapas clássicas. Esse é o basicão, digamos, do processo criativo. Primeiro lugar, precisamos coletar e analisar o material. Do que estamos falando, o que foi solicitado, o que nos foi apresentado, o que sabemos, o que não sabemos.

Depois disso temos o período de incubação, que é o momento em que desligamos do assunto, deixamos para lá um pouquinho e o cérebro sozinho faz várias conexões e nos apresenta os insights, que são a próxima etapa. Às vezes também chamam de iluminação ou até eureca, quando as ideias aparecem.

Depois dessas ideias apresentadas ali, que surgem para nós e que você vai decidir como vai registrar cada uma delas, temos um período de verificação, que é: o que foi solicitado? É isso mesmo? Essa ideia que eu tive cumpre com o que foi solicitado? Ela responde? Ela é adequada? Precisamos lembrar dessas quatro etapas, porque elas acontecem na hora que vamos cozinhar e no nosso mercado de trabalho também. Então a criatividade aplicada tem esse processo também.

Agora vamos ver como isso pode ser adaptado, quais são as perguntas que devemos nos fazer nos momentos em que essas etapas estão acontecendo. Vamos lá. Num primeiro momento temos que ver aquela primeira etapa de coleta e análise do material.

Como nós descobrimos o que o nosso cliente ou o que nosso gestor quer? Precisamos ter perguntas potentes. Nós lembramos que se temos uma boa pergunta, temos boas respostas e temos que ter uma escuta ativa, temos que estar ali, temos que entender, solicitar, questionar aquele cliente ou aquele gestor, quem está fazendo a solicitação no mercado de trabalho.

Primeiro lugar é: o que o outro está nos solicitando? Quais são as expectativas que ele tem? Temos que coletar tudo que for possível, e você tem que olhar para tudo, o tom de voz, você tem que saber ficar atento a maneira como essa pessoa está apresentando os dados, o que é realmente importante para ela. Então a primeira etapa de coleta desse material é muito importante.

Mas também, ainda nessa primeira etapa, temos a análise desse material. Nós paramos, olhamos para tudo aquilo ali que a pessoa está falando ou que anotamos, enfim, e digo o que eu sei e o que eu não sei. Existem até modelos, existe uma matriz que fala de certezas, suposições, dúvidas, o que temos que pesquisar, existem tem muitas dicas para isso.

Mas do que nós temos, o que foi apresentado, o que está ali, o que eu sei, o que eu tenho que descobrir? Porque esse eu tenho que descobrir é o que vai fazer com que condicionemos as nossas buscas. Vamos ampliar o repertório a partir disso, os dados que são necessários, e isso pode ser uma busca em indicadores da empresa, pode ser um histórico de comunicação, ou seja, o que já foi feito.

Presta atenção, já deve ter acontecido com você de alguém dizer: “Eu já fiz essa campanha, mas ela não foi boa e eu não quero repetir, isso não dá certo”. É importante avaliarmos o que foi o “não deu certo” e pegar esse material, porque talvez você apresente uma proposta muito semelhante àquela. Então colete o material e analise.

Analise com potência aquilo ali, verifique o que aquilo está dizendo. Como você encontra informações acerca do que você sabe, o que você não sabe e onde procurar. Essa é a primeira etapa, coleta e análise do material. Vamos em frente.

Depois disso temos incubação. A incubação é o momento que desligamos, e tem dois fatores para ficarmos com a criatividade muito potente no mercado de trabalho, é: quanto você precisa de incubação? Você sabe? Se você não sabe, recupere isso. Existem cursos para podermos falar sobre a criatividade individual. Mas aqui estamos tentando aplicar.

Eu preciso normalmente de um dia para criar, supondo que esse seja o seu caso. Então, você tem esse tempo? Cabe na sua rotina? Temos que identificar o período de incubação. Quanto tempo você precisa para desenvolver? Por quê? Porque as ideias surgem e se você precisa de mais tempo de incubação, talvez você precise ajustar o seu cronograma.

“Não cabe na rotina, precisamos criar algo para daqui a duas horas”. Então encontre ferramentas que permitam que você desligue, escute uma música, são poucos minutos, tente levantar para tomar uma água, converse com um colega, mude a tela no computador e retome a criação. Mas é importante que você desligue por alguns minutos daquele problema, você vai aprender a fazer isso aos poucos. Mas, primeiro lugar, identifique quanto tempo você precisa para incubação. Depois, se isso cabe na rotina, para você ajustar.

Próxima etapa do processo criativo são os insights, é a iluminação. O momento supostamente mágico. Durante o momento de insights, as informações circulam na nossa mente e elas pipocam às vezes. Como podemos escolher? Primeiro lugar, registre. Registre as suas ideias, escreva. Começou a ter uma ideia, registra num documento. Nem que você crie um documento “insights”.

Então “Essa proposta pode ser assim”, “eu tive uma ideia para o evento em tal lugar”, “eu imaginei um novo layout”, registre tudo, nem que seja para que ela sirva de um trampolim, para que você possa escolher isso depois.

Mas como escolher? Só se você tiver todas registradas ou a maioria, pelo menos, senão você vai ficar na lembrança. Eu lembrei de uma ideia que eu tive e talvez você tenha tido outra tão boa, mas você não registrou. Para escolher, você precisa listar as suas ideias. Liste, organize essas ideias.

Se você gosta de trabalhar com post-its, cole os seus post-its. Se você gosta de trabalhar com documentos no seu computador, registre ali. Se você tem alguns diagramas, alguns templates, enfim, cada um tem um jeito, mas é importante registrar. Pode ser até no bloquinho de notas que você tem ali, você tem que registrar as suas ideias. Para escolher você precisa registrar as suas ideias. E se você está caminhando, manda uma mensagem de voz para você mesmo, mas tem que registrar.

A última etapa aplicada ao mercado de trabalho é a verificação, e a verificação tem uma relação com a aprovação. No processo criativo clássico, para que serve a verificação? Para fazer o contorno e ver se eu preciso recomeçar o meu processo, ou seja, se eu tenho uma resposta para aquela pergunta.

Na verificação é a sua própria aprovação. Você coletou o material, identificou qual era a demanda, reconheceu todas as informações, depois teve um período de incubação, conseguiu sair um pouquinho daquele momento, e você tem algumas ideias.

E dessas ideias que foram registradas, se você está trabalhando numa equipe, registrou numa lousa, vai analisar qual daquelas responde ao prazo, à verba que vocês têm e à demanda que foi apresentada, o que vocês precisam responder.

Se você está trabalhando sozinho, que entrega você tem que fazer? Ou se é a entrega da sua equipe. Então é a aprovação da resposta àquela solicitação. Conseguiu sacar? Legal. Nós conseguimos entender com clareza as etapas do processo criativo e vai imaginando como isso acontece no seu ambiente. Vamos em frente, porque agora ainda vamos falar sobre os bloqueios.

Sobre o curso Criatividade Aplicada: Aprimorando o processo criativo no mercado de trabalho

O curso Criatividade Aplicada: Aprimorando o processo criativo no mercado de trabalho possui 78 minutos de vídeos, em um total de 22 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Softskills e carreira em Inovação & Gestão, ou leia nossos artigos de Inovação & Gestão.

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