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AWS Certified Cloud Practitioner: Domain 3 e 4

Domínio 3: Tecnologia - Parte 1 - Introdução

Então vamos começar agora a falar sobre o Domínio 3, que é o domínio de tecnologia. Nessa parte do curso, nós vamos abordar os serviços, dar uma passada nos principais serviços.

É a oportunidade de você recapitular essas tecnologias, bem como a parte de tecnologia no que tange da infraestrutura da AWS, como é que ela é feita, como é que ela é distribuída, pontos principais, então vamos fazer um apanhado disso dentro do Domínio 3.

E para começar, vamos falar da infraestrutura global que é como a AWS está estruturada. Então qual a ideia aqui? Quais são os pontos relevantes? A infraestrutura da AWS e a infraestrutura global, não pode esquecer desse nome, ela é composta de quê?

Ela é composta de regiões e zonas de disponibilidade, então esses dois termos vão te acompanhar durante todo o curso, região e zona de disponibilidade. Cada região da AWS, ela aponta para um lugar físico, um ponto geográfico ao redor do mundo e dentro de cada região, nós temos múltiplas zonas de disponibilidade.

Então sempre lembrando, zona de disponibilidade está dentro da região e cada zona de disponibilidade dessa é feita do quê? Como é que ela é construída? Ela é baseada em um ou mais data centers e cada estrutura dessa com todo o seu esquema de redundância.

E na apresentação, eu marquei para você relembrar, sistemas de energia, rede, conectividade, tudo isso separado, ou seja, isolado. O que quero dizer com isso?

Cada zona de disponibilidade é tolerante a falhas, proporcionando alta disponibilidade, tolerância a falhas.

E isso resulta, o que é interessante aqui, até para guardar em características da infraestrutura global é que você usando esse conjunto, região e zonas de disponibilidade, você tem uma infraestrutura muito ou muito maior, força, poder de disponibilidade, tolerância a falhas, capacidade nessas áreas do que usar simplesmente um único data center.

Então essa é a filosofia da infraestrutura global, continuando aqui, como é que isso está estruturado? Como é que isso está dividido? Só em termos de números. Aqui na gravação do curso, hoje nós contamos com 69 zonas de disponibilidade e 22 regiões.

Vinte e duas regiões espalhadas ao redor dos continentes em várias localidades distribuídas no mundo, 22 com 69 zonas de disponibilidades. Você já pode observar aqui um ponto que é muito cobrado, eu tenho mais zonas de disponibilidade do que regiões, até pela filosofia de como isso é estruturado.

Esse desenho é legal para nós termos ideia de como esse negócio está distribuído. Então, regiões e zonas de disponibilidade. Você vai na página inicial da AWS, não na console, na página inicial: “aws.amazon.com” e no final tem um mapa interativo para nós entendermos bem essa infraestrutura.

Então está aqui, os pontos azuis, eles remetem ao quê? As regiões. “Ricardo, e esses pontos laranjas aqui?”. Esses pontos laranjas são as regiões que estão em construção, então você vê que já tem quatro regiões em construção.

Nós podemos observar que tem ponto de presença em todo o lugar. Cada região, como você já aprendeu, ela é composta de zonas de disponibilidade, então você vem no Canadá, tem duas zonas de disponibilidade. No norte da Virginia, nós já temos seis zonas de disponibilidade.

Logicamente pela infraestrutura e pela filosofia, sempre tem mais de uma zona de disponibilidade e isso está espalhado, como eu disse, ao redor do mundo. Então, depois você dá uma navegada no mapa interativo, só para entender onde é que tem os pontos e até se familiarizar melhor com os nomes.

Vamos voltar para as descrições. Então agora vamos detalhar um pouco melhor as regiões e as zonas de disponibilidade dentro daquele conceito inicial. Cada região da AWS é completamente isolada da outra, totalmente independente, é isso que você tem que guardar, elas são totalmente isoladas.

E isso proporciona o quê? Um ambiente com grande capacidade de contornar as falhas e oferecer uma grande estabilidade. Lembra aqui, complementa isolada, uma região isolada da outra.

Zonas de disponibilidade, cada zona de disponibilidade é isolada, mas as zonas de disponibilidade que estão dentro de uma região, então nós temos, por exemplo, aqui na América do Sul, só temos a região São Paulo. São Paulo é uma região, dentro dela, eu tenho zonas de disponibilidade.

Essas zonas de disponibilidade entre elas, elas são isoladas no que diz respeito à toda a parte de infraestrutura, data center e tudo o que nós vimos no início, porém, pelo fato de elas pertencerem a mesma região, elas são interconectadas. Interconectadas com links lá de baixo, latency.

Existe uma conexão até em termos de rede para que nós possamos usar todas essas zonas de disponibilidade dentro de uma região. Lembrando ainda que cada zona de disponibilidade é projetada para ser tolerante a falhas, na falta de uma, a outra funciona plenamente.

Então essa daqui, esse é o conceito geral: região e zona de disponibilidade. Isso daqui que eu deixei sublinhado é importantíssimo você guardar: o mínimo de zonas de disponibilidade por região existente, hoje são duas.

Então em casa lugar, tem lugar com três, com seis, mas o mínimo que você vai encontrar hoje são duas zonas de disponibilidade dentro de uma região, isso é importantíssimo memorizar essa informação porque a maior parte tem três e a pessoa tende a dizer que são três o mínimo, não é.

No mínimo são duas zonas de disponibilidade. As zonas de disponibilidade, se nós formos dar um zoom nessa estrutura, cada zona de disponibilidade também é fisicamente separada. Isso tudo, na verdade, é construído pensando inclusive em desastres.

E essa preocupação reflete até nesse descritivo aqui, cada zona de disponibilidade ela é construída até levando em consideração lugares onde não tenha riscos de alagamento e coisas do tipo.

Além da preocupação principal, com as questões de fornecimento de energia e cada uma delas, independente do fornecimento de energia, também tem fornecimento ininterrupto e geração onsite como backup.

Além disso, as zonas de disponibilidade, como vimos anteriormente, elas são conectadas entre si, com links redundantes por operadoras, eles chamam aqui: tier-1 transit providers, são as operadoras classificadas como tier-1 que fazem essa interligação das zonas de disponibilidade e logicamente esse processo, essas ligações são todas redundantes.

E para nós fecharmos aqui o conceito, tem mais um ponto também bem importante, nós vimos região, zona de disponibilidade e agora as edge locations, o que são as edge locations? Nada mais são do que os endpoints que a AWS usa para fazer cash de conteúdo e facilitar o acesso.

Assim nós temos pontos de presença distribuídos mais próximos do usuário, com objetivo todo de facilitar acesso, diminuir latência e tudo mais. Essa estrutura do edge location é usada principalmente na parte do CloudFront, guarda esse nome também, que é o CDN da AWS.

E fechando, nós temos esse resumo que aponta para a quantidade. Como é que está estruturado isso? Edge location, eu tenho mais edge location, em segundo lugar, zonas de disponibilidade e em último lugar, regiões. A quantidade edge locations é o maior número no que diz respeito à infraestrutura.

Descendo um degrau, nós temos zonas de disponibilidade e descendo mais um degrau, regiões porque na verdade você já sabe que as zonas de disponibilidade estão dentro das regiões e as edge locations são uma camada acima, como nós vimos, ponto de contato e de ponte lá para a CBN e outros aspectos.

Então, o maior quantitativo é de edge location, não deixa de memorizar esse comparativo de estrutura porque isso certamente vai te ajudar bastante na realização da prova. Na sequência, volto com mais conteúdo dentro do domínio de tecnologia.

Domínio 3: Tecnologia - Parte 1 - Escolhendo a região e formas de acesso

Uma vez que você entendeu a infraestrutura como um todo, como é que você escolhe a região certa para provisionar o teu serviço? Então, segundo a AWS, recomendação e considerar esses pontos. Quais são os pontos?

Primeiro, cada região, você viu que ela geograficamente está num país diferente e cada país tem toda a questão de compliance, de leis, tem todas aquelas suas questões únicas para aquele país. Apesar de isso no geral “se assemelharem”, cada lugar tem sua regra, cada casa tem uma regra diferente.

Então na hora que você vai escolher uma região para o projeto, você precisa levar isso em consideração. A parte de armazenamento no que diz respeito a essas leis, como é que são esses critérios? Quais os compliances que são exigidos?

E no Domínio 2, quando estudamos a parte de segurança, vimos que a AWS já está alinhada a várias questões normativas, melhores práticas, que são as questões de conformidade. Então, você tem que considerar essa parte de leis num armazenamento dos dados. Latência para os usuários finais.

Lembra o seguinte: mesmo considerando a questão de edge location, que nós vimos que estava distribuido numa quantidade maior e acelera o nosso acesso, você tem que considerar questões, por exemplo, na tua infraestrutura tem um banco de dados.

Ora, esse meu cliente está na América do Norte, por mais rápida que seja a interligação dentro da AWS, por mais rápido que seja isso, se o banco de dados estiver fisicamente na América do Norte, eu vou ter, logicamente uma latência menor do que colocar o banco de dados na asa.

Isso é físico, não tem como nós corrermos disso. Então essa latência também é o ponto que você tem que se preocupar, por isso a AWS se preocupa em oferecer regiões em todos os continentes.

E, por fim, a questão dos serviços, “Como assim, Ricardo, serviços?”. Existem serviços que são globais e existem serviços que são regionais, nem todos os serviços - vale aqui esse ponto de atenção - nem todos os serviços estão distribuídos em todas as regiões.

Serviços globais e serviços regionais, como eu acesso os serviços? É um outro ponto também importante aqui na questão de tecnologia. Como é que se dá o acesso à AWS?

Nós temos três maneiras distintas, a console e quando nós usamos a palavra console, na verdade é esse acesso aqui Sign to the Console. Vou fazer o login na console.

Então é aquela interface gráfica, onde nós temos facilidade no acesso, criar os serviços, gerenciar, administrar aqui tudo o que nós temos dentro da AWS. Essa página é chamada de console.

Além da console, nós temos o acesso via CLI, que é a linha de comando, para que isso seja feito, você vai instalar a AWS CLI, você instala a AWS CLI localmente e você tem acesso via linha de comando. Além dessas duas opções, temos os vários SDKs para nós podermos interagir com o serviço.

Então, formar de acesso aos serviços, formas de acesso à AWS são essas três. Console (parte gráfica), linha de comando e os SDKs para nós podermos desenvolver e interagir com as nossas aplicações. Na sequência, continuamos o estudo dentro do domínio de tecnologia.

Domínio 3: Tecnologia - Parte 1 - AWS Beanstalk e CloudFormation

Agora vamos estudar os métodos de Deploy e operação dentro da nuvem da AWS, “Como assim, Ricardo?”. Isso aqui é mais um ponto que é cobrado no processo de certificação. Como é feito o Deploy e como eu faço essa operação dentro da nuvem da AWS?

Então são vários pontos, cada um remetendo para um serviço. Então vamos dar uma passada de forma resumida porque aqui você precisa só conhecer os nomes e entender basicamente o que cada um faz, vamos dar a passada aqui.

Então começa com esse Elastick Beanstalk, que é conhecido, esse serviço também é bem utilizado, qual é a proposta desse serviço? São três, seis, sete, vamos passar por cada um deles. Qual é a ideia do Beanstalk?

A ideia dele é ser um serviço onde você faz um deploy e você não só faz o deploy, mas consegue escalar a tua aplicação baseada em Java, DotNET, PHP e tudo o que está aqui relacionado, as linguagens mais utilizadas.

Está marcado no texto, você simplesmente faz upload do código e o serviço automaticamente vai projetar toda a infraestrutura. Vai subir máquina, vai ver a capacidade, load balancing, auto-scaling, ele faz tudo isso para você.

A tua função, você se concentra no deploy do código baseado aqui nessas linguagens. Ponto importante, não é cobrado esse serviço, ele por si só, ele não é cobrado.

Tome cuidado com isso para você também não cair em nenhuma pegadinha. Podem aparecer alguns serviços, esses serviços são gratuitos ou são cobrados? O beanstalk não é cobrado, o que é cobrado é a infraestrutura que ele vai provisionar.

Somente o serviço, ele não vai ser tarifado. Agora, o load balancing que ele criar é cobrado, o auto-scaling é cobrado e tudo aquilo que nós já sabemos, que diz lá: “Recurso de computação”, cada um entra na sua precificação.

Estrutura na apresentação, só para relembrar, você cria a aplicação, faz o upload e ele cuida do processo como um todo. Esse serviço aparece no console da AWS, você vê que dentro de computação, sempre mapeando onde está o serviço, em qual categoria ele está agrupado: Elastic Beanstalk.

E como descritivo é legal sempre em cada um que nós formos mencionando aqui, você pelo menos entrar, dar uma lida no texto para se familiarizar melhor com cada um deles.

Então vamos voltar e ver o próximo da nossa lista: CloudFormation, diferente do beanstalk, até para que você não faça confusão, a ideia do CloudFormation, que é bem próxima é a seguinte, qual a ideia?

A ideia é você a partir de um template, a partir de um arquivo de texto, você escreve o roteiro e quando você publica dentro do formation, o que ele faz? Ele providência toda infraestrutura para você.

Lembrando ainda que o CloudFormation é capaz de providenciar, de provisionar a infra para qualquer serviço dentro da AWS. É só você colocar: preciso do serviço “A”, “B”, “C”, “D”, “E”, “F” e ele vai provisionar isso tudo para você, enquanto o beanstalk, ele é feito para aplicações web.

Então tem essa diferença. Template, colocou lá, a infraestrutura é criada. Vamos dar uma olhada na console que é interessante. Serviços, ele já não aparece em computação, ele aparece em gerenciamento, gerenciamento e governança: “CloudFormation*.

Então a ideia dele é você criar a stack, cria a pilha. O legal é, vamos rápido em Create stack. Você pode usar um template, usar já um template que tiver pronto.

Você pode criar o seu próprio template e esse template, é legal você as vezes criar isso em texto, joga num “S3”, num Bucket e a partir dali ele faz toda a infra para você. Usar um template existente, por exemplo, LAMP Stack, tem no canto inferior direito View in Designer.

E ele mostra para você toda a estrutura que vai ser criada. Ferramenta bem interessante para você provisionar de forma automática a tua infraestrutura.

Voltando na apresentação, esse desenho faz um resumo do que eu falei, você cria o teu plano de infraestrutura, pode, tem a opção de salvar ele no Bucket S3 e ele cria toda a infra para você.

Dois serviços que vimos até agora, Beanstalk e CloudFormation, na sequência, mais serviços aqui no que corresponde a parte de Deploy dentro da nuvem da AWS.

Sobre o curso AWS Certified Cloud Practitioner: Domain 3 e 4

O curso AWS Certified Cloud Practitioner: Domain 3 e 4 possui 184 minutos de vídeos, em um total de 46 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de AWS em DevOps, ou leia nossos artigos de DevOps.

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