Facilitação em metodologias ativas: o que é, qual a sua importância e como fazer?
6 minutos de leitura

Uma das frases mais marcantes que me lembro de ouvir de uma professora muito querida foi “Aprendemos aquilo que faz sentido para nós”. O que faz refletir sobre o nosso modelo de ensino e aprendizagem.
Em algum momento você pensou que a forma com que as instituições de ensino atuam não está acompanhando o ritmo das transformações da era pós-digital? Por mais que algumas iniciativas surjam, a sensação de que paramos no tempo permanece.
Afinal de contas, estamos falando sobre um modelo de aprendizagem que não estimula a autonomia entre as partes envolvidas no processo. Da perspectiva dos estudantes, essa rotina é marcada pela preocupação de centralizar o aprendizado nas disciplinas, mas que desconsidera o ensino de competências que são exigidas, principalmente na fase adulta, como por exemplo ter uma boa gestão de tempo, organização e tomada de decisão.
Isso pode ter relação com o fato de que o modelo educacional que conhecemos ainda segue princípios e valores cunhados no século 18. Sua prática se dá através do modelo pautado na obediência a instruções, na ênfase em determinadas disciplinas, forte hierarquia e um progresso mecânico e padronizado, onde a pessoa que atua como docente desempenha uma figura de autoridade e estudantes, por sua vez, se mantém numa perspectiva de passividade.

Autor(a)
Priscila Stuani
Priscila é Psicóloga (CRP: 06/193357) e neuroeducadora. Já criou mais de 60 cursos na Alura, além de palestrar sobre desenvolvimento de habilidades pessoais. Nas horas vagas, dedica-se à prática do yoga, corrida e musculação.
Inscreva-se em nossa Newsletter
Fique por dentro de conteúdos, insights e oportunidades do universo tech. Receba novidades e lançamentos direto no seu e-mail.



