Alura Signals Experience: 2 dias para aprender a ler os sinais da IA
12 min12 minutos de leitura
12 min12 minutos de leitura
Autor(a)
Fabrício Carraro
Fabrício Carraro é formado em Engenharia da Computação pela UNICAMP e pós-graduado em Data Analytics & Machine Learning pela FIAP. Atualmente, mora na Espanha.
Inscreva-se em nossa Newsletter
Fique por dentro de conteúdos, insights e oportunidades do universo tech. Receba novidades e lançamentos direto no seu e-mail.
Tem um tipo de aprendizado que não cabe em curso gravado: aquele que acontece quando você senta na mesma sala que as pessoas que estão construindo a mudança, faz a pergunta que ninguém publicou em blog e sai com o mapa mental reorganizado.
São dois dias intensivos e presenciais em São Paulo, dedicados a desvendar os sinais do futuro que já impactam as decisões do agora, com os nomes que lideram a inteligência artificial e a engenharia de software no Brasil.
Neste artigo, você confere como é essa experiência, a programação dos dois dias, quem estará no palco e como garantir o seu lugar.
O que é o Alura Signals Experience?
Em poucas palavras: um radar coletivo, não uma maratona de palestras
A tecnologia muda em ciclos cada vez mais curtos, e o custo de interpretar mal essa mudança subiu: times inteiros travados em ferramentas erradas, estratégias de adoção de IA que não saem do piloto, carreiras apostando na habilidade que vai perder valor.
O Signals parte de uma premissa simples: os sinais do que vem a seguir já estão visíveis para quem sabe onde olhar.
Por isso, o formato foge do padrão de auditório lotado e palestrante distante. A proposta é um encontro exclusivo, pensado para reflexões aprofundadas e conexões reais com executivos e lideranças das maiores empresas do país.
Menos plateia, mais mesa de conversa; menos slide decorado, mais debate sobre o que já está impactando produtos, empresas e decisões de negócio.
Para quem ele foi desenhado
O evento conversa com quem carrega a responsabilidade de decidir: CTOs, lideranças de tecnologia, devs em posição sênior e profissionais que precisam acelerar a adoção de IA nos seus times. Se a sua empresa ainda não conseguiu incorporar IA na velocidade que o mercado exige, e essa inquietação é sua, você é o público.
Também funciona muito bem em dupla ou trio da mesma empresa. Quando a liderança técnica e a de produto assistem às mesmas conversas, o alinhamento que levaria semanas de reunião acontece no intervalo do café, e a decisão volta para o escritório já pactuada.
Vale dizer que não é um evento introdutório. As conversas partem do pressuposto de que você já vive o dia a dia da tecnologia e busca o próximo nível de leitura: separar o que é ruído do que é sinal, como discutimos ao mapear o espectro das ferramentas de codificação assistida por IA.
Como é a experiência nos dois dias
O evento ocorre de forma presencial, sem replay e com hora para acontecer.
O que for dito, perguntado e trocado ali existe apenas para quem estiver na sala, e essa escolha é deliberada, porque conversa franca sobre estratégia pede porta fechada.
Na prática, isso transforma o comportamento de todo mundo. Quem palestra fala com mais liberdade, quem assiste pergunta sem medo de virar corte de vídeo, e o corredor rende tanto quanto o palco. É o tipo de ambiente em que uma conversa de dez minutos no café pode valer o ingresso inteiro.
O horário estendido, das nove da manhã às seis da tarde, também tem propósito. Com o dia inteiro reservado, ninguém está de passagem: dá tempo de amadurecer uma ideia entre um bloco e outro, retomar uma conversa no almoço e sair com follow-ups marcados, não apenas com anotações.
O palco: a StartSe, na Berrini
O encontro ocupa o espaço da StartSe, no CENU Torre Norte, na Avenida das Nações Unidas, em São Paulo, um endereço que virou sinônimo de inovação e negócios. O ambiente foi projetado para conversa e networking, com estrutura pensada para grupos reduzidos, o que casa com a proposta de conexão do evento.
Para quem vem de fora, a localização na região da Berrini facilita hospedagem e deslocamento, com o eixo corporativo da cidade a poucos minutos.
Ingressos, certificado e o clube
Há dois formatos de participação. O ingresso Signals garante os dois dias presenciais, materiais de apoio, certificado Alura + FIAP e o networking que atravessa toda a experiência.
Já o Signals Club, o mais escolhido, soma a isso uma comunidade exclusiva no WhatsApp, para a conversa continuar depois do evento, e um ingresso VIP para o IA Conference Brasil 2026, o maior evento de IA do país, que acontece duas semanas depois.
Os valores variam por lote, então vale conferir as condições vigentes na página oficial.
O primeiro dia, 10 de setembro, gira em torno de uma pergunta que o mercado inteiro está fazendo: o que significa ser dev hoje?
A jornada começa com credenciamento e um networking coffee, aquele primeiro café estratégico em que você descobre quem mais está na sala, e segue por quatro blocos que se conectam.
Radar de Sinais, com Guilherme Pereira
A abertura fica com Guilherme Pereira, diretor de Inovação do Alun Business, em uma conversa sobre a mudança de paradigmas do que é ser desenvolvedor de software e, principalmente, sobre como se manter atento aos sinais de mudança.
Esse é o bloco que dá nome ao evento e instala a pergunta que acompanha os dois dias: o que você está deixando de enxergar?
E sinais, aqui, não são abstração. São os padrões que antecedem as viradas: a ferramenta que o seu time júnior adotou antes de qualquer aprovação, a habilidade que sumiu das vagas, o fluxo de trabalho que uma startup executa com três pessoas e a sua empresa, com trinta.
Aprender a ler esses indícios cedo é o que separa quem lidera a mudança de quem corre atrás dela.
Sem gravação e com grupo reduzido, o corredor rende tanto quanto o palco, e o café vira ambiente de decisão.
Como eu programava no passado vs. como programo hoje, com Guilherme Silveira
Na sequência, Guilherme Silveira, CIO e cofundador da Alura, coloca a própria prática na mesa: system design, pipelines autônomos, loops de execução, segurança e os ganhos de produtividade de dez vezes que a nova forma de programar permite, com algumas surpresas prometidas no caminho.
É o contraste vivido por quem programa há décadas e reconstruiu o próprio fluxo de trabalho na era dos agentes de IA.
O valor desse bloco está na honestidade do formato. Não é uma demonstração ensaiada, é o relato de quem refez os próprios hábitos, incluindo os tropeços de segurança e as decisões de arquitetura que só aparecem quando o código sai do laboratório.
Ver o antes e o depois lado a lado encurta anos de tentativa e erro de quem assiste.
Filtrando o Hype, com Sérgio Lopes
Depois do almoço, Sérgio Lopes, CEO do Alun Future Studio, assume a missão mais ingrata e mais valiosa do evento: separar as ferramentas que realmente fazem diferença dos modismos que consomem energia.
Modelos, multiagentes, skills, comandos, MCPs e token economics entram na mesa com os seus trade-offs fundamentais, o mesmo tipo de análise de custo e confiabilidade que tratamos no comparativo entre engenharia de prompt e engenharia de agentes. Em um mercado em que modelos de linguagem novos chegam a cada mês, saber o que ignorar virou uma habilidade tão valiosa quanto saber o que adotar.
Dev em T: as habilidades de quem vai liderar
O dia fecha olhando para a carreira. O bloco sobre o Dev em T discute quais serão as novas habilidades exigidas de quem vai liderar esse futuro em tecnologia: a profundidade técnica que continua indispensável e a amplitude de negócio, produto e dados que passou a definir quem cresce.
É a ponte perfeita entre o que você ouviu durante o dia e o que fazer com isso na segunda-feira, seja no seu time, seja no planejamento da sua própria carreira em tecnologia.
Dia 2: dos sinais à estratégia
O segundo dia, 11 de setembro, completa o elenco com os nomes que pensam a estratégia do grupo e do mercado: Paulo Silveira, CVO do Alun e autor da tese de que 1 bilhão de pessoas construirão software, Maurício Aniche, CTO da Alura e referência em engenharia de software na era da IA, e Bruno Lucatelli, Sr Staff Software Engineer na Uber, trazendo a visão de quem opera essa transformação em escala global.
Se o primeiro dia olha para o ofício, o segundo olha para as decisões: como transformar leitura de cenário em estratégia de adoção, o que priorizar quando tudo parece urgente e como preparar times e carreiras para o que vem.
A programação detalhada do dia está na página do evento, e a régua é a mesma do primeiro: gente que constrói, falando do que já faz.
Quem estará na sala com você
Repare no que esse elenco tem em comum: ninguém ali discute cenários hipotéticos.
São seis nomes que operam a transformação por dentro, do cofundador que escreveu a tese do bilhão de builders ao engenheiro que sustenta sistemas na Uber, passando pelo CTO que lidera a engenharia da maior escola de tecnologia da América Latina.
E há a outra metade da sala, que importa tanto quanto o palco: as pessoas ao seu lado.
O histórico das experiências presenciais do grupo mostra um padrão de público com heads de arquitetura, tech leads de grandes bancos e lideranças de engenharia de setores variados, e é dessa mistura que saem as conversas que nenhuma programação consegue prever.
Dois dias presenciais em São Paulo para calibrar a leitura de cenário com quem decide nas maiores empresas do país.
Por que vale estar presente
Porque interpretar sinais sozinho é lento. Os dois dias condensam o que você levaria meses para filtrar por conta própria, entre artigos, vídeos e testes, e entregam isso com um ingrediente que conteúdo online não tem: a chance de calibrar a sua leitura com quem decide nas maiores empresas do país.
O momento também pesa. A janela entre experimentar IA e depender dela encurtou: times que passaram o último ano no vibe coding exploratório agora precisam de estratégia, governança e resultado, e as decisões tomadas neste semestre vão definir quem chega na frente em 2027.
Chegar a essas decisões com o cenário mastigado por quem constrói a mudança é uma vantagem difícil de improvisar.
Há também o efeito rede, que em eventos sem gravação fica ainda mais forte. Todo mundo ali investiu para estar presente, o que eleva o nível das conversas e a disposição para troca genuína.
Para quem lidera a adoção de IA, sair com três contatos certos e uma decisão destravada já paga o investimento; o resto dos aprendizados vira bônus.
E, para quem está construindo a própria trilha, o evento funciona como um acelerador de repertório: os temas dos dois dias conversam com o perfil builder que o mercado passou a valorizar e com as habilidades que mapeamos em IA para dev e nas carreiras da Alura.
O Signals no ecossistema Alura + FIAP
O Signals ocupa um espaço próprio no calendário do grupo:
O Skills & Go aprofunda habilidades específicas em cursos intensivos online;
e o Signals é o encontro fechado, de leitura de cenário e estratégia, para quem precisa decidir antes dos outros.
Não por acaso, o ingresso Club conecta as duas pontas, levando você do encontro exclusivo de setembro direto para a experiência VIP do maior evento de IA do país.
Para quem lidera, é um mês inteiro de calibragem: primeiro o radar fino do Signals, depois o panorama completo da conferência.
Os sinais já estão visíveis. Falta só você na sala.
Dois dias, seis nomes que constroem o futuro e as conversas que não vão estar em vídeo nenhum. Garanta o seu ingresso no Alura Signals Experience e chegue em setembro com o radar calibrado para as decisões que definem o resto do ano.
FAQ | Perguntas frequentes sobre o Alura Signals Experience
Abaixo, separamos algumas das perguntas mais frequentes sobre Alura Signals Experience.
1. Para quem é o Alura Signals Experience?
Para CTOs, lideranças de tecnologia, devs em posição sênior e profissionais responsáveis por acelerar a adoção de IA nas suas empresas. É um encontro exclusivo e aprofundado, pensado para quem já vive a tecnologia no dia a dia e precisa transformar leitura de cenário em decisão.
2. O que vou aprender nos dois dias?
O primeiro dia discute o novo papel de quem desenvolve: sinais de mudança, a nova forma de programar com agentes e pipelines, as ferramentas que valem a atenção e as habilidades do Dev em T. O segundo dia avança para a estratégia, com os nomes que pensam a adoção de IA em escala, conectando os sinais às decisões de negócio e carreira.
3. Quando e onde acontece?
Nos dias 10 e 11 de setembro de 2026, das 09h às 18h, no espaço da StartSe, no CENU Torre Norte, na Avenida das Nações Unidas, em São Paulo. É um evento 100% presencial, com vagas limitadas.
4. O evento é gravado? Posso assistir depois?
Não. O Signals é uma experiência presencial sem replay e sem transmissão: o conteúdo, as perguntas e as conexões acontecem apenas para quem está na sala. Essa escolha preserva a franqueza das conversas e é parte central da proposta do encontro.
5. Vou receber certificado?
Sim. Quem participa recebe o certificado conjunto Alura + FIAP, além dos materiais de apoio dos dois dias. No formato Signals Club, somam-se a comunidade exclusiva no WhatsApp e o ingresso VIP para o IA Conference Brasil 2026.
6. Como garanto o meu ingresso?
Os ingressos estão disponíveis na página oficial do evento, nos formatos Signals e Signals Club, com valores por lote e parcelamento. Como as vagas são limitadas e não há segunda edição marcada, garantir cedo é a diferença entre estar na sala ou ouvir falar dela.