Primeiras aulas do curso Adobe Photoshop: tratando imagens com técnicas refinadas

Adobe Photoshop: tratando imagens com técnicas refinadas

Iluminação - Introdução

Olá! Sejam muito bem-vindos a mais um curso de tratamento de imagens dentro do Photoshop. Eu me chamo Luís Carlos e quero acompanhar mais um dos conteúdos.

Nesse curso vai ser muito importante que você já tenha visto os cursos anteriores, tanto do professor Danilo quanto os meus cursos de tratamento, porque nós não vamos abordar tanto sobre máscara ou coisas mais afins, está certo?

Nós temos como objetivo neste curso trazer pontos específicos, por exemplo, uma imagem que está subexposta.

‘O professor Danilo já falou sobre isso’. Mas, quais técnicas eu tenho para poder trazer essa subexposição para este tipo de resultado final, onde eu tenho um controle muito maior daquela minha fotografia? Nem sempre utilizar só os canvis é a melhor ferramenta para trabalhar com subexposição.

‘Ah, e a superexposição, como ficaria?’ É a mesma coisa. Quais técnicas eu tenho para poder trabalhar com a superexposição de uma fotografia e trabalhar o contraste melhor, um ajuste melhor, sem, necessariamente, afetar a foto como um todo?

Então, alguns desses pequenos ajustes nós vamos trabalhar de maneira mais delicada. Ou seja, entender pontos específicos daquelas minhas fotografias ou fotografias específicas e quais técnicas eu posso trabalhar.

É um montante de coisas, um montante de conteúdo para agregar com aquilo que você já viu e saber quais técnicas escolher e quando escolher, no momento em que você trabalhar com essas fotografias. Espero que vocês curtam muito o curso e espero vocês em cada um dos vídeos.

Iluminação - Overview

Como eu comentei na introdução, esse curso é um pouco diferente. Nós vamos ter um pequeno overview para você ter ideia do que nós vamos trabalhar.

Como você já viu várias dessas técnicas e várias vezes essas informações nos outros cursos, aqui nós vamos aprofundar em determinados específicos. Por exemplo, a foto disponível na tela é um dos resultados que nós teremos.

Vamos trabalhar com fotos subexpostas. Vamos trabalhar, também, com a ideia dessas mesmas fotos de maneira um pouco mais superexposta.

Ou seja, quando essa foto está muito clara, quais são as técnicas que eu posso trabalhar para poder chegar num resultado mais controlado disso, invés de, simplesmente, lidar com a foto como um todo?

Além da sensibilidade. Eu tenho fotografias onde a sensibilidade é tão alta que o granulado, ou seja, o ruído fica muito forte.

Como eu consigo reduzir esse ruído e trazer um resultado diferente para aquela minha foto trazendo essa redução de ruído, através do Photoshop? Tudo isso vai além do que conseguimos compreender, simplesmente, com o que vimos nos outros vídeos.

Porque quando eu vou tratar sobre pele, por exemplo, como que eu consigo lidar com esses tons de pele?

Qual é o tom de pele que funciona com quais técnicas? E quais as formas nas quais eu posso trabalhar com isso, como que eu consigo separar tudo isso?

Além de entender como que funcionam as automações dentro do Photoshop.

Eu vou lidar com HDR, técnica de juntar várias exposições para poder pegar uma foto que nós chamamos de “High Dinamic Range”, onde eu consigo ver informações do céu, mas, também informações da praia.

Nós vamos, também, visualizar como trabalhar com o “Raw”, onde o resultado que eu tenho através do “Raw” é muito variado e muito amplo. Porque nós vimos sobre o “Raw” dentro de outros vídeos, o professor Danilo já explicou sobre isso, mas, nós temos que entender como que eu lido melhor com aquela ferramenta, por exemplo, para poder aplicar só em determinadas partes e ter um resultado diferente dentro da foto.

Como que eu consigo trabalhar com as cores só do céu e realçar só as cores do carro, por exemplo, dentro do efeito do “Camera Raw”.

Eu consigo trabalhar com máscara lá dentro? Não consigo? Como lidamos com isso? E, é claro, também sobre propriedades e pequenos ajustes do tom de pele, nas expressões.

Invés de trabalhar só removendo as expressões, como é que eu reduzo as expressões para não ficar tão artificial, mas, para trazer essa jovialidade ou rejuvenescer um pouco a pela daquela minha imagem.

Além disso, automações. Como é que eu crio dropets, o que são “metadatos” e como isso ajuda o profissional a criar e ter organização sobre seus projetos.

Então, é um curso bem denso e um curso que necessita bastante do conhecimento prévio dos outros cursos.

Além de um material de apoio muito intenso, que é muito importante que vocês acompanhem e leiam de maneira bem concentrada, porque eu não consigo abordar tudo nos vídeos.

O material de apoio vai complementar muita coisa e trazer muito link interessante.

Com tudo isso sendo dito, lembrem-se de entrar no fórum e sempre trazer perguntas, trazer efeitos, trazer conclusões que vocês tiveram, através das aulas, para que nós consigamos debater isso e compreender melhor como esse universo do tratamento de imagens funciona.

Vamos começar com a nossa primeira aula, que é tratando a parte subexposta da minha imagem.

Iluminação - Tratando imagens super-expostas

Vamos dar início a mais um curso de tratamento de imagens da nossa série de cursos de tratamento.

Nós vamos visualizar, um pouco melhor, técnicas e situações específicas de algumas fotografias que nós devemos trabalhar.

Eu vou iniciar o curso trazendo algumas propriedades com relação à fotos superexpostas. Vocês já ouviram falar sobre isso no curso do professor Danilo, de Tratamento, onde ele explica o que é a superexposição, que nada mais é do que aquela parte onde o branco fica muito estourado na sua fotografia, o claro fica muito estourado.

Uma das coisas que nós temos que notar é: existe a superexposição, onde o claro fica estourado demais; existe a superexposição um pouco mais suave, onde você não consegue notar tanto assim. Mas, essa é uma foto de exemplo, onde eu tenho momentos muito fortes dessa parte de branco.

Eu vou começar a organizar a minha área de trabalho para tratar fotografias de uma maneira um pouco mais profissional.

Então, invés de deixar com a visualização essencial, eu vou vir no canto superior direito da tela do programa, clicar na seta apontando para baixo e vou mudar para fotografia, onde eu consigo ter acesso ao meu histograma, que eu vou trazer para o lado superior esquerdo da tela, ao meu navegador, que eu, também, vou trazer para o lado, junto com o histograma.

E eu posso trazer, também, a propriedade de layers para facilitar para mim. Junto com isso, o que eu quero fazer?

Eu vou começar a tratar as imagens sem determinada poluição visual. Sempre que eu tratar, eu quero visualizar ela da maneira mais limpa possível.

Você vai precisar da tecla de atalho “F” no teclado ou clicar na aba “View”, na primeira barra de ferramentas superior, e mudar as propriedades da sua visualização na opção “Screen Mode” para poder colocar em “Full Screen”.

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O que eu quero fazer é: apertei “F” uma vez, eu mudei o modo de visualização uma vez, e eu apertei novamente e eu mudei, de novo.

Sempre que eu for estar tratando uma imagem é muito bom que você tenha uma liberdade visual na sua tela, para que não fique elementos de outras cores diferentes ao redor, para que você tenha sempre uma forma de avaliar a sua imagem, avaliar o seu tratamento de uma maneira mais coesa.

‘Professor, como é que eu consigo visualizar as ferramentas e como eu vou trabalhar?’

Você pode utilizar teclas de atalho para visualizar as janelas, como apertar “F7”, por exemplo, para trabalhar com as Layers ou você pode pressionar a tecla atalho “Tab”, no teclado, para habilitar só as suas ferramentas e pressionar “Tab”, novamente, quando você quiser esconder essas ferramentas.

A primeira dica que eu dou, quando você vai tratar a imagem de maneira mais profissional, é: lide, apenas, com a imagem; remova sempre os ruídos que você tem na sua tela, os ruídos que você tem na sua visão para que você tenha uma referência real daquilo que você está tratando. Feito isso, eu vou começar a lidar com a ideia da minha superexposição.

A superexposição é aquela parte branca da imagem e nós já sabemos que eu posso, simplesmente, trabalhar de maneira não destrutiva vindo nas minhas camadas de ajuste trabalhar com curvas, vir nas minhas propriedades de curvas e também vou trazer para a minha esquerda, fica mais fácil para trabalhar. E eu posso, simplesmente: “Eu quero pegar essa imagem e começar a escurecer”.

O problema é o seguinte: quando você pega uma imagem onde a superexposição é muito específica, não é a imagem como um todo, se você trabalhar com as curvas, se você trabalha com os levels você acaba trabalhando com a imagem como um todo.

Enquanto eu removi a superexposição, levemente, que existia na área das faces das duas mulheres da imagem, eu acabo reduzindo um pouco do contraste e trazendo a subexposição para a parte debaixo da foto.

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‘Professor, mas, você pode vir nas curvas e trabalhar elas também’. No momento em que eu trabalho as curvas para melhorar a sombra que eu tenho embaixo da imagem, eu começo a reduzir demais o contraste da minha imagem.

Então, você tem algumas especificações, algumas imagens, onde você não consegue trabalhar, necessariamente, com as curvas para trabalhar com essa ideia de sub ou superexposição.

O que nós vamos fazer é uma técnica muito interessante para ajustar a superexposição em pontos específicos, ter um controle maior do que você quer trabalhar. O que eu vou fazer?

Para sempre trabalhar de maneira não destrutiva eu vou apertar “CTRL+J” e duplicar a minha camada, tanto é que dentro da janela de Layers. Eu vou tirar a visualização da original, clicando no olho ao lado da camada.

Vou pegar a camada que eu quero trabalhar agora e vou duplicar novamente, porque é onde eu vou começar a desenvolver. Por que que você está fazendo isso? Para trabalhar de maneira não destrutiva.

Nós vamos fazer o seguinte: eu tenho dentro da janela de Layers, outra imagem que eu trabalhei, que eu estou duplicando, e eu vou transformar essa imagem em preto e branco porque eu quero visualizar os pontos que eu chamo de Clipping, que é onde o branco está super saturando, está ficando muito forte.

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Eu vou vir na aba “Image”, na primeira barra de tarefas superior, em seguida “Adjustments” e eu posso trabalhar com “Black & White”. Como eu posso trabalhar com “Desaturate”, ou apertando “CTRL+SHIFT+U”.

Se eu trabalho com “Black & White”, você tem um controle maior do que são os pontos mais claros e do que são os pontos mais escuros.

Você consegue reduzir tanto o contraste que existe agora trabalhando os pontos de tons avermelhados que tem mais escuros ou os pontos de tons avermelhados que tem mais claros.

Se você não tem uma imagem tão complexa, onde você precise trabalhar com os tons de branco dessa forma, você pode só apertar “CTRL+SHIFT+U” que você, simplesmente, transforma em preto e branco deixando a mesma luminosidade para todos os tons.

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O que eu quero fazer é o seguinte. Eu transformei em preto e branco para inverter as cores dessa foto porque eu quero que todos os tons, que estão estourados em branco, fiquem pretos agora.

Eu vou vir na aba “Image” e posso vir na opção “Adjustments” e trabalhar com o “Invert”. Eu posso, simplesmente, clicar em “CTRL+I” ou clicar em “Invert” para inverter a minha fotografia. Então, eu estou, literalmente, pegando o negativo da minha foto.

Qual o objetivo de fazer isso? Se os pontos brancos estourados eram os que estavam aparecendo na minha fotografia, agora, os pontos pretos são, exatamente, os momentos estourados que eu tenho na minha foto superexposta.

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Eu quero fazer o seguinte, eu quero olhar para o meu programa e falar ‘Pegue esses tons pretos e comece a suavizar aquela parte branca que existia nela’.

Eu vou vir na janela de Layers e dar dois cliques na minha camada de cópia para entrar no Blending Options da minhas Layers Styles.

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Eu cliquei em “Blending Options”, caso não esteja habilitado, e vou começar a visualizar como as minhas camadas estão se mesclando. Presta atenção! Eu tenho uma camada em cima, com o negativo da minha foto; tudo que é muito branco eu inverti as cores para ficar com os tons pretos; e embaixo a minha foto original.

Dentro da opção “Blending Options” na janela “Layer Style” eu tenho a propriedade “Blend If”, que vocês também viram no curso de tratamento que eu lecionei e aplicamos sobre como lidar com imperfeições da minha pele.

Mas, eu quero fazer o seguinte, eu quero, mais uma vez, reforçar que a minha camada selecionada, a camada de cima, a que eu estou trabalhando com a Blending Options, eu quero que os tons brancos fiquem mais suavizados, que mostrem, apenas, os tons pretos com relação à camada debaixo.

Note: só os tons da tonalidade de cor cinza e da tonalidade de cor preta estão sendo visíveis dentro do Photoshop e na opção “Underlying Layer” eu mostro tudo que existe na camada debaixo.

Então, eu consigo ter o controle maior de onde os tons pretos e do Clipping que está acontecendo na minha superexposição. Pressionando a tecla “Alt” eu vou separar a minha camada e vou deixar mais suave a transição entre os tons pretos e os tons claros. Eu estou, apenas, olhando para o programa e falando ‘Marque para mim tudo aquilo que é preto, em cima do que você fez na imagem invertida’.

Feito dessa forma, eu consigo controlar melhor como esses pontos vão se comportar, porque agora eu tenho, simplesmente, toda uma camada onde eu mostro tudo que era superexposição, tudo que era clipping de branco, tudo que era muito claro para mim.

Se eu venho em Layers e seleciono a opção “Normal” na aba de rolagem, modo de mesclagem das minhas camadas e venho, por exemplo, como esse modo, como essas propriedades vão se mesclar com a camada debaixo, eu posso vir na opção “Soft Light”, onde ela fala ‘Suaviza aquela intensidade de branco baseado nos tons pretos que eu tenho na camada de cima’.

Se faço isso, eu, simplesmente, fui em Layers e falei ‘Está muito branco, começa a suavizar para mim’.

A imagem continua com o contraste que estava, continua com as configurações que estava, só que agora eu reduzi demais todo o branco da imagem como um todo.

Interessante, porque eu posso apertar “Ctrl+J” no teclado e abrir a janela “Layer Style”, note que ficou um pouco estranho, forçou demais e agora eu perdi o contraste, ficou muito marcado.

Mas, eu tenho total liberdade de dar dois cliques, novamente, e editar as minhas propriedades para ou aumentar ou reduzir as propriedades que eu quero que ele pegue, levei um pouco mais para o preto, perdão, aumentei um pouco mais o branco.

E eu tenho a opacidade que ele vai estar trabalhando, simplesmente, para poder pegar os pontos um pouco mais claros que ficam no meio da minha imagem.

Você pode voltar a trabalhar com essas configurações para ele não pegar os pontos mais claros, em específico, só alguns outros e começar a desenvolver com sua opacidade.

É muito suave a transição que ele traz, no momento em que você trabalha, novamente, com essas propriedades. Mas, note que, agora, a minha imagem está muito mais leve de ser trabalhada, porque eu removi só os tons brancos e sua superexposição, que eu tinha na minha imagem.

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A partir daqui, trabalhar com “Curves”, “Levels”, “Brightness/Contrast” é uma forma muito fácil de você lidar com a sua imagem. Por exemplo, eu vou reduzir um pouco mais o “Brightness” e trabalhar um pouco mais o “Contrast”, para você começar a lidar com a sua imagem, como um todo.

Uma das formas de você trabalhar com a superexposição de maneira mais controlada é utilizando o “Blending Options”, invés de trabalhar apenas com as “Curvas” e apenas com os Levels.

Por que? Porque você trabalha com pontos de superexposição e pontos de subexposição, invés de, simplesmente, lidar com a imagem como um todo. Correto?

Agora, vamos trabalhar melhor com a subexposição de uma fotografia e quais técnicas eu tenho para trabalhar com isso, porque essa mesma técnica não funciona tão bem para fotos subexpostas como para fotos superexpostas.

Até o próximo vídeo.

Sobre o curso Adobe Photoshop: tratando imagens com técnicas refinadas

O curso Adobe Photoshop: tratando imagens com técnicas refinadas possui 115 minutos de vídeos, em um total de 43 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Tratamento de Imagem em UX & Design, ou leia nossos artigos de UX & Design.

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