Olá! É um prazer tê-los aqui. Meu nome é Camilla, sou engenheira de dados e líder técnica de uma equipe de dados. Vou me apresentar e falar um pouco sobre o curso.
Audiodescrição: Camilla é uma mulher branca, com cabelos pretos, longos e ondulados. Ela está com o cabelo semipreso, com a parte de cima bem rente à cabeça e dividida ao meio, devido ao calor, enquanto a parte de baixo está solta, com parte do cabelo sobre o ombro direito. No ombro esquerdo, é possível ver uma tatuagem de sombras de folhas de planta. Camilla veste uma camiseta marrom, regata de alças finas. Ela usa brincos, correntes douradas, um piercing no septo e outro na aba esquerda do nariz, ambos dourados. Sua maquiagem inclui um delineado preto. Ao fundo, há uma parede branca com uma luz neon azul.
Neste curso, nós abordaremos os conceitos básicos do SQL, como, por exemplo, o que é um banco de dados, como o SQL se apresenta no dia a dia, o que é um modelo tabular e como ele funciona. Discutiremos como funciona uma consulta SQL, como construímos consultas e instruções, e como utilizamos os comandos do SQL da melhor forma. Além dos comandos, exploraremos as funções de tratamento e os operadores que podemos utilizar para filtrar informações.
Nós constituiremos consultas de forma que funcionem corretamente, seguindo uma ordem que chamaremos de modelo mental ao longo das aulas, para que possamos ensinar de uma maneira que seja possível aprender e aplicar no dia a dia. Além disso, sempre traremos a ideia de responder a uma pergunta relacionada a um caso de negócio. Apresentaremos uma empresa na qual nos imaginaremos trabalhando como analistas de dados e responderemos perguntas utilizando comandos simples do SQL desde a segunda aula, para que possamos entender como essa realidade funciona.
Esperamos vocês na próxima aula. Até mais.
Agora que já nos conhecemos e sabemos como nossas aulas funcionarão, vamos falar sobre a empresa na qual estamos ingressando como analistas de dados: a Rede Papel e Ponto. A Rede Papel e Ponto é uma empresa com três filiais localizadas no centro, no norte e no sul, que vende itens de papelaria e possui um mini mercado de conveniência. Entre os produtos vendidos estão bebidas, alimentos, cadernos, canetas e outros itens típicos de conveniência e papelaria. As vendas são realizadas em lojas físicas, por aplicativo e também por meio de um site.
A ideia é apresentar esse contexto para que possamos nos ambientar e entender o cenário da empresa em que estamos entrando para analisar algumas informações. Já sabemos onde os produtos são vendidos, quais são os produtos, o tipo de empresa e as filiais existentes. Ao longo do curso, exploraremos mais aspectos relacionados à Rede Papel e Ponto, mas isso é o que precisamos saber para esta aula.
Aqui, a ideia é dar as boas-vindas ao SQL. Vamos começar pensando em um usuário que faz uma consulta em uma loja virtual. Isso é algo que fazemos frequentemente, seja em uma loja virtual, em um site ou em um aplicativo. Quando entramos para comprar algo, podemos nos imaginar como esse usuário.
Na tela, está sendo mostrado um desenho. No canto esquerdo, há um usuário e uma seta apontando para a imagem de uma loja virtual, onde um dedo está selecionando uma camiseta. Em seguida, outra seta na tela aponta para um servidor web. O que queremos mostrar é que, quando um usuário acessa uma loja virtual para comprar algo, essa ação é direcionada para um servidor web.
Imaginemos que estamos navegando na Shein e decidimos comprar uma camiseta. Essa requisição, que é uma chamada no final das contas, vai para um servidor. Esse servidor, por sua vez, endereça a requisição para algum lugar. Para onde esse servidor web endereça? Estamos falando do ambiente virtual, então ele endereça para um SGBT, que é um sistema gerenciador de banco de dados. Ele serve como interface de integração entre o servidor web e o banco de dados.
Na tela, o servidor web está mais ao centro, com uma seta apontando para um quadrado que contém a imagem de um banco de dados com uma engrenagem e a sigla SGBT na parte superior. Abaixo desse quadrado, está escrito "sistema gerenciador de banco de dados", com uma seta indo para a direita, onde há um banco de dados desenhado com a inscrição "banco de dados". Isso mostra que a integração entre o servidor web e o banco de dados é feita pelo SGBT.
O banco de dados aponta para algumas tabelas, com três setas saindo dele em direção à tabela de clientes, tabela de produtos e tabela de categoria. Vamos explicar novamente o fluxo para consolidar o entendimento. Temos o usuário acessando uma loja virtual na Shein, colocando uma roupa no carrinho e realizando a compra. Essa compra é enviada para um servidor web, que precisa armazenar a informação. O sistema SGBT, que mencionamos, atua como o sistema gerenciador, a interface que captura essa informação e a armazena em um banco de dados. Esse banco de dados armazena a informação em uma tabela, que possui algumas divisões.
Focamos na tabela de clientes, na tabela de produtos e na tabela de categoria, onde há setas saindo da imagem do banco de dados e apontando para imagens de tabelas. Essas tabelas são denominadas tabela de clientes, tabela de produtos e tabela de categoria. Armazenamos o cliente que realizou a compra na tabela de clientes. Caso ainda não seja um cliente, ele é adicionado a essa tabela para ser armazenado. A tabela de produtos é onde provavelmente se registra o estoque disponível desse produto. Poderíamos ter uma tabela de vendas específica, que registra qual venda foi realizada, e essa é uma das tabelas que abordaremos na próxima aula, onde faremos algumas alterações. A tabela de categoria indica a categoria do produto.
Discutimos o fluxo de armazenamento dessas informações, mas como acessamos e armazenamos essas informações? É aqui que entra a linguagem SQL. Há uma linha conectando o quadrado identificado como SGPD a outro quadrado rotulado como linguagem SQL, acompanhado de um ícone de uma cabeça com um quebra-cabeça. Isso indica que, nesse sistema gerenciador de banco de dados, que é um software, utilizamos a linguagem SQL. A linguagem SQL não se limita apenas a consultar dados; ela também nos permite armazená-los. Existem subconjuntos da linguagem que abordaremos, incluindo manipulação e definição de dados, além das queries (consultas) que realizamos.
A ideia é demonstrar como criar tabelas e inserir registros nelas, como fizemos com a tabela de clientes, a tabela de produtos e a tabela de categoria, onde inserimos esses dados. Nós, como analistas de dados, consultamos esses dados armazenados nas tabelas dentro do banco de dados, que contém informações provenientes do nosso sistema de vendas. Esse é o ponto central. O diagrama apresentado visa oferecer uma visão de como o SQL opera em nosso cotidiano. Onde o SQL está presente em nosso dia a dia? Mesmo que não percebamos, ele está sempre em ação quando movimentamos um site, realizamos compras em aplicativos ou sites, e essas informações são armazenadas em um servidor web, que passa por um SGBD (sistema gerenciador de banco de dados) e é armazenado em um banco de dados.
Essas informações podem incluir uma venda de produto, o cancelamento de uma venda, ou o registro de um novo cliente em uma loja. Até mesmo quando recebemos informações de uma loja onde adicionamos itens ao carrinho, mas não finalizamos a compra, isso ocorre porque a informação de que o cliente específico, às vezes nós, com nosso e-mail, adicionou algo ao carrinho, mas não concluiu a compra, é armazenada. As empresas utilizam nosso e-mail para realizar ações de marketing, tentando nos incentivar a finalizar a compra. No mundo dos negócios, isso é conhecido como carrinho abandonado. Quando não finalizamos a compra, somos vistos como um lead, e as empresas realizam ações para tentar resgatar essa compra. Essas informações são armazenadas em uma base, como uma tabela de leads.
O objetivo foi mostrar como a linguagem SQL funciona na prática e onde ela está presente. Ela está no armazenamento de informações, na criação de tabelas e nas consultas que realizamos. Na próxima aula, explicaremos o que é uma tabela, pois, embora tenhamos mencionado que dentro de um banco de dados existem tabelas, ainda não detalhamos o que são. Vamos abordar o conceito de tabela e explicar um pouco sobre o banco de dados que armazena essas tabelas. Até a próxima aula.
Agora que já aprendemos, mesmo que de forma mais superficial, o que é o SQL, como ele funciona no dia a dia, como se apresenta e quais são alguns conceitos relacionados a ele de forma macro, vamos começar a aprofundar alguns aspectos mencionados anteriormente, como, por exemplo, a parte do banco de dados. Citamos que o SGBD, que é o Sistema Gerenciador de Banco de Dados, é um software que acessa o banco de dados por meio da linguagem SQL. O banco de dados é o sistema que armazena e organiza as informações para que possamos, com o SQL, consultar, atualizar e manter o rastreamento de informações de forma mais rápida e segura.
O SQL tem esse poder de atualizar, manter ou consultar dados em um banco de dados porque estamos falando de um banco de dados relacional. O que é um banco de dados relacional? É um banco de dados que armazena as informações de forma tabular, possui relacionamentos e utiliza o SQL como sua linguagem de consulta, através do SGBD. Existem também os bancos de dados não relacionais, que não abordaremos neste curso, pois não utilizam o SQL. O banco de dados não relacional não armazena as informações utilizando um modelo tabular; ele usa outro tipo de formato para organizar, sendo formatos mais flexíveis.
Os bancos de dados que discutiremos são aqueles que utilizam o SQL como linguagem de consulta. Na imagem, vemos a parte do diagrama que mostra o banco de dados com a seta do SGBD voltada para ele, com o sistema gerenciador de banco de dados e a linha que liga a linguagem SQL, representada por um quadrado com um ícone de quebra-cabeça.
Trouxemos essa explicação sobre o banco de dados para introduzir o conceito antes das tabelas, pois o banco de dados armazena e organiza informações dentro dessas tabelas, que seguem o modelo tabular. Essas tabelas são normalmente organizadas por assuntos, sendo uma forma de organizar os dados em tabelas com colunas e linhas.
No slide, apresentamos o termo "modelo tabular", que é uma forma de organizar os dados em tabelas com colunas e linhas. No canto direito, mostramos uma tabela dividida em linhas verticais e horizontais. Temos três linhas verticais principais, dividindo em quatro colunas: coluna 1, coluna 2, coluna 3 e coluna 4. Essas linhas verticais são responsáveis por essa divisão. Também temos três linhas horizontais que dividem as linhas da tabela.
Essa tabela é vista como uma entidade, representando os assuntos. As colunas, chamadas de coluna 1, coluna 2, coluna 3 e coluna 4, são organizadas de forma que a coluna 1 representa a primeira linha vertical, a coluna 2 é a primeira linha vertical com a segunda linha vertical, a coluna 3 é a segunda linha vertical com a terceira linha vertical, e a coluna 4 é a terceira linha vertical com a linha da tabela. A tabela é um quadrado com linhas verticais e horizontais, referenciando as colunas e linhas.
As linhas em uma tabela representam os registros, enquanto as colunas, que são verticais, representam os atributos. É importante entender o que cada linha de uma tabela significa. No próximo slide, apresentamos uma tabela com uma visualização mais clara para mostrar o significado de cada linha.
A tabela é representada por um quadrado com linhas verticais e horizontais, e as colunas já estão nomeadas com os atributos: código do produto, nome, preço e código da categoria. Por exemplo, ao pensar na venda de um produto, como uma camiseta, temos três produtos: uma blusa cinza de gola, uma calça jeans branca e um escarpim branco. Na coluna de código do produto, encontramos apenas os valores que representam esse atributo. Na coluna de nome, temos os nomes dos produtos, como a blusa cinza de gola e a calça jeans branca.
Quando falamos do atributo de preço, cada linha dessa coluna nos traz o preço do produto. O mesmo ocorre com o código de categoria; cada linha dessa coluna nos fornece o código da categoria. Uma seta aponta para uma linha específica no canto direito da tela, mostrando uma linha com o código do produto, nome, preço e código de categoria. Nessa linha, vemos o código do produto "escarpim branco", cujo preço é R$ 99, e também possui um código de categoria.
É essencial entender o que cada linha significa. Essa tabela representa o cadastro de um produto, com informações como código, nome, preço e código de categoria. Não indica se o produto foi comprado, cancelado ou vendido, nem a quantidade disponível. É apenas um cadastro, não um estoque, pois não informa a quantidade do produto. O código do produto poderia ser um código de barras, permitindo a consulta do produto a partir dele.
Compreender o significado de cada linha é crucial, assim como entender cada atributo representado pelas colunas. Na próxima aula, exploraremos o que é o código de categoria, pois discutiremos o modelo relacional, o que tornará tudo mais claro. Esperamos vocês na próxima aula.
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