
Já vi e ouvi de muitas pessoas e em muitos lugares que Domain Specific Languages são uma ótima ferramenta para deixar o código tão simples de escrever, tão legível e tão parecido com uma linguagem natural (português, inglês), que serve para que não programadores possam escrever parte do código.
A idéia é que o próprio gerente, cliente, analista-não-programador, ou alguém com este tipo de perfil não técnico escreva as regras de negócio em uma linguagem muito parecida com a linguagem natural, eliminando a necessidade de programadores e reduzindo os custos.
Este pode até ser um uso possível e interessante para DSLs, mas infelizmente, DSLs não tem a mínima pretenção de serem linguagens naturais. Isso seria muito ambicioso para o escopo de uma línguagem específica para um domínio. DSLs não foram criadas para ensinar inglês ou português aos computadores.
Existe uma outra forma interessante de usar DSLs, pela qual tenho preferência declarada e felizmente, parece haver uma convergência para esse meio de aplicá-las. O objetivo é fazer com que o código fonte do programa fique mais próximo do problema sendo resolvido. DSLs como forma de aumentar a expressividade do código. Dave Thomas e Andy Hunt tratam desse assunto no famoso livro , sob o nome de .
Autor(a)
fkung
Inscreva-se em nossa Newsletter
Fique por dentro de conteúdos, insights e oportunidades do universo tech. Receba novidades e lançamentos direto no seu e-mail.

