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Psicologia positiva: liderança autêntica a partir de forças pessoais

Conhece-te a ti mesmo - Apresentação

Olá, seja muito bem-vindo. Meu nome é Lilian Frossard e acompanharei você nesse curso sobre Liderança e Forças Pessoais. Esse curso se destina a pessoas que têm interesse em se desenvolver pessoalmente e assim potencializar sua liderança. O que você vai aprender? Neste curso, vamos acompanhar a jornada de Pedro, coordenador de uma grande faculdade de tecnologia.

Tudo começa com a soma de acontecimentos que fazem Pedro começar a questionar sua liderança e se criticar demasiadamente, quase chegando a desistir do seu trabalho. A partir da busca de Pedro por desenvolvimento pessoal e, consequentemente, sua liderança, você vai aprender como entrar em contato com sua história para aprofundar o seu autoconhecimento, reconhecer suas qualidades e forças pessoais, descobrindo os pontos fortes e também como engajar a sua equipe para complementar, a partir do conhecimento de 24 forças de caráter.

Como aplicar o PERMA, sigla base dos conceitos da Psicologia Positiva no seu dia a dia, exercitando a escuta ativa e construtiva, e elaborando respostas para os seus colaboradores, engajando as pessoas e engajando-se profissionalmente e pessoalmente no trabalho. Com isso, desenvolver relações positivas.

Entrar em contato com o seu propósito, descobrindo como ele já pode estar inserido nas suas atividades cotidianas ou até mesmo como ele pode estar acontecendo a partir do momento que você descobre e ao mesmo tempo atribui significado ao que você faz para contribuir com suas realizações.

Você perceberá como as realizações estão alinhadas com o propósito, com os relacionamentos positivos, com as emoções positivas e com o significado. Aprenderá também sobre o poder da gratidão e do foco no presente, na construção de uma liderança autêntica. Com essa jornada, você vai construir o seu estilo de liderança e isso refletirá em impactos positivos em você e na sua equipe.

Sendo assim, ao fazer esse curso, você conseguirá explorar as suas forças pessoais com base nos conceitos da Psicologia Positiva, para construir uma liderança autêntica e descobrir como as forças pessoais das pessoas de sua equipe podem se complementar e formar uma forte raiz de crescimento grupal. Temos bastante conteúdo legal para estudar. Vamos começar o curso?

Conhece-te a ti mesmo - Qualidades x Defeitos

Alguma vez você já se perguntou sobre como as suas características pessoais podem ajudá-lo a exercer melhor a sua liderança? Você já enfrentou problemas por qualidades do seu caráter, que você acredita serem frágeis ou até pouco trabalhadas? Se suas respostas a essas perguntas foram: sim, eu já enfrentei esse tipo de problema - você precisa conhecer o líder Pedro Salgueiro e acompanhar a sua trajetória em busca de respostas sobre a sua capacidade de liderança.

Pedro tem 38 anos e é coordenador geral de uma grande faculdade de tecnologia na cidade de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Ele lidera uma equipe de professores e estagiários com mais de 50 funcionários. Além de atuar junto com os alunos, que são cerca de 1500, ele também atua junto aos professores.

Pedro acabou agregando à sua função outros trabalhos externos de gerência de alguns projetos de empresas que buscam a faculdade, que é uma faculdade de ponta, para gerar tecnologia e novas ideias acerca desse tema. E Pedro começa a enfrentar alguns problemas. O primeiro deles acontece quando ele precisa substituir um professor, que foi afastado por problemas de saúde.

Esse professor era um grande amigo e um professor antigo da faculdade, muito respeitado, e excelente professor, excelente docente. Quando ele precisou substituí-lo, ele começa a perceber que nenhum dos outros, que começam a vir para fazer esse trabalho na sala de aula, chegam à altura daquele professor.

Os alunos começam a reclamar das pessoas que estão chegando, desses substitutos que estão chegando. Essas queixas passam a gerar problemas para Pedro, porque ele não está sabendo como gerenciar. Esses professores não têm o mesmo dinamismo e não têm a mesma forma de trabalhar que o colega mais experiente.

Além disso, Pedro tinha recebido uma verba de uma grande empresa multinacional, que tinha parceria com a faculdade, para desenvolver um projeto de Inteligência Artificial. Mas Pedro não consegue concluir essa atividade e ele não entrega o projeto. Isso gera uma série de dificuldades para o Pedro como, por exemplo, ele passa a ficar muito frustrado e ele também começa a pensar sobre a credibilidade do próprio trabalho que ele desempenha.

Nesse sentido, ele começa a se fazer algumas perguntas. Perguntas, por exemplo, como: será que eu estou sendo um líder eficaz? Será que eu estou conseguindo ser um bom líder para a minha equipe? E será que eu estou conseguindo engajar as pessoas na minha equipe? Qual tem sido a minha grande dificuldade? Ou quais têm sido os meus grandes obstáculos? Será que isso tem a ver com a minha personalidade, com o meu jeito de liderar?

Ele passa então a se criticar demasiadamente. Inclusive ele começa a pensar: será que eu devo desistir? Será que esse trabalho não é mais um trabalho que eu devo exercer? Então ele começa a lidar com um pensamento automático: não sou bom o suficiente. Isso faz com que os defeitos de Pedro pesem mais do que suas qualidades, e eles ganham uma grande evidência, uma supervalorização.

E você? Será que em algum momento da sua vida, na sua autocrítica, você julgou o seu trabalho como líder? Será que você já encontrou esse tipo de questionamento ou esse tipo de paradoxo: meus pontos fracos são mais pesados, são mais evidentes do que os fortes? Será que os seus defeitos, eles têm mais evidência do que as suas virtudes?

Esse paradoxo entre defeitos e qualidades entre pontos positivos e negativos, ele é muito comum. Mas questionar os defeitos, questionar os pontos fracos, talvez não seja a forma mais eficaz de trabalhá-los, acaba fazendo com que você rode em círculos, porque você fica o tempo todo em cima de depreciar o seu valor. Ao mesmo tempo, essa depreciação do valor que você tem, ela faz com que você perca forças.

Essa perda de forças impacta diretamente na sua autoestima. Ao mesmo tempo, você começa a lidar com pensamentos automáticos de capacidade. Então, por onde começar? A resposta é talvez pela valência ou pelo peso que você coloca nas suas qualidades. Vamos ver como o Pedro fez isso. De modo geral, todos nós temos forças, qualidades e virtudes, em nossa personalidade e isso acontece com maior ou com uma menor intensidade.

Essa valência, ou peso, ela pode gerar talvez uma forma mais objetiva de olhar para as nossas qualidades e de repente, colocando peso em torno delas, seja mais fácil ou seja mais claro entender quais são aquelas que devem ser trabalhadas. Vamos ver como Pedro fez isso. Pedro fez então uma lista, em uma folha simples, e colocou todas as qualidades ou características que ele achava que eram presentes em sua personalidade.

A primeira foi a capacidade de se relacionar com pessoas, a boa habilidade de comunicação e a criatividade. Pedro também considerava que ele era muito habilidoso em ampliar seus conhecimentos, então o gosto por estudar estava presente como característica da sua personalidade.

Ao mesmo tempo, Pedro percebia que ele era uma pessoa dispersa, faltava foco, e também faltava autocontrole. Ao mesmo tempo, Pedro entende que ele desiste facilmente daquilo que é muito complicado e ele se sente mal por ser muito perfeccionista, mas essa característica, em sua opinião, é forte.

O próximo passo então é dar à cada qualidade - ou força de caráter, que é o nome que vamos usar a partir de agora nos nossos títulos sobre essas características - dar à essas características, à essas forças de caráter, um peso. Pedro passa a exercer essa habilidade ao mesmo tempo que ele transforma aquelas características que, na sua opinião, são negativas, em características positivas com valência pequena. Então vamos ver como ele faz isso.

Vamos citar o exemplo da dispersão, que é uma característica que Pedro considera presente em sua personalidade, mas uma característica que não é positiva. Ele então coloca essa característica dispersão na sua lista e ele troca pela palavra foco, ou seja, dispersão é falta de foco. Então seria foco com 10% de força.

Pedro faz isso então com toda a sua lista. Vamos ver como ficou a lista com as características positivas de Pedro e a transformação das características negativas em positivas com valência pequena. Ele faz então esse quadro. Ele começa com aquelas características que são, na opinião dele, positivas e ele então coloca a seguinte valência: de 70 A 90%. Então ele define essas características para que fique mais claro do que ele está falando.

Então a capacidade de se relacionar com pessoas, por exemplo, que ele considera muito forte, ele definiu como entender o ponto de vista das pessoas e conhecer a forma de acessá-los através de conversas. Ao mesmo tempo, ele tem facilidade de se integrar a diferentes grupos. A habilidade de comunicação, Pedro coloca 80% de valência. Ele define da seguinte maneira: ele consegue se comunicar com as pessoas, com um tom de voz agradável, ele sabe ouvir e sabe se expressar.

A criatividade e o gosto por estudos, ou ampliação dos conhecimentos, ele dá a valência de 70%. Então seria, por exemplo, considerar ter boas ideias, imaginar soluções para os problemas e o gosto por estudos, gosto por conhecer novas atividades, novas ciências, e também a motivação por estudar.

Agora vamos para as características que Pedro considera negativas. A dispersão, como já vimos, Pedro troca por capacidade de foco e coloca 10%. Seria definir melhor as prioridades, saber organizar-se nas rotinas e no tempo. E ele coloca a frase: gostaria de... Porque ele ainda tem. À falta de autocontrole, Pedro dá 15% de peso, de valência, para a palavra autocontrole. Ele gostaria então de conseguir controlar seus impulsos e vontades.

A desistência, que ele acha que é uma característica forte na sua personalidade, ele troca por perseverança e então ele dá 5% de valência e define como: gostaria de começar e terminar uma atividade e ser firme nos meus propósitos. A última característica, que para o Pedro vimos que é muito importante, está muito presente na sua personalidade, é o perfeccionismo.

Mas como ele considera essa característica uma característica negativa, que acaba atrapalhando a sua dinâmica como líder, ele troca por flexibilidade, e ele coloca 10% de valência, porque é uma habilidade que ele ainda não tem. Ser flexível, tolerar os erros dos outros e os próprios erros, porque ele acha que ele quer o tempo todo que as coisas sejam do seu jeito. Essas então, características com valência menor, com valência pequena, seriam aquelas que Pedro precisa trabalhar mais.

Assim Pedro começa a entender a teoria das forças pessoais descritas pela Psicologia Positiva. Essa teoria, ela busca entender o indivíduo a partir das características mais preservadas que ele tem e, ao mesmo tempo, ela não nega o sofrimento, ela acolhe o sofrimento, mas ela não realça esse sofrimento colocando um peso muito grande naquilo que não está dando certo, naquilo que não funciona.

Então a Psicologia Positiva busca demonstrar que nós conseguimos desenvolver a melhor versão de nós mesmos e conseguimos nos ver como centro. Ou seja, aquilo que é positivo, forte e saudável, é o grande foco dessa teoria. A partir dessas mudanças de perspectiva, Pedro começa a compreender que ele possui características positivas e então a sua autocrítica passa a ter uma conotação mais leve.

Então ele entende que para isso, ele precisa caminhar muito, ainda falta muito caminho para percorrer, porque ele agora entendeu: falta valorizar mais aquilo que eu tenho de positivo. Pedro vai perceber então que as suas características, elas precisam ser atreladas à uma revisita, relembrar de sua história de vida. Então ele precisa buscar suas referências pessoais para que então ele entenda: como a minha personalidade foi moldada? Como eu cheguei aonde eu estou hoje?

Conhece-te a ti mesmo - Um pouco de história…

A partir do encontro com suas qualidades, Pedro se lembrou tanto das que considerava fortes e presentes quanto daquelas características mais frágeis, que ele acreditava ainda não serem desenvolvidas como forças de caráter. Ele entendeu que para desenvolver a sua liderança e, principalmente, encontrar respostas para os seus principais questionamentos, ele precisava ir mais adiante nesse tema e foi conversar então com um amigo, que era um grande amigo da sua infância, para buscar respostas para seus questionamentos.

Esse amigo chamava-se Henrique e ele era filósofo. Então ele levou para o Henrique a lista de suas características, aquela que ele havia feito com valências, das mais fortes até as mais frágeis. Então Henrique escuta o que ele tem para dizer: ele mostra a sua lista e depois ele fala dos seus questionamentos a respeito de como a sua personalidade, o seu jeito de ser, as suas qualidades fortes e frágeis podem estar influenciando a sua liderança.

Então Henrique faz alguns questionamentos de volta: se ele quer mesmo ser um bom líder, o que estava faltando ele desenvolver? Henrique então pergunta: quem você é? Qual a definição que você tem de si mesmo? Talvez esteja faltando, antes de mais nada, você responder a essa pergunta, Pedro.

Henrique conhece bem a história de vida de Pedro, eles são amigos há muitos anos. Então ele decide ajudá-lo a entrar em contato com essa história de vida. Ele entrega um papel dividido em três partes e ele coloca então um ponto no centro e diz: aqui está você. Eu queria então agora que você, Pedro, colocasse nesse círculo, dividido em três partes, o nome de três pessoas que influenciaram a sua vida.

Pedro fala: tá bom, eu vou fazer isso, isso não é difícil para mim. O quadro de Pedro fica então assim: o pai, ele acredita que o pai o influenciou pela persistência e pela curiosidade; a mãe, pela bondade, pela criatividade; e Neide, que vamos conhecer daqui a pouquinho, o influenciou por generosidade e busca de conhecimentos. Esse foi então o quadro de Pedro.

Vamos conhecer um pouco sobre a história de Pedro agora e entender como essa história de vida de alguma maneira influenciou quem Pedro se tornou. Pedro era o primeiro filho de três irmãos, o mais velho, e ele foi o único que conseguiu ingressar na faculdade, fazer mestrado e também doutorado fora do país. E conseguiu chegar em um patamar muito alto da sua carreira, um cargo de liderança muito ou expressivo.

A mãe de Pedro era uma mulher muito simples, ela era costureira e ela também tinha o trabalho de fazer bolos para vender na igreja. Ela sustentou os três filhos com esse trabalho de costura e fazendo os bolos, que ela vendia na igreja. A família de Pedro era uma família muito religiosa, então Pedro sempre acreditou em Deus e confiou nos preceitos de amor e dedicação ao próximo, que ele aprendeu com a família e principalmente com a mãe.

O pai de Pedro era um homem muito duro, ele demonstrava pouco os seus afetos, ele também não era uma pessoa de muitos amigos. O pai de Pedro tinha uma oficina mecânica, mas ele aprendeu a consertar carros e motos sozinho. Pedro sempre dizia que o pai era autodidata, porque não havia nenhum assunto que o pai não conseguisse conversar, o pai sabia falar sobre qualquer coisa.

Nos dias difíceis na Inglaterra, quando Pedro foi fazer o doutorado, ele sempre lembrava dos pais e pensava: poxa, os meus pais se orgulham de mim, eles batalharam muito para que eu pudesse estudar. Pedro era grato aos seus pais, ele acreditava que a forma como ele desempenhava as suas atividades e esse perfeccionismo todo era também uma forma de orgulhar os seus pais. Pedro morou cinco anos com uma grande amiga, que também era a sua madrinha de batismo, a Neide.

A Neide era uma pessoa muito admirável, porque ela gostava de viajar, ela tinha quase 70 anos e ainda saia aos finais de semana com as amigas para dançar. Ele aprendeu com a Neide muitas coisas nesse tempo que eles moram juntos. Ela era extremamente habilidosa em idiomas e ela gostava muito também de estudar, era uma pessoa muito sábia. Pedro, então, via na Neide uma inspiração para continuar estudando e para continuar se dedicando à profissão.

Mas a Neide faleceu logo depois que Pedro terminou a sua graduação e ele nunca pôde mostrar para ela o quanto ela o influenciou, ele nunca teve a oportunidade de agradecer à Neide por essa inspiração. Ele lamentava muitíssimo, porque ele gostaria de ter feito isso, de ter agradecido e de ter mostrado para Neide a referência que ela foi na sua vida. Feito isso, então Pedro entendeu como foi bom entrar em contato com a sua história de vida, para aprofundar o seu autoconhecimento.

Henrique explicou que na civilização grega, que é o berço da cultura ocidental, existia uma máxima que era a máxima de Sócrates: conhece-te a ti mesmo - como uma frase de busca por quem você é. Segundo Henrique, a verdade por trás dessa frase tem a ver com inspirar cada jovem, convidar cada jovem, a conhecer primeiro a si mesmo para depois conhecer o outro e o mundo que o rodeia.

A psicologia Positiva, ela se preocupa em auxiliar cada indivíduo a encontrar a sua qualidade e o sentido da vida, a forma como cada um pode, a partir das suas características individuais, contribuir com os outros e também com o ambiente em que vive. A seguir, vamos continuar o caminho de autoconhecimento junto com Pedro e vamos entender que quando conhecemos quem nós somos, nós conseguimos entender de fato as nossas forças de caráter e a Psicologia Positiva vai nos ajudar nesse percurso.

Sobre o curso Psicologia positiva: liderança autêntica a partir de forças pessoais

O curso Psicologia positiva: liderança autêntica a partir de forças pessoais possui 103 minutos de vídeos, em um total de 39 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Gestão Corporativa em Inovação & Gestão, ou leia nossos artigos de Inovação & Gestão.

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