Olá! Neste curso, vamos aprender a criar um workflow no N8n. Utilizaremos este workflow como exemplo para entender como o N8n pode nos auxiliar a trabalhar com métricas e a integrar várias fontes de informação.
Vamos simular essas fontes utilizando o Excel, uma vez que muitas empresas e equipes utilizam essa ferramenta. Além disso, diversas ferramentas que usamos no dia a dia exportam informações em Excel. Vamos pegar essas informações, tratá-las, organizá-las e calcular novos valores a partir dos dados disponíveis. Faremos isso cruzando várias bases de dados para gerar um painel de Leadscore.
A proposta é demonstrar como podemos trabalhar e tomar decisões baseadas em dados utilizando o N8n como ferramenta para auxiliar na agilidade desse processo. Vamos também explorar um pouco do LucreStudio, além de abordar a organização e o tratamento de dados de maneira geral. No entanto, o foco principal será o N8n e como ele pode se integrar ao nosso cotidiano, especialmente para pessoas de marketing que buscam otimizar campanhas, tomar decisões mais informadas e liderar equipes com base em dados.
Grande parte do que discutiremos envolve o tratamento de dados e a manipulação dessas informações usando o N8n para ganhar velocidade. Assim, teremos um agendamento a cada 15 dias para gerar um relatório ou pré-relatório, permitindo-nos entender melhor e tomar decisões mais acertadas nos projetos em que estivermos envolvidos.
Meu nome é Ricardo Bugan, sou Head de Operações, e serei o instrutor deste curso. Nos vemos lá!
Neste curso, vamos continuar explorando o N8n, agora com um foco maior no time de marketing. No curso anterior, analisamos bastante os processos, mapeamos e identificamos onde poderíamos automatizar, especialmente na comunicação interna. Utilizamos o N8n para automatizar esses processos e aliviar a carga do time. Agora, queremos dar um enfoque diferente.
O N8n é uma ferramenta versátil de automação que não só auxilia em processos, mas também na coleta de informações e geração de relatórios. Toda equipe, em algum momento, precisa gerar relatórios, seja para a liderança, gestão ou para a empresa como um todo. O N8n pode automatizar essa coleta e transformação de informações para gerar esses relatórios.
Vamos trabalhar com o time de marketing. Anteriormente, trabalhamos com processos entre vendas e pós-venda. Agora, vamos focar em como o N8n pode nos ajudar a criar um relatório de leads. O time de marketing é responsável por atrair leads e ajudar na conversão desses leads em clientes. Temos algumas tabelas que simulam uma exportação de um CRM ou de uma ferramenta de marketing para cruzar informações.
Temos três tabelas diferentes. A primeira é a tabela de leads, que contém informações como lead ID, data de entrada, nome, e-mail, empresa, cargo, nível de liderança, fonte e campanha. A segunda tabela é de atendimento, simulando uma prospecção ativa, que chamamos de atendimento, para marcar conversas e apresentar o produto, visando a conversão. Essa tabela representa um tipo de prospecção que, embora não seja exclusivamente do marketing, está envolvida e pode nos ajudar.
Por fim, temos as campanhas de e-mail, com todos os e-mails enviados, datas de envio e abertura, quem abriu, quando e em qual dispositivo. Essa organização nos permite identificar qual lead abriu determinada campanha de e-mail. Temos também outra aba com o nome da campanha e a posição no funil, indicando se é um e-mail de topo, meio ou fundo de funil, ou até mesmo de pós-venda. Assim, conseguimos ter uma visão clara da parte de e-mail marketing.
Vamos trabalhar com três tabelas diferentes, simulando informações que o time de marketing pode receber. Essas informações podem ser exportadas de ferramentas que o time utiliza normalmente ou de outros times, como o de atendimento e prospecção. Precisamos cruzar essas informações para gerar um relatório.
Estamos focados em um produto voltado para lideranças e gestão, com o objetivo de converter essas lideranças em clientes. Trata-se de um produto B2B, e precisamos alcançar essas lideranças. O time de marketing já realizou algumas ações, gerando informações que resultaram em tabelas para análise e planejamento dos próximos passos. Nosso objetivo é otimizar a comunicação, o planejamento e o copy do produto, buscando entender até onde podemos chegar com ele.
Este é o cenário que vamos trabalhar neste curso. Temos o time de marketing separado, além do time de desenvolvimento e vendas com os quais já trabalhamos. Agora, vamos criar nosso workflow, que será a geração do relatório de marketing. Essa automação terá uma periodicidade que pode ser semanal, quinzenal ou mensal, dependendo do contexto da empresa. Podemos configurar um gatilho periódico para agendar a execução desse workflow.
Vamos adicionar um gatilho de on schedule, que permitirá a execução automática do fluxo em um determinado prazo. No nosso caso, configuraremos para rodar a cada duas semanas, puxando as informações e gerando o relatório. Escolhemos que ele rode no domingo ou na segunda-feira, às sete ou oito da manhã. Podemos ajustar o horário conforme necessário.
Se estivermos conectando a ferramentas que têm horários de pico, é importante conversar com o time de desenvolvimento ou TI para saber o melhor horário para puxar muitas informações de um banco de dados, evitando sobrecarga e problemas para a aplicação. No nosso caso, as informações serão puxadas de um Excel de ferramentas que já exportaram os dados, então o horário pode ser definido conforme nossa preferência.
Esse gatilho é útil para quando temos uma periodicidade e oferece um controle preciso de tempo. Uma vez configurado, podemos executar manualmente, sem necessidade de interação, apenas gerando as informações. A partir daí, começaremos a cruzar as três tabelas de informações recebidas para responder às dúvidas que temos.
Quais são as perguntas que conseguimos ou que queremos responder com as informações que temos? Este é um exercício valioso que devemos realizar sempre que precisamos gerar um relatório, trabalhar com dados ou informações. As empresas, cada vez mais, exigem que tomemos decisões baseadas em dados, adotando uma abordagem data-driven (orientada por dados).
Diante desse contexto, ao termos todos os dados disponíveis, surgem dúvidas para quem não está habituado a trabalhar com informações e dados. Por exemplo, como cruzar dados de campanhas de e-mail, atendimento e leads para extrair informações relevantes?
Um exercício interessante é analisar os dados disponíveis e identificar quais perguntas eles podem responder. Por exemplo, ao observar nosso tabular de leads, podemos abrir uma nova página em branco e tentar identificar perguntas que os dados podem responder.
No caso dos leads, temos a data de entrada, o que nos permite verificar se há algum período de entrada mais expressivo. Também podemos analisar o nível de liderança, já que nosso produto é voltado para lideranças. Como está a distribuição de leads em relação ao nível de liderança?
Além disso, com o Lead ID nos envios de e-mail, podemos identificar quais leads abriram mais e-mails, determinando assim quais são os mais engajados.
Outro exercício, talvez mais interessante, é definir quais perguntas queremos responder. Ao gerar um relatório para a liderança ou gerência, ou ao planejar uma campanha de marketing, quais são as perguntas que queremos responder? Que dúvidas temos que podem ser esclarecidas com as informações disponíveis na empresa?
As empresas geram muitos dados, seja através de planilhas exportadas, arquivos CSV, informações do CRM, Google Analytics ou outras ferramentas. Cada departamento, como atendimento, vendas e produto, possui suas próprias planilhas e pesquisas. Portanto, é crucial definir quais perguntas queremos responder e quais informações são necessárias para isso.
Na página 2, o exercício seria listar essas perguntas. É um processo direto de reflexão, envolvendo o time para identificar as dúvidas existentes. No nosso caso, ao falar sobre leads, uma pergunta relevante seria: quais leads estão mais engajados? Essa informação pode ser direcionada para o time de prospecção, aumentando a chance de conversão.
Por fim, ao planejar conteúdo e e-mails, é importante aumentar a fonte de dados para facilitar a análise e responder perguntas como: quais são os leads mais engajados? Essa é uma possível pergunta a ser explorada.
Quais são os e-mails que apresentam maior taxa de abertura e taxa de clique? Se houver algum link no e-mail, a taxa de clique é uma dúvida que podemos ter e que seria interessante investigar. Por que gostaríamos de saber isso? No final, essa pergunta pode ser traduzida para outra: qual é o tema desses e-mails? Como está a redação desses e-mails? Existe algum padrão ou gatilho comum nesses e-mails que apresentam maior taxa de abertura? Qual é o público-alvo desses e-mails? Existe algum público específico que abriu ou clicou mais nos e-mails?
Considerando, por exemplo, os leads, temos informações sobre o cargo ou o nível de liderança. Existe algum cargo específico que está abrindo mais os e-mails? Isso pode ser interessante saber, pois nos permite segmentar melhor. Se descobrirmos que diretores comerciais, por exemplo, têm uma taxa de abertura maior, podemos direcionar campanhas mais focadas ou buscar leads com essas características.
Todos os dados nos ajudam a responder perguntas, e a parte principal ao trabalhar com dados é saber quais são essas perguntas. O que nos interessa nesse público ou no nosso produto? Quais dúvidas podem ser interessantes para trabalhar o produto, a comunicação, o modo de falar e o canal utilizado? Podemos também discutir sobre canais. Quais canais são mais eficazes para atrair leads que são lideranças? Se o produto é focado em liderança, o foco deveria ser em atrair coordenadores, CEOs e diretores.
Esse exercício é muito contextual e depende do produto, da empresa, das dúvidas, do projeto e do momento. É um exercício que ajuda a entender quais são os canais mais eficazes para atrair leads que são lideranças. Precisamos saber de quais canais os leads vieram, qual é o cargo do lead e, talvez, a data seja interessante para entender se em algum momento as lideranças estavam entrando mais ou menos, ou se houve uma campanha específica que atraiu lideranças.
Podemos fazer cruzamentos e correlações entre os dados para ter uma visão mais clara de como isso nos responde. Esse exercício pode ser pequeno ou grande, com 200 perguntas ou apenas duas, feito sozinho ou em equipe. É um exercício para entender qual resposta buscamos nos dados, para então conseguir extrair informações relevantes.
Por exemplo, na parte de campanha de e-mail, se ao fazer o exercício dos leads, sem pensar em dados pré-selecionados, não surgir nenhuma pergunta relacionada a e-mail, essa parte pode ser descartada. É um modo de filtrar quais informações são necessárias a partir das perguntas que queremos responder. Esse é um exercício muito bom e importante para começar a trabalhar com dados e saber qual pergunta queremos responder.
O curso Automação de processos com n8n: otimizando a análise de leads possui 160 minutos de vídeos, em um total de 37 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Automação e Produtividade em Programação, ou leia nossos artigos de Programação.
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