13 pessoas já começaram a estudar hoje
1313pessoasjá começaram a estudar hoje
já começaram a estudar hoje

Enquanto você avalia,

1313pessoas já começaram a estudar hoje

Dê o próximo passo e inicie sua carreira

Dê o próximo passo e inicie sua carreira agora mesmo

Comece agora
  • Home

    Escolha seu Plano

    • Plus 2430% OFF
    • Pro 2430% OFF
    • Ultra Lab 2430% OFF

    Carreiras Alura

    Evolua com profundidade técnica, direção clara e aplicação prática.

    Jornadas guiadas do básico ao avançado com checkpoints práticos, desenhadas para quem busca profundidade e protagonismo técnico.

    Iniciante

    Comece do zero com uma trilha clara e progressiva.

    Fundamentos práticos para dar os primeiros passos com segurança e construir uma base sólida.

    Intermediário

    Continue sua evolução com cursos que conectam fundamentos, ferramentas e prática profissional. Ganhe autonomia, e avance para projetos mais completos.

    Avançado

    Aprofunde temas técnicos e estratégicos para enfrentar desafios mais complexos. Explore boas práticas, arquitetura, performance com visão profissional.

    CURSOS

    Ver mais cursos de Back-end
    • Pensamento computacional: fundamentos da computação e lógica de programação
    • Lógica de programação: mergulhe em programação com JavaScript
    • DDD: fundamentos do design orientado a domínio
    • ASP.NET: autenticação e autorização em APIs e aplicações web
    • Microsserviços: migração de monólitos e modularização

    CURSOS

    Ver mais cursos de Dados
    • Python para Dados: primeiros passos
    • Excel: domine o editor de planilhas
    • Engenharia de Dados: Orquestração de Pipelines com Apache Airflow
    • Power BI Desktop: construindo meu primeiro dashboard
    • Governança e Arquitetura de Dados

    CURSOS

    Ver mais cursos de Inteligência Artificial
    • IA: Explorando o Potencial da Inteligência Artificial Generativa
    • Engenharia de Prompt: Criando Prompts Eficazes para IA Generativa
    • Claude para Análise de Dados: prompts, integrações e automações
    • Agno: criando agentes e sistemas multiagente
    • Engenharia de software na era da IA: segurança de aplicações com agentes, MCPs e código gerado por IA

    CURSOS

    Ver mais cursos de Front-end
    • HTML e CSS: ambiente, estrutura e estilo
    • React: realizando testes avançados com Jest e Testing Library
    • React: integrando TypeScript em projetos
    • JavaScript: aprendendo a programar
    • React: aplicando arquiteturas de Micro frontends

    CURSOS

    Ver mais cursos de DevOps
    • Sistema Operacional Linux: fundamentos e administração prática
    • Containers e Docker: empacotamento, isolamento e gestão
    • Redes: dos conceitos iniciais à criação de uma intranet
    • Linux: gerenciando diretórios, arquivos, permissões e processos
    • Cibersegurança: Fundamentos e práticas integradas

    CURSOS

    Ver mais cursos de UX & Design
    • UX Research: mapeando a experiência da pessoa usuária
    • UX/UI Design: Entregando produtos digitais com IA
    • UI Design: Prototipação e animações interativas
    • Figma: Conhecendo o programa
    • Product Design: métricas e ciclo de vida do produto

    CURSOS

    Ver mais cursos de Inovação e Gestão
    • Canva: Criação de landing pages e e-mail marketing
    • Agilidade: como ela pode ajudar a criar um time de alta performance
    • Google Analytics 4: Extrair insights e configurar eventos
    • Management 3.0: gerencie o ambiente, não as pessoas
    • Automação de processos com n8n: Inteligência de dados para Marketing

    CURSOS

    Ver mais cursos de Mobile
    • React Native: Estilização e Layouts com Flexbox e StyleSheet
    • Flutter: Graphql e suporte offline
    • Android com Gemini: Trabalhando com textos e imagens na IA
    • Dart: trabalhando com orientação a objetos
    • React Native: Dominando Listas com FlatList e ScrollView

    CARREIRAS

    Ver mais carreiras
    • Especialista em IA
    • Engenharia de IA
    • Ai native software engineering
    • Arquitetura de Soluções com IA
    • AI Product Design
    • Engenharia de Machine Learning
    • Desenvolvimento Front-End React
    • Engenharia de Dados
    • Cloud Security
    • Social Media Marketing
    • Engenharia de Agentes de IA

    CURSOS

    • Engenharia de Prompt: Prompts Eficazes para IA Generativa
    • Claude Code: Criando sua Primeira Aplicação
    • Python: Crie sua Primeira Aplicação
    • Git e GitHub: Compartilhando e Colaborando
    • N8N: Fluxos de Trabalho Avançados

    CURSOS

    • Copilot Studio: Solução Multiagentes
    • Padrões de API HTTP e Modelagem de APIs
    • Python para Análise de Dados com SQL
    • Docker: Criando e Gerenciando Containers
    • Design com IA: Otimizando o Processo Criativo

    CURSOS

    • Model Context Protocol (MCP)
    • Spec-Driven Development: Dev Assistido por Agentes
    • Arquitetura de Sistemas Distribuídos com Java
    • Governança de Modelos e Reprodutibilidade
    • Pentest: Vulnerabilidades em Aplicações Web

    Escolha seu Plano

    • Plus 2430% OFF
    • Pro 2430% OFF
    • Ultra Lab 2430% OFF

    Skills & Go

    O Skills & Go é para Tech Leads, Product Managers, estrategistas e early adopters que transformam ideias em soluções de alto impacto. Em cursos ao vivo e 100% online, você domina a nova era da IA em tempo real.

    Aulas ao vivo

    Saiba mais
    • Agentic Engineering: orquestre múltiplos agentes com confiabilidade
    • Building AI Products: transforme ideias em produtos reais com IA
    • AI Data Strategy: transforme dados em decisões estratégicas com IA

    Escolha seu Plano

    • Plus 2430% OFF
    • Pro 2430% OFF
    • Ultra Lab 2430% OFF

    Eventos Alura

    Nossos eventos são pensados para quem quer estar à frente das mudanças em tecnologia, IA e inovação. Em experiências presenciais, você acompanha tendências e se conecta com especialistas que estão moldando o futuro.

    Próximos eventos

    • IA Conference
    • Alura Signals
  • Talent Lab
  • IA
  • Artigos
  • Para Empresas
Ver planos
Links principais
  • Planos e Promoções
  • Carreiras

    Ver todas
    • Especialista em IA
    • Engenharia de IA
    • Ai native software engineering
    • Arquitetura de Soluções com IA
    • AI Product Design
    • Engenharia de Machine Learning
    • Desenvolvimento Front-End React
    • Engenharia de Dados
    • Cloud Security
    • Social Media Marketing
    • Engenharia de Agentes de IA
    Entrar Ver Planos
  • Área de Interesse

    Entrar Ver Planos
  • Aulas ao Vivo - Skills & Go

    • Agentic Engineering: orquestre múltiplos agentes com confiabilidade
    • Building AI Products: transforme ideias em produtos reais com IA
    • AI Data Strategy: transforme dados em decisões estratégicas com IA
    Entrar Ver Planos
  • Senioridade

    Entrar Ver Planos
  • Eventos Alura

    • IA Conference
    • Alura Signals
    Entrar Ver Planos
  • Links complementares do menu mobile
  • Talent lab
  • Inteligência Artificial
  • Pós Graduações
  • Artigos
  • Para Empresas
  • Sobre a Alura
  • Grupo Alun
  • Entrar
    • Home
    • Carreiras
    • Skills & Go
    • Talent Lab
    • Inteligência Artificial
    • Pós Graduações
    • Artigos
    • Sobre a Alura
    • Grupo Alun
    LoginContato
    • Plano Pro 24
    • Plano Plus 24
    • Plano Ultra Lab 24
    • LinkedIn
    • Instagram
    • YouTube

    Institucional

    • Sobre nós
    • Trabalhe Conosco
    • Para Empresas
    • Para Escolas
    • Política de Privacidade
    • Compromisso de Integridade
    • Termos de Uso
    • Canal de Ética
    • Código de Ética
    • Fale Conosco
    • Documentos Institucionais
    • Status
    Institucional
    • Sobre nós
    • Trabalhe Conosco
    • Para Empresas
    • Para Escolas
    • Política de Privacidade
    • Compromisso de Integridade
    • Termos de Uso
    • Canal de Ética
    • Código de Ética
    • Fale Conosco
    • Documentos Institucionais
    • Status

    A Alura

    • Como Funciona
    • Inteligência Artificial
    • Plataforma
    • Depoimentos
    • Instrutores(as)
    • Dev em <T>
    • Luri, a Inteligência Artificial da Alura
    • IA Conference
    • Cursos Imersivos
    • Perguntas Frequentes
    A Alura
    • Como Funciona
    • Inteligência Artificial
    • Plataforma
    • Depoimentos
    • Instrutores(as)
    • Dev em <T>
    • Luri, a Inteligência Artificial da Alura
    • IA Conference
    • Cursos Imersivos
    • Perguntas Frequentes

    Conteúdos

    • Alura Cases
    • Imersões
    • Artigos
    • Podcasts
    • Artigos de educação corporativa
    Conteúdos
    • Alura Cases
    • Imersões
    • Artigos
    • Podcasts
    • Artigos de educação corporativa
    Uma Empresa do GrupoLogo Grupo Alun

    Outras empresas do Grupo Alun

    • FIAP
    • STARTSE
    • PM3
    • LUMINA

    Ao submeter seu e-mail, você concorda com a política de privacidade da Alura.

    Redes Sociais & Apps

    instagram
    youtube
    tiktok
    x
    appStore
    googlePlay
    Uma Empresa do GrupoLogo Grupo Alun

    Outras empresas do Grupo Alun

    • FIAP
    • STARTSE
    • PM3
    • LUMINA

    Ao submeter seu e-mail, você concorda com a política de privacidade da Alura.

    Redes Sociais & Apps

    instagram
    youtube
    tiktok
    x
    appStore
    googlePlay
    Alura

    O que você quer aprender?

    FiltrosFiltrar por:

    Tipos de conteúdo
    Categorias
    • Back-end

      VSCode: Dicas e truques

      Tudo o que você precisa saber para tornar seu desenvolvimento mais prático dentro do VSCode. # Transcrição da aula Olá! Eu sou o Leonardo e nesse Alura+ vou apresentar para vocês um pouco do Visual Studio Code, também conhecido como VSCode ou VSC. O Visual Studio Code é uma IDE muito utilizada atualmente e com várias opções de atalhos e customizações. Com o VSCode aberto, começaremos a escrever código. Para isso, podemos criar um novo arquivo ou abrir uma pasta. Nesse caso, vou abrir uma pasta, o que facilita mantermos o código organizado. A pasta será criada no diretório "Documentos/Alura/Alura+ VSC". Não teremos nenhuma mudança visual grande, não abrimos nenhum editor e ainda não podemos escrever nenhum código. Isso porque ainda não temos um arquivo onde escrever esse código. Do lado esquerdo da tela, temos o "Explorer" do VSCode, que é onde ficam organizados nossos arquivos e editores. Dentro dos arquivos, temos a pasta "Alura+ VSC", onde estará o nosso código. Passando o mouse sobre esse menu, veremos algumas opções: * New File (novo arquivo) * New Folder (nova pasta) * Refresh Explorer (para atualizar o Explorer, por exemplo quando colocamos um arquivo por fora e ele não é detectado automaticamente) * Collapse Folders in Explorer (minimizar pastas no Explorer) Clicaremos em "New File" e, na caixa de texto que se abriu, digitaremos o nome do arquivo: app.js. O arquivo será criado e uma nova aba se abrirá no editor de código. Tínhamos outra aba aberta, "Getting Started", que podemos fechar. Começaremos criando uma variável. Como nosso arquivo é um .js, trabalharemos com Javascript. Ao começarmos a digitar const, uma caixa de sugestões será exibida, algo que pode nos ajudar a escrever o código. Criaremos a const nome com o valor igual a leo. const nome = "leo" Podemos mudar de ideia e, ao invés dessa const, fazer um console.log. Se apagarmos parte do nosso código, veremos que a caixa de diálogo não se abrirá novamente. Para que ela apareça, apertamos o comando "Ctrl + Espaço". Utilizando o "Enter", selecionaremos a palavra console e continuaremos o preenchimento com console.log(). Se quiséssemos o console.timeLog(), poderíamos nos dirigir a ele utilizando as setas para cima e para baixo. Mas além do Javascript, que outras linguagens de programação o VSCode suporta? No canto inferior direito da IDE, veremos a palavra "Javascript" como linguagem selecionada - isso porque estamos trabalhando com um arquivo .js e ele fez a detecção automaticamente. Se clicarmos nessa opção, abriremos um menu com todas as linguagens que podemos utilizar dentro do Visual Studio Code, dentre elas C, C++, Docker (dockerfile), Go, JSON, Lua, Markdown, dentre outras várias possibilidades. Vamos continuar trabalhando com Javascript. Se fôssemos escrever um código completo nesse Alura+, ele seria muito longo. Ao invés disso, pegaremos um código pré-preparado e o copiaremos para o arquivo app.js. Usaremos "Ctrl + A" para selecionar o conteúdo de source.js, "Ctrl + C" para copiá-lo e "Ctrl + V" para copiá-lo" no nosso arquivo. A primeira coisa que faremos é executar esse código. Porém, navegar pelas pastas dentro do console é um pouco trabalhoso. O Visual Studio Code também nos ajuda com isso, pois possui um terminal integrado. Abriremos o menu "Terminal" na parte superior da tela e clicaremos em "New Terminal", fazendo com que o console seja aberto na parte inferior da tela. Para executarmos, usaremos o comando node seguido do nome do arquivo. node app.js Ao pressionarmos "Enter", veremos que nada acontecerá. Note que a nossa tela está um pouco pequena, e podemos aumentá-la segurando a tecla "Ctrl" e usando o "+" do teclado. Da mesma forma, "Ctrl -" reduz o zoom da tela. Mas por que nosso código não retornou nada? Isso aconteceu pois esquecemos de salvar o conteúdo de app.js. O Visual Studio Code não salva os arquivos automaticamente. Isso é visível pelo aviso "1 unsaved" - ou seja, "um arquivo não salvo" - na área de editores do nosso menu. Além disso, tem uma "bolinha" ao lado do nome do arquivo app.js, tanto nos editores abertos quanto na sua aba, algo que também indica que o arquivo não foi salvo. Para salvar, usaremos o atalho "Ctrl + S" ou o menu "File > Save" (Arquivo > Salvar). Após salvarmos, voltaremos ao terminal e usaremos a tecla para cima do teclado para retornarmos ao último comando, node app.js. Ao pressionarmos "Enter", teremos duas saídas: > 8 > > [ 1 ] Vamos analisar o que nosso código faz para chegar a essas saídas. // idades = [30, 35, 28] // nomes = ["Ana", "Juliana", "Leonardo"] // faculdade = ["false, true, true"] // funcionarios = [nomes,idades,faculdade] // function eMaiorQue10(value) { // return value >= 10; // } // var filtrado = numeros.filter(eMaiorQue10); // //filtrado [é 12, 130, 44] // console.log(filtrado) const notas1 = [10, 6.5 , 8, 7.5] const notas2 = [9, 6, 6 ] const notas3 = [8.5, 9.5] const notasGerais = [notas1, notas2, notas3] let media = 0 for (let i = 0; i Word Wrap", cujo atalho é "Alt + Z". Isso fará com que parte do texto seja jogada para a próxima linha, que na verdade é uma continuação da linha 42 e não tem numeração, mantendo a 43 vazia. Salvaremos o arquivo e o executaremos novamente para verificarmos se não quebramos o código. Como temos o mesmo retorno, tudo continua correto. Outro ponto interessante: repare que na linha 39, o código console.log("retornou") parece "apagado", enquanto os demais códigos têm cores mais vivas. Ao deixarmos o ponteiro do mouse sobre ela, veremos a mensagem "Unreachable code detected", informando que o código dessa linha não é executado. Para resolvermos isso, podemos clicar sobre a linha e pressionar "Ctrl + .", abrindo o menu "Quick fix" (reparo rápido), que sugerirá remover essa linha. Como não queremos removê-la, mas sim executá-la, precisaremos encontrar outra alternativa - por exemplo, colocá-la antes do return da função teste() já que o essa instrução encerra a execução da função. Poderíamos recortar e colar o código, mas também existe outra maneira: segurar a tecla "Alt" com o cursor sobre a linha e pressionar a tecla para cima do teclado, movendo o código console.log("retornou") uma linha para cima. Após salvarmos e executarmos, continuaremos não recebendo nada, o que acontece pois a função teste() não é chamada nenhuma vez. Resolveremos isso incluindo a chamada da função. //... console.log(media) teste() function teste() { console.log("retornou") return 10 } //... Limparemos o console com clear e executaremos node app.js novamente. Podemos acessar esse código rapidamente pressionando para cima no teclado duas vezes. Como retorno, teremos: > 8 > > retornou > > [ 1 ] Agora nossa saída mudou, antes era só 8 e [ 1 ]. Vamos ver se realmente teve alteração? Usaremos "Alt + baixo" no teclado para descermos o console.log("retornou") para a linha original. Ao salvar e executar, voltaremos a ter o retorno anterior - ou seja, realmente funcionou. Quando estamos criando código, nem sempre tudo ocorre como esperado, e às vezes cometemos erros, por exemplo de sintaxe. Para testarmos isso, vamos incluir um erro bastante óbvio em nosso código: um + sozinho em uma linha. Repare que o VSCode realçará esse +, sublinhando-o. Além disso, o nome do arquivo app.js será realçado em vermelho tanto no menu "Open Editors" quanto na aba aberta, com o número "1" ao lado do nome, indicando o número de erros. No canto superior direito, temos também um pequeno resumo do nosso código, que inclui uma linha vermelha no ponto em que colocamos o +; e na barra de rolagem um tracinho será exibido na altura do erro. Nesse arquivo está fácil encontrarmos o erro, afinal nós o colocamos propositalmente. Porém, em códigos mais extensos, às vezes fica difícil encontrar os erros. Para contornar isso, podemos usar o atalho "F8" para navegar diretamente ao próximo erro, indicando também qual é o erro - nesse caso, temos a mensagem *"expression expected"*, ou seja, o Javascript espera uma expressão. Vamos simplesmente apagar o + que estava sozinho na linha e fechar a caixa de diálogo clicando no "x". Note que, após apagarmos o erro, a expressão *"expression expected"* ficara mais escura, indicando que foi resolvida. O Visual Studio Code também nos traz outras funcionalidades que podem ajudar no desenvolvimento. Vamos começar passando pelo array texto usando a expressão for. let texto = ["oi", "ok"] for A estrutura do for é bastante conhecida, e não precisamos fazê-la manualmente toda vez. Sendo assim, escreveremos for e usaremos "Ctrl + Espaço" para abrir a caixa de sugestões. Selecionaremos a opção For Loop. Ela é na verdade um *snippet*, um trecho de código já pronto para utilização. Ao clicarmos, toda a estrutura do for será montada no editor: let texto = ["oi", "ok"] for (let index = 0; index = 10; // } // var filtrado = numeros.filter(eMaiorQue10); // //filtrado [é 12, 130, 44] // console.log(filtrado) Poderíamos apagar as barras (//) linha por linha, mas existe o atalho "Ctrl + ;" (ou "Command + ;" no Mac), que permite comentar ou descomentar trechos de código. Mas e se quisermos alterar esse atalho de "Ctrl + ;" para "Ctrl + /"? Para isso, clicaremos na engrenagem no canto inferior esquerdo (*"Manage"*) e acessaremos o menu *"Keyboard Shortcuts"* (atalhos de teclado), cujo atalho é "Ctrl + K > Ctrl + S". Na nova aba, pesquisaremos por *"comment"* (comentário em inglês) e clicaremos duas vezes em *"Toggle line comment"*, opção que permite "trocar" o comentário da linha - ou seja, se ela está comentada, deixará de estar; se não estiver comentada, será comentada. Será aberta uma caixa de texto pedindo para digitarmos a nova combinação, em nosso caso "Ctrl + /". A caixa será preenchida com "ctrl+abnt_c1" e logo abaixo teremos o significado desse código, que é o atalho que digitamos. Após pressionarmos "Enter", o conteúdo será salvo. O interessante desse menu *"keyboard shortcuts"* é a possibilidade de encontrar todos os atalhos do VSCode, como *"cut"*, o clássico "Ctrl + X", e o *"copy"*, "Ctrl + C". No último caso, o VSCode também aceita "Ctrl + Insert". No arquivo app.js, selecionaremos o trecho comentado e pressionaremos "Ctrl + /" para descomentarmos. idades = [30, 35, 28] nomes = ["Ana", "Juliana", "Leonardo"] faculdade = ["false, true, true"] funcionarios = [nomes,idades,faculdade] function eMaiorQue10(value) { return value >= 10; } var filtrado = numeros.filter(eMaiorQue10); //filtrado [é 12, 130, 44] console.log(filtrado) Assim conseguiremos descomentar o bloco inteiro de código. Mais abaixo, vemos que a linha filtrado [é 12, 130, 44] continua comentada. Isso acontece pois ela já era um comentário - inclusive, se selecionarmos o bloco inteiro e o comentarmos novamente, a linha será comentada duas vezes (// //). Isso é útil pois conseguimos guardar o que já era comentário anteriormente em nosso código, evitando problemas. Já vimos os principais atalhos do VSCode, e agora conheceremos outras funções que ele nos oferece. Uma delas é o "Source Control", também conhecido como "Git" para quem já tem costume. Acessado a partir do menu à esquerda da tela (e pelo atalho "Ctrl + Shift + G"), ele nos permite inicializar um repositório Git ou publicar nosso código no Github - ou seja, o VSCode tem integração com o Github. Se escolhermos "Publish to Github", a IDE nos perguntará se a extensão pode utilizar nosso login, abrindo uma janela do navegador pedindo autorização para acessar nosso Github. Caso você não esteja logado, será necessário usar seu usuário e senha. Na janela seguinte, basta autorizar o acesso, clicar em "Abrir Visual Studio Code" e, de volta no programa, em "Open". Na parte superior da rela, teremos uma caixa de diálogo onde é possível criar um repositório, sugerindo o nome da nossa pasta ("Alura+ VSC"). Podemos publicá-lo como um repositório privado ou público. Não criaremos o repositório nesse vídeo, mas, caso você queira, basta fazer todo o percurso normal do Git, incluindo commit, push e assim por diante. Vamos falar um pouco sobre as extensões do VSCode, que também são bem úteis. Acessadas pelo menu à esquerda (e também pelo atalho "Ctrl + Shift + X"), elas permitem incluir mais funcionalidades ao VSCode. Como estamos trabalhando com Javascript, o ESLint é uma extensão bastante utilizada. É um formatador de código que inclui algumas boas práticas em Javascript. Pesquisando por ESLint e clicando em "install", ele será instalado. O ESLint é um caso especial dentre as extensões, pois precisa ter a biblioteca instalada na máquina - algo que pode ser feito usando o comando npm install eslint, para usá-lo somente no projeto atual, ou npm install -g eslint para instalá-lo globalmente. Outra extensão interessante é a Live Share. Desenvolvida pela Microsoft, essa ferramenta permite compartilhar código com outra pessoa em tempo real, como um arquivo do Google Docs ou do Office 365. Isso é legal quando você está trabalhando em grupo e é necessário editar o mesmo arquivo sem que seja necessário ficar "disputando o teclado" ou narrando o código para alguém digitar. Basta todas as pessoas baixarem o Live Share para que possam editar o mesmo código. O Live Server também é bem interessante. É um jeito rápido de desenvolver sites, muito útil para quem desenvolve em HTML, CSS e Javascript para Web. Ele abre um servidor em uma porta, que podemos acessar pelo navegador para explorar os efeitos do código no site que estamos desenvolvendo. Para quem trabalha com banco de dados SQL, temos a SQLTools, que ajuda a formatar o seu banco de dados, gerar queries, explorar os conteúdos salvos, dentre outras funcionalidades. Se você desenvolve em Java, temos a extensão da Language Support (suporte de linguagem) da Redhat, uma grande empresa bastante conhecida por quem trabalha com Linux. Existem algumas linguagens ou plataformas que não são suportadas pelo Visual Studio Code, por exemplo os microcontroladores. Nesse caso, podemos usar o PlataformIO, uma IDE que trabalha "em cima" do VSCode, oferecendo algumas plataformas como Atmel AVR (para Arduino), Expressif 32 e assim por diante. Também é uma plataforma boa para desenvolver com IOT, com frameworks para Arduino, por exemplo, substitindo a IDE própria do Arduino, que não é muito amigável em termos de possibilidades (como atalhos e sugestões). Já passamos por vários atalhos de teclado e funções do Visual Studio Code, nos familiarizamos com sua interface e aprendemos a começar projetos do zero ou abrir projetos já existentes. Também aprendemos a usar o terminal integrado e a integração com o Github, além de conhecermos algumas extensões. Devemos nos lembrar que as extensões do VSCode existem para expandir as possibilidades e tornar nosso trabalho mais ágil. Uma opção que acabei não comentando é a troca de tema do VSCode, acessada pelo menu à esquerda da tela o pelo atalho "Ctrl + K > Ctrl + T". Existem vários temas disponíveis, alguns claros (*light)* e outros escuros (*dark*), e outros como o *Tomorrow Night Blue*, que deixa a interface mais azul. Espero vocês na próxima!

    Ainda não estuda com a gente?

    Invista na transformação da sua carreira!

    Comece agora
  • Gestão & Negócios

    Como se apresentar no mundo virtual

    Neste vídeo você irá aprender as diferenças de uma apresentação presencial para uma virtual e como adaptar sua fala. Descubra quais são os principais pontos de atenção e como superá-los.# TranscriçãoOlá, pessoal! Eu sou o professor Sérgio Carvalho e hoje falaremos sobre um assunto importantíssimo: **como se apresentar no mundo virtual**.Nos últimos tempos tivemos uma maior necessidade – muita gente já era acostumada a fazer reuniões, apresentações, palestras utilizando meios digitais. Mas, com certeza, nesse momento isso foi exigido em um nível maior.Será que existe diferença entre uma apresentação presencial e uma apresentação virtual? Se existe, como fazer para extrair o melhor da nossa fala em uma apresentação virtual?## Variáveis para uma boa apresentação* Chave* Preparação* Sentimento* TécnicaComeçando pela base: a base para uma boa apresentação virtual é a mesma. Independentemente de ser presencial ou virtual. Ela envolve alguns aspectos específicos, ou melhor, pilares para ter sucesso. O primeiro desses pilares é a chave para uma comunicação eficaz, que se resume a mudar o foco de si mesmo para colocar o foco no público. Em outras palavras, é preciso pensar em quem vai receber a mensagem, se a mensagem é adequada para essa pessoa, se o formato é adequado e se está claro para ela.Dessa forma, se a pessoa que está ouvindo não compreender a mensagem, a apresentação não será eficaz. Logo, é fundamental ter cuidado ao direcionar a mensagem.Além disso, a preparação adequada torna-se essencial. Essa preparação envolve a criação de um roteiro, uma estruturação em tópicos e treinamentos para qualquer alteração necessária antes da apresentação. No momento em que estivermos falando, devemos transmitir verdade, energia e motivação, passar confiança naquilo que estamos falando.A melhor maneira de transmitir o sentimento de confiança é acreditando no que dizemos. Mas, como fazemos isso? Estudando e dominando bem o assunto e acreditando que essa é uma informação importante para a pessoa que vai ouvir.Por fim, a técnica é o último ponto nessa caminhada para uma boa apresentação. Ainda que seja importante, ela serve para aprimorar os aspectos anteriores. Então, para determinar qual é a velocidade adequada para falar, se devemos utilizar recursos visuais ou não, tudo isso é técnica e funcionará bem, desde que os outros três pilares estejam alinhados.## Apresentações presenciaisEm apresentações presenciais, a grande vantagem é a **interação** e o **feedback** ao vivo das pessoas. Se estiver falando para um público de 15, 20, 100 ou mil pessoas, poderá ver a reação delas ao que é dito.Então, se contar uma piada, poderá ver se funcionou ou não. Caso perceba que as pessoas estão perdendo o foco, poderá fazer pausas ou mudanças na apresentação, como pedir para que todas as pessoas se levantem. Esses feedbacks instantâneos são fundamentais em uma apresentação presencial, pois permitem ajustes e correções para garantir que a apresentação seja bem-sucedida.## Apresentações virtuaisPor outro lado, nas apresentações virtuais, não temos o feedback e a interação imediata das pessoas. Por isso, é preciso tomar alguns cuidados importantes e utilizar algumas ferramentas para contornar essa situação. A primeira delas é o uso de recursos visuais.Imagine que, em uma apresentação virtual, se a pessoa só estiver falando, sem apresentação visual, isso pode ser um erro. Não temos como garantir que a internet da pessoa está funcionando bem. A sua pode estar, mas a da pessoa que está assistindo pode não estar. Pode ocorrer instabilidades como cortes na conexão e problemas de áudio que prejudicam a compreensão. Muitas vezes, alguma pessoa pode estar num ambiente com barulho, o que também prejudica a participação.Para melhorar o envolvimento e o engajamento das pessoas, que tal utilizar **recursos visuais**? Você pode, por exemplo, utilizar uma apresentação, inserir músicas, vídeos, ou seja, tudo que possibilite tornar a apresentação mais dinâmica e interessante para a pessoa, mesmo que ela esteja à distância ou tenha distrações, como mexer no celular, por exemplo.A utilização de recursos visuais é sempre muito importante em apresentações virtuais.Outra sugestão é a interação com **aplicativos**. Embora você não possa interagir pessoalmente como faria num encontro presencial, existem muitas ferramentas que permitem chamar a atenção e encorajar a participação das pessoas no ambiente virtual. Você pode utilizar ferramentas de questionários, pesquisas e concursos, por exemplo.No geral, é fundamental incentivar a participação do público em suas apresentações. Embora às vezes seja possível fazer uma apresentação sem interação, caso sua apresentação seja mais longa (por exemplo, mais de 40 minutos), é recomendado que as pessoas participem. Se você está fazendo uma apresentação virtual, procure por aplicativos interativos, que possam trazer um interesse maior para o público.Além disso, também é fundamental a **fala constante**. Enquanto no ambiente presencial você pode usar o silêncio de forma interessante para adicionar drama ou suspense à sua fala, no ambiente virtual isso pode ser problemático.Isso porque, sem a garantia de que as pessoas estão ouvindo bem, ou que a internet está estável, usar o silêncio pode ser prejudicial. Não estou sugerindo que fale sem parar, mas utilizar o silêncio como uma ferramenta de comunicação não verbal, como no presencial, não funcionará tão bem no virtual.Então, aqui vão algumas dicas para uma boa apresentação virtual:* Utilize recursos visuais para tornar a apresentação mais dinâmica;* Incentive a interação do público com o uso de aplicativos;* Mantenha a fala constante.## Preparação* Posicionamento* Luz* Fundo* ÁudioA preparação prévia também é fundamental. Certifique-se de que você está posicionado corretamente em frente à câmera. Isso é algo que você deve testar antes, abrindo o vídeo, se posicionando, verificando se está adequado, com uma postura e roupas adequadas. A iluminação também é um ponto importante. Lembre-se de que a luz deve estar sempre à sua frente para que você fique bem iluminado. Se a luz estiver atrás de você, as pessoas verão apenas um borrão devido ao excesso de luz.Então, tenha cuidado com isso. A luz deve sempre ser posicionada à sua frente ou à sua lateral. Quanto ao fundo, ele está adequado? Será que há bagunça? Há algo que não deveria estar ali no contexto da apresentação? Por isso, é importante testar o seu posicionamento, a iluminação, e o fundo antes da apresentação.Contudo, aquilo que eu considero como o mais importante é o áudio. Não há nada mais desagradável do que estar numa reunião, numa apresentação, numa aula e o áudio da pessoa que está falando não funcionar bem. O áudio realmente é o que conduz a apresentação. Você pode até utilizar um slide, e isso vai ajudar, mas é a fala que conduz. Se o áudio não estiver adequado, você terá um grande problema.Então, se você tiver que priorizar algo, é melhor ter um áudio 100% funcionando. Isso garante que a pessoa está prestando atenção, está ouvindo bem, o conteúdo está fluindo bem e, por consequência, ela pode acompanhar, ainda que a sua imagem não esteja perfeita.Se você não tem um microfone profissional, utilize fones de ouvido, pois geralmente o captador de som direto do seu computador ou do celular não é tão bom. Com o fone é mais fácil ouvir as outras pessoas e também o microfone fica mais próximo de você, tornando o áudio mais direcionado. Isso também pode ajudar a evitar ruídos e outras interferências sonoras.Com certeza, com essa preparação prévia, mais os elementos específicos de uma apresentação virtual seja uma entrevista, uma apresentação formal, uma reunião, um levantamento de dados que você está mostrando para alguém, isso vai fazer com que a sua apresentação se torne muito melhor.Desta forma, você terá uma apresentação profissional, o que é fundamental, não só para o seu crescimento pessoal, mas também para o seu crescimento profissional.Eu fico por aqui. Até a próxima. Tchau!

  • DevOps

    Feature Flags e Parallel Change (Deploy vs Release)

    Neste vídeo você vai conhecer Feature Flags e Parallel Change, dois conceitos bem conhecidos do universo DevOps. Se você quiser conhecer mais de DevOps, pode começar pela formação [Primeiros passos em DevOps]( # Transcrição Você sabia que existem diferenças entre *deploy* e *release*? Neste vídeo, falaremos sobre elas, além de comentar práticas aplicáveis em cima dessas distinções. Oi, pessoal. Eu sou Vinicius Dias. Sejam bem-vindos à Alura. Neste Alura+, vamos bater um papo sobre a **diferença entre *deploy* e *release***, bem como discutir certas práticas que podemos aplicar em cima dessas diferenças. Assim, conseguimos obter resultados interessantes na hora de soltar um *release* ou criar um *deploy*. Primeiramente, vamos entender a diferença entre essas duas palavras. ***Deploy*** basicamente é o ato de ter o ambiente e o software já instalados e configurados. Em resumo, é colocar o software em produção — isso é fazer *deploy*. Se você tem o software desenvolvido e testado, já fez o *build*, passou por toda a *pipeline*, mandou para um servidor de homologação e para a produção, então você fez o *deploy*. Já fazer o ***release*** é entregar esse *deploy* para usuários reais. É perfeitamente possível fazer o *deploy* (por exemplo, de um novo *endpoint*) e não o documente, não entregue, não permita acesso pelos usuários. De qualquer forma, esse *endpoint* está em produção, o *deploy* foi feito. Portanto, o *release* é o ato de tornar público e disponível para os usuários. Então, fazer a publicação é gerar uma *release*. Inclusive, é bastante comum ir aumentando o *deploy* por um período para, no final do mês, por exemplo, gerar um só, mandar para a produção e fazer um único *release* de todas as novas funcionalidades. Em outras palavras, se foi gerada uma nova versão, foram escritas notas de versão e foi enviado um e-mail para o cliente expondo as novidades, então fizemos um *release*. Porém, sabemos que, antes disso, já tínhamos feito o *deploy*, pois o ambiente já estava configurado e o software já estava em produção. Então, essa é a diferença entre esses dois termos. Logo, vale notar que, se temos a opção de fazer o *deploy* sem fazer o *release*, ou seja, se é possível ter código em produção que os usuários ainda não vão acessar, podemos adotar algumas práticas interessantes em cima dessa ideia. Por exemplo, **feature toggles** ou **feature flags**. Ao criar uma funcionalidade, ela pode estar em um ponto crítico da aplicação ou modificar diversos trechos do código. Para diminuir os riscos da *release*, faremos o *deploy* adicionando uma expressão condicional if (uma verificação no código) para que a funcionalidade somente seja exibida caso a *feature flag* esteja marcada. Em outras palavras, a *release* será feita apenas se uma checkbox, uma configuração específica esteja ativa. Com as *feature flags*, conseguimos determinar que somente alguns clientes tenham certa funcionalidade ativa; outros clientes, não. É possível que você já tenha lido a respeito dos ***beta testers* ou testadores de novas funcionalidades**. Basicamente, essas pessoas terão as *feature flags* de funcionalidades novas habilitadas antes do resto dos usuários. Já aconteceu de você ter um aplicativo e seu amigo possuir uma funcionalidade nova que você ainda não possui? Isso é feito por meio das *feature flags*. Embora pareça complexo, visto que aplicativos enormes o utilizam, trata-se de um processo relativamente simples de ser implementado. Podemos realmente fazer um único if: se esta *feature flag* estiver ativa para determinado usuário, então libere a funcionalidade. Essa regra de ativação pode ser um simples botão que marcamos e desmarcamos, ou pode seguir outro padrão. Por exemplo, se quisermos liberar a funcionalidade para metade dos clientes, uma opção é habilitar a *feature flag* para os usuários cujo ID é par — se o ID for par, estará habilitada; se for ímpar, desabilitada. Assim, permitimos acesso a 50% dos usuários. Dessa forma, temos o *deploy* de uma funcionalidade, porém o *release* ainda não aconteceu para todos os clientes. Assim, conseguimos **monitorar com mais cuidado, com menos usuários**. Caso exista um problema, ele afetará menos pessoas, de forma que teremos uma *release* mais segura. Já que estamos falando sobre adicionar if e verificar o ID dos usuários, outra técnica bastante interessante e mais relacionada com o código em si é o ***parallel change*** (em português, "mudanças em paralelo"). Esse conceito também pode ser chamado padrão ***expand, migrate and contract***. A seguir, vamos entender o que isso significa. Vamos imaginar que temos uma classe com um método que recebe dois parâmetros de coordenadas, o X e o Y. Então, agimos em cima dessas informações. Por exemplo, em uma planilha no Excel, nas coordenadas X e Y teremos uma célula em que adicionaremos o conteúdo. Em outro par de coordenadas, teremos outra célula e adicionaremos outros dados, e assim em diante. Contudo, ao estudar sobre boas práticas, notamos que em vez de ter dois parâmetros inteiros seria mais adequado ter uma classe nova de coordenadas. Nela, teríamos a validação (se é uma coordenada positiva, por exemplo). Ou seja, queremos modificar a API do nosso código, alterar a interface com a qual lidamos com o código. Para tanto, precisaríamos quebrar o contrato e atualizar diversas partes do código. A ideia de *parallel change* é basicamente inserir novos métodos que recebem um objeto do tipo coordenada por parâmetro em vez desses dois inteiros. No entanto, os métodos que recebem os dois inteiros continuarão existindo. Todo o código que já existia continua funcionando e qualquer código novo que precise chamar esses métodos pode utilizar essa API melhorada. Então, quando adicionamos esses novos métodos, estamos na fase de ***expand*** — expandimos a API, criamos mais código, mais informações. Em seguida, avançamos para a fase de ***migrate***. Vamos migrar o código já existente para passar a utilizar os métodos novos, a nova API. Esse processo pode ser gradual, de forma mais lenta. Por fim, entramos na fase de ***contract***, em que enforçamos o novo contrato. A nível de código, esse procedimento é feito excluindo os métodos antigos que recebem aqueles dois parâmetros inteiros. Com essa abordagem temos algumas **vantagens**. De início, o código já existente não quebrará com essa melhoria do código, tudo continuará funcionando. Ademais, teremos uma API melhorada, com melhores práticas e pronta para ser utilizada por qualquer código novo. Ou seja, há entregas e melhorias contínuas em nosso código. E, por fim, a migração para o código novo pode ser incremental, realizada lentamente, ao longo de várias *releases*. E se fizéssemos *releases* usando o *parallel change*? E se, além de melhorar o código, pudéssemos liberar novas funcionalidades em paralelo? O nome dessa prática pode ser ***blue-green deployment*** ou ***blue-green releases***. Vamos supor que estamos criando um sistema novo ou novas funcionalidades do mesmo sistema. Temos o código atual rodando em um ambiente e faremos o *deploy* dessa nova funcionalidade em outro ambiente. Em seguida, podemos passar a redirecionar usuários para essa versão 2. Caso ocorra algum problema, basta redicioná-los de volta para o código anterior que continua funcionando. Inclusive, temos a opção combinar os conceitos de *blue-green deployment* com *feature toggles*. Por exemplo, podemos direcionar 20% dos usuários para o código novo e 80% para a versão antiga. Conforme o monitoramento, aumentamos o número de usuários na nova versão. Então, esse é o conceito de *blue-green deployment*. De forma incremental, conseguimos fazer com que os usuários utilizem a nova versão. Ou seja, realizamos um *release* incremental, de forma mais lenta. Já a ideia de *feature flag* é mais de baixo nível, no próprio código. Já o *blue-green deployment* refere-se ao sistema inteiro. São duas bases de códigos diferentes. O fato de conseguirmos separar conceitualmente *deploy* e *release* nos fornece ferramentas interessantes para tornar todo nosso ambiente de desenvolvimento e de operações mais seguro e mais tranquilo para se trabalhar.

  • Mobile

    Crie seu primeiro aplicativo de IA generativa no Android Studio

    Uma das maneiras de manter as pessoas usuárias cada vez mais em nossos aplicativos é fornecer **experiências mais ricas e personalizadas**. Nesse contexto, ter uma espécie de inteligência artificial que entenda o que a pessoa usuária está fazendo e seja capaz de interagir com ela é muito útil. Vamos começar a utilizar o *Gemini* dentro de nossos aplicativos e quem vai te acompanhar nessa jornada é o Junior Martins. > **Audiodescrição**: Junior é uma pessoa de pele clara, cabelos castanho-escuros compridos, que usa óculos com armação preta e também veste uma camiseta na cor preta. Ele está à frente de uma parede branca iluminada por luzes em degradê que vão do azul ao rosa. Durante esse conteúdo, queremos mostrar especificamente o que é o *Gemini*, que, caso você não conheça, é uma **ferramenta de inteligência artificial desenvolvida pelo Google** que, como eles mesmos comentam, foi desenvolvida para concorrer com o já conhecido *ChatGPT*. Ele faz parte de um modelo de inteligência artificial que são as IAs generativas onde podemos introduzir alguma informação, como um texto, uma imagem e ela será capaz de devolver mais informações. É muito comum, por exemplo, enviar um texto e pedir para ela resumir, criar uma história, gerar algum código, resolver algum problema ou mesmo passar alguma informação, como uma imagem, e pedir para ela trabalhar em cima disso. ## Explorando o Gemini do Google O *Gemini* é dividido em **três modelos principais**: temos o *Gemini Ultra*, uma versão muito mais potente, que geralmente é feita para rodar em servidores; o *Gemini Pro*, nas versões 1.0 e, mais recentemente 1.5, que é a versão que mais costumamos usar, mas ainda é uma versão que roda em servidores; e também o *Gemini Nano*, desenvolvido especialmente para rodar em dispositivos móveis, como smartphones. Na documentação do Google, eles explicam um pouco melhor o que é o *Gemini Nano*, dando uma introdução e explicando que ele está disponível apenas para alguns dispositivos. Se deslizarmos um pouco para baixo, no tópico “Benefícios da execução do dispositivo”, é comentado que essa versão roda diretamente no dispositivo, ou seja, ele não se conecta a nada para poder funcionar, tanto que temos o acesso offline de tudo que o *Gemini* é capaz. Mas, justamente por ele ter esse poder de processamento utilizando o próprio dispositivo como base, precisaremos ter alguns dispositivos muito potentes, com hardware muito bom, para poder rodar o *Gemini Nano*. E por isso que não vamos focar muito nele, afinal poucos dispositivos hoje em dia possuem essa versão. Dentro dessa própria documentação já é descrito que caso queiramos utilizar o *Gemini* em aplicativos, mas não tenhamos um desses dispositivos ou não queiramos focar especificamente no *Gemini Nano*, podemos utilizar a outra versão do *Gemini*, que é o *Gemini Pro*, dentro de nossos aplicativos. E por isso temos uma outra documentação com alguns exemplos de código. Se subirmos um pouco para o topo, teremos um cabeçalho semelhante àquele que já conferimos do *Gemini Nano*, mas com o título “Como usar a API Gemini em apps Android (SDK do cliente)”. Ou seja, podemos colocar um código dentro do nosso aplicativo que vai acessar o *Gemini* remotamente. Nesse caso, precisaremos fazer uma série de configurações que é descrita dentro dessa documentação, como por exemplo, fazer a configuração da chave da API, entender quais são os métodos que o *Gemini* traz para utilizar no Android. Essa é uma página dedicada a ensinar como podemos utilizar o *Gemini* através de APIs REST. Mas é descrito também que o próprio Google já preparou um *SDK* do *Gemini*, então podemos ir deslizando e conhecendo um pouco melhor desse *SDK*, com alguns códigos que funcionam de maneira mais simples, sem precisarmos de implementações tão complexas para poder começar. Mesmo assim, se continuarmos deslizando para baixo, veremos que alguns passos são necessários para poder utilizar o Gemini. Pensando nisso, o Google também tem trabalhado em um novo recurso dentro do próprio Android Studio, para facilitar nosso primeiro contato com o Gemini. Acessando a página do site Android Developers, acessaremos a aba “Desenvolver > Android Studio > Visualizar” e chegaremos à página “Criar seu primeiro app de IA generativa no Android Studio”. Aqui, temos a informação de que o Android Studio possui uma nova opção. ## Iniciando o projeto Se deslizarmos um pouco para conhecer, quando clicamos em “Criar um novo projeto”, aparecerá essa opção que é a Gemini API Starter. Se continuarmos deslizando para baixo, veremos algumas imagens, um passo a passo relativamente simples, sobre como utilizar essa função e quais são os passos que podemos seguir para continuar com ela. Porém, um detalhe que precisamos ficar atentos é sobre a **versão do Android Studio** em que essa função está disponível. Estamos com o Android Studio aberto, especificamente no Android Studio Koala 2024.1.1 Canary 3. É um número de versão bem grande, mas precisamos nos atentar de que essa nova opção que acabamos de visualizar na documentação só existe por enquanto nas **versões betas do Android Studio**. Vamos deixar especificamente essa versão para você poder fazer o download, e se quiser utilizar uma versão mais recente do Android Studio que esteja em beta, recomendamos que utilize a ferramenta Toolbox, que aparece no canto direito da tela. É uma ferramenta oficial da JetBrains, e recomendamos o uso dela. Pode ser que você tenha essa mesma versão, a Koala, instalada, mas que ela esteja em alguma versão futura, Canary 10, por exemplo, e ela não tem essa opção. Então, recomendo que você utilize o Toolbox, localize o Android Studio, clique nos três pontinhos verticais do lado direito dessa opção, clique em “Outras versões” no menu suspenso. Aqui dentro, você terá uma lista de versões. Geralmente esses recursos em teste beta costumam ficar nas versões Canary mais recentes. Por exemplo, temos a Koala nesse momento, mas um recurso que já esteve em versões anteriores, como, por exemplo, a Jellyfish 2023.3.1 Beta 2, mas que, por exemplo, nessa Jellyfish Beta 2, uma versão mais recente, não está mais presente. De qualquer maneira, repito que vamos deixar essa mesma exata versão para você poder fazer o uso. Com essa versão, quando clicamos em “New Project”, temos ali a opção Gemini API Starter, ou API Starter. Quando clicamos nessa opção, podemos perceber que ela está com uma tag de preview, que está em amarelo com texto preto no topo à direita. Essa tag vem sendo adicionada em recursos beta do Android Studio, então toda parte do Material Design, do Jetpack Compose, em algum momento esteve também com essa tag, e hoje em dia está de maneira oficial no próprio Android Studio. Então, pode ser que no futuro você não tenha mais essa tag, mas a opção já esteja ali nativamente. Podemos clicar no botão “Next”, e vamos seguir então com a criação de um projeto comum. Podemos, por exemplo, definir um nome, que vamos deixar como “GenIA”, e vamos deixar o pacote com com.alura.genia, que é a nossa Generate AI. Não precisamos alterar nenhum outro parâmetro. Vamos deixar a opção de Kotlin DSL como está e clicar no botão “Next”, e aqui tem um detalhe que precisamos prestar um pouco de atenção. Quando clicarmos no botão “Generate API key with Google AI Studio”, ele vai abrir um novo site no nosso navegador. Caso você nunca tenha acessado esse site, a primeira coisa que vai aparecer é um aviso de termos de serviço, e você pode marcar a primeira caixinha para poder aceitar esses termos e poder utilizar o Gemini. Vamos clicar na opção “Continue”, depois de marcar essa primeira caixinha, recomendamos que você leia as licenças, e logo de cara já teremos então essa tela de “API keys”, e você pode clicar em “Create API Key” no centro da página. Quando fizermos isso, ele abrir uma nova aba e pedir para criar uma chave novamente, podemos clicar em “Create API key in new project”. O objetivo aqui é gerar uma chave que conecta nossa conta a algum projeto do Android, que teremos disponibilizado na plataforma da Google. Para a Google ter um controle de quem está utilizando essa API, precisamos gerar uma chave, similar ao que vários outros serviços já fazem. Essa chave é uma sequência alfanumérica e depois que ela for gerada, podemos clicar em “*Copy*” (Copiar). Agora, podemos voltar para o nosso projeto no Android Studio. De volta no Android Studio, podemos colar a chave no campo “API Key” que estava vazio. > **Atenção:** recomendamos que você não compartilhe essa chave com ninguém, porque ela está justamente ligada à sua conta da Google. Nesse caso, vamos utilizar essa chave agora, depois que terminarmos de gravar, vamos invalidá-la, então você também não vai conseguir utilizá-la. Feito isso, podemos clicar em *Finish* (Finalizar), e aguardar o projeto ser construído. Então, ele vai abrir o projeto e fazer algumas configurações, é um procedimento um pouco demorado, teremos um erro que deve surgir no projeto que foi compilado. Esse erro vai ser justamente no arquivo MainActivity, que ele deve abrir por padrão, e na nossa MainActivity, que é a nossa tela principal, o BuildConfig provavelmente não vai ser reconhecido. Isso acontece porque esse arquivo de BuildConfig está relacionado a alguma das opções que veremos lá na própria documentação do Gemini, para poder configurar as chaves de maneira segura. Não vamos aprofundar muito nisso, vamos apenas corrigir esse erro. Ele dá a opção de fazer o *Import Class* nesse momento, só que se fizermos o *Import Class* dessa classe padrão, ele provavelmente não vai funcionar. Então, recomendamos que você clique na opção para poder construir o nosso projeto novamente, no topo da interface temos o ícone de um martelo que corresponde à opção “*Make Module*”. Vamos clicar nessa opção no canto superior do Android Studio, ali na parte direita, e vamos aguardar ele fazer o *build* do Gradle na parte inferior do Android Studio. Nosso projeto terminou de fazer o *build*, e ele já trouxe o erro que está na linha 50. Para corrigir esse erro, podemos simplesmente apagar esse BuildConfig.apiKey da linha 50, e começar a escrever BuildConfig novamente. Duas opções devem aparecer, sendo que precisamos selecionar aquela que tem o com. seguido do nome do nosso pacote, que no nosso caso é o com.alura.genia. Podemos então colocar um ponto no final e deve aparecer a sugestão “*apiKey*”, podemos selecioná-lo. val generativeModel = GenerativeModel( modelName = "gemini-pro", apiKey = com.alura.genia.BuildConfig.apiKey ) Se usarmos o atalho “Ctrl + B” nesse “*apiKey*”, a mesma chave que acabamos de girar no site da Google vai estar armazenada nesse projeto, de uma maneira segura, gerada automaticamente pelo plugin do Gradle. Podemos então rodar o nosso aplicativo com o “Shift + F10”, e ver que esse projeto já está todo configurado, podemos apenas testá-lo. O nosso aplicativo rodou, já estamos indo com o nosso emulador em tela, e das várias funcionalidades que o Gemini tem, uma delas é **sintetizar um texto**, ou seja, fazer um resumo de um texto que passamos. ## Resumindo um texto com o Gemini Quando rodamos o aplicativo, a primeira coisa que ele vai sugerir nessa interface, que tem justamente um campo para poder inserir informações, é digitar um texto e pedir para ele se resumir (“Enter text or a URL to summarize”). Então, pegaremos um texto bem extenso, que é um texto da documentação do Gemini, vamos clicar na caixa de texto e colar. É um texto com várias linhas que descreve o Gemini, como ele é um concorrente do ChatGPT, e podemos clicar na opção “*Go*” depois de colar esse texto. Ele vai fazer um pequeno *loading*. Esse *loading* é basicamente o nosso aplicativo consultando a API do Gemini, mandando essas informações que a pessoa usuária, que no nosso caso somos nós, inserimos e trazendo algum resultado. Então, tínhamos um texto com várias linhas e pedimos para ele ser resumido, sintetizado. Agora temos um texto muito menor, mas que ainda contém toda a essência do texto anterior. Ou seja, o texto foi interpretado e resumido mantendo os principais pontos-chave com relação às tecnologias. Foram mantidos o *Google DeepMind*, *Gemini*, *ChatGPT*, dentre outras. Se voltarmos para o código que temos além do emulador, podemos perceber que na MainActivity é chamado o SummarizeViewModel. Podemos clicar nele e usar o atalho “CTRL + B”, que vai nos redirecionar para o arquivo “SummarizeViewModel.kt”. Dentro desse ViewModel temos um sistema muito similar ao que nós já utilizamos em vários outros cursos, seguindo a documentação oficial do Android. É dito que uma configuração específica foi feita utilizando a API do *Gemini* para que, toda vez que ele passar na linha val prompt = “Summarize the following text for me: $inputText”, ele pegar o texto que a pessoa usuária colocou e adicionar essa nova instrução, que é a de resumir o texto. Mas, se quisermos, podemos fazer o *Gemini* não ter nenhuma instrução anterior para poder entender um pouco melhor como utilizá-lo. Essa é uma ideia bem simples de adaptar nesse código: ao invés de fazer esse val prompt conter todo esse texto “Summarize the following text for me:”podemos fazer o val prompt ser igual apenas ao inputText. fun summarize(inputText: String) { _uiState.value = SummarizeUiState.Loading val prompt = inputText } E se rodarmos o nosso projeto com essa única modificação e aguardarmos ele subir, a partir de agora, dentro desse nosso emulador, temos todo acesso ao potencial do *Gemini* com relação a texto. Então, podemos dar qualquer instrução para ele que ele vai seguir. Por exemplo, vamos clicar em Text to Summarize no nosso aplicativo e colar o texto “liste as 10 primeiras versões do Android”. Vamos clicar em “Go” e o *Gemini* tem justamente todo o conhecimento sobre as versões do Android. Ele vai trazer uma lista, inclusive enumerada, com várias das primeiras versões do Android. 1. Android Alpha 2. Android Beta 3. Android Cupcake (1.5) 4. Android Donut (1.6) 5. Android Eclair (2.0-2.1) 6. Android Froyo (2.2) 7. Android Gingerbread (2.3-2.3.7) 8. Android Honeycomb (3.0-3.2.6) 9. Android Ice Cream Sandwich (4.0-4.0.4) 10. Android Jelly Bean (4.1-4.3.1) Podemos passar várias informações, pedir para ele gerar histórias, para ele organizar listas, gerar códigos. E foi muito rápido o acesso que tivemos. Podemos começar a explorar a possibilidade de utilizar o *Gemini* sem precisar fazer uma série de configurações. Inclusive essa mesma do Build Gradle que vimos, ela é um pouco mais complicada, mas já vem por padrão feita e é algo que não precisamos nos preocupar. Porém, o *Gemini* também tem a possibilidade de lidarmos com outros tipos de informação. Para isso, podemos voltar mais uma vez ao nosso código no Android Studio e se clicarmos no menu principal no canto superior esquerdo, e selecionar “File > New > Import Sample”. Ele vai abrir uma nova janela. Na caixa de texto dessa janela, podemos digitar “IA” ou “Generate” e aparecerão alguns exemplos logo abaixo. Vamos selecionar o “*Google Generative IA Sample for Android (Kotlin)*”, logo abaixo de “*Jetpack Compose Layouts*”. A inteligência artificial está em versão beta, então temos a opção “*Google Generative IA Sample for Android (Kotlin)*” duplicada, aparecendo também sob a categoria de *Artificial Intelligence*. No fim das contas, podemos clicar em qualquer um dos dois “*Google Generative*”, ele vai trazer o mesmo exemplo. Selecionando essa opção e clicando em “Next”, ele sugere que criemos um novo projeto. Esse projeto, através do samples, é bem mais completo. E vamos deixar a configuração padrão que ele escolheu. Vamos clicar em “Finish” e aguardar ele gerar esse novo projeto com esse novo exemplo. Nosso projeto terminou de buildar. Já fizemos aquelas correções também com relação à nossa chave que vimos no projeto anterior. A única diferença é que aqui ela está no “GenerativeViewModelFactory.kt”, e está em mais de um lugar. Mas foi só adicioná-la no “local properties”. Já adicionamos o apiKey e buildamos o projeto. Temos um projeto mais robusto com vários exemplos de implementação do *Gemini* que você pode adaptar e também entender melhor estudando como ele funciona. Uma diferença que teremos é que aqui já são definidos vários tipos de modelos diferentes ao longo do código deste *ViewModel*. Então temos o *Gemini Pro*, o *Gemini Pro Vision*, o *Gemini Pro Normal*. ## Outras possibilidades de uso do Gemini Ao executar o projeto que acabamos de importar neste sample, teremos o aplicativo com três opções principais: “Generate text from text-only input”, “Generate text from text-and-image input (multimodal)” e “Build multi-turn conversations (chat)”. Estamos com o meu emulador disponível. Temos algumas opções para, por exemplo, explorar o modo chat, que é a última opção. Temos a opção para poder explorar o modo texto, que é a primeira. Mas a opção mais interessante nesse caso é a do meio, *Generate text from text-and-image input* (Gerar Texto a partir de Entrada de Texto e Imagem). Se clicarmos em *Try It* (Experimente), podemos adicionar algumas imagens de texto às informações que vamos inserir. Ou seja, se você, como pessoa desenvolvedora, quer criar um aplicativo em que o usuário pode enviar uma imagem, fazer uma pergunta ou, por exemplo, trabalhar em cima de alguma resposta com base no que o usuário acabou de fotografar, este é um código que você pode utilizar de exemplo. Se clicarmos no botão *Mais* (ícone de soma do lado esquerdo do campo “Question”), ele vai trazer a galeria do Android. Temos uma foto de uma pessoa e vamos enviar essa foto. Selecionamos a imagem e vamos digitar no campo de texto uma informação que é a seguinte: “qual é o nome do principal objeto do esporte que essa pessoa praticava?”. Vamos clicar em “*Go*” e vou aguardar a resposta. Aguardamos um pouco, já temos a resposta e a resposta foi bem direta (“Bola”), mas vamos explicar rapidamente o que aconteceu: A foto que selecionamos quando clicamos no botão de *Mais* é a foto do jogador de futebol Pelé. E o que o *Gemini* fez foi basicamente pegar essa imagem, fazer um *scan* dela, entender quem era a pessoa que estava presente, depois ele foi procurar se essa pessoa jogava algum esporte, entendeu o que era o futebol, depois ele foi ver qual é o principal objeto utilizado no futebol. Então teve toda uma **linha de raciocínio** que o *Gemini* fez através da entrada de uma imagem e também de texto para poder fornecer uma resposta. Ela foi bem sucinta, mas é apenas para poder demonstrar o potencial que existe ao fazer o uso dessa ferramenta nos nossos aplicativos. Demos esse exemplo um pouco mais complexo, mas justamente para poder mostrar que se você souber aproveitar esse recurso, pode criar aplicações realmente muito úteis para o usuário final. Vamos deixar os links de tudo que visualizamos abaixo para você poder acessar. Se estiver vendo este vídeo em alguma rede social, não se esqueça de clicar nos botões de gostei para sinalizar que curtiu esse conteúdo. Muito obrigado pela sua presença e até mais! ### Outros links e informações relevantes: - [Conheça o Google Gemini.]( - [Documentação do Gemini Nano.]( - [Documentação SDK do Gemini para Android.]( - [Gemini API Starter no Android Studio.](

  • Artigos

    Artigo LinkedIn cria botão para denunciar posts feitos por IA

    LinkedIn permite denunciar posts gerados por IA com novo botão "AI slop". Saiba como funciona e por que a plataforma amplia moderação de conteúdo

  • ArtigosInteligência Artificial

    Artigo Builder: o que é e como se tornar um na era da IA

    Entenda o conceito de builder, de onde ele vem, o que muda na prática para quem cria software com IA e como desenvolver esse perfil.

  • ArtigosUX & Design

    Artigo ⁠Product Design: tendências e oportunidades para 2026

    Entenda como a IA está transformando o design e quais habilidades serão essenciais para os designers em 2026 e os próximos anos.

  • ArtigosBack-end

    Artigo PHP: operação com números decimais.

    Entenda como fazer operações com alta precisão numérica no PHP utilizando a biblioteca Decimal

  • ArtigosBack-end

    Artigo Ambientes de Código: conheça as vantagens e desvantagens

    Você possui dúvidas sobre onde começar a programar? Leia esse artigo e descubra qual ambiente de código é o mais adequado para você.

  • ArtigosBack-end

    Artigo O que são regras de negócio?

    Entenda o que são regras de negócio e qual a sua importância no desenvolvimento de produtos de software.

  • 1Página 1…263Página 263…389Página 389
    1Página 1…261Página 261262Página 262263Página 263264Página 264
    265
    Página 265
    …
    389Página 389