14 pessoas já começaram a estudar hoje
1414pessoasjá começaram a estudar hoje
já começaram a estudar hoje

Enquanto você avalia,

1414pessoas já começaram a estudar hoje

Dê o próximo passo e inicie sua carreira

Dê o próximo passo e inicie sua carreira agora mesmo

Comece agora
  • Home

    Escolha seu Plano

    • Plus 2430% OFF
    • Pro 2430% OFF
    • Ultra Lab 2430% OFF

    Carreiras Alura

    Evolua com profundidade técnica, direção clara e aplicação prática.

    Jornadas guiadas do básico ao avançado com checkpoints práticos, desenhadas para quem busca profundidade e protagonismo técnico.

    Iniciante

    Comece do zero com uma trilha clara e progressiva.

    Fundamentos práticos para dar os primeiros passos com segurança e construir uma base sólida.

    Intermediário

    Continue sua evolução com cursos que conectam fundamentos, ferramentas e prática profissional. Ganhe autonomia, e avance para projetos mais completos.

    Avançado

    Aprofunde temas técnicos e estratégicos para enfrentar desafios mais complexos. Explore boas práticas, arquitetura, performance com visão profissional.

    CURSOS

    Ver mais cursos de Back-end
    • Pensamento computacional: fundamentos da computação e lógica de programação
    • Lógica de programação: mergulhe em programação com JavaScript
    • DDD: fundamentos do design orientado a domínio
    • ASP.NET: autenticação e autorização em APIs e aplicações web
    • Microsserviços: migração de monólitos e modularização

    CURSOS

    Ver mais cursos de Dados
    • Python para Dados: primeiros passos
    • Excel: domine o editor de planilhas
    • Engenharia de Dados: Orquestração de Pipelines com Apache Airflow
    • Power BI Desktop: construindo meu primeiro dashboard
    • Governança e Arquitetura de Dados

    CURSOS

    Ver mais cursos de Inteligência Artificial
    • IA: Explorando o Potencial da Inteligência Artificial Generativa
    • Engenharia de Prompt: Criando Prompts Eficazes para IA Generativa
    • Claude para Análise de Dados: prompts, integrações e automações
    • Agno: criando agentes e sistemas multiagente
    • Engenharia de software na era da IA: segurança de aplicações com agentes, MCPs e código gerado por IA

    CURSOS

    Ver mais cursos de Front-end
    • HTML e CSS: ambiente, estrutura e estilo
    • React: realizando testes avançados com Jest e Testing Library
    • React: integrando TypeScript em projetos
    • JavaScript: aprendendo a programar
    • React: aplicando arquiteturas de Micro frontends

    CURSOS

    Ver mais cursos de DevOps
    • Sistema Operacional Linux: fundamentos e administração prática
    • Containers e Docker: empacotamento, isolamento e gestão
    • Redes: dos conceitos iniciais à criação de uma intranet
    • Linux: gerenciando diretórios, arquivos, permissões e processos
    • Cibersegurança: Fundamentos e práticas integradas

    CURSOS

    Ver mais cursos de UX & Design
    • UX Research: mapeando a experiência da pessoa usuária
    • UX/UI Design: Entregando produtos digitais com IA
    • UI Design: Prototipação e animações interativas
    • Figma: Conhecendo o programa
    • Product Design: métricas e ciclo de vida do produto

    CURSOS

    Ver mais cursos de Inovação e Gestão
    • Canva: Criação de landing pages e e-mail marketing
    • Agilidade: como ela pode ajudar a criar um time de alta performance
    • Google Analytics 4: Extrair insights e configurar eventos
    • Management 3.0: gerencie o ambiente, não as pessoas
    • Automação de processos com n8n: Inteligência de dados para Marketing

    CURSOS

    Ver mais cursos de Mobile
    • React Native: Estilização e Layouts com Flexbox e StyleSheet
    • Flutter: Graphql e suporte offline
    • Android com Gemini: Trabalhando com textos e imagens na IA
    • Dart: trabalhando com orientação a objetos
    • React Native: Dominando Listas com FlatList e ScrollView

    CARREIRAS

    Ver mais carreiras
    • Especialista em IA
    • Engenharia de IA
    • Ai native software engineering
    • Arquitetura de Soluções com IA
    • AI Product Design
    • Engenharia de Machine Learning
    • Desenvolvimento Front-End React
    • Engenharia de Dados
    • Cloud Security
    • Social Media Marketing
    • Engenharia de Agentes de IA

    CURSOS

    • Engenharia de Prompt: Prompts Eficazes para IA Generativa
    • Claude Code: Criando sua Primeira Aplicação
    • Python: Crie sua Primeira Aplicação
    • Git e GitHub: Compartilhando e Colaborando
    • N8N: Fluxos de Trabalho Avançados

    CURSOS

    • Copilot Studio: Solução Multiagentes
    • Padrões de API HTTP e Modelagem de APIs
    • Python para Análise de Dados com SQL
    • Docker: Criando e Gerenciando Containers
    • Design com IA: Otimizando o Processo Criativo

    CURSOS

    • Model Context Protocol (MCP)
    • Spec-Driven Development: Dev Assistido por Agentes
    • Arquitetura de Sistemas Distribuídos com Java
    • Governança de Modelos e Reprodutibilidade
    • Pentest: Vulnerabilidades em Aplicações Web

    Escolha seu Plano

    • Plus 2430% OFF
    • Pro 2430% OFF
    • Ultra Lab 2430% OFF

    Skills & Go

    O Skills & Go é para Tech Leads, Product Managers, estrategistas e early adopters que transformam ideias em soluções de alto impacto. Em cursos ao vivo e 100% online, você domina a nova era da IA em tempo real.

    Aulas ao vivo

    Saiba mais
    • Agentic Engineering: orquestre multiplos agentes com confiabilidade
    • Building AI Products: transforme ideias em produtos reais com IA
    • AI Data Strategy: transforme dados em decisões estratégicas com IA

    Escolha seu Plano

    • Plus 2430% OFF
    • Pro 2430% OFF
    • Ultra Lab 2430% OFF

    Eventos Alura

    Nossos eventos são pensados para quem quer estar à frente das mudanças em tecnologia, IA e inovação. Em experiências presenciais, você acompanha tendências e se conecta com especialistas que estão moldando o futuro.

    Próximos eventos

    • IA Conference
    • Alura Signals
  • Talent Lab
  • IA
  • Artigos
  • Para Empresas
Ver planos
Links principais
  • Planos e Promoções
  • Carreiras

    Ver todas
    • Especialista em IA
    • Engenharia de IA
    • Ai native software engineering
    • Arquitetura de Soluções com IA
    • AI Product Design
    • Engenharia de Machine Learning
    • Desenvolvimento Front-End React
    • Engenharia de Dados
    • Cloud Security
    • Social Media Marketing
    • Engenharia de Agentes de IA
    Entrar Ver Planos
  • Área de Interesse

    Entrar Ver Planos
  • Aulas ao Vivo - Skills & Go

    • Agentic Engineering: orquestre multiplos agentes com confiabilidade
    • Building AI Products: transforme ideias em produtos reais com IA
    • AI Data Strategy: transforme dados em decisões estratégicas com IA
    Entrar Ver Planos
  • Senioridade

    Entrar Ver Planos
  • Eventos Alura

    • IA Conference
    • Alura Signals
    Entrar Ver Planos
  • Links complementares do menu mobile
  • Talent lab
  • Inteligência Artificial
  • Pós Graduações
  • Artigos
  • Para Empresas
  • Sobre a Alura
  • Grupo Alun
  • Entrar
    • Home
    • Carreiras
    • Skills & Go
    • Talent Lab
    • Inteligência Artificial
    • Pós Graduações
    • Artigos
    • Sobre a Alura
    • Grupo Alun
    LoginContato
    • Plano Pro 24
    • Plano Plus 24
    • Plano Ultra Lab 24
    • LinkedIn
    • Instagram
    • YouTube

    Institucional

    • Sobre nós
    • Trabalhe Conosco
    • Para Empresas
    • Para Escolas
    • Política de Privacidade
    • Compromisso de Integridade
    • Termos de Uso
    • Canal de Ética
    • Código de Ética
    • Fale Conosco
    • Documentos Institucionais
    • Status
    Institucional
    • Sobre nós
    • Trabalhe Conosco
    • Para Empresas
    • Para Escolas
    • Política de Privacidade
    • Compromisso de Integridade
    • Termos de Uso
    • Canal de Ética
    • Código de Ética
    • Fale Conosco
    • Documentos Institucionais
    • Status

    A Alura

    • Como Funciona
    • Inteligência Artificial
    • Plataforma
    • Depoimentos
    • Instrutores(as)
    • Dev em <T>
    • Luri, a Inteligência Artificial da Alura
    • IA Conference
    • Cursos Imersivos
    • Perguntas Frequentes
    A Alura
    • Como Funciona
    • Inteligência Artificial
    • Plataforma
    • Depoimentos
    • Instrutores(as)
    • Dev em <T>
    • Luri, a Inteligência Artificial da Alura
    • IA Conference
    • Cursos Imersivos
    • Perguntas Frequentes

    Conteúdos

    • Alura Cases
    • Imersões
    • Artigos
    • Podcasts
    • Artigos de educação corporativa
    Conteúdos
    • Alura Cases
    • Imersões
    • Artigos
    • Podcasts
    • Artigos de educação corporativa
    Uma Empresa do GrupoLogo Grupo Alun

    Outras empresas do Grupo Alun

    • FIAP
    • STARTSE
    • PM3
    • LUMINA

    Ao submeter seu e-mail, você concorda com a política de privacidade da Alura.

    Redes Sociais & Apps

    instagram
    youtube
    tiktok
    x
    appStore
    googlePlay
    Uma Empresa do GrupoLogo Grupo Alun

    Outras empresas do Grupo Alun

    • FIAP
    • STARTSE
    • PM3
    • LUMINA

    Ao submeter seu e-mail, você concorda com a política de privacidade da Alura.

    Redes Sociais & Apps

    instagram
    youtube
    tiktok
    x
    appStore
    googlePlay
    Alura

    O que você quer aprender?

    FiltrosFiltrar por:

    Tipos de conteúdo
    Categorias
    • Back-end

      O que é Back-End e Front-End

      Neste vídeo, mergulharemos nas duas facetas essenciais da construção de websites e aplicativos: o front-end e o back-end. Enquanto o front-end lida com tudo o que você vê e interage - como design, animações e interface do usuário - o back-end é o motor oculto por trás dessas funcionalidades, garantindo que tudo funcione corretamente. Junte-se a nós nesta jornada visual para entender melhor as engrenagens que movem o mundo digital ao nosso redor. Ideal para iniciantes e para aqueles que buscam esclarecer os conceitos básicos da programação web! ## Qual a principal diferença entre front-end e back-end? **Guilherme**: Meu nome é **Guilherme Lima**, sou instrutor e desenvolvedor de software na Alura. E tenho comigo o Vinny Neves. **Vinicios**: Sou **Vinnny Neves**, o dev careca e barbudo mais querido da Alura. Trabalho com front-end há bastante tempo, mas já passei pelo back-end também. Portanto, nós podemos ter uma conversa interessante sobre isso. **Guilherme**: Muito bom ter você conosco. Mas, qual a principal diferença entre front-end e back-end? ### O que o front-end faz? **Vinicios**: A principal diferença é que **o front-end está mais próximo da pessoa usuária**. Imagine que quem trabalha com front-end está desenvolvendo essa camada, essa interface. Por exemplo, temos uma aplicação que precisa agendar consultas. Vamos apresentar para as pessoas usuárias essas marcações, dialogar visualmente com elas, abrir uma agenda, mostrar quais são os dias disponíveis para marcar uma consulta. Portanto, o front-end está mais próximo da pessoa usuária que interage com a aplicação. Também está mais perto do navegador e de tudo o mais. Quem trabalha com front-end atualmente, vai trabalhar com posicionamento de elementos, decidir onde ficará o campo de texto para a pessoa digitar, se vamos usar um calendário ou apresentar uma lista de opções. > O front-end está muito relacionado com essa parte de interação com a pessoa usuária. **Guilherme**: Podemos pensar que o front-end é responsável pelo desenvolvimento e criação de telas? Como telas dinâmicas e designs atraentes? **Vinicios**: Exatamente isso. Embora não seja uma regra universal, é muito comum que existem outras pessoas profissionais que montam e desenham a tela como deveria ser idealmente. Alguma pessoa especializada nessa **experiência do usuário** desenha a tela e entrega para nós do front-end. Dado este desenho, vamos transformar aquela imagem em uma aplicação que o navegador consiga entender. **Guilherme**: Então, não necessariamente quem trabalha com front-end precisa ser um especialista em desenhos, cores, fontes, tipografia? **Vinicios**: Exatamente. No cenário ideal, existem profissionais que estudam esses conceitos, como a paleta de cores, cores mais fortes ou mais fracas, qual é o melhor lugar para posicionar um botão, um campo de texto. Depois desse trabalho realizado, aí chega para o front-end. Portanto, nós não temos esse trabalho "criativo". Vamos pegar uma tela e desenvolver seu código. Ou seja, é como se pegássemos uma foto e a transformássemos em uma aplicação onde a pessoa usuária pode interagir e realizar a operação que precisa. **Guilherme**: Agora, faz mais de sentido o que é o front-end. Vamos conversar e entender melhor sobre a carreira de **back-end**. ### O que o back-end faz? **Guilherme**: A pessoa que desenvolve back-end não está necessariamente ligada a desenvolver telas. Não é seu principal desafio. Mas, então o que ela faz? **Vinicios**: Falamos que o front-end está mais próximo da pessoa usuária. Já **o back-end está mais perto das informações da aplicação**. Quais são as regras de negócio, as validações? Vamos voltar no exemplo da marcação de consulta. Aquele médico com o qual estamos marcando a consulta, está disponível ou está de férias? Quais horários podemos agendar uma consulta? Por exemplo, nós temos a tela e permitimos que a pessoa usuária agende uma consulta para domingo de madrugada. No entanto, não há nenhum médico disponível para uma consulta domingo de madrugada. Logo, o back-end irá indicar que não é possível realizar a ação pretendida. Assim, definimos **validações**. Mas, se a pessoa usuária quiser agendar uma consulta para segunda-feira às 9 horas da manhã e essa for uma opção viável, podemos fazer o agendamento. O back-end receberá os dados enviados e os armazenará em algum lugar para consulta futura, validação ou até mesmo alterações. Imagina que o médico não possa atender na data agendada, será necessário remarcar a consulta. > Desta forma, todas essas regras de validação - o que pode e o que não pode - estão mais perto do back-end. Ele também se encontra mais próximo dos dados e de onde esses dados serão armazenados. **Guilherme**: O back-end também se encarrega de definir como os dados serão expostos para a equipe de front-end. Afinal, quando estamos atuando no mercado de trabalho, provavelmente estaremos colaborando com outras pessoas, times e equipes. Portanto, quando o front-end necessitar de certas informações, o desafio do back-end será dispor dessas informações e conectar com o banco de dados, conversando e criando soluções para que o projeto seja entregue de maneira satisfatória. **Vinicios**: Exatamente, o front-end irá requisitar: "nós precisamos de um back-end que permita a marcação de consulta e que permita a verificação dessas consultas posteriormente". Definir como isso será feito é tarefa do back-end, que determina qual linguagem usar e onde armazenar os dados. Dessa forma, o back-end funciona de forma independente. Enquanto o front-end indica quais e quando esses dados serão necessários, o back-end deve definir, de acordo com as regras de negócio, o formato dos dados para marcar uma consulta, por exemplo. **Guilherme**: Um ponto importante sobre ferramentas e tecnologias: > Existem diversas linguagens que podem ser usadas para criar aplicações back-end, como Java, Python ou o próprio Javascript, que pode ser usado tanto no *front* quanto no *back*. > > Contudo, no front-end existe uma "trindade mágica" que geralmente é recomendada: HTML, CSS e Javascript. **Vinicios**: De forma resumida, o HTML é o dado que será exibido, já pronto e processado. O **HTML cuidará da estrutura dos dados**, definindo se será uma lista, um campo de texto ou uma caixa que aparece para a pessoa usuária interagir. Já o **CSS tratará dos estilos**, como tamanho de fonte, cor da fonte, posicionamento das informações na tela, quebra de linha, layout para celular, tablet ou *desktop* (computador). Por fim, o Javascript faz com que o HTML e o CSS sejam dinâmicos. Ao interagir com a aplicação, podemos fazer com que um campo mude de cor, que apareça algum alerta, mensagem de erro com fundo vermelho ou mensagem de sucesso com fundo verde, por exemplo. Essa é a tríade essencial para qualquer caminho que se tome dentro do front-end. **Guilherme**: No back-end, é importante lembrar que existem diversas linguagens, como Python, Javascript, Java, C#, Go, entre outras. A maioria dessas linguagens possui primeiros passos. Na Alura, temos formações específicas relacionadas a JavaScript tanto no back-end quanto no front-end. Se você preferir direcionar seus estudos desde o começo para front-end, temos cursos relacionados também com HTML e CSS. Fica aí a dica! Discutimos um pouco sobre as diferenças entre o desenvolvimento front-end e back-end. Agora, cabe a você decidir sobre a sua carreira! Você pode optar por seguir um lado mais próximo da pessoa usuária, design de interfaces ou validações e regras de negócio. Eu gosto bastante de bancos de dados, SQL e de linguagem. Logo, estou mais próximo do back-end enquanto o Vinny se encontra mais próximo do front-end. **Vinicios**: E pode ficar tranquilo(a), pois essa não é uma decisão definitiva. É comum às vezes transitarmos entre essas duas áreas. Portanto, você pode contar conosco da Alura para trilhar o seu caminho.

    Ainda não estuda com a gente?

    Invista na transformação da sua carreira!

    Comece agora
  • Mobile

    Crie seu primeiro aplicativo de IA generativa no Android Studio

    Uma das maneiras de manter as pessoas usuárias cada vez mais em nossos aplicativos é fornecer **experiências mais ricas e personalizadas**. Nesse contexto, ter uma espécie de inteligência artificial que entenda o que a pessoa usuária está fazendo e seja capaz de interagir com ela é muito útil. Vamos começar a utilizar o *Gemini* dentro de nossos aplicativos e quem vai te acompanhar nessa jornada é o Junior Martins. > **Audiodescrição**: Junior é uma pessoa de pele clara, cabelos castanho-escuros compridos, que usa óculos com armação preta e também veste uma camiseta na cor preta. Ele está à frente de uma parede branca iluminada por luzes em degradê que vão do azul ao rosa. Durante esse conteúdo, queremos mostrar especificamente o que é o *Gemini*, que, caso você não conheça, é uma **ferramenta de inteligência artificial desenvolvida pelo Google** que, como eles mesmos comentam, foi desenvolvida para concorrer com o já conhecido *ChatGPT*. Ele faz parte de um modelo de inteligência artificial que são as IAs generativas onde podemos introduzir alguma informação, como um texto, uma imagem e ela será capaz de devolver mais informações. É muito comum, por exemplo, enviar um texto e pedir para ela resumir, criar uma história, gerar algum código, resolver algum problema ou mesmo passar alguma informação, como uma imagem, e pedir para ela trabalhar em cima disso. ## Explorando o Gemini do Google O *Gemini* é dividido em **três modelos principais**: temos o *Gemini Ultra*, uma versão muito mais potente, que geralmente é feita para rodar em servidores; o *Gemini Pro*, nas versões 1.0 e, mais recentemente 1.5, que é a versão que mais costumamos usar, mas ainda é uma versão que roda em servidores; e também o *Gemini Nano*, desenvolvido especialmente para rodar em dispositivos móveis, como smartphones. Na documentação do Google, eles explicam um pouco melhor o que é o *Gemini Nano*, dando uma introdução e explicando que ele está disponível apenas para alguns dispositivos. Se deslizarmos um pouco para baixo, no tópico “Benefícios da execução do dispositivo”, é comentado que essa versão roda diretamente no dispositivo, ou seja, ele não se conecta a nada para poder funcionar, tanto que temos o acesso offline de tudo que o *Gemini* é capaz. Mas, justamente por ele ter esse poder de processamento utilizando o próprio dispositivo como base, precisaremos ter alguns dispositivos muito potentes, com hardware muito bom, para poder rodar o *Gemini Nano*. E por isso que não vamos focar muito nele, afinal poucos dispositivos hoje em dia possuem essa versão. Dentro dessa própria documentação já é descrito que caso queiramos utilizar o *Gemini* em aplicativos, mas não tenhamos um desses dispositivos ou não queiramos focar especificamente no *Gemini Nano*, podemos utilizar a outra versão do *Gemini*, que é o *Gemini Pro*, dentro de nossos aplicativos. E por isso temos uma outra documentação com alguns exemplos de código. Se subirmos um pouco para o topo, teremos um cabeçalho semelhante àquele que já conferimos do *Gemini Nano*, mas com o título “Como usar a API Gemini em apps Android (SDK do cliente)”. Ou seja, podemos colocar um código dentro do nosso aplicativo que vai acessar o *Gemini* remotamente. Nesse caso, precisaremos fazer uma série de configurações que é descrita dentro dessa documentação, como por exemplo, fazer a configuração da chave da API, entender quais são os métodos que o *Gemini* traz para utilizar no Android. Essa é uma página dedicada a ensinar como podemos utilizar o *Gemini* através de APIs REST. Mas é descrito também que o próprio Google já preparou um *SDK* do *Gemini*, então podemos ir deslizando e conhecendo um pouco melhor desse *SDK*, com alguns códigos que funcionam de maneira mais simples, sem precisarmos de implementações tão complexas para poder começar. Mesmo assim, se continuarmos deslizando para baixo, veremos que alguns passos são necessários para poder utilizar o Gemini. Pensando nisso, o Google também tem trabalhado em um novo recurso dentro do próprio Android Studio, para facilitar nosso primeiro contato com o Gemini. Acessando a página do site Android Developers, acessaremos a aba “Desenvolver > Android Studio > Visualizar” e chegaremos à página “Criar seu primeiro app de IA generativa no Android Studio”. Aqui, temos a informação de que o Android Studio possui uma nova opção. ## Iniciando o projeto Se deslizarmos um pouco para conhecer, quando clicamos em “Criar um novo projeto”, aparecerá essa opção que é a Gemini API Starter. Se continuarmos deslizando para baixo, veremos algumas imagens, um passo a passo relativamente simples, sobre como utilizar essa função e quais são os passos que podemos seguir para continuar com ela. Porém, um detalhe que precisamos ficar atentos é sobre a **versão do Android Studio** em que essa função está disponível. Estamos com o Android Studio aberto, especificamente no Android Studio Koala 2024.1.1 Canary 3. É um número de versão bem grande, mas precisamos nos atentar de que essa nova opção que acabamos de visualizar na documentação só existe por enquanto nas **versões betas do Android Studio**. Vamos deixar especificamente essa versão para você poder fazer o download, e se quiser utilizar uma versão mais recente do Android Studio que esteja em beta, recomendamos que utilize a ferramenta Toolbox, que aparece no canto direito da tela. É uma ferramenta oficial da JetBrains, e recomendamos o uso dela. Pode ser que você tenha essa mesma versão, a Koala, instalada, mas que ela esteja em alguma versão futura, Canary 10, por exemplo, e ela não tem essa opção. Então, recomendo que você utilize o Toolbox, localize o Android Studio, clique nos três pontinhos verticais do lado direito dessa opção, clique em “Outras versões” no menu suspenso. Aqui dentro, você terá uma lista de versões. Geralmente esses recursos em teste beta costumam ficar nas versões Canary mais recentes. Por exemplo, temos a Koala nesse momento, mas um recurso que já esteve em versões anteriores, como, por exemplo, a Jellyfish 2023.3.1 Beta 2, mas que, por exemplo, nessa Jellyfish Beta 2, uma versão mais recente, não está mais presente. De qualquer maneira, repito que vamos deixar essa mesma exata versão para você poder fazer o uso. Com essa versão, quando clicamos em “New Project”, temos ali a opção Gemini API Starter, ou API Starter. Quando clicamos nessa opção, podemos perceber que ela está com uma tag de preview, que está em amarelo com texto preto no topo à direita. Essa tag vem sendo adicionada em recursos beta do Android Studio, então toda parte do Material Design, do Jetpack Compose, em algum momento esteve também com essa tag, e hoje em dia está de maneira oficial no próprio Android Studio. Então, pode ser que no futuro você não tenha mais essa tag, mas a opção já esteja ali nativamente. Podemos clicar no botão “Next”, e vamos seguir então com a criação de um projeto comum. Podemos, por exemplo, definir um nome, que vamos deixar como “GenIA”, e vamos deixar o pacote com com.alura.genia, que é a nossa Generate AI. Não precisamos alterar nenhum outro parâmetro. Vamos deixar a opção de Kotlin DSL como está e clicar no botão “Next”, e aqui tem um detalhe que precisamos prestar um pouco de atenção. Quando clicarmos no botão “Generate API key with Google AI Studio”, ele vai abrir um novo site no nosso navegador. Caso você nunca tenha acessado esse site, a primeira coisa que vai aparecer é um aviso de termos de serviço, e você pode marcar a primeira caixinha para poder aceitar esses termos e poder utilizar o Gemini. Vamos clicar na opção “Continue”, depois de marcar essa primeira caixinha, recomendamos que você leia as licenças, e logo de cara já teremos então essa tela de “API keys”, e você pode clicar em “Create API Key” no centro da página. Quando fizermos isso, ele abrir uma nova aba e pedir para criar uma chave novamente, podemos clicar em “Create API key in new project”. O objetivo aqui é gerar uma chave que conecta nossa conta a algum projeto do Android, que teremos disponibilizado na plataforma da Google. Para a Google ter um controle de quem está utilizando essa API, precisamos gerar uma chave, similar ao que vários outros serviços já fazem. Essa chave é uma sequência alfanumérica e depois que ela for gerada, podemos clicar em “*Copy*” (Copiar). Agora, podemos voltar para o nosso projeto no Android Studio. De volta no Android Studio, podemos colar a chave no campo “API Key” que estava vazio. > **Atenção:** recomendamos que você não compartilhe essa chave com ninguém, porque ela está justamente ligada à sua conta da Google. Nesse caso, vamos utilizar essa chave agora, depois que terminarmos de gravar, vamos invalidá-la, então você também não vai conseguir utilizá-la. Feito isso, podemos clicar em *Finish* (Finalizar), e aguardar o projeto ser construído. Então, ele vai abrir o projeto e fazer algumas configurações, é um procedimento um pouco demorado, teremos um erro que deve surgir no projeto que foi compilado. Esse erro vai ser justamente no arquivo MainActivity, que ele deve abrir por padrão, e na nossa MainActivity, que é a nossa tela principal, o BuildConfig provavelmente não vai ser reconhecido. Isso acontece porque esse arquivo de BuildConfig está relacionado a alguma das opções que veremos lá na própria documentação do Gemini, para poder configurar as chaves de maneira segura. Não vamos aprofundar muito nisso, vamos apenas corrigir esse erro. Ele dá a opção de fazer o *Import Class* nesse momento, só que se fizermos o *Import Class* dessa classe padrão, ele provavelmente não vai funcionar. Então, recomendamos que você clique na opção para poder construir o nosso projeto novamente, no topo da interface temos o ícone de um martelo que corresponde à opção “*Make Module*”. Vamos clicar nessa opção no canto superior do Android Studio, ali na parte direita, e vamos aguardar ele fazer o *build* do Gradle na parte inferior do Android Studio. Nosso projeto terminou de fazer o *build*, e ele já trouxe o erro que está na linha 50. Para corrigir esse erro, podemos simplesmente apagar esse BuildConfig.apiKey da linha 50, e começar a escrever BuildConfig novamente. Duas opções devem aparecer, sendo que precisamos selecionar aquela que tem o com. seguido do nome do nosso pacote, que no nosso caso é o com.alura.genia. Podemos então colocar um ponto no final e deve aparecer a sugestão “*apiKey*”, podemos selecioná-lo. val generativeModel = GenerativeModel( modelName = "gemini-pro", apiKey = com.alura.genia.BuildConfig.apiKey ) Se usarmos o atalho “Ctrl + B” nesse “*apiKey*”, a mesma chave que acabamos de girar no site da Google vai estar armazenada nesse projeto, de uma maneira segura, gerada automaticamente pelo plugin do Gradle. Podemos então rodar o nosso aplicativo com o “Shift + F10”, e ver que esse projeto já está todo configurado, podemos apenas testá-lo. O nosso aplicativo rodou, já estamos indo com o nosso emulador em tela, e das várias funcionalidades que o Gemini tem, uma delas é **sintetizar um texto**, ou seja, fazer um resumo de um texto que passamos. ## Resumindo um texto com o Gemini Quando rodamos o aplicativo, a primeira coisa que ele vai sugerir nessa interface, que tem justamente um campo para poder inserir informações, é digitar um texto e pedir para ele se resumir (“Enter text or a URL to summarize”). Então, pegaremos um texto bem extenso, que é um texto da documentação do Gemini, vamos clicar na caixa de texto e colar. É um texto com várias linhas que descreve o Gemini, como ele é um concorrente do ChatGPT, e podemos clicar na opção “*Go*” depois de colar esse texto. Ele vai fazer um pequeno *loading*. Esse *loading* é basicamente o nosso aplicativo consultando a API do Gemini, mandando essas informações que a pessoa usuária, que no nosso caso somos nós, inserimos e trazendo algum resultado. Então, tínhamos um texto com várias linhas e pedimos para ele ser resumido, sintetizado. Agora temos um texto muito menor, mas que ainda contém toda a essência do texto anterior. Ou seja, o texto foi interpretado e resumido mantendo os principais pontos-chave com relação às tecnologias. Foram mantidos o *Google DeepMind*, *Gemini*, *ChatGPT*, dentre outras. Se voltarmos para o código que temos além do emulador, podemos perceber que na MainActivity é chamado o SummarizeViewModel. Podemos clicar nele e usar o atalho “CTRL + B”, que vai nos redirecionar para o arquivo “SummarizeViewModel.kt”. Dentro desse ViewModel temos um sistema muito similar ao que nós já utilizamos em vários outros cursos, seguindo a documentação oficial do Android. É dito que uma configuração específica foi feita utilizando a API do *Gemini* para que, toda vez que ele passar na linha val prompt = “Summarize the following text for me: $inputText”, ele pegar o texto que a pessoa usuária colocou e adicionar essa nova instrução, que é a de resumir o texto. Mas, se quisermos, podemos fazer o *Gemini* não ter nenhuma instrução anterior para poder entender um pouco melhor como utilizá-lo. Essa é uma ideia bem simples de adaptar nesse código: ao invés de fazer esse val prompt conter todo esse texto “Summarize the following text for me:”podemos fazer o val prompt ser igual apenas ao inputText. fun summarize(inputText: String) { _uiState.value = SummarizeUiState.Loading val prompt = inputText } E se rodarmos o nosso projeto com essa única modificação e aguardarmos ele subir, a partir de agora, dentro desse nosso emulador, temos todo acesso ao potencial do *Gemini* com relação a texto. Então, podemos dar qualquer instrução para ele que ele vai seguir. Por exemplo, vamos clicar em Text to Summarize no nosso aplicativo e colar o texto “liste as 10 primeiras versões do Android”. Vamos clicar em “Go” e o *Gemini* tem justamente todo o conhecimento sobre as versões do Android. Ele vai trazer uma lista, inclusive enumerada, com várias das primeiras versões do Android. 1. Android Alpha 2. Android Beta 3. Android Cupcake (1.5) 4. Android Donut (1.6) 5. Android Eclair (2.0-2.1) 6. Android Froyo (2.2) 7. Android Gingerbread (2.3-2.3.7) 8. Android Honeycomb (3.0-3.2.6) 9. Android Ice Cream Sandwich (4.0-4.0.4) 10. Android Jelly Bean (4.1-4.3.1) Podemos passar várias informações, pedir para ele gerar histórias, para ele organizar listas, gerar códigos. E foi muito rápido o acesso que tivemos. Podemos começar a explorar a possibilidade de utilizar o *Gemini* sem precisar fazer uma série de configurações. Inclusive essa mesma do Build Gradle que vimos, ela é um pouco mais complicada, mas já vem por padrão feita e é algo que não precisamos nos preocupar. Porém, o *Gemini* também tem a possibilidade de lidarmos com outros tipos de informação. Para isso, podemos voltar mais uma vez ao nosso código no Android Studio e se clicarmos no menu principal no canto superior esquerdo, e selecionar “File > New > Import Sample”. Ele vai abrir uma nova janela. Na caixa de texto dessa janela, podemos digitar “IA” ou “Generate” e aparecerão alguns exemplos logo abaixo. Vamos selecionar o “*Google Generative IA Sample for Android (Kotlin)*”, logo abaixo de “*Jetpack Compose Layouts*”. A inteligência artificial está em versão beta, então temos a opção “*Google Generative IA Sample for Android (Kotlin)*” duplicada, aparecendo também sob a categoria de *Artificial Intelligence*. No fim das contas, podemos clicar em qualquer um dos dois “*Google Generative*”, ele vai trazer o mesmo exemplo. Selecionando essa opção e clicando em “Next”, ele sugere que criemos um novo projeto. Esse projeto, através do samples, é bem mais completo. E vamos deixar a configuração padrão que ele escolheu. Vamos clicar em “Finish” e aguardar ele gerar esse novo projeto com esse novo exemplo. Nosso projeto terminou de buildar. Já fizemos aquelas correções também com relação à nossa chave que vimos no projeto anterior. A única diferença é que aqui ela está no “GenerativeViewModelFactory.kt”, e está em mais de um lugar. Mas foi só adicioná-la no “local properties”. Já adicionamos o apiKey e buildamos o projeto. Temos um projeto mais robusto com vários exemplos de implementação do *Gemini* que você pode adaptar e também entender melhor estudando como ele funciona. Uma diferença que teremos é que aqui já são definidos vários tipos de modelos diferentes ao longo do código deste *ViewModel*. Então temos o *Gemini Pro*, o *Gemini Pro Vision*, o *Gemini Pro Normal*. ## Outras possibilidades de uso do Gemini Ao executar o projeto que acabamos de importar neste sample, teremos o aplicativo com três opções principais: “Generate text from text-only input”, “Generate text from text-and-image input (multimodal)” e “Build multi-turn conversations (chat)”. Estamos com o meu emulador disponível. Temos algumas opções para, por exemplo, explorar o modo chat, que é a última opção. Temos a opção para poder explorar o modo texto, que é a primeira. Mas a opção mais interessante nesse caso é a do meio, *Generate text from text-and-image input* (Gerar Texto a partir de Entrada de Texto e Imagem). Se clicarmos em *Try It* (Experimente), podemos adicionar algumas imagens de texto às informações que vamos inserir. Ou seja, se você, como pessoa desenvolvedora, quer criar um aplicativo em que o usuário pode enviar uma imagem, fazer uma pergunta ou, por exemplo, trabalhar em cima de alguma resposta com base no que o usuário acabou de fotografar, este é um código que você pode utilizar de exemplo. Se clicarmos no botão *Mais* (ícone de soma do lado esquerdo do campo “Question”), ele vai trazer a galeria do Android. Temos uma foto de uma pessoa e vamos enviar essa foto. Selecionamos a imagem e vamos digitar no campo de texto uma informação que é a seguinte: “qual é o nome do principal objeto do esporte que essa pessoa praticava?”. Vamos clicar em “*Go*” e vou aguardar a resposta. Aguardamos um pouco, já temos a resposta e a resposta foi bem direta (“Bola”), mas vamos explicar rapidamente o que aconteceu: A foto que selecionamos quando clicamos no botão de *Mais* é a foto do jogador de futebol Pelé. E o que o *Gemini* fez foi basicamente pegar essa imagem, fazer um *scan* dela, entender quem era a pessoa que estava presente, depois ele foi procurar se essa pessoa jogava algum esporte, entendeu o que era o futebol, depois ele foi ver qual é o principal objeto utilizado no futebol. Então teve toda uma **linha de raciocínio** que o *Gemini* fez através da entrada de uma imagem e também de texto para poder fornecer uma resposta. Ela foi bem sucinta, mas é apenas para poder demonstrar o potencial que existe ao fazer o uso dessa ferramenta nos nossos aplicativos. Demos esse exemplo um pouco mais complexo, mas justamente para poder mostrar que se você souber aproveitar esse recurso, pode criar aplicações realmente muito úteis para o usuário final. Vamos deixar os links de tudo que visualizamos abaixo para você poder acessar. Se estiver vendo este vídeo em alguma rede social, não se esqueça de clicar nos botões de gostei para sinalizar que curtiu esse conteúdo. Muito obrigado pela sua presença e até mais! ### Outros links e informações relevantes: - [Conheça o Google Gemini.]( - [Documentação do Gemini Nano.]( - [Documentação SDK do Gemini para Android.]( - [Gemini API Starter no Android Studio.](

  • Artigos

    Artigo LinkedIn cria botão para denunciar posts feitos por IA

    LinkedIn permite denunciar posts gerados por IA com novo botão "AI slop". Saiba como funciona e por que a plataforma amplia moderação de conteúdo

  • Artigos

    Artigo Anthropic lança Claude Opus 5 para empresas e programação

    Claude Opus 5 é o novo modelo da Anthropic para programação e uso empresarial, com desempenho próximo ao Fable 5 e metade do seu custo.

  • ArtigosInteligência Artificial

    Artigo Builder: o que é e como se tornar um na era da IA

    Entenda o conceito de builder, de onde ele vem, o que muda na prática para quem cria software com IA e como desenvolver esse perfil.

  • ArtigosInteligência Artificial

    Artigo Estratégia de dados com IA: o que é e como aplicar

    Entenda o que é estratégia de dados com IA: componentes, arquitetura, ferramentas, boas práticas de governança, roadmap e carreira.

  • ArtigosUX & Design

    Artigo ⁠Product Design: tendências e oportunidades para 2026

    Entenda como a IA está transformando o design e quais habilidades serão essenciais para os designers em 2026 e os próximos anos.

  • ArtigosBack-end

    Artigo Ambientes de Código: conheça as vantagens e desvantagens

    Você possui dúvidas sobre onde começar a programar? Leia esse artigo e descubra qual ambiente de código é o mais adequado para você.

  • ArtigosBack-end

    Artigo p5.js no VSCode: o guia com passo a passo

    Aprenda a configurar o p5.js no VSCode utilizando extensões para criar artes interativas e animações diretamente no seu ambiente de desenvolvimento local.

  • ArtigosBack-end

    Artigo Diminuindo conta de luz com Flutter, Jogos 2D, Python Pandas e Seletores CSS

    Explore dicas de Flutter, criação de jogos, CSS e Ciência de Dados! Confira os novos conteúdos práticos produzidos pelos especialistas da Alura. Veja mais!

  • 1Página 1…173Página 173…253Página 253
    1Página 1…171Página 171172Página 172173Página 173174Página 174
    175
    Página 175
    …
    253Página 253