Olá! Gostaríamos de dar as boas-vindas ao curso de Oracle Cloud Infrastructure: Implantação de uma Aplicação na Nuvem, aqui da Alura.
Meu nome é Ecia Souza. Sou formado em tecnologia em DevOps, possuo MBA em gestão de projetos de TI e sou pós-graduado em projetos e arquitetura em computação em nuvem. Uma curiosidade sobre mim é que aprecio muito música e sempre tento aliar um pouco de música com tecnologia. Estou no mundo da TI desde 2004, ou seja, são mais de 20 anos transformando ideias em resultados.
Deixarei aqui meu LinkedIn, caso desejem se conectar, e meu e-mail, caso queiram enviar alguma mensagem.
Audiodescrição: Ecia é uma pessoa de pele clara, com cabelo curto e castanho. Ela veste uma camisa azul e está em um ambiente de escritório, com uma estante ao fundo contendo livros e objetos decorativos.
Neste curso, nós vamos aprender sobre computação em nuvem e, nesta aula, vamos apresentar uma introdução básica ao Oracle Cloud Infrastructure, ou OCI. O OCI é uma combinação de diversas ferramentas, tecnologias e serviços que a Oracle oferece, unindo a elasticidade e a utilidade da nuvem pública com controle e segurança, resultando em serviços de alto desempenho.
Nós vamos explorar as características da computação em nuvem, as tecnologias e os fundamentos do OCI. Como disse John McCarthy, "computing may someday be organized as a public utility" (a computação pode um dia ser organizada como um serviço público). Hoje, mais de 60 anos após essa declaração feita no MIT, estamos usufruindo dessa tecnologia.
Para aprendermos bem essa tecnologia e fixarmos o conhecimento, trouxemos um projeto prático. É algo simples, mas pensado para ajudar a compreender como funciona toda a infraestrutura que vamos montar até o final deste curso.
Nos encontramos na próxima aula. Até mais!
Antes de colocarmos a mão na massa diretamente na console da OCI, precisamos fornecer um contexto e explicar o que faremos até o final deste curso.
A página que estamos mostrando é uma página HTML. Tecnicamente, ela não possui nada de extraordinário, mas contém um script em Java. É uma página simples, em HTML puro, sem PHP ou qualquer outro elemento adicional. No entanto, poderíamos inserir um script em PHP, se desejássemos. O que incluímos foi apenas um script em Java, que é responsável pela demora toda vez que a página é carregada.
Esse conteúdo também está disponível no repositório, onde é possível baixá-lo e utilizá-lo para realizar o mesmo experimento em sua infraestrutura.
Essa página contém um easter egg (surpresa oculta), que será revelado apenas no final do curso, durante o último teste. Esse teste, juntamente com o easter egg, fará muito sentido para nós. Nomeamos essa página de Portal Cloud, pois ela traz informações adicionais para nos ajudar a fixar melhor o que estamos aprendendo neste curso.
Após o término do curso, entenderemos que, mesmo utilizando apenas um servidor com Daemon Apache, aplicando regras de Firewall e configurando tudo dentro da OCI, seremos capazes de montar servidores NGNX, PostgreSQL, MSQL, ou qualquer outro tipo de servidor que precisarmos, dentro da OCI, utilizando as técnicas que aprenderemos aqui.
Agora, vamos para o próximo passo, que é entender mais sobre a infraestrutura em nuvem. Até a próxima aula.
Nós já compreendemos o que é o portal cloud, como ele funcionará, e agora precisamos entender o real motivo de levarmos essa aplicação e infraestrutura para a nuvem. Mais importante do que isso é entender o conceito de cloud computing (computação em nuvem).
Vamos começar discutindo por que utilizamos a nuvem e o que é computação em nuvem. Computação em nuvem é basicamente a oferta de vários serviços de computação pela internet. Alguns desses serviços incluem servidores, armazenamento, banco de dados, redes e softwares. São diversas funcionalidades que podemos utilizar hoje na computação em nuvem.
Em contrapartida, o datacenter tradicional apresenta algumas desvantagens em relação ao sistema em nuvem devido ao alto custo e à complexidade para montar toda essa infraestrutura. Assim, começamos a considerar a alternativa da infraestrutura em nuvem e a entender por que migrar nossa infraestrutura para esse modelo.
Vamos analisar as principais vantagens da aplicação em nuvem, começando pela gestão de custos. Eliminamos a necessidade de comprar hardware e software. Sempre que precisamos adquirir um computador ou servidor para nosso ambiente, isso demanda orçamento, pagamento e, às vezes, questões jurídicas, além da infraestrutura física para acomodar o servidor. Na computação em nuvem, não precisamos nos preocupar com a compra de servidores ou software, o que também reduz gastos com especialistas. Em um datacenter local, precisamos de pessoas especializadas em roteadores, tipos de conexões, bancos de dados, discos, entre outros assuntos, o que não é necessário na nuvem.
Outra vantagem da nuvem é a velocidade na infraestrutura. Temos uma maior rapidez na criação de nossas máquinas, podendo provisioná-las sob demanda de forma muito mais ágil. Os recursos ficam disponíveis em alguns minutos, permitindo que, ao montar um servidor, ele esteja pronto rapidamente para subir a aplicação.
A escalabilidade é outro ponto interessante. Na infraestrutura em nuvem, a escalabilidade permite aumentar ou reduzir recursos de forma muito mais rápida. Podemos criar uma rede inteira com mais facilidade e velocidade ou desmontá-la sem precisar lidar com cabos ou switches em racks. A disponibilidade global também é um aspecto relevante, pois a infraestrutura pode ser posicionada globalmente, diminuindo a latência e facilitando o acesso de usuários em diferentes continentes.
Além da latência e disponibilidade, aumentamos a produtividade da empresa. Isso ocorre porque diminuímos as tarefas manuais e operacionais do time de TI, focando mais nas metas e resultados, como no nosso caso, em que queremos colocar o portal cloud no ar. Assim, concentramos nossos esforços em fazer o portal funcionar, em vez de nos preocuparmos com questões de cabos e infraestrutura física.
O desempenho também melhora significativamente com data centers modernos e otimizados. Em um datacenter tradicional, muitas vezes é necessário parar o sistema para instalar um novo servidor, verificar compatibilidade de memória ou HD, e abrir computadores, o que aumenta custos e reduz o desempenho da empresa. Com a infraestrutura em nuvem, além de modernizar e otimizar, temos atualizações constantes de hardware e software de forma transparente para nós, usuários.
Outro item importante é a maior confiabilidade, pois as empresas de nuvem realizam backups automáticos e têm sistemas de recuperação de desastres. Se colocarmos nossa aplicação em um datacenter, ela pode ser replicada para outro datacenter em local diferente. Assim, em caso de desastres, como furacões ou outros eventos que destruam um datacenter, nossas informações permanecem seguras em outro ambiente. Isso contribui para a continuidade do negócio, garantindo que ele esteja sempre disponível.
Por último, mas não menos importante, temos o fator segurança. Dentro de uma infraestrutura de cloud computing (computação em nuvem), contamos com políticas e controles robustos, tanto para acesso físico ao local quanto para acesso cibernético. Isso proporciona muito mais segurança contra ataques e ameaças digitais, por exemplo.
Agora, precisamos entender os tipos de nuvem que existem. Atualmente, no mercado, existem basicamente três tipos de nuvem: a nuvem pública, a nuvem privada e a nuvem híbrida. Vamos explorar cada uma delas.
Primeiramente, a nuvem pública. A nuvem pública consiste em serviços fornecidos e gerenciados por provedores terceirizados, que são os proprietários de toda a infraestrutura. Algumas das empresas que oferecem esse tipo de serviço são a AWS, a GCP (da Google), a Azure (da Microsoft) e a OCI, que é um dos exemplos que estamos utilizando neste curso. Todo o acesso a esse tipo de rede e infraestrutura é feito pela internet, e o pagamento é realizado conforme o uso: quanto mais se utiliza, mais se paga; quanto menos se utiliza, menos se paga.
Em seguida, temos a rede privada. A rede privada é uma rede que utiliza recursos de computação em nuvem, como a criação de máquinas virtuais e redes virtuais, mas em uma área privada. Isso significa que é possível ter um datacenter local e montar a infraestrutura em nuvem dentro desse datacenter, sendo administrada pela própria empresa. Caso ocorra algum desastre ou falha, não há como realizar recuperação, pois tudo está dentro da empresa. Geralmente, utilizamos esse tipo de rede privada para testar nossas aplicações, infraestrutura e negócios, avaliando se vale a pena migrar para uma nuvem privada.
Por último, temos a nuvem híbrida, que combina as nuvens privada e pública. Isso facilita a migração de nossa nuvem privada ou datacenter tradicional para um sistema de nuvem pública, permitindo maior eficiência e melhores preços. A escolha depende de cada cliente, situação e sistema existente nas empresas.
Agora, é interessante entendermos os modelos de serviço em nuvem. Existem basicamente quatro tipos de serviços em nuvem: IaaS, PaaS, SaaS e serverless.
O IaaS, ou Infrastructure as a Service (infraestrutura como serviço), envolve a compra de serviços de infraestrutura. Nesse caso, administramos as máquinas virtuais, a rede virtual e o firewall. Tudo é gerenciado por nós, que somos os clientes da nuvem.
No caso do PaaS, temos o Platform as a Service (plataforma como serviço). Um exemplo básico é quando criamos nosso código e precisamos apenas de um servidor para executá-lo. Em vez de comprar um servidor, instalar e configurar tudo, adquirimos apenas a plataforma que executará o código. Por exemplo, ao solicitar um serviço de banco de dados, não precisamos comprar um servidor, subir uma instância e instalar o serviço. Basta solicitar o serviço, e a infraestrutura por trás é gerenciada pela nuvem, garantindo escalabilidade e disponibilidade.
Em um nível mais alto, temos o SaaS, ou Software as a Service (software como serviço). Nesse caso, adquirimos um software como serviço. Exemplos incluem serviços de e-mail e sistemas de drive, onde não sabemos qual plataforma ou servidor está rodando por trás. Simplesmente utilizamos o serviço.
Por último, temos o serverless, que é quando não há servidor. Criamos funções dentro da infraestrutura, e cada vez que uma função é executada, ela é carregada e o pagamento é feito sob demanda. Quando a execução para, o consumo também para.
A OCI está presente nesses quatro serviços. Por isso, vamos colocar nossa aplicação no portal cloud para disponibilizá-la aos nossos clientes com baixo custo e facilidade, utilizando, por exemplo, a infraestrutura como serviço, onde queremos administrar tudo o que está por trás e oferecer mais informações e conhecimento utilizando esse modelo de serviço.
Isso é tudo. Nos vemos na próxima aula.
O curso Oracle Cloud Infrastructure: implantação de uma aplicação na nuvem possui 105 minutos de vídeos, em um total de 48 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de OCI em DevOps, ou leia nossos artigos de DevOps.
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