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Iniciando em dados: aprendendo Python

Definindo o ambiente e primeiros passos - Introdução

Apresentando o curso e o instrutor

Olá a todos! É um prazer estar aqui com vocês. Vamos iniciar nosso curso Aprendendo Python da carreira Iniciando em Data Science aqui na Alura. Meu nome é Jules Vittorio.

Audiodescrição: Jules é um homem branco, está sentado em frente ao computador. Ao fundo, há uma parede branca iluminada com tons azuis e lilás.

Estruturando o curso em módulos

O curso Aprendendo Python foi estruturado pensando em vocês, que estão dando os primeiros passos na área de programação e escolheram a linguagem de programação Python. Nosso curso está estruturado ao longo de oito módulos.

No primeiro módulo, faremos uma apresentação do ambiente de estudo e os primeiros passos para que já possamos executar nosso primeiro código em Python.

No módulo 2, veremos variáveis e tipos de operadores. No módulo 3, abordaremos estruturas condicionais. No módulo 4, estudaremos estruturas de repetição. No módulo 5, trataremos de estruturas de dados.

Explorando funções e programação orientada a objetos

No módulo 6, abordaremos funções e bibliotecas de Python. Aqui, começaremos a construir e personalizar nossas funções para resolver problemas específicos de nossas necessidades, mas também utilizaremos bibliotecas de Python desenvolvidas por outras pessoas.

No módulo 7, veremos o manejo de erros e a depuração de código. No módulo 8, por último, estudaremos programação orientada a objetos, que, em nossa opinião, é um dos temas mais importantes quando se trata de um linguagem orientada a objetos como Python. Tudo isso ficará mais claro nas próximas aulas.

Recomendando material de apoio

Recomendamos o livro "Introdução à Programação com Python" de Nilo Ney. Este livro é voltado para quem está começando na área de programação com Python. Não é obrigatório, mas acreditamos que é uma boa prática ter material de referência. Se tiverem acesso, será algo que contribuirá muito para o processo de aprendizado.

Explicando a metodologia do curso

Sobre a metodologia e a estrutura que vamos seguir, cada módulo terá acesso às aulas gravadas. Dentro de cada módulo, desenvolveremos um projeto e também haverá uma lista de exercícios. A lista de exercícios sempre será composta por 10 exercícios e virá acompanhada das respostas. Esse é o ciclo de cada módulo.

Após a conclusão do material oferecido, esperamos que dediquem um tempo para fazer uma breve revisão, repassando os projetos, exercícios e aulas, e tentando resolver todas as possíveis dúvidas antes de passar para o próximo módulo. Um ponto muito relevante é que, se tiverem alguma dúvida, podem entrar em contato através do fórum da Alura, onde estaremos disponíveis para ajudar.

Concluindo a introdução e próximos passos

Na próxima aula, iniciaremos de fato nossa trajetória e revisaremos o módulo 1, onde apresentaremos um ambiente de desenvolvimento e daremos nossos primeiros passos.

Agradecemos a presença de todos. Foi um grande prazer estar aqui, estamos muito felizes e até a próxima aula.

Definindo o ambiente e primeiros passos - Conhecendo o Google Colab

Iniciando o treinamento em Python

Olá a todos. Vamos iniciar nosso treinamento aprendendo Python. Aqui, começaremos nosso módulo 01, onde faremos uma breve apresentação do ambiente de estudo e daremos nossos primeiros passos. Estamos mais próximos do que nunca de desenvolver nosso primeiro código.

Gostaríamos de fazer um comparativo. Imaginem que queremos jogar Dota, por exemplo. Para jogar Dota em nosso computador, precisaríamos instalar o Steam e também o Dota. Da mesma forma, se pretendemos executar códigos em Python em nosso computador, precisaríamos instalar o Python e também um ambiente de desenvolvimento, como o VS Code ou algo similar.

Introduzindo o Google Colab

Por que mencionamos isso? Porque vamos trabalhar usando o Google Colab. O Google Colab é uma plataforma, um ambiente de desenvolvimento fornecido pelo Google que já nos entrega um ambiente contendo tudo o que precisamos para executar nossos códigos em Python. No Google Colab, podemos desenvolver, executar e personalizar nosso código. É um ambiente muito favorável para quem está começando a aprender programação. Não será necessário instalar nada em nosso computador.

Para utilizar o Google Colab, precisamos ter uma conta de Gmail. Podemos usar qualquer navegador, mas aqui estamos usando o Google Chrome. Vamos acessar o Google Colab pelo link colab.research.google.com. Esta é a aparência do Google Colab quando nos conectamos, sem estar conectado a nenhuma conta de Gmail. Temos os menus básicos, uma mensagem de boas-vindas e uma breve descrição sobre o que é o Google Colab. Vale a pena ler esse material, que está em inglês, mas pode ser facilmente traduzido para o português.

Conectando e utilizando o Google Colab

O primeiro passo é conectar nossa conta de Gmail. Precisamos iniciar sessão. Se já tivermos nossa conta conectada no navegador, ao acessar o Google Colab, a apresentação será um pouco diferente. Esta é a tela de "Open Notebook", onde podemos acessar arquivos do nosso computador, Google Drive ou de um repositório para carregar os arquivos que usaremos para desenvolver os programas.

Podemos ver exemplos, arquivos recentes que modificamos, conectar com o Google Drive e buscar arquivos dentro dele, conectar um repositório no GitHub ou fazer o upload manual. Por enquanto, partiremos do mais simples e fácil: usaremos o upload manual. Temos os arquivos referentes ao módulo 1, que são apenas um arquivo, o módulo 01, aula 01, e Notebooks. Esse arquivo tem o formato IPYNB, que é um Jupyter Notebook do Google Colab.

Explorando o ambiente do Google Colab

Vamos arrastar o arquivo para a opção "Upload File". Agora, ele se conectará ao nosso Jupyter Notebook, e teremos acesso ao nosso primeiro material de aula: Aula 1 do módulo 1, onde apresentaremos o Google Colab, Python e Jupyter Notebooks. Ainda não conectamos nosso ambiente, mas queremos mostrar os detalhes e explicar por que precisamos conectar nosso ambiente.

O Google Colab é uma plataforma gratuita, baseada em Jupyter Notebook, que permite desenvolver códigos em Python sem precisar instalar nada em nossa máquina. Ele nos proporciona um ambiente com tudo o que precisamos para executar código em Python. Usamos o Google Colab porque elimina barreiras técnicas. Para quem está começando e vendo o básico, é o ambiente perfeito. Em alguns casos, não será necessário instalar certas bibliotecas, pois já estão carregadas de forma nativa. Além disso, não precisamos pagar nenhuma licença, é um ambiente gratuito, o que facilita o aprendizado.

Compreendendo Python e Jupyter Notebook

Python é um dos linguagens de programação mais populares do mundo. É muito favorável para quem está começando, pois é um dos mais demandados pelo mercado. É um linguagem versátil, usado para resolver diversos tipos de problemas, especialmente em análise de dados, que é nosso objetivo nesta jornada. Python é um linguagem de programação de alto nível, o que significa que é próximo à comunicação humana, sendo mais natural para nós entendermos. Foi criado por Guido van Rossum e lançado pela primeira vez em 1991.

Sobre a estrutura do Google Cloud Web e o Jupyter Notebook, imaginem que um programa de computador é um arquivo com infinitas linhas de código. No entanto, em um ambiente onde podemos segmentar esse código em partes menores, executar parte por parte e verificar visualmente os resultados, temos o Jupyter Notebook. O Google Cloud Web usa a estrutura do Jupyter Notebook, composto por células onde podemos executar blocos de código. Cada célula pode conter código Python ou texto. No Google Cloud Web, temos os menus principais: File, Edit, View, Insert, Runtime, Tools e Help, além dos comandos do Jupyter Notebook para criar novas células de código ou texto e informações relacionadas à execução e menus laterais do ambiente.

Criando e executando células no Google Colab

Em Google Cloud Web, no Jupyter Notebook, podemos executar e criar blocos de código, ou seja, células de código e células de texto, do tipo Markdown. Agora, podemos criar e executar nossa primeira célula de código. Colocamos uma célula de código e, acima, temos uma célula de texto. Na célula de código, há um botão de execução ao lado, que permite executar esse bloco de código. A primeira coisa que faremos é calcular, por exemplo, 1 mais 1.

1+1

Ao executar, no momento em que pressionamos o botão de execução, aparece a mensagem "Connecting", indicando que está se conectando a um ambiente, a uma máquina, pois é necessário um computador para executar os códigos em Python. A máquina utilizada não é a nossa, mas sim um ambiente fornecido pelo Google para que possamos executar nosso código.

Explorando funcionalidades e atalhos do Google Colab

Ao clicar na área onde estão as informações de RAM e disco, podemos ver que a máquina utilizada tem configurações semelhantes às de um computador pessoal. Por exemplo, temos uma máquina com 12.7 GB de RAM, 107.7 GB de disco, e que utiliza Python 3. Isso nos permite conectar e desenvolver nossos códigos em Python no ambiente do Google Colab, que nos fornece uma máquina acessível remotamente para executar nossos códigos.

Apresentamos nosso primeiro exemplo, onde criamos uma célula de código. Para criar uma célula de código, se selecionarmos uma célula e clicarmos em "mais code" na opção superior, uma nova célula será criada abaixo. Quando estamos em uma célula, podemos criar células de código e de texto. Por exemplo, ao colocar 3 x 5, o resultado será 15.

3 * 5

Também podemos criar células de texto, onde podemos escrever algo como "Olá, este é um exemplo".

# Crie aqui a sua célula de texto (lembre-se de mudar para Markdown)
Ola, esse é um exemplo.

Utilizando atalhos e fluxo de trabalho no Google Colab

Ao selecionar e executar qualquer outra célula, essa é uma opção de execução dentro do Google Colab, que são as células de texto ou do tipo Markdown. Para criar uma, basta selecionar uma célula e inserir uma célula de texto, que será criada abaixo. Ao escrever, o formato será Markdown, e uma pré-visualização será exibida. Por exemplo, ao criar um título, usamos o símbolo # seguido do título, que será apresentado após a execução.

# Titulo

Ao usar o Google Colab com Jupyter Notebooks, temos acesso a uma série de atalhos. Temos uma tabela com uma coluna de ação, outra que mostra o comando para Windows ou Linux, e o comando para Mac. Por exemplo, ao selecionar uma célula de texto, podemos executar uma célula com "Ctrl+Enter", e para adicionar uma célula abaixo, usamos "Ctrl+M+B". Criamos uma célula de código abaixo, onde podemos colocar 1 mais 1, que retornará 2.

1+1

Praticando com exercícios básicos

Existem vários outros atalhos que podemos explorar. Embora possamos fazer tudo manualmente com o mouse, os comandos aceleram nosso processo de desenvolvimento e automatizam alguns processos. É importante ler esses comandos e tentar executá-los.

O fluxo de trabalho no Google Colab é simples. Primeiro, executamos um código ou texto, depois criamos a documentação. É interessante poder criar uma célula de código e alterná-la com células de texto, permitindo explicar o código na célula seguinte. Isso é relevante, pois podemos usar o Google Colab para criar algo semelhante a um relatório técnico. Nos exemplos, isso ficará mais claro. Já discutimos as vantagens de usar o Google Colab para aprender Python, e, embora existam outros ambientes de desenvolvimento, continuaremos com o Google Colab, pois ele oferece tudo o que precisamos.

Concluindo o primeiro módulo

Agora, vamos praticar com alguns exercícios. Vamos criar uma célula de código usando um atalho. Ao selecionar uma célula de código e clicar em "Ctrl+M+B", criamos uma célula abaixo. O primeiro código que muitos gostam de apresentar em Python é o clássico "print('hello world')".

print("hello world")

Ao executar, o texto é impresso na tela. O comando print é nativo do Python e permite imprimir resultados na tela. Ao colocar um texto, devemos usar aspas duplas ou simples, mas isso será detalhado no próximo módulo. Podemos criar uma nova célula de código e colocar print(1 + 1), que retornará 2.

print(1+1)

Criamos uma célula de código, executamos e criamos uma célula abaixo. Para criar uma célula de código abaixo, usamos "Ctrl+M+B". Para executar a célula, usamos "Ctrl+Enter". Vamos criar uma nova célula, colocar print(1 + 1) e, para executar e criar uma célula abaixo, usamos "Alt+Enter". Criamos uma célula, executamos e criamos outra abaixo, onde podemos colocar 10 por 5, que retornará 50.

print(10*5)

Tentem resolver esses pequenos problemas. Não é necessário memorizar a tabela, pois isso será aprendido com o uso. À medida que avançamos nos estudos e usamos mais o ambiente Jupyter Notebook, isso se tornará intuitivo e parte da rotina de programação e desenvolvimento.

Com isso, concluímos nosso primeiro passo. Já sabemos onde executaremos nossos códigos em Python, o que precisamos, por que usamos Python e por que usamos o Google Colab. No próximo módulo, traremos mais detalhes sobre programação com Python, o que é Python e por que é considerado um linguagem de programação intuitiva, muito utilizada e demandada no mercado. Foi um prazer estar aqui. Nos vemos na próxima aula, no módulo 2. Muito obrigado e até a próxima.

Entendendo variáveis seus tipos e operadores - Iniciando com variáveis primitivas

Introduzindo o conceito de variáveis em Python

Olá, pessoal. É muito bom estar aqui com vocês. O que vamos fazer agora? As coisas vão ficar mais emocionantes. Vamos entrar nos detalhes da linguagem de programação Python. No módulo 2, trataremos de variáveis e tipos de variáveis. Começaremos pelos tipos de variáveis, mas antes de tudo, o que é uma variável? Imaginem esta situação: temos uma caixa e essa caixa está vazia. Dentro dessa caixa, colocamos uma bola. No contexto da programação, a analogia que podemos fazer é que a caixa é a variável, e a informação é o que atribuímos à variável. Assim, nossa variável é a caixa e a informação que temos dentro da caixa é a bola. De forma muito semelhante, temos isso na linguagem de programação Python. A variável funciona como uma caixa, onde guardamos um dado, uma informação para usar depois.

Para ilustrar, vamos começar com um exemplo simples de uma variável numérica inteira em Python. Podemos definir uma variável x e atribuir a ela o valor 10:

x = 10

Explorando tipos de variáveis em Python

Aqui temos alguns exemplos. Nesta tabela, temos três colunas: variável, informação e tipo. Por exemplo, a variável nome, que é igual a Jules, e é do tipo palavra. A variável idade, que é igual a 29, e é do tipo número. Essas são as variáveis básicas que costumamos usar, mas há algumas outras. Falando mais especificamente de Python, temos as variáveis numéricas inteiras, que em Python se representam com int, por exemplo, x igual a 10. Então, x é nossa variável e 10 é a informação que estamos atribuindo a essa variável. Da mesma forma, os números flutuantes, onde consideramos os decimais, que em Python se representam com float, por exemplo, pi igual a 3.14:

pi = 3.14

Números complexos, que representamos como complexos, por exemplo, z igual a 2 mais 3j:

z = 2 + 3j

Temos variáveis de tipo texto, ou seja, as strings, que em Python se representam com str, nome igual a Jules. E as strings, os textos, devem ir entre aspas duplas ou simples. Também temos os tipos lógicos, booleanos, verdadeiro ou falso. Isso será muito útil para o controle de fluxo, e veremos mais adiante.

Carregando arquivos no Google Colab

Aqui temos um exemplo. Imaginem que temos idade. Esperamos que idade seja um número, mas foi escrito em formato de string, com o número entre aspas duplas. Como resolveríamos isso? Podemos converter essa variável para inteiro, utilizando funções específicas. E basicamente isso é o que vamos revisar em nossa primeira aula. Então, sem mais delongas, vamos ao Google Colab. Ainda temos a aula anterior carregada. Precisamos ir em File, Upload Notebook. E aqui vamos carregar os arquivos do módulo 2. No módulo 2, temos quatro aulas. A aula 01 é onde verificaremos tipos de variáveis. Selecionamos esse arquivo, arrastamos e, de imediato, carregamos nosso arquivo.

Sempre tentaremos trazer mais detalhes sobre o Google Colab ao longo de nossas aulas. Como fizemos anteriormente, devemos conectar com um ambiente. Quando não especificamos nada, conectamos ao ambiente padrão. Aqui estamos conectando ao ambiente padrão. É a mesma máquina que verificamos anteriormente. No entanto, no Google Colab, podemos ir à opção Runtime. Lá está Change Runtime Type e há algumas opções de máquinas diferentes. Aqui estamos usando uma máquina com CPU. Podemos selecionar uma máquina com GPU também. Além disso, podemos mudar o Runtime Type. Neste caso, estamos usando uma máquina com Python. Poderíamos querer trabalhar com R ou com Julia. Basicamente, aqui podemos selecionar o ambiente que vamos usar. Mas selecionemos o padrão. Aqui, uma máquina que tem Python, essas configurações de hardware. E vamos começar nossa aula.

Criando variáveis e utilizando o método print

Módulo 2: variáveis, tipos e operadores. Aqui trataremos dos tipos primitivos e da conversão de tipos na primeira aula. Como vimos antes, uma variável funciona como uma caixa, um espaço onde vamos armazenar alguma informação. Por exemplo, nome igual a Maria, idade igual a 25:

nome = "Maria"
idade = 25

A variável nome que guarda a informação Maria é de tipo texto, e idade, que guarda o número 25, seria de tipo numérico.

Vamos criar algumas variáveis. Vou criar a variável idade. No meu caso, usarei como exemplo. Tenho 29 anos e meu nome será Július. Sobrenome, colocarei como Mitoura. As variáveis de tipo string, de tipo texto, devem ser especificadas entre aspas duplas ou simples. Criei minhas variáveis e posso usá-las em outro bloco de código. Para criar um novo bloco de código, podemos usar a opção de arrastar até a metade da célula, na parte inferior. Por exemplo, agora poderia fazer print(idade), 29. Poderia fazer print(nome), Július. print(sobrenome), aqui tenho Mitoura.

idade = 29
nome = "Julles"
sobrenome = "Mitoura"

O que é print? Se escrevermos print, por exemplo, e os parênteses, já mostra uma descrição sobre esse método. Print basicamente vai imprimir uma variável e aqui há algumas descrições básicas. Neste momento, isso pode parecer um pouco complexo, mas tentaremos aprofundar à medida que avançamos no curso. O print é basicamente uma função à qual devemos passar um argumento, um parâmetro. Por exemplo, quando fazemos print e print(idade * 2), esse é o parâmetro que estamos passando ao método print. Então, basicamente imprimirá esse resultado. Então, 2 vezes 29, 58.

print(idade)
print(nome)
print(sobrenome)
print(idade * 2)

Explorando tipos primitivos de variáveis

Agora, quais são os tipos primitivos de variáveis em Python? Temos inteiros, floats, strings e booleanos. Esses são os mais comuns e utilizados. No primeiro exemplo, tentaremos criar variáveis de tipo numérico. Por exemplo, pi igual a 3.14, idade, que já havia criado antes, e este é um ponto interessante. Aqui criei pi e poderia facilmente fazer print e imprimir o valor de pi. Mas também posso imprimir idade. E idade foi criada em uma célula anterior. É o que criamos anteriormente. E a magia do Google Colab: podemos criar variáveis em células separadas e reutilizá-las em outras células. O importante é que já as tenhamos definido.

pi = 3.14
print(pi)
print(idade)

Vou mostrar um exemplo. Aqui posso resetar a sessão. No momento em que resetamos a sessão, basicamente desfazemos o que executamos anteriormente. Se tentar agora fazer print(idade), diz que idade não foi definida. E, de fato, não foi definida, porque resetei a sessão, perdi as variáveis, precisaria executar essa célula, e agora sim posso fazer print(idade), sobrenome, e assim por diante.

Criando e verificando tipos de variáveis

Neste exemplo, nos pedem para criar as variáveis idade, preco e altura. Vamos criar idade. Idade igual a 29, preco, e atenção, não podemos usar a "ç" nem caracteres especiais, então será preco, nem qualquer tipo de sinal, por exemplo, se quisermos fazer, por exemplo, numero, numero igual a 1.

idade = 29
preco = 1.99
altura = 1.79

Ao tentar imprimir esse valor, ele mostrará o valor igual a 1, mas isso não é uma boa prática. Quero corrigir o que disse. Não é que não possamos, mas não é uma boa prática no contexto da programação. Devemos evitar usar sinais ou símbolos dentro do nome das variáveis, definindo o nome da variável da forma mais simples possível. Por exemplo, preço será preco, da mesma forma, altura. Então, preco será 1.99. A altura, minha altura é 1.79. Criamos nossas variáveis, vamos eliminar a célula que é desnecessária, e aqui nos pedem para usar o método type para verificar o tipo da variável.

Se criarmos essas variáveis, vamos criar uma célula abaixo e tentar verificar o tipo da variável idade. Isso nos retorna um inteiro. Podemos verificar o tipo da variável preco, que neste caso é um float (flutuante), e também verificar a altura, que também é um float. Esses são os tipos numéricos básicos: inteiro e float. Para verificar o tipo de uma variável, usamos o método type.

print(type(idade))
print(type(preco))
print(type(altura))

Trabalhando com tipos de texto e booleanos

Agora, sobre tipos de texto e lógicos. Para criar uma variável de tipo texto, podemos fazer o seguinte: aqui nos pedem para criar nome, então nome igual a Jules, a variável mensagem, colocaremos "Olá, Jules". Agora, se temos carteira, nos pedem para criar variáveis de tipo strings e booleanos. Temos carteira, então colocaremos como igual a True, porque essa informação é verdadeira. É maior de idade, colocaremos como True também. Executaremos, criaremos uma nova célula, e vejamos o que faremos agora: verificar os tipos das variáveis. O tipo de nome é uma string, da mesma forma, mensagem, que também é uma string. Carteira é do tipo booleano, e é menor de idade também é booleano. Neste caso, é menor de idade deveria ser False, porque temos 29 anos. Executemos novamente, ainda é do tipo booleano.

nome = 'Julles'
mensagem = "Oi, Julles. Tudo bem?"
tem_carteira = True
e_maior_idade = False
print(type(nome))
print(type(mensagem))
print(type(tem_carteira))
print(type(e_maior_idade))

Convertendo tipos de variáveis

Agora, sobre conversão de tipos de variáveis. Para converter uma variável, usamos os métodos int, float, str e bool. Primeiro, queremos converter 42 para inteiro, então criaremos uma variável chamada var, que é igual a 42. Verificamos o tipo dessa variável. É do tipo string, mas o que podemos fazer? Podemos colocar esse 42 dentro de int, abrimos os parênteses, e assim, convertimos o que era uma string para uma variável de tipo inteiro.

var = "42"
print(type(var))
var = int(var)
print(type(var))

Agora nos pedem para fazer o mesmo para 19.99, simplesmente copiaremos o valor e o colaremos aqui. Primeiro, faremos o seguinte: criaremos a variável var, imprimiremos seu tipo, e depois redefiniremos essa variável, faremos var igual a float(var). Aqui estamos reutilizando a variável anterior e criando uma nova variável com o mesmo nome. Quando imprimirmos o tipo, antes era string, agora é do tipo float. Mas aqui, precisamos colocar um print, da mesma forma nesta segunda execução. Primeiro era string e depois tipo float.

var = "19.99"
print(type(var))
var = float(var)
print(type(var))

Agora querem que convertamos 25 para uma string. Vamos criar uma nova célula. Criaremos var_02, que é igual a 25. O que faremos agora? Imprimiremos, vamos converter essa variável para tipo string, então aqui str(var_02). Agora é, de fato, do tipo string, mas precisamos fazer o seguinte: vamos verificar seu type. Quando executamos, é do tipo string. Aqui estamos concatenando uma série de métodos que já fizemos. Sempre se lê de dentro para fora. Primeiro criamos a variável que é de tipo inteiro. Nesse momento, a convertemos para string, depois verificamos o tipo e, em seguida, imprimimos o resultado de tudo isso. Poderíamos fazer isso de forma isolada. Por exemplo, aqui var_02 agora como string. Então, o que estamos fazendo? Pegando var_02 e convertendo-a. Agora criaremos tipo, que é basicamente o type de str(var_02) e poderíamos imprimir aqui apenas o tipo. Basicamente, nosso resultado deve ser similar.

var_02 = 25
var_02_str = str(var_02)
tipo = type(var_02_str)
print(tipo)

Realizando cálculos com variáveis convertidas

Façamos um cálculo com os valores convertidos. O que nos pedem para fazer? Converter esses valores e fazer algum cálculo. Criaremos aqui uma variável var_01, que é 42. Agora criaremos var_02, que será igual a 19.99. O que podemos tentar fazer? Se fizermos var_01 mais var_02, isso nos devolve uma string. Isso é uma string. Essa soma não é correta. Basicamente, juntou os dois números como texto. Aqui basicamente temos 42 e ele concatenou com 19.99. Se quisermos fazer uma operação matemática, por exemplo, temos que converter o primeiro para inteiro e o segundo para float. Agora sim, o resultado é um número correto.

var_01 = "42"
var_02 = "19.99"
print(int(var_01) + float(var_02))

Já que mostramos isso, tentemos agora um exercício usando nossas strings. Criamos nome_01, que é Jules, e colocamos um espaço. Agora criaremos nome_02 e colocaremos Mitora. Se tentarmos imprimir nome_01 com nome_02, isso faz: Jules Mitora. Basicamente concatenou os dois valores. Também podemos fazer operações com strings ou textos.

Aqui outro exemplo: calcular o total de compra com preços em texto. Convertemos os preços de texto para float e calculamos o valor total. Criamos três variáveis de tipo compra. Por exemplo, aqui deu R$19,90. A compra_02 deu R$20,00. Se quisermos o valor total, precisamos converter ambos para float. Será float(compra_01) mais float(compra_02). Aí podemos imprimir, fazer o print de valor_total. E, ao escrever errado, indicou que essa variável não existe, porque, de fato, a escrevemos errado. Agora sim, R$39,90.

compra_01 = "19.90"
compra_02 = "20.00"
valor_total = float(compra_01) + float(compra_02)
print(valor_total)

Calculando o salário semanal e mensal

Aqui há um exercício prático para calcular o salário semanal de João. Vamos fazer o seguinte. Primeiro, vamos criar as variáveis que trazem os resultados numéricos de interesse para que possamos operar e fazer nossos respectivos cálculos. João trabalha 40 horas por semana. Então, total_horas = 40. E ele recebe R$25,50 por hora. O valor de cada hora é R$25,50. Consideramos que o mês tem 4 semanas. Se definirmos isso como total_horas_semana e o outro como total_horas_mes, o que faremos aqui? Será 4 por 40, porque pede considerar 4 semanas no mês. Podemos fazer salario_semana, que será basicamente o total de horas por semana multiplicado pelo valor da hora. E se quisermos o salario_mes, o que faremos? Será o valor da hora pelo total de horas por mês, que multiplica o valor da hora. Vamos fazer o print, colocar aqui em texto, o valor por semana é... E o que fazemos? Abaixo colocaremos outro print e aqui imprimiremos o salário da semana. Então, ganha R$1.020 por semana. Repetiremos o mesmo para o mês. O valor por mês é... E agora faremos um print do salário, mas agora é salario_mes. Então, por semana ganha R$1.020 e por mês R$4.080.

total_horas_semana = 40
total_horas_mes = 4 * 40
valor_hora = 25.50
salario_semana = total_horas_semana * valor_hora
salario_mes = total_horas_mes * valor_hora
print("O valor por semana é:")
print(salario_semana)
print("O valor por mes é:")
print(salario_mes)

Concluindo a primeira aula sobre variáveis

Com isso, encerramos nossa primeira aula, onde falamos sobre tipos primitivos e conversão de tipos de variável. Na próxima aula, traremos mais detalhes sobre variáveis em Python e operações. Obrigado pela atenção. Nos vemos na próxima aula.

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