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Governança de dados: Políticas de governança de dados

Por que precisamos de políticas de governança de dados? - Apresentação

Apresentando o instrutor e o curso

Olá! Meu nome é Felipe Trombini e serei seu instrutor ao longo deste curso, no qual exploraremos as políticas de governança de dados.

Audiodescrição: Felipe é um homem de pele clara, com 38 anos, cabelos castanhos, olhos castanhos e barba curta. Ele veste uma camiseta verde escuro e está no estúdio da Alura.

Compartilhando a trajetória profissional

Antes de começarmos a entender o assunto de hoje, gostaria de compartilhar um pouco da nossa trajetória, composta por 22 anos de experiência no mercado de trabalho, sempre estudando dados de diferentes setores, tanto dentro quanto fora do Brasil. Durante esse tempo, aprendemos sobre decisões orientadas por dados, algo que atualmente parece ser tão natural, mas que ao longo da nossa jornada evoluímos em termos de maturidade, percepção de valor e compreensão do porquê dessas decisões serem tomadas. Isso é o que nos motiva e nos trouxe aqui para compartilhar essas experiências com vocês.

Introduzindo a importância das políticas de dados

Hoje, vamos gerar consciência sobre a importância das políticas de dados e como elas sustentam a confiabilidade e a estratégia do negócio. Discutiremos para que servem as políticas de governança de dados, como elas são transformadas em um acordo organizacional e por que elas definem as orientações a serem seguidas.

Esperamos que aproveitem o conteúdo e nos acompanhem ao longo dos próximos vídeos. Até lá!

Por que precisamos de políticas de governança de dados? - Por que precisamos das políticas?

Discutindo a responsabilidade pelos dados

Antes de responder a essa pergunta, vamos retomar o raciocínio de outra questão frequente: quem é responsável pelos dados dentro de uma empresa? Além disso, em que esse responsável se baseia? Na prática, cada dado possui seu respectivo domínio responsável, mas a forma como cuidamos dele precisa ter regras claras. Sem essas regras, cada área pode criar seu próprio método, resultando em relatórios inconsistentes, retrabalhos frequentes e decisões baseadas em versões diferentes da verdade.

A ideia é criarmos uma trilha, uma direção a ser seguida, com o objetivo de ensinar a todos o mesmo caminho. É exatamente para isso que servem as políticas de governança de dados. Elas não são um manual burocrático, mas sim um acordo organizacional que define as orientações a serem seguidas.

Explicando a importância das políticas de governança de dados

Hoje, vamos entender por que essas políticas são tão essenciais e o que acontece quando elas não existem. Imagine, nesse momento, dois gestores olhando para o mesmo indicador.

O cancelamento de pedidos pode apresentar discrepâncias, como um relatório indicando 3% e outro 7%, com ambos garantindo estar corretos. O problema não reside nos números, mas na ausência de regras claras sobre como os dados foram ou devem ser tratados. É nesse contexto que a política de governança de dados se torna relevante. Trata-se de um conjunto de regras que assegura que todos falem a mesma língua quando o assunto é dado.

Ilustrando as consequências da falta de governança

Se uma empresa passar por uma auditoria sobre dados dos seus clientes e for constatado que o mesmo cliente possui três versões diferentes de cadastro, documentos, endereços e históricos de vendas, isso provavelmente indica que cada área ou usuário alimenta seus sistemas de forma independente, sem seguir um padrão. Quando o time comercial tenta cruzar esses dados, os relatórios simplesmente não coincidem. O resultado disso pode ser a perda de muitos dias tentando entender qual era a informação correta.

E o que isso significa em termos de negócio? Significa retrabalho, riscos de compliance e até decisões imprecisas. Tudo isso por um motivo simples: a falta de políticas que definam regras claras para a gestão dos dados de clientes.

Por que precisamos de políticas de governança de dados? - Política x Procedimento

Comparando política de governança de dados e procedimentos

Pensemos agora na política de governança de dados como a Constituição dos Dados da Empresa. Trata-se do documento que define as regras gerais, o que precisa ser feito, por quem e com qual propósito. Ela difere de um procedimento. A política estabelece o que deve ser feito, enquanto o procedimento explica como fazer.

Por exemplo, a política determina que os dados mestres de clientes devem ser revisados mensalmente. Já o procedimento detalha como realizar essa revisão, em qual sistema e quem valida. Mencionamos anteriormente que, sem uma política, cada área cria sua própria forma de tratar os dados.

Abordando a importância das políticas de dados

Quando um negócio precisa consolidar todas as informações, os problemas podem surgir. Após definirmos a política de qualidade de dados de clientes, passamos a ter diretrizes claras, como onde deve ser feito o cadastro, quando deve ocorrer a validação e quais são as responsabilidades dos envolvidos. Com esse tipo de implementação, é provável que, após um período, o índice de inconsistências seja reduzido e o tempo de espera para respostas de auditoria também diminua. Esse é o poder das políticas: eliminar a ambiguidade e criar confiança nas informações. Veremos mais sobre isso no próximo vídeo. Até lá!

Sobre o curso Governança de dados: Políticas de governança de dados

O curso Governança de dados: Políticas de governança de dados possui 40 minutos de vídeos, em um total de 39 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Governança de Dados em Data Science, ou leia nossos artigos de Data Science.

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