Olá, estudante da Alura! Eu sou o instrutor Pedro. Eu estou aqui para dar as boas-vindas a mais um curso da nossa plataforma Alura.
Audiodescrição: Eu sou um homem branco, com cabelos escuros e barba escura. Estou vestindo roupa preta e, neste momento, estou em um ambiente iluminado pelas cores rosa e azul.
Neste curso, vamos abordar a ferramenta do momento para quem busca desenvolvimento baseado em modelos de IA, com foco em agentes e LLMs. Estamos aqui para compartilhar com você o que é o Cursor.
Antes de começarmos, gostaríamos de saber sua preferência de interface. Você prefere uma janela mais minimalista, com foco no chat (bate-papo) e pouca visualização de código, como estamos exibindo agora no computador? Ou prefere visualizar os arquivos de código, manter a janela do agente separada e o chat (bate-papo) em outro canto? Qual é a sua preferência? Nós vamos mostrar o melhor dos dois mundos.
Vamos apresentar o que é o Cursor, como conseguimos reunir o melhor desses dois mundos dentro da ferramenta, e responder às principais dúvidas:
Eu tenho mais de 10 anos de experiência no mercado e estou aqui para trazer essas e muitas outras informações. Vamos lá.
Este curso tem como objetivo ser o mais full stack (pilha completa) possível. Porém, vamos utilizar, durante as demonstrações, os projetos e demais atividades, as seguintes ferramentas:
Vamos utilizar TypeScript juntamente com React como base para o front-end (camada de interface). Também utilizaremos TypeScript com Node.js para implementar funções e utilitários, a fim de facilitar nosso trabalho enquanto pessoas desenvolvedoras, reduzir mudanças tecnológicas e alcançar o maior número possível de pessoas interessadas em conhecer e utilizar o Cursor.
Adotaremos o Supabase como nosso serviço de banco de dados as-a-service (como serviço), para não precisarmos lidar com configurações complexas. A partir disso, teremos dois modos de funcionamento. Caso você não utilize o Supabase, o projeto funcionará localmente sem problemas. As pastas de API e de front-end (camada de interface) foram estruturadas para esse cenário local, sem necessidade de conexão com o Supabase. As chaves e o banco do Supabase estão separados e não estarão acessíveis publicamente.
Este curso foi pensado para possibilitar o acesso ao maior número de pessoas. O foco principal do conteúdo é o Cursor, a ferramenta protagonista desta jornada. E você, estudante, protagonista da sua carreira, está no lugar certo para aprender a utilizar a ferramenta do momento.
Com essas informações iniciais, vamos conhecer o Merge Conf. Trata-se de um projeto que surgiu com o objetivo de organizar conferências: como estruturamos espaços, salas, horários e, a partir disso, como criamos uma agenda para os eventos. Ao longo dos anos, várias pessoas contribuíram com o projeto, deixando pendências e melhorias a serem realizadas.
Nossas tarefas e pendências estarão em uma pasta específica. A documentação do que precisa ser feito estará no arquivo README.md, disponível no repositório oficial, onde será possível acessar todas as informações necessárias para conduzir o desenvolvimento local da melhor forma.
Em seguida, analisaremos o Merge Conf para entender suas dificuldades e necessidades e iniciaremos a migração das informações. Começaremos com foco no código, depois avançaremos para uma interface visual minimalista e, posteriormente, poderemos explorar uma etapa de web (web) e automação, sem muitos spoilers.
Vejo você então na sequência para iniciarmos nossa jornada no CursorApp.
Bom, estudante da Alura, depois de termos explorado o projeto do MergeConf e definido o escopo que pretendemos adotar a partir de agora, vamos estabelecer expectativas claras sobre a mudança de ferramenta.
Pode ser que o Cursor seja uma novidade para você, ou não. Ainda assim, vamos tratá-lo como um início do zero: como instalar, como configurar e como preparar o ambiente. Quando mudamos de emprego, de cargo, de tecnologia (stack, pilha tecnológica) ou de linguagem, não começamos no primeiro momento já modificando o código ou assumindo uma tarefa para entregar com a mesma facilidade e qualidade que tínhamos anteriormente. Precisamos de um período para entender a ferramenta, migrar configurações, revisar como instalar e configurar. Esse primeiro momento serve tanto para quem já utiliza o Cursor quanto para quem está migrando, seja do Visual Studio Code ou de outra IDE (Ambiente de Desenvolvimento Integrado).
Estamos no site do Cursor. Para acessá-lo, no navegador Google Chrome, basta digitar cursor.com na barra de endereço. O site oferece tradução automática para o português. Ao entrar, encontramos uma seção de destaque, a chamada hero (seção de destaque), logo abaixo do header (cabeçalho), com alguns call to actions (chamadas para ação), isto é, botões para ver os primeiros passos, solicitar uma demonstração, entre outros. A seguir, há uma área demonstrativa do Cursor em funcionamento em um ambiente simulado, permitindo visualizar a interação com diferentes linguagens, com os agents (agentes) e demais recursos.
Em seguida, o site apresenta empresas que provavelmente têm algum tipo de contrato ou utilização do Cursor em seu ferramental. Ao observar essa lista, percebemos que não estamos falando apenas de um editor de código, mas de uma interface completa que empresas utilizam no desenvolvimento do dia a dia, de forma organizada e automatizada, com várias ferramentas integradas.
O Cursor adota uma abordagem agent-first (foco em agentes). Toda a forma de trabalhar com o Cursor — como veremos passo a passo, na prática — é pensada para o desenvolvimento com apoio de IAs, utilizando LLMs — Large Language Models (Modelos de Linguagem de Grande Escala) — em conjunto com agents (agentes). Também aparecerão termos como CI/CD (Integração Contínua/Entrega Contínua). Utilizaremos os termos em inglês no original quando apropriado e explicaremos as traduções para facilitar a compreensão dentro e fora deste curso.
Ainda no site do Cursor, há demonstrações em vídeo, exemplos de paralelismo e automação, além de comentários e explicações detalhadas. Ao rolar a página, vemos integrações com aplicativos para mobile (dispositivos móveis). Conseguimos conectar o uso no desktop (computador) ao celular. Por exemplo: estamos no Mac, desenvolvendo, e precisamos sair. Pelo aplicativo do Cursor, lemos um QR Code (código QR) e temos acesso à sessão que está em execução na nossa máquina. Para isso, podemos configurar a máquina para não entrar em repouso enquanto a aplicação está rodando. A partir do celular, nessa sessão vinculada, conseguimos interagir com o editor, verificar o funcionamento, executar testes, enviar comandos para as LLMs e para os agents (agentes), acompanhar o que está acontecendo e solicitar novas tarefas. Trata-se de uma ferramenta completa e em evolução constante. Hoje, dia 6 de setembro, há uma atualização registrada no dia 2 de setembro, e antes disso houve três atualizações em agosto. O changelog (registro de alterações) é atualizado com frequência, o que é importante para nós, enquanto pessoas desenvolvedoras, que precisamos de ferramentas atuais.
Para começar a utilizar a ferramenta, clicamos no botão “Baixar”, localizado no canto superior direito do site. Esse é um call to action (chamada para ação) ao lado dos botões de login (autenticação) e “Fale com vendas”. Ao clicar em “Baixar”, são apresentadas algumas opções e, em geral, o download (transferência) inicia automaticamente. Se já tivermos o Cursor instalado, não é necessário baixar novamente. No Mac, o download é feito no formato .dmg, extensão utilizada para instalar aplicações no sistema.
Se você estiver utilizando qualquer sistema operacional — macOS, Windows ou Linux — a primeira opção de download costuma ser a correspondente ao seu ecossistema. Caso, ao clicar em Baixar, o site não mostre primeiro o seu sistema operacional, basta rolar a página para baixo. Nessa seção, o site estará em inglês, mesmo que na barra de endereços apareça pt-BR. Essa parte ainda não possui tradução dentro do site, então não temos um guia 100% em português. Esperamos que isso não seja um problema.
Ao rolar a página, encontramos todas as formas de download e todas as versões do Cursor disponíveis. No nosso caso, como estamos utilizando um Mac, o site exibe macOS como primeira opção no canto esquerdo, Windows ao centro e Linux no canto direito. Basta escolher a versão correspondente ao seu sistema operacional. Para Windows, há dois instaladores: o de sistema (instala para todos os usuários, com permissões elevadas) e o de usuário (para ambientes com acessos restritos, como máquinas de trabalho). As diferenças são basicamente de permissões que o Windows trata de forma distinta de sistemas baseados em Linux. No caso do macOS, por baixo dos panos há um código Linux modificado para funcionar no Mac. Esse é outro tema; podemos discutir aspectos de sistemas operacionais em outro momento. Selecionada a versão, clique em Download e faça a instalação. É um instalador padrão, sem mistérios.
Antes de partirmos para a interatividade com o Cursor instalado nos nossos computadores, é importante criar a conta. Vamos abrir uma aba anônima no Mac, acessar cursor.com e clicar em Fazer login. A partir daí, temos algumas formas de autenticação: reutilizar uma conta do Google (Gmail), do GitHub, ou usar um e-mail da iCloud. Há também uma possibilidade interessante: o X (antigo Twitter). A empresa xAI, que desenvolve a IA Grok e está associada à empresa X, adquiriu o Cursor recentemente. Se você tem uma conta do Grok ou dentro do X, é possível fazer login pelo xAI. Caso prefira criar uma conta do zero, abaixo do botão de call to action (chamada para ação) “Continuar com e-mail”, há um botão de cadastro. Clicando nele, abrimos um formulário convencional (nome, sobrenome, e-mail, confirmações e validações), com o processo padrão de criação e confirmação de conta.
Após fazer login, caímos na página inicial do Cursor. Hoje já é possível utilizar o Cursor via web (navegador), sem instalar nada no computador. Se quisermos programar via web, conseguimos, mas teremos algumas limitações dependendo do tipo de conta. No canto inferior esquerdo, aparecem a foto, o nome e o tipo de conta; no nosso caso, o tipo é PRO.
Mantemos assinaturas do Cursor, Claude, Grok e Gemini, entre outras ferramentas, não apenas por questões de trabalho, mas porque estamos sempre estudando sobre IA, inclusive finalizando um MBA nessa área. Como estamos sempre testando, adotamos pelo menos os planos básicos para experimentação.
A conta gratuita tem algumas limitações, mas isso não impede o uso do Cursor, tanto no modo web (navegador) quanto com o aplicativo instalado — que veremos na sequência —, apenas com possíveis restrições de uso, principalmente na parte web.
Para iniciar interações via navegador, podemos usar o botão central Start from Scratch (Começar do zero). Há uma caixa de texto, podemos selecionar o agent (agente) e a plataforma. Como já vinculamos nossa conta do GitHub, os diretórios e projetos que aparecem são os do nosso GitHub, tanto pessoal quanto da nossa empresa. Repositórios de empresas com as quais trabalhamos não estão vinculados aqui, pois estamos gravando um curso e não queremos expor informações.
Selecionando, por exemplo, um projeto já gravado (como o Buscante) no ambiente cloud (nuvem), conseguimos escolher a branch (ramificação) com a qual queremos trabalhar, passar comandos e selecionar o tipo de agent (agente), tudo pela interface web (navegador).
Existem ainda configurações adicionais, incluindo os cloud agents (agentes em nuvem), que veremos mais adiante. Agora, vamos configurar o Cursor instalado no nosso computador, especialmente útil se você veio do Visual Studio Code, como foi o nosso caso. Por muitos anos, essa foi a nossa IDE mais utilizada — tanto o Visual Studio Code quanto o Visual Studio Code Insiders —, e trabalhamos bastante testando mudanças e reportando bugs.
As duas plataformas, tanto o Visual Studio Code quanto o Visual Studio Code Insiders, foram nossas ferramentas preferidas por muitos anos.
Se temos aquela configuração valorizada, em que alteramos nossas keybinds (associações de teclas) e os atalhos no computador, às vezes não queremos migrar para uma ferramenta nova, pois teríamos que refazer tudo.
Vamos aprender que, se quisermos, conseguimos transferir essas informações de um editor para o outro.
Vamos ver isso na prática. Esperamos que, na sequência, o Cursor já esteja instalado em seu computador. Vamos seguir, aprendendo mais sobre o Cursor como uma ferramenta de desenvolvimento moderno, voltada a pessoas estudantes.
Vamos começar abrindo o Cursor.
Estamos com o Visual Studio Code aberto, inclusive no projeto que demonstramos em sequências anteriores deste vídeo. Temos um Visual Studio Code com várias personalizações: cores específicas configuradas ao longo de anos desenvolvendo. Quando olhamos para essa tela, vemos nossa trajetória como pessoas desenvolvedoras que utilizaram essa ferramenta e a personalizaram de acordo com as necessidades.
O mesmo vale para o Visual Studio Code - Insiders. A interface é bastante semelhante, apesar de pequenas diferenças. Existem variações entre uma versão e outra, principalmente em algumas cores que deixamos de propósito para visualizarmos a diferença entre as versões. Ainda assim, ambas funcionam de forma muito próxima atualmente, tanto o Visual Studio Code - Insiders quanto a versão padrão do Visual Studio Code.
Esta plataforma evoluiu substancialmente. No início, não havia, por exemplo, uma janela dedicada para Agents (Agentes), nem uma seção direcionada ao desenvolvimento AI First (IA em primeiro lugar), isto é, utilizando IAs como a principal forma de desenvolver software, que é nosso objetivo aqui, independentemente da linguagem. Não estamos falando especificamente de React, TypeScript, JavaScript ou qualquer outra; falamos de maneira independente de linguagem.
Quando utilizamos uma ferramenta que ainda não foca tanto em IA e surge outra como o Cursor, que já existe há bastante tempo — utilizamos o Cursor há mais de um ano, quase dois, como ferramenta paralela —, vale notar que o Visual Studio Code e o Visual Studio Code - Insiders, por serem ferramentas de código aberto, permitem que qualquer pessoa desenvolva um plugin (extensão), publique algo no Marketplace (loja de extensões) e disponibilize para a comunidade. Por isso, foram amplamente adotados. É claro que existem outras variações: há o Quiro, há o Sublime Text, que também evoluiu bastante após o avanço do Visual Studio Code. Temos diversas ferramentas para editar código, e até pessoas mais “raiz” utilizam o Vim. Utilizamos o Vim por muito tempo no início, quando trabalhávamos com PHP e scripts, acessando via terminal e editando diretamente no terminal. Hoje, porém, contamos com ferramentas que facilitam ainda mais o trabalho. O Cursor nasceu nesse contexto: prioriza o desenvolvimento com IA e, a partir disso, adiciona os demais recursos, sem desconsiderar sua importância. O Cursor já nasce com o pensamento AI First (IA em primeiro lugar), diferentemente do Visual Studio Code e de outras ferramentas que passaram a adotar esses recursos posteriormente.
No Visual Studio Code, podemos ver várias extensões instaladas — são 47 no total. Elas refletem nosso período trabalhando com .NET, Docker, Go e muitos outros itens. Mantemos uma infinidade de extensões que contam nossa história como pessoas desenvolvedoras, além das nossas configurações de keybindings (atalhos de teclado), que ajustamos conforme necessário e não gostaríamos de perder.
Visto isso, vamos fechar ambos, pois não vamos utilizá-los agora, e abrir o Cursor. Estamos utilizando um Mac e recorremos a uma ferramenta de busca para abrir as aplicações. Você, estudante, ao realizar a instalação, provavelmente terá um ícone criado em algum local do sistema para iniciar o Cursor. Caso ainda não tenha feito a instalação, quando fizer, verifique se foi criado um ícone na área de trabalho ou em outro local de inicialização para facilitar o acesso ao Cursor.
Ao abrir o Cursor, vamos maximizar a janela para ocupar todo o espaço da tela e aumentar o zoom para ampliar a fonte, tornando a visualização mais confortável para você e para nós também. A partir daqui, seguimos para os pontos mais relevantes.
Com o Cursor aberto, na tela inicial, no canto inferior esquerdo, onde ficam as informações de usuário, encontramos as opções de Settings (configurações) e o botão de Logout (sair). Ao clicar em Settings (configurações), acessamos a área de configuração da ferramenta em si. Percebemos que a sessão não estava sendo reconhecida, então validamos o login pela primeira opção, General (geral). A primeira seção é Cursor Account (conta do Cursor). Ao clicar em Open (abrir), somos redirecionados para o Dashboard (painel) na web. Na web, em Overview (visão geral), visualizamos a conta.
Nesta área, é possível configurar a conexão com o GitHub (GitHub) ou GitLab (GitLab), e também conectar ao Slack (Slack), que é um aplicativo de mensagens amplamente utilizado no ambiente corporativo. Há a seção de extensão do Cursor com plugins (extensões), que deixamos desabilitada, pois a intenção é realizar essas alterações gradualmente, testando cada uma na prática para entender como funcionam. Também estão disponíveis as configurações de assinatura. No nosso caso, utilizamos o Plano Pro, com valor de 20 dólares por mês. Em histórico de edições, o sistema exibe as últimas edições realizadas, o número de linhas editadas e outras métricas, além das conexões e integrações associadas ao Cursor.
Em Settings (configurações), conseguimos alterar o perfil: trocar e-mail, foto e nome, vincular contas como X (X), GitHub (GitHub), LinkedIn (LinkedIn) e site, e habilitar o perfil como privado ou não. Também é possível ajustar o tema. Todas essas configurações refletem no Cursor em execução no aplicativo, não apenas na interface web. Ao acessar Profile (perfil) e, em seguida, Appearance (aparência), controlamos a aparência da ferramenta. Essas informações ficam associadas à nossa conta.
Há opções específicas do Mac (Mac), como contraste do sistema operacional. Podemos escolher utilizar o contraste do sistema em vez do contraste definido no próprio Cursor. Existe uma ampla gama de conexões e configurações que diferem de outras ferramentas, oferecendo uma interatividade superior.
Antes de avançarmos para como importar configurações e migrar recursos, vamos acessar o repositório do projeto "Merge Conf". Retornamos à área principal da aplicação. No topo da aplicação, à direita, há o ícone da IDE (ambiente de desenvolvimento) com uma seta apontando na diagonal para cima, o menu de três pontos e um seletor de visualizações, incluindo o browser (navegador) embutido e a área de mudanças. Clicamos em IDE (ambiente de desenvolvimento) para alterar a visualização atual.
Ao instalar e abrir o Cursor, por padrão ele inicia em Agents (agentes), a visualização que estamos analisando. Assim como na interface web, há uma seleção de repositórios locais, e também é possível selecionar repositórios remotos a partir das contas vinculadas, como GitLab (GitLab) ou GitHub (GitHub). Posteriormente, vamos demonstrar na prática como realizar essa vinculação ao GitHub (GitHub), embora nossa conta já esteja vinculada.
Conseguimos iniciar projetos do zero e criar pastas diretamente nesse modo de Agents (agentes). Antes, no Visual Studio Code, especialmente antes das mudanças para atender à necessidade de AI Search (busca com IA), era preciso criar a pasta manualmente e abri-la separadamente na ferramenta para que aparecesse. Aqui, o Cursor já realiza um search (busca) local e coleta essas informações automaticamente.
Vamos abrir o projeto "Merge Conf". Como ainda não o abrimos no Mac (Mac) e o repositório não foi identificado, vamos buscá-lo localmente. Selecionamos a pasta "Repos" e pesquisamos por "Merge Conf". Caso não seja encontrado, clicamos em Open Folder (abrir pasta), pois o repositório pode estar em uma pasta sem permissão de acesso. Em Open Folder (abrir pasta), é exibida a janela do sistema para seleção. Selecionamos a localização do repositório, dentro da pasta "Alura" e, em seguida, a pasta "Merge Conf". Clicamos em Open (abrir) e o Cursor passa a ter acesso ao projeto "Merge Conf".
A ferramenta identifica as branches; por exemplo, exibe a branch Master. Também é possível selecionar o ambiente de execução: local no Mac (Mac) ou, como terceira opção, criar uma máquina remota para executar o projeto. Não utilizaremos execução remota neste momento. O importante é que o projeto foi identificado na tela inicial da aplicação.
Se quisermos criar um Workspace (espaço de trabalho) para este repositório e facilitar o acesso no modo IDE (ambiente de desenvolvimento), basta abrir o menu lateral esquerdo em Workspace (espaço de trabalho), clicar no segundo ícone, Open Workspace (abrir espaço de trabalho), e selecionar "Merge Conf". Ele passa a aparecer na identificação do Cursor como um Workspace (espaço de trabalho) existente. Ao selecionar, o projeto abre; porém, não ficou salvo na lista de Workspace (espaço de trabalho), possivelmente devido a uma instabilidade na conta.
Diante disso, clicamos em Logout (sair) para encerrar a sessão no Cursor. Isso também permite observar como a aplicação inicia ao primeiro acesso. Quando estamos deslogados, a aplicação exibe os botões Login (entrar) e Sign Up (cadastrar). Clicamos em Login (entrar) e somos redirecionados para o navegador. O Cursor oferece SSO (login único), isto é, Single Sign-On (login único), e já lista a opção de autenticação pela conta vinculada, no nosso caso, a conta do GitHub (GitHub). Após realizar o Login (entrar), notamos que, em Workspace (espaço de trabalho), o "Merge Conf" ainda não aparece como favoritado; portanto, ainda não está marcado como favorito.
Favorito: ao acessarmos a parte lateral esquerda, o sistema exibe nossa conta. As informações agora estão apresentadas de forma mais agradável, o que nos permite uma visão mais clara em comparação ao que víamos anteriormente.
Ao clicarmos na parte de IDE (Ambiente de Desenvolvimento Integrado), percebemos que ela é bastante parecida com o que temos no nosso Visual Studio Code (editor Visual Studio Code). As interações para criar um novo arquivo, adicionar um emulador e toda a visualização da janela de edição de texto são muito semelhantes às de outros editores, pois se trata, de fato, de uma janela de IDE (Ambiente de Desenvolvimento Integrado) para manipularmos o código.
Fechamos a página inicial e vemos a aparência inicial do Cursor (Cursor). Mesmo sendo um projeto AI First (prioridade em IA), ele iniciou com a interface de IDE (Ambiente de Desenvolvimento Integrado). Nessa tela, temos as opções de abrir um projeto, clonar um repositório, executar via SSH (Secure Shell) e até realizar esse controle via iOS (iOS), pois essa configuração já está vinculada à nossa conta.
O que importa aqui é abrir um projeto. Podemos clicar em Abrir projeto, seguir o mesmo caminho para localizar o diretório, entrar na pasta 'Alura' e, em seguida, na pasta 'Merge Conf'. O projeto é aberto como se estivéssemos trabalhando localmente. A organização da interface pode estar invertida em relação ao padrão, porque preferimos manter o controle de IA à esquerda, o código ao centro e as pastas à direita; é uma configuração que adotamos. Ainda assim, a visualização permanece muito semelhante ao nosso Visual Studio Code (editor Visual Studio Code).
Por exemplo, na lateral esquerda, vemos os arquivos do projeto. Podemos abrir um componente, como grade horários. Observamos que não há aquelas cores, ícones e configurações avançadas que utilizávamos no Visual Studio Code (editor Visual Studio Code); no Cursor (Cursor) isso ainda não foi migrado e também não contamos com todo o conjunto de ferramentas e extensões disponíveis lá. Ainda assim, temos toda a visualização necessária: a área central do código e, à direita, o modo Agents (agentes).
No modo Agents (agentes), conseguimos acionar quantos agentes quisermos para trabalhar no código. Nessa área, há um botão de +, um ícone de relógio que exibe o histórico e um botão de ... (três pontos), no qual fazemos configurações do editor, como a visibilidade dos ícones. Podemos, por exemplo, habilitar o Cloud Code (código em nuvem) para deixá-lo como padrão, sempre visível, caso optemos por utilizá-lo em lugar de outro agent (agente). O Cloud Code (código em nuvem) apresenta um inconveniente: em vez de aparecer na janela esquerda, onde ficam os agents (agentes), ele surge na lateral direita, abaixo da visualização de pastas. Conseguimos alterar isso, mas, sendo bem sinceros, não gostamos de usar o Cloud Code (código em nuvem) embutido no Cursor (Cursor); quando utilizamos o Cloud Code (código em nuvem), preferimos o terminal integrado ou o próprio modo Agents (agentes).
Dentro das ferramentas, podemos selecionar qual será o modelo. Temos acesso ao Grok 4.6 (Grok 4.6), Opus 5 (Opus 5), GPT Sol (GPT Sol) e conseguimos adicionar outros modelos. Estamos apenas apresentando por alto para irmos nos familiarizando; posteriormente, vamos detalhar cada um desses pontos, configurar, vincular contas e explorar como funciona essa visualização central da aplicação.
O que já sabemos até agora? O Cloud Code (código em nuvem) funciona integrado aqui, se quisermos. Existem dois tipos de visualização: o modo Agents (agentes) e o modo IDE (Ambiente de Desenvolvimento Integrado), mostrado anteriormente. No modo Agents (agentes), temos uma tela com chat (bate-papo) para interagir com os agentes, solicitar alterações e acompanhar o trabalho. A partir dessas visualizações, conseguimos interagir com projetos rodando localmente ou na Cloud (nuvem).
E como personalizamos essas visualizações agora, Pedro?
Veremos isso na sequência. Passamos um tempo considerável entendendo o funcionamento da aplicação, suas configurações e diferenças. Agora, sim, vamos aplicar as configurações desejadas e personalizar de forma que a aplicação adote um padrão.
Se não quisermos trazer nada, não há problema: podemos começar do zero. Caso queiramos importar configurações, isso também é possível. Veremos tudo na sequência, estudante.
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