Primeiras aulas do curso Introdução ao Adobe Lightroom: gerenciamento e tratamento de múltiplas fotos

Introdução ao Adobe Lightroom: gerenciamento e tratamento de múltiplas fotos

O Lightroom - Introdução

Já parou para se perguntar como você gerencia aquela quantidade de fotos que você tirou no seu trabalho como fotógrafo, ou até mesmo aquela quantidade de fotos que você tira quando você viaja ou vai para algum evento?

Seja bem-vindo ao curso de Lightroom, onde eu sou o professor Luiz Carlos e vou estar lecionando para vocês mais sobre como eu consigo trabalhar com esse gerenciamento.

Nós vamos ver aqui como eu consigo separar essas fotos, como eu consigo editar essas fotos dentro desse software de maneira mais rápida, como eu consigo criar filtros e coleções dinâmicas, para você que é aficionado em fotografia e precisa de muita forma de gerenciamento.

Além do mais, nós também vamos entender um pouquinho melhor como eu consigo separar o Lightroom Classic do Lightroom CC, qual a diferença entre os dois. Por que eu utilizo um, por que eu utilizo o outro, como eu publico isso de forma online, como eu salvo isso no meu computador. Se eu quero trabalhar com presets e sempre criar essas modificações nessas minhas fotos, por exemplo, tudo isso nós vamos ver através desse curso.

Espero que ele seja de grande valia para você, tanto para o lado profissional quanto para o lado pessoal. E nós vamos ver cada um desses passos ao decorrer das minhas aulas. Muito obrigado pela sua presença e te vejo no curso.

O Lightroom - Por que o Lightroom?

Seja bem-vindo ao curso de Lightroom. Para poder iniciar esse curso eu vou começar com a seguinte pergunta, por que o Lightroom?

Imagina o seguinte, se você está trabalhando ou não de maneira profissional com fotografia, é muito comum que você acabe tendo muito material para desenvolver. Eu, por exemplo, não trabalho como fotógrafo profissional e eu gosto muito de fotografar por hobby, em minhas viagens. Então em um passeio que eu fiz eu tirei algumas fotos, foi bem tranquilo.

Mas em uma viagem que eu fiz eu consegui tirar uma quantidade muito maior de fotos, então eu tenho um material bruto para poder desenvolver e trabalhar muito maior do que simplesmente cinco fotos, quatro fotos, em que eu posso organizar de maneira fácil e dinâmica. Isso daqui é a vida comum de quem trabalha com fotografia e é a vida comum de quem tem o hobby de fotografar.

Se você faz um serviço, por exemplo, fotografa aniversário de 15 anos, a média de fotografias que você vai tirar é entre 500 a 800 fotos, se não for mais do que isso. Quanto mais, mais você tem material para desenvolver e entregar um bom projeto.

A ideia é: se eu quero organizar isso, conseguir filtrar isso daqui, selecionar as melhores fotos, remover aquelas que eu vi que eu perdi algum quadro, não ficou legal, repeti alguma coisa, você tem que trabalhar com alguma maneira de gerenciar essas fotos e gerenciar isso apenas pelo Windows ou pelo Mac é um pouco ruim, e aí que vem a ideia de trabalhar com o Lightroom.

“Mas professor, eu conheço o Photoshop, por que não trabalhar com o Photoshop em vez do Lightroom?”. Aqui que nós temos que compreender a diferença entre os dois. O Lightroom é uma ferramenta para você gerenciar e trabalhar com o arquivo bruto. Você consegue fazer uma referência ao que nós tínhamos de darkroom.

Não sei se vocês já ouviram falar ou estão acostumados, devem ter visto em algum filme, mas as fotos quando eram tiradas de maneira analógica, precisavam pegar aquele filme, o negativo da foto, e simplesmente ir tratando aquilo para poder selecionar naquele meu filme quais fotos eu quero trabalhar, para daquela foto eu revelar, e eu pego o arquivo bruto para poder depois trabalhar com ele.

A ideia do Lightroom é a mesma coisa. Eu vou lidar com esses arquivos brutos, com esse negativo, selecionar as fotos, organizar. Para depois de organizar, eu tenho necessariamente que levar para um software que me permite trabalhar com composição, onde eu vou manipular aquela foto para alcançar resultados de blend de imagens, resultados de inserção de elementos na minha imagem, correção de determinadas coisas na imagem.

O Photoshop é mais focado para a ideia de composição. Eu já tratei, já peguei aquele meu material, eu vou levar para um software que me permite editar e compor aquilo. Enquanto o Lightroom vai trazer essa minha configuração mais bruta, selecionar o meu arquivo bruto, organizar o meu arquivo bruto, para daí desenvolver e trabalhar com ele.

Nós vamos trabalhar com dois tipos de Lightroom, exatamente, para poder identificar qual tipo de serviço você vai desenvolver. Nós temos aqui o Lightroom Classic, que é o mais antigo, então aqueles que já trabalham com esse software devem estar um pouco mais acostumados com ele.

O Lightroom Classic é um pouco mais denso, porque ele vai trazer configurações e organizações para você para gerar exatamente a parte da sua biblioteca, organizar e criar catálogos das fotos que você tirou. Você vai ter a parte de desenvolvimento para poder editar as suas fotos, mapa, criar livros, slideshow. Ele é um software mais bruto.

Normalmente, quem trabalha com fotografia, no sentido mais profissional, com grupo fotografias para entregar para o cliente, vai sentir necessidade de trabalhar com o Lightroom Classic.

E a Adobe vem trazendo uma linha de softwares um pouco diferentes, que são voltados para a automação, são voltados para coisas mais dinâmicas, mais leves, que é onde se encaixa o Lightroom CC.

Esse Lightroom CC vem com a premissa da Adobe de facilitar exatamente o trabalho para você. Você consegue notar a densidade da sua interface, e como é muito mais simples do que eu tenho no Lightroom Classic. Enquanto aqui eu vou ter milhares de organizações para poder tratar as minhas fotos, aqui de cara eu já consigo identificar tudo que eu posso trabalhar dentro daquele software.

Você consegue identificar que eu consigo exportar isso para a internet, eu consigo pegar a minha biblioteca e isso tudo aqui é voltado para aqueles que trabalham muito com o [MOBILE].

Se você é um cara que quer trabalhar de maneira mais rápida, mais dinâmica, não tem tempo para poder sentar em frente o computador e começar a tratar aquelas imagens, o Lightroom CC atende muito bem isso.

E é claro que ele já vem com algumas configurações de edição de imagem, edição de efeitos. É muito comum você assimilar esse software a um Instagram, por exemplo. Só que você vai ter o controle maior dos efeitos que você quer aplicar, gerar presets e daí publicar isso onde você tem interesse. É bem legal você saber qual dos softwares você quer utilizar para o tipo de serviço que você quer fazer, e nós vamos entender isso ao decorrer do curso.

O que nós vamos ver agora? Nós vamos começar a abrir um desses softwares e começar a identificar a interface de cada um deles, o que significa essa área da esquerda, o que significa essa área da direita, para saber como manusear de fato os dois softwares. E com o tempo você vai identificando qual vai ser o melhor uso ao decorrer do trabalho que você quer desenvolver. Então vamos lá para identificar um pouco melhor da interface. Vejo vocês no próximo vídeo.

O Lightroom - A interface do Lightroom

Para começar bem, é importante que você comece a entender a interface do Lightroom. Aqui estamos dentro do Lightroom Classic e nós conseguimos identificar uma pequena diferença da interface do Lightroom Classic com relação aos outros softwares da Adobe.

Para aqueles que já estão acostumados a trabalhar com o Photoshop, Illustrator ou algum outro software da Adobe, é muito comum que você ache aqui em cima, por exemplo, uma pequena opção para definir formas da área de trabalho, tipo para pintura, para edição de foto, para vídeo ou coisa do gênero.

Já no Lightroom você não vai ter essa mesma configuração, você vai ter ambientes de trabalho totalmente distintos, porque você vai devolver coisas diferentes dentro do mesmo software.

O que nós temos que entender aqui? Essas áreas vão estar separadas aqui em cima, no canto superior direito, onde vai mostrar para você exatamente o que você quer desenvolver, organizar sua biblioteca, trabalhar com desenvolvimento, trabalhar com mapa.

E é legal porque já que eu tenho essas formas de trabalho, em vez de mudar totalmente minha interface, ele sempre vai ter essa organização, onde eu vou ter uma paleta na área esquerda, uma paleta na área direita, minha área central e a área aqui embaixo. Ele vai ter essa organização para ficar mais fácil de desenvolver.

Entendendo um pouco mais desses meios de desenvolvimento dentro do Lightroom, nós temos primeiro a biblioteca. O que seria a biblioteca? Você tem aqui uma área para organizar todas as fotos que você vai desenvolver dentro do seu catálogo.

Se você pega aqui a biblioteca e vem para a área esquerda, você consegue ver que tem o navegador, vai ficar visível para você sempre. Você vai ter o catálogo, onde nós vamos organizar exatamente as fotos e o catálogo que eu estou trabalhando, vamos entender melhor isso ao decorrer do curso.

Folder, onde eu consigo desenvolver onde eu estou buscando aquelas minhas fotos, dentro do meu computador, dentro de um pen drive ou HD externo. As coleções, que são formas fáceis de organizar esse grupo de fotos que eu coloquei dentro do meu catálogo, também vamos aprofundar um pouco mais ao decorrer das aulas. E formas de publicação, como eu entrego isso para a web, como eu publico isso, como eu exporto as edições que eu fiz.

Enquanto aqui na direita, como eu estou em “Library”, eu vou ter sempre configurações relacionadas à minha biblioteca, ou seja, formas rápidas de aplicar certos desenvolvimentos, palavras-chave, comentários, onde eu posso trabalhar com várias outras pessoas com esse mesmo grupo de fotos, para eles verem o comentário que você colocou. Metadados, onde nós vamos entender melhor sobre isso.

É bem interessante você desenvolver e conhecer a interface, para saber que é mais fácil buscar as configurações na esquerda e na direita, e no centro visualizar as suas fotos.

Enquanto aqui embaixo nós vamos ter aquela coisa semelhante àquele negativo de fotos, não sei se vocês estão lembrados, alguns com certeza mexeram com isso, outros não estão acostumados. Mas aqui é onde nós temos aquela gama de fotos para você trabalhar com a revelação, é bem semelhante aqui no Lightroom, eu tenho aquela gama de fotos, como se fosse o negativo, para eu poder desenvolver e trabalhar com a revelação dela aqui no centro para mim.

No momento em que eu vou trocando as configurações da janela, eu tenho o desenvolvimento, onde eu posso pegar exatamente aquelas imagens e trabalhar com os seus efeitos aqui na direita, tem o histograma, da mesma forma, e os efeitos de desenvolvimento, cores, tons, correções de lente e coisas do gênero, e configurações e controle, escolha de fotos na minha esquerda.

Diferente da ideia dos catálogos, eu vou ter “Snapshots”, onde eu posso tirar fotos de momentos da minha edição, o histórico, tudo que eu vou estar trabalhando vai mostrando aqui para mim, e eu tenho as minhas coleções, porque é uma forma de organizar aquelas fotos que eu estou trabalhando.

Note que eu já tive alguma mudança de “Library” para “Develop”. Cada área aqui, apesar de manter a mesma configuração, muda as propriedades que eu posso alterar naquela minha fotografia.

[OU] nós vamos ter “Map”, eu consigo desenvolver na foto selecionada basicamente onde eu tirei aquela foto, configurações aqui na direita, suas seleções aqui na esquerda. Eu tenho “Book”, onde eu consigo trabalhar, seleciono aquela minha categoria de fotos, seleciono aquele álbum mesmo, e criando aqui uma maneira de gerar um livro para poder imprimir ou um trabalho diferente.

“Slideshow”, caso você queira criar os slides daquelas fotos, também trabalhando com configurações aqui na direita e seleção da foto aqui na esquerda. A sua forma de impressão e a sua configuração e desenvolvimento, para poder exportar para web, criando uma galeria ou alguma coisa do gênero.

O Lightroom tem essa forma de desenvolvimento muito fácil de identificar, mas também é fácil de se perder, por isso que é prestar atenção em qual área de trabalho você está desenvolvendo. Isso é o Lightroom Classic, ele é um pouco mais denso.

Já o Lightroom CC, o que nós temos aqui? Nós temos uma configuração muito mais enxuta, apesar de ter basicamente as mesmas áreas. Eu tenho uma área de trabalho, onde te dá boas-vindas, você consegue ver quais são as suas fotos recentes trabalhadas, tutoriais e guias que você pode pegar como referência, além de referências de fotos que tem ali embaixo.

Como eu posso vir na minha biblioteca, ou seja, as minhas fotos. Aqui você vai conseguir separar os seus álbuns, separar aquela mesma ideia de negativo aqui embaixo, escolher a sua foto e, na direita, você tem todas as ferramentas necessárias para trabalhar com as edições nas suas fotos e também as ferramentas para trabalhar com pequenos pontos.

Então ele é o mais enxuto, você não vai ter todas aquelas categorias de mapa, livros e várias outras coisas, mas você tem todas as edições básicas de Library e Develop que você tem no clássico, onde nós temos aqui a parte de exportação e publicação na web, e a parte de edição na sua biblioteca.

É bem tranquilo de entender, mas é muito importante que você sempre preste atenção em quais áreas você está devolvendo e para o que você está desenvolvendo, para que você tenha um bom desenvolvimento dentro do software e poupe o trabalho de ficar procurando onde está cada configuração e assim por diante.

Agora vamos continuar e aprofundar um pouco mais, criar o nosso catálogo, entender quais informações eu posso trabalhar com isso. E veremos isso nos próximos vídeos.

Sobre o curso Introdução ao Adobe Lightroom: gerenciamento e tratamento de múltiplas fotos

O curso Introdução ao Adobe Lightroom: gerenciamento e tratamento de múltiplas fotos possui 86 minutos de vídeos, em um total de 34 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Tratamento de Imagem em UX & Design, ou leia nossos artigos de UX & Design.

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