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      VSCode: Dicas e truques

      Tudo o que você precisa saber para tornar seu desenvolvimento mais prático dentro do VSCode. # Transcrição da aula Olá! Eu sou o Leonardo e nesse Alura+ vou apresentar para vocês um pouco do Visual Studio Code, também conhecido como VSCode ou VSC. O Visual Studio Code é uma IDE muito utilizada atualmente e com várias opções de atalhos e customizações. Com o VSCode aberto, começaremos a escrever código. Para isso, podemos criar um novo arquivo ou abrir uma pasta. Nesse caso, vou abrir uma pasta, o que facilita mantermos o código organizado. A pasta será criada no diretório "Documentos/Alura/Alura+ VSC". Não teremos nenhuma mudança visual grande, não abrimos nenhum editor e ainda não podemos escrever nenhum código. Isso porque ainda não temos um arquivo onde escrever esse código. Do lado esquerdo da tela, temos o "Explorer" do VSCode, que é onde ficam organizados nossos arquivos e editores. Dentro dos arquivos, temos a pasta "Alura+ VSC", onde estará o nosso código. Passando o mouse sobre esse menu, veremos algumas opções: * New File (novo arquivo) * New Folder (nova pasta) * Refresh Explorer (para atualizar o Explorer, por exemplo quando colocamos um arquivo por fora e ele não é detectado automaticamente) * Collapse Folders in Explorer (minimizar pastas no Explorer) Clicaremos em "New File" e, na caixa de texto que se abriu, digitaremos o nome do arquivo: app.js. O arquivo será criado e uma nova aba se abrirá no editor de código. Tínhamos outra aba aberta, "Getting Started", que podemos fechar. Começaremos criando uma variável. Como nosso arquivo é um .js, trabalharemos com Javascript. Ao começarmos a digitar const, uma caixa de sugestões será exibida, algo que pode nos ajudar a escrever o código. Criaremos a const nome com o valor igual a leo. const nome = "leo" Podemos mudar de ideia e, ao invés dessa const, fazer um console.log. Se apagarmos parte do nosso código, veremos que a caixa de diálogo não se abrirá novamente. Para que ela apareça, apertamos o comando "Ctrl + Espaço". Utilizando o "Enter", selecionaremos a palavra console e continuaremos o preenchimento com console.log(). Se quiséssemos o console.timeLog(), poderíamos nos dirigir a ele utilizando as setas para cima e para baixo. Mas além do Javascript, que outras linguagens de programação o VSCode suporta? No canto inferior direito da IDE, veremos a palavra "Javascript" como linguagem selecionada - isso porque estamos trabalhando com um arquivo .js e ele fez a detecção automaticamente. Se clicarmos nessa opção, abriremos um menu com todas as linguagens que podemos utilizar dentro do Visual Studio Code, dentre elas C, C++, Docker (dockerfile), Go, JSON, Lua, Markdown, dentre outras várias possibilidades. Vamos continuar trabalhando com Javascript. Se fôssemos escrever um código completo nesse Alura+, ele seria muito longo. Ao invés disso, pegaremos um código pré-preparado e o copiaremos para o arquivo app.js. Usaremos "Ctrl + A" para selecionar o conteúdo de source.js, "Ctrl + C" para copiá-lo e "Ctrl + V" para copiá-lo" no nosso arquivo. A primeira coisa que faremos é executar esse código. Porém, navegar pelas pastas dentro do console é um pouco trabalhoso. O Visual Studio Code também nos ajuda com isso, pois possui um terminal integrado. Abriremos o menu "Terminal" na parte superior da tela e clicaremos em "New Terminal", fazendo com que o console seja aberto na parte inferior da tela. Para executarmos, usaremos o comando node seguido do nome do arquivo. node app.js Ao pressionarmos "Enter", veremos que nada acontecerá. Note que a nossa tela está um pouco pequena, e podemos aumentá-la segurando a tecla "Ctrl" e usando o "+" do teclado. Da mesma forma, "Ctrl -" reduz o zoom da tela. Mas por que nosso código não retornou nada? Isso aconteceu pois esquecemos de salvar o conteúdo de app.js. O Visual Studio Code não salva os arquivos automaticamente. Isso é visível pelo aviso "1 unsaved" - ou seja, "um arquivo não salvo" - na área de editores do nosso menu. Além disso, tem uma "bolinha" ao lado do nome do arquivo app.js, tanto nos editores abertos quanto na sua aba, algo que também indica que o arquivo não foi salvo. Para salvar, usaremos o atalho "Ctrl + S" ou o menu "File > Save" (Arquivo > Salvar). Após salvarmos, voltaremos ao terminal e usaremos a tecla para cima do teclado para retornarmos ao último comando, node app.js. Ao pressionarmos "Enter", teremos duas saídas: > 8 > > [ 1 ] Vamos analisar o que nosso código faz para chegar a essas saídas. // idades = [30, 35, 28] // nomes = ["Ana", "Juliana", "Leonardo"] // faculdade = ["false, true, true"] // funcionarios = [nomes,idades,faculdade] // function eMaiorQue10(value) { // return value >= 10; // } // var filtrado = numeros.filter(eMaiorQue10); // //filtrado [é 12, 130, 44] // console.log(filtrado) const notas1 = [10, 6.5 , 8, 7.5] const notas2 = [9, 6, 6 ] const notas3 = [8.5, 9.5] const notasGerais = [notas1, notas2, notas3] let media = 0 for (let i = 0; i Word Wrap", cujo atalho é "Alt + Z". Isso fará com que parte do texto seja jogada para a próxima linha, que na verdade é uma continuação da linha 42 e não tem numeração, mantendo a 43 vazia. Salvaremos o arquivo e o executaremos novamente para verificarmos se não quebramos o código. Como temos o mesmo retorno, tudo continua correto. Outro ponto interessante: repare que na linha 39, o código console.log("retornou") parece "apagado", enquanto os demais códigos têm cores mais vivas. Ao deixarmos o ponteiro do mouse sobre ela, veremos a mensagem "Unreachable code detected", informando que o código dessa linha não é executado. Para resolvermos isso, podemos clicar sobre a linha e pressionar "Ctrl + .", abrindo o menu "Quick fix" (reparo rápido), que sugerirá remover essa linha. Como não queremos removê-la, mas sim executá-la, precisaremos encontrar outra alternativa - por exemplo, colocá-la antes do return da função teste() já que o essa instrução encerra a execução da função. Poderíamos recortar e colar o código, mas também existe outra maneira: segurar a tecla "Alt" com o cursor sobre a linha e pressionar a tecla para cima do teclado, movendo o código console.log("retornou") uma linha para cima. Após salvarmos e executarmos, continuaremos não recebendo nada, o que acontece pois a função teste() não é chamada nenhuma vez. Resolveremos isso incluindo a chamada da função. //... console.log(media) teste() function teste() { console.log("retornou") return 10 } //... Limparemos o console com clear e executaremos node app.js novamente. Podemos acessar esse código rapidamente pressionando para cima no teclado duas vezes. Como retorno, teremos: > 8 > > retornou > > [ 1 ] Agora nossa saída mudou, antes era só 8 e [ 1 ]. Vamos ver se realmente teve alteração? Usaremos "Alt + baixo" no teclado para descermos o console.log("retornou") para a linha original. Ao salvar e executar, voltaremos a ter o retorno anterior - ou seja, realmente funcionou. Quando estamos criando código, nem sempre tudo ocorre como esperado, e às vezes cometemos erros, por exemplo de sintaxe. Para testarmos isso, vamos incluir um erro bastante óbvio em nosso código: um + sozinho em uma linha. Repare que o VSCode realçará esse +, sublinhando-o. Além disso, o nome do arquivo app.js será realçado em vermelho tanto no menu "Open Editors" quanto na aba aberta, com o número "1" ao lado do nome, indicando o número de erros. No canto superior direito, temos também um pequeno resumo do nosso código, que inclui uma linha vermelha no ponto em que colocamos o +; e na barra de rolagem um tracinho será exibido na altura do erro. Nesse arquivo está fácil encontrarmos o erro, afinal nós o colocamos propositalmente. Porém, em códigos mais extensos, às vezes fica difícil encontrar os erros. Para contornar isso, podemos usar o atalho "F8" para navegar diretamente ao próximo erro, indicando também qual é o erro - nesse caso, temos a mensagem *"expression expected"*, ou seja, o Javascript espera uma expressão. Vamos simplesmente apagar o + que estava sozinho na linha e fechar a caixa de diálogo clicando no "x". Note que, após apagarmos o erro, a expressão *"expression expected"* ficara mais escura, indicando que foi resolvida. O Visual Studio Code também nos traz outras funcionalidades que podem ajudar no desenvolvimento. Vamos começar passando pelo array texto usando a expressão for. let texto = ["oi", "ok"] for A estrutura do for é bastante conhecida, e não precisamos fazê-la manualmente toda vez. Sendo assim, escreveremos for e usaremos "Ctrl + Espaço" para abrir a caixa de sugestões. Selecionaremos a opção For Loop. Ela é na verdade um *snippet*, um trecho de código já pronto para utilização. Ao clicarmos, toda a estrutura do for será montada no editor: let texto = ["oi", "ok"] for (let index = 0; index = 10; // } // var filtrado = numeros.filter(eMaiorQue10); // //filtrado [é 12, 130, 44] // console.log(filtrado) Poderíamos apagar as barras (//) linha por linha, mas existe o atalho "Ctrl + ;" (ou "Command + ;" no Mac), que permite comentar ou descomentar trechos de código. Mas e se quisermos alterar esse atalho de "Ctrl + ;" para "Ctrl + /"? Para isso, clicaremos na engrenagem no canto inferior esquerdo (*"Manage"*) e acessaremos o menu *"Keyboard Shortcuts"* (atalhos de teclado), cujo atalho é "Ctrl + K > Ctrl + S". Na nova aba, pesquisaremos por *"comment"* (comentário em inglês) e clicaremos duas vezes em *"Toggle line comment"*, opção que permite "trocar" o comentário da linha - ou seja, se ela está comentada, deixará de estar; se não estiver comentada, será comentada. Será aberta uma caixa de texto pedindo para digitarmos a nova combinação, em nosso caso "Ctrl + /". A caixa será preenchida com "ctrl+abnt_c1" e logo abaixo teremos o significado desse código, que é o atalho que digitamos. Após pressionarmos "Enter", o conteúdo será salvo. O interessante desse menu *"keyboard shortcuts"* é a possibilidade de encontrar todos os atalhos do VSCode, como *"cut"*, o clássico "Ctrl + X", e o *"copy"*, "Ctrl + C". No último caso, o VSCode também aceita "Ctrl + Insert". No arquivo app.js, selecionaremos o trecho comentado e pressionaremos "Ctrl + /" para descomentarmos. idades = [30, 35, 28] nomes = ["Ana", "Juliana", "Leonardo"] faculdade = ["false, true, true"] funcionarios = [nomes,idades,faculdade] function eMaiorQue10(value) { return value >= 10; } var filtrado = numeros.filter(eMaiorQue10); //filtrado [é 12, 130, 44] console.log(filtrado) Assim conseguiremos descomentar o bloco inteiro de código. Mais abaixo, vemos que a linha filtrado [é 12, 130, 44] continua comentada. Isso acontece pois ela já era um comentário - inclusive, se selecionarmos o bloco inteiro e o comentarmos novamente, a linha será comentada duas vezes (// //). Isso é útil pois conseguimos guardar o que já era comentário anteriormente em nosso código, evitando problemas. Já vimos os principais atalhos do VSCode, e agora conheceremos outras funções que ele nos oferece. Uma delas é o "Source Control", também conhecido como "Git" para quem já tem costume. Acessado a partir do menu à esquerda da tela (e pelo atalho "Ctrl + Shift + G"), ele nos permite inicializar um repositório Git ou publicar nosso código no Github - ou seja, o VSCode tem integração com o Github. Se escolhermos "Publish to Github", a IDE nos perguntará se a extensão pode utilizar nosso login, abrindo uma janela do navegador pedindo autorização para acessar nosso Github. Caso você não esteja logado, será necessário usar seu usuário e senha. Na janela seguinte, basta autorizar o acesso, clicar em "Abrir Visual Studio Code" e, de volta no programa, em "Open". Na parte superior da rela, teremos uma caixa de diálogo onde é possível criar um repositório, sugerindo o nome da nossa pasta ("Alura+ VSC"). Podemos publicá-lo como um repositório privado ou público. Não criaremos o repositório nesse vídeo, mas, caso você queira, basta fazer todo o percurso normal do Git, incluindo commit, push e assim por diante. Vamos falar um pouco sobre as extensões do VSCode, que também são bem úteis. Acessadas pelo menu à esquerda (e também pelo atalho "Ctrl + Shift + X"), elas permitem incluir mais funcionalidades ao VSCode. Como estamos trabalhando com Javascript, o ESLint é uma extensão bastante utilizada. É um formatador de código que inclui algumas boas práticas em Javascript. Pesquisando por ESLint e clicando em "install", ele será instalado. O ESLint é um caso especial dentre as extensões, pois precisa ter a biblioteca instalada na máquina - algo que pode ser feito usando o comando npm install eslint, para usá-lo somente no projeto atual, ou npm install -g eslint para instalá-lo globalmente. Outra extensão interessante é a Live Share. Desenvolvida pela Microsoft, essa ferramenta permite compartilhar código com outra pessoa em tempo real, como um arquivo do Google Docs ou do Office 365. Isso é legal quando você está trabalhando em grupo e é necessário editar o mesmo arquivo sem que seja necessário ficar "disputando o teclado" ou narrando o código para alguém digitar. Basta todas as pessoas baixarem o Live Share para que possam editar o mesmo código. O Live Server também é bem interessante. É um jeito rápido de desenvolver sites, muito útil para quem desenvolve em HTML, CSS e Javascript para Web. Ele abre um servidor em uma porta, que podemos acessar pelo navegador para explorar os efeitos do código no site que estamos desenvolvendo. Para quem trabalha com banco de dados SQL, temos a SQLTools, que ajuda a formatar o seu banco de dados, gerar queries, explorar os conteúdos salvos, dentre outras funcionalidades. Se você desenvolve em Java, temos a extensão da Language Support (suporte de linguagem) da Redhat, uma grande empresa bastante conhecida por quem trabalha com Linux. Existem algumas linguagens ou plataformas que não são suportadas pelo Visual Studio Code, por exemplo os microcontroladores. Nesse caso, podemos usar o PlataformIO, uma IDE que trabalha "em cima" do VSCode, oferecendo algumas plataformas como Atmel AVR (para Arduino), Expressif 32 e assim por diante. Também é uma plataforma boa para desenvolver com IOT, com frameworks para Arduino, por exemplo, substitindo a IDE própria do Arduino, que não é muito amigável em termos de possibilidades (como atalhos e sugestões). Já passamos por vários atalhos de teclado e funções do Visual Studio Code, nos familiarizamos com sua interface e aprendemos a começar projetos do zero ou abrir projetos já existentes. Também aprendemos a usar o terminal integrado e a integração com o Github, além de conhecermos algumas extensões. Devemos nos lembrar que as extensões do VSCode existem para expandir as possibilidades e tornar nosso trabalho mais ágil. Uma opção que acabei não comentando é a troca de tema do VSCode, acessada pelo menu à esquerda da tela o pelo atalho "Ctrl + K > Ctrl + T". Existem vários temas disponíveis, alguns claros (*light)* e outros escuros (*dark*), e outros como o *Tomorrow Night Blue*, que deixa a interface mais azul. Espero vocês na próxima!

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    Como se apresentar no mundo virtual

    Neste vídeo você irá aprender as diferenças de uma apresentação presencial para uma virtual e como adaptar sua fala. Descubra quais são os principais pontos de atenção e como superá-los.# TranscriçãoOlá, pessoal! Eu sou o professor Sérgio Carvalho e hoje falaremos sobre um assunto importantíssimo: **como se apresentar no mundo virtual**.Nos últimos tempos tivemos uma maior necessidade – muita gente já era acostumada a fazer reuniões, apresentações, palestras utilizando meios digitais. Mas, com certeza, nesse momento isso foi exigido em um nível maior.Será que existe diferença entre uma apresentação presencial e uma apresentação virtual? Se existe, como fazer para extrair o melhor da nossa fala em uma apresentação virtual?## Variáveis para uma boa apresentação* Chave* Preparação* Sentimento* TécnicaComeçando pela base: a base para uma boa apresentação virtual é a mesma. Independentemente de ser presencial ou virtual. Ela envolve alguns aspectos específicos, ou melhor, pilares para ter sucesso. O primeiro desses pilares é a chave para uma comunicação eficaz, que se resume a mudar o foco de si mesmo para colocar o foco no público. Em outras palavras, é preciso pensar em quem vai receber a mensagem, se a mensagem é adequada para essa pessoa, se o formato é adequado e se está claro para ela.Dessa forma, se a pessoa que está ouvindo não compreender a mensagem, a apresentação não será eficaz. Logo, é fundamental ter cuidado ao direcionar a mensagem.Além disso, a preparação adequada torna-se essencial. Essa preparação envolve a criação de um roteiro, uma estruturação em tópicos e treinamentos para qualquer alteração necessária antes da apresentação. No momento em que estivermos falando, devemos transmitir verdade, energia e motivação, passar confiança naquilo que estamos falando.A melhor maneira de transmitir o sentimento de confiança é acreditando no que dizemos. Mas, como fazemos isso? Estudando e dominando bem o assunto e acreditando que essa é uma informação importante para a pessoa que vai ouvir.Por fim, a técnica é o último ponto nessa caminhada para uma boa apresentação. Ainda que seja importante, ela serve para aprimorar os aspectos anteriores. Então, para determinar qual é a velocidade adequada para falar, se devemos utilizar recursos visuais ou não, tudo isso é técnica e funcionará bem, desde que os outros três pilares estejam alinhados.## Apresentações presenciaisEm apresentações presenciais, a grande vantagem é a **interação** e o **feedback** ao vivo das pessoas. Se estiver falando para um público de 15, 20, 100 ou mil pessoas, poderá ver a reação delas ao que é dito.Então, se contar uma piada, poderá ver se funcionou ou não. Caso perceba que as pessoas estão perdendo o foco, poderá fazer pausas ou mudanças na apresentação, como pedir para que todas as pessoas se levantem. Esses feedbacks instantâneos são fundamentais em uma apresentação presencial, pois permitem ajustes e correções para garantir que a apresentação seja bem-sucedida.## Apresentações virtuaisPor outro lado, nas apresentações virtuais, não temos o feedback e a interação imediata das pessoas. Por isso, é preciso tomar alguns cuidados importantes e utilizar algumas ferramentas para contornar essa situação. A primeira delas é o uso de recursos visuais.Imagine que, em uma apresentação virtual, se a pessoa só estiver falando, sem apresentação visual, isso pode ser um erro. Não temos como garantir que a internet da pessoa está funcionando bem. A sua pode estar, mas a da pessoa que está assistindo pode não estar. Pode ocorrer instabilidades como cortes na conexão e problemas de áudio que prejudicam a compreensão. Muitas vezes, alguma pessoa pode estar num ambiente com barulho, o que também prejudica a participação.Para melhorar o envolvimento e o engajamento das pessoas, que tal utilizar **recursos visuais**? Você pode, por exemplo, utilizar uma apresentação, inserir músicas, vídeos, ou seja, tudo que possibilite tornar a apresentação mais dinâmica e interessante para a pessoa, mesmo que ela esteja à distância ou tenha distrações, como mexer no celular, por exemplo.A utilização de recursos visuais é sempre muito importante em apresentações virtuais.Outra sugestão é a interação com **aplicativos**. Embora você não possa interagir pessoalmente como faria num encontro presencial, existem muitas ferramentas que permitem chamar a atenção e encorajar a participação das pessoas no ambiente virtual. Você pode utilizar ferramentas de questionários, pesquisas e concursos, por exemplo.No geral, é fundamental incentivar a participação do público em suas apresentações. Embora às vezes seja possível fazer uma apresentação sem interação, caso sua apresentação seja mais longa (por exemplo, mais de 40 minutos), é recomendado que as pessoas participem. Se você está fazendo uma apresentação virtual, procure por aplicativos interativos, que possam trazer um interesse maior para o público.Além disso, também é fundamental a **fala constante**. Enquanto no ambiente presencial você pode usar o silêncio de forma interessante para adicionar drama ou suspense à sua fala, no ambiente virtual isso pode ser problemático.Isso porque, sem a garantia de que as pessoas estão ouvindo bem, ou que a internet está estável, usar o silêncio pode ser prejudicial. Não estou sugerindo que fale sem parar, mas utilizar o silêncio como uma ferramenta de comunicação não verbal, como no presencial, não funcionará tão bem no virtual.Então, aqui vão algumas dicas para uma boa apresentação virtual:* Utilize recursos visuais para tornar a apresentação mais dinâmica;* Incentive a interação do público com o uso de aplicativos;* Mantenha a fala constante.## Preparação* Posicionamento* Luz* Fundo* ÁudioA preparação prévia também é fundamental. Certifique-se de que você está posicionado corretamente em frente à câmera. Isso é algo que você deve testar antes, abrindo o vídeo, se posicionando, verificando se está adequado, com uma postura e roupas adequadas. A iluminação também é um ponto importante. Lembre-se de que a luz deve estar sempre à sua frente para que você fique bem iluminado. Se a luz estiver atrás de você, as pessoas verão apenas um borrão devido ao excesso de luz.Então, tenha cuidado com isso. A luz deve sempre ser posicionada à sua frente ou à sua lateral. Quanto ao fundo, ele está adequado? Será que há bagunça? Há algo que não deveria estar ali no contexto da apresentação? Por isso, é importante testar o seu posicionamento, a iluminação, e o fundo antes da apresentação.Contudo, aquilo que eu considero como o mais importante é o áudio. Não há nada mais desagradável do que estar numa reunião, numa apresentação, numa aula e o áudio da pessoa que está falando não funcionar bem. O áudio realmente é o que conduz a apresentação. Você pode até utilizar um slide, e isso vai ajudar, mas é a fala que conduz. Se o áudio não estiver adequado, você terá um grande problema.Então, se você tiver que priorizar algo, é melhor ter um áudio 100% funcionando. Isso garante que a pessoa está prestando atenção, está ouvindo bem, o conteúdo está fluindo bem e, por consequência, ela pode acompanhar, ainda que a sua imagem não esteja perfeita.Se você não tem um microfone profissional, utilize fones de ouvido, pois geralmente o captador de som direto do seu computador ou do celular não é tão bom. Com o fone é mais fácil ouvir as outras pessoas e também o microfone fica mais próximo de você, tornando o áudio mais direcionado. Isso também pode ajudar a evitar ruídos e outras interferências sonoras.Com certeza, com essa preparação prévia, mais os elementos específicos de uma apresentação virtual seja uma entrevista, uma apresentação formal, uma reunião, um levantamento de dados que você está mostrando para alguém, isso vai fazer com que a sua apresentação se torne muito melhor.Desta forma, você terá uma apresentação profissional, o que é fundamental, não só para o seu crescimento pessoal, mas também para o seu crescimento profissional.Eu fico por aqui. Até a próxima. Tchau!

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    Kotlin e carreira dev na Idwall

    # TranscriçãoMeu nome é Augusto Goes, sou desenvolvedor Android e hoje falaremos um pouco sobre Kotlin e toda a potência que essa linguagem de programação tem.Kotlin é uma linguagem de programação de **código aberto**, ou seja, qualquer pessoa pode utilizar, modificar, distribuir e até visualizar o código-fonte. Ele foi criado em 2010 pela Jet Brains, uma empresa líder mundial na criação de ferramentas para o desenvolvimento e sua versão estável foi lançada apenas em 2016.Em 2017, o Google anunciou que Kotlin seria oficialmente suportado para desenvolvimento de aplicativos Android. Pouco depois, em 2019, o Google anunciou o Kotlin como a linguagem principal para desenvolvedores de aplicativos. Assim, tornou-se um projeto muito sólido.O Kotlin é **gerenciado pela Kotlin Foundation**, um grupo criado pela Jet Brains e pelo Google com a tarefa de promover e desenvolver continuamente essa linguagem de programação.O Kotlin é oficialmente **compatível com o desenvolvimento do Google para Android**, o que facilita quando precisamos buscar informações, pois sempre encontramos um campo que explique como determinado recurso funciona nessa linguagem.A seguir, vamos falar sobre os pontos positivos do Kotlin. O primeiro deles é a **interoperabilidade com o Java**, o que significa que conseguimos chamar o código Java do Kotlin e vice-versa. Dessa forma, é possível converter de forma gradual, não é necessário fazer de uma única vez. Assim podemos ter um projeto tanto em Java quanto em Kotlin.Outro ponto positivo do Kotlin é o **código mais seguro**. Com o non-null e o nullable inclusos no sistema de tipos, evitamos o problema do NullPointerException. As variáveis não são nulas por padrão, permitindo a verificação nula durante o tempo de compilação, o que reduz as ocorrências do já mencionado NullPointerException durante o tempo de execução.Segundo o Google, aplicativos que utilizam código Kotlin têm **20% menos chances de apresentar falhas**. Ainda de acordo com a empresa, essa linguagem de programação moderna e estaticamente tipada é **utilizada por mais de 60% dos desenvolvedores Android profissionais**. Ela ajuda a aumentar a produtividade, a satisfação do consumidor e a segurança do código.Um estudo realizado pela Jet Brains mostrou que o Kotlin é **utilizado em 96% dos novos projetos** e que ele está **entre as 5 linguagens de crescimento mais rápido**, ou seja, a comunidade tem aderido muito bem ao Kotlin. Alguns exemplos de aplicativos desenvolvidos com Kotlin são Netflix, Evernote, Duolingo, Amazon Kindle e meuID.Na sequência, comentarei sobre a minha trajetória. Por formação, sou engenheiro civil, contudo de coração sou desenvolvedor Android, amo essa área. Comecei estudando C++ e Java na faculdade, porém nada de modo profissional. Depois de algum tempo, não estava me adaptando bem à minha antiga função e já pensava em mudar de área, conversei com amigos desenvolvedores e eles recomendaram que eu estudasse Kotlin. Segui o conselho — não voltei a estudar C++ nem Java, fui direto para o Kotlin.Uma vantagem dessa linguagem é sua **sintaxe concisa**: comparando lado a lado um código em Kotlin com outro em Java, o primeiro é visualmente mais limpo. Ademais, por ser a linguagem oficial do Google, encontramos facilmente documentações, exemplos e bibliotecas, o que facilita bastante nosso dia a dia.Agora, vamos falar sobre a **idwall**, a empresa onde trabalho. Somos uma *regtech* criada por uma dupla de desenvolvedores. Estamos sempre buscando maneiras de solucionar vários problemas enfrentados no Brasil, como desconfiança, fraudes e burocracias.Para contextualizar: a quantia de dinheiro perdida por conta de fraudes gira em torno de 213 bilhões de reais por ano e o intervalo entre uma tentativa de fraude e outra é de 16 segundos!Nossos produtos são voltados para prevenção de fraudes e de golpes de identidade. Temos como solução o reconhecimento facial, a extração de dados de imagens de documentos e a validação de informações em fontes de dados.Sob este cenário desafiador, me juntei à idwall, mais especificamente ao time de Android do **meuID**, que é o primeiro aplicativo de identidade digital que reúne os principais documentos em um único lugar.Quando esse projeto foi iniciado em 2019, depois de muita discussão chegamos à conclusão que deveríamos usar Kotlin, porque o Google trouxe muita segurança ao estabelecer essa linguagem como a principal para desenvolvimento Android. Por isso, optamos por ela e todos seus benefícios. Até hoje, não nos arrependemos dessa decisão, tem sido ótimo trabalhar com Kotlin, desenvolvendo um aplicativo de qualidade para os usuários.Desde então, não utilizamos Kotlin apenas para desenvolvimento em Android. Fizemos diversos experimentos na idwall — alguns *scripts*, algumas POCs em *back-end*. Apesar de estarmos focados no desenvolvimento Android, essa linguagem apresenta um leque de opções.Como exemplo, recentemente criamos uma ferramenta com Kotlin para nos auxiliar em nossos *releases*. Apesar de ser um projeto de *back-end* e nossa equipe estar mais focada no dia a dia em Android, foi possível dar andamento nessa ideia e criar essa ferramenta com Kotlin. De uma maneira simples, compreendemos que não precisamos ficar presos ao desenvolvimento para Android, o Kotlin é útil para outros projetos também.Se você chegou até aqui, acredito que tenha interesse em aprender mais sobre Kotlin e você está no lugar certo. Não digo como ex-aluno, pois ainda tenho uma assinatura e, quando preciso, abro o navegador e acesso alura.com.br para tirar minhas dúvidas e fazer mais cursos. Quando decidi mudar de engenheiro civil para desenvolvedor, não pensei duas vezes e procurei pelo melhor lugar para estudar: a Alura!

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    Crie seu primeiro aplicativo de IA generativa no Android Studio

    Uma das maneiras de manter as pessoas usuárias cada vez mais em nossos aplicativos é fornecer **experiências mais ricas e personalizadas**. Nesse contexto, ter uma espécie de inteligência artificial que entenda o que a pessoa usuária está fazendo e seja capaz de interagir com ela é muito útil. Vamos começar a utilizar o *Gemini* dentro de nossos aplicativos e quem vai te acompanhar nessa jornada é o Junior Martins. > **Audiodescrição**: Junior é uma pessoa de pele clara, cabelos castanho-escuros compridos, que usa óculos com armação preta e também veste uma camiseta na cor preta. Ele está à frente de uma parede branca iluminada por luzes em degradê que vão do azul ao rosa. Durante esse conteúdo, queremos mostrar especificamente o que é o *Gemini*, que, caso você não conheça, é uma **ferramenta de inteligência artificial desenvolvida pelo Google** que, como eles mesmos comentam, foi desenvolvida para concorrer com o já conhecido *ChatGPT*. Ele faz parte de um modelo de inteligência artificial que são as IAs generativas onde podemos introduzir alguma informação, como um texto, uma imagem e ela será capaz de devolver mais informações. É muito comum, por exemplo, enviar um texto e pedir para ela resumir, criar uma história, gerar algum código, resolver algum problema ou mesmo passar alguma informação, como uma imagem, e pedir para ela trabalhar em cima disso. ## Explorando o Gemini do Google O *Gemini* é dividido em **três modelos principais**: temos o *Gemini Ultra*, uma versão muito mais potente, que geralmente é feita para rodar em servidores; o *Gemini Pro*, nas versões 1.0 e, mais recentemente 1.5, que é a versão que mais costumamos usar, mas ainda é uma versão que roda em servidores; e também o *Gemini Nano*, desenvolvido especialmente para rodar em dispositivos móveis, como smartphones. Na documentação do Google, eles explicam um pouco melhor o que é o *Gemini Nano*, dando uma introdução e explicando que ele está disponível apenas para alguns dispositivos. Se deslizarmos um pouco para baixo, no tópico “Benefícios da execução do dispositivo”, é comentado que essa versão roda diretamente no dispositivo, ou seja, ele não se conecta a nada para poder funcionar, tanto que temos o acesso offline de tudo que o *Gemini* é capaz. Mas, justamente por ele ter esse poder de processamento utilizando o próprio dispositivo como base, precisaremos ter alguns dispositivos muito potentes, com hardware muito bom, para poder rodar o *Gemini Nano*. E por isso que não vamos focar muito nele, afinal poucos dispositivos hoje em dia possuem essa versão. Dentro dessa própria documentação já é descrito que caso queiramos utilizar o *Gemini* em aplicativos, mas não tenhamos um desses dispositivos ou não queiramos focar especificamente no *Gemini Nano*, podemos utilizar a outra versão do *Gemini*, que é o *Gemini Pro*, dentro de nossos aplicativos. E por isso temos uma outra documentação com alguns exemplos de código. Se subirmos um pouco para o topo, teremos um cabeçalho semelhante àquele que já conferimos do *Gemini Nano*, mas com o título “Como usar a API Gemini em apps Android (SDK do cliente)”. Ou seja, podemos colocar um código dentro do nosso aplicativo que vai acessar o *Gemini* remotamente. Nesse caso, precisaremos fazer uma série de configurações que é descrita dentro dessa documentação, como por exemplo, fazer a configuração da chave da API, entender quais são os métodos que o *Gemini* traz para utilizar no Android. Essa é uma página dedicada a ensinar como podemos utilizar o *Gemini* através de APIs REST. Mas é descrito também que o próprio Google já preparou um *SDK* do *Gemini*, então podemos ir deslizando e conhecendo um pouco melhor desse *SDK*, com alguns códigos que funcionam de maneira mais simples, sem precisarmos de implementações tão complexas para poder começar. Mesmo assim, se continuarmos deslizando para baixo, veremos que alguns passos são necessários para poder utilizar o Gemini. Pensando nisso, o Google também tem trabalhado em um novo recurso dentro do próprio Android Studio, para facilitar nosso primeiro contato com o Gemini. Acessando a página do site Android Developers, acessaremos a aba “Desenvolver > Android Studio > Visualizar” e chegaremos à página “Criar seu primeiro app de IA generativa no Android Studio”. Aqui, temos a informação de que o Android Studio possui uma nova opção. ## Iniciando o projeto Se deslizarmos um pouco para conhecer, quando clicamos em “Criar um novo projeto”, aparecerá essa opção que é a Gemini API Starter. Se continuarmos deslizando para baixo, veremos algumas imagens, um passo a passo relativamente simples, sobre como utilizar essa função e quais são os passos que podemos seguir para continuar com ela. Porém, um detalhe que precisamos ficar atentos é sobre a **versão do Android Studio** em que essa função está disponível. Estamos com o Android Studio aberto, especificamente no Android Studio Koala 2024.1.1 Canary 3. É um número de versão bem grande, mas precisamos nos atentar de que essa nova opção que acabamos de visualizar na documentação só existe por enquanto nas **versões betas do Android Studio**. Vamos deixar especificamente essa versão para você poder fazer o download, e se quiser utilizar uma versão mais recente do Android Studio que esteja em beta, recomendamos que utilize a ferramenta Toolbox, que aparece no canto direito da tela. É uma ferramenta oficial da JetBrains, e recomendamos o uso dela. Pode ser que você tenha essa mesma versão, a Koala, instalada, mas que ela esteja em alguma versão futura, Canary 10, por exemplo, e ela não tem essa opção. Então, recomendo que você utilize o Toolbox, localize o Android Studio, clique nos três pontinhos verticais do lado direito dessa opção, clique em “Outras versões” no menu suspenso. Aqui dentro, você terá uma lista de versões. Geralmente esses recursos em teste beta costumam ficar nas versões Canary mais recentes. Por exemplo, temos a Koala nesse momento, mas um recurso que já esteve em versões anteriores, como, por exemplo, a Jellyfish 2023.3.1 Beta 2, mas que, por exemplo, nessa Jellyfish Beta 2, uma versão mais recente, não está mais presente. De qualquer maneira, repito que vamos deixar essa mesma exata versão para você poder fazer o uso. Com essa versão, quando clicamos em “New Project”, temos ali a opção Gemini API Starter, ou API Starter. Quando clicamos nessa opção, podemos perceber que ela está com uma tag de preview, que está em amarelo com texto preto no topo à direita. Essa tag vem sendo adicionada em recursos beta do Android Studio, então toda parte do Material Design, do Jetpack Compose, em algum momento esteve também com essa tag, e hoje em dia está de maneira oficial no próprio Android Studio. Então, pode ser que no futuro você não tenha mais essa tag, mas a opção já esteja ali nativamente. Podemos clicar no botão “Next”, e vamos seguir então com a criação de um projeto comum. Podemos, por exemplo, definir um nome, que vamos deixar como “GenIA”, e vamos deixar o pacote com com.alura.genia, que é a nossa Generate AI. Não precisamos alterar nenhum outro parâmetro. Vamos deixar a opção de Kotlin DSL como está e clicar no botão “Next”, e aqui tem um detalhe que precisamos prestar um pouco de atenção. Quando clicarmos no botão “Generate API key with Google AI Studio”, ele vai abrir um novo site no nosso navegador. Caso você nunca tenha acessado esse site, a primeira coisa que vai aparecer é um aviso de termos de serviço, e você pode marcar a primeira caixinha para poder aceitar esses termos e poder utilizar o Gemini. Vamos clicar na opção “Continue”, depois de marcar essa primeira caixinha, recomendamos que você leia as licenças, e logo de cara já teremos então essa tela de “API keys”, e você pode clicar em “Create API Key” no centro da página. Quando fizermos isso, ele abrir uma nova aba e pedir para criar uma chave novamente, podemos clicar em “Create API key in new project”. O objetivo aqui é gerar uma chave que conecta nossa conta a algum projeto do Android, que teremos disponibilizado na plataforma da Google. Para a Google ter um controle de quem está utilizando essa API, precisamos gerar uma chave, similar ao que vários outros serviços já fazem. Essa chave é uma sequência alfanumérica e depois que ela for gerada, podemos clicar em “*Copy*” (Copiar). Agora, podemos voltar para o nosso projeto no Android Studio. De volta no Android Studio, podemos colar a chave no campo “API Key” que estava vazio. > **Atenção:** recomendamos que você não compartilhe essa chave com ninguém, porque ela está justamente ligada à sua conta da Google. Nesse caso, vamos utilizar essa chave agora, depois que terminarmos de gravar, vamos invalidá-la, então você também não vai conseguir utilizá-la. Feito isso, podemos clicar em *Finish* (Finalizar), e aguardar o projeto ser construído. Então, ele vai abrir o projeto e fazer algumas configurações, é um procedimento um pouco demorado, teremos um erro que deve surgir no projeto que foi compilado. Esse erro vai ser justamente no arquivo MainActivity, que ele deve abrir por padrão, e na nossa MainActivity, que é a nossa tela principal, o BuildConfig provavelmente não vai ser reconhecido. Isso acontece porque esse arquivo de BuildConfig está relacionado a alguma das opções que veremos lá na própria documentação do Gemini, para poder configurar as chaves de maneira segura. Não vamos aprofundar muito nisso, vamos apenas corrigir esse erro. Ele dá a opção de fazer o *Import Class* nesse momento, só que se fizermos o *Import Class* dessa classe padrão, ele provavelmente não vai funcionar. Então, recomendamos que você clique na opção para poder construir o nosso projeto novamente, no topo da interface temos o ícone de um martelo que corresponde à opção “*Make Module*”. Vamos clicar nessa opção no canto superior do Android Studio, ali na parte direita, e vamos aguardar ele fazer o *build* do Gradle na parte inferior do Android Studio. Nosso projeto terminou de fazer o *build*, e ele já trouxe o erro que está na linha 50. Para corrigir esse erro, podemos simplesmente apagar esse BuildConfig.apiKey da linha 50, e começar a escrever BuildConfig novamente. Duas opções devem aparecer, sendo que precisamos selecionar aquela que tem o com. seguido do nome do nosso pacote, que no nosso caso é o com.alura.genia. Podemos então colocar um ponto no final e deve aparecer a sugestão “*apiKey*”, podemos selecioná-lo. val generativeModel = GenerativeModel( modelName = "gemini-pro", apiKey = com.alura.genia.BuildConfig.apiKey ) Se usarmos o atalho “Ctrl + B” nesse “*apiKey*”, a mesma chave que acabamos de girar no site da Google vai estar armazenada nesse projeto, de uma maneira segura, gerada automaticamente pelo plugin do Gradle. Podemos então rodar o nosso aplicativo com o “Shift + F10”, e ver que esse projeto já está todo configurado, podemos apenas testá-lo. O nosso aplicativo rodou, já estamos indo com o nosso emulador em tela, e das várias funcionalidades que o Gemini tem, uma delas é **sintetizar um texto**, ou seja, fazer um resumo de um texto que passamos. ## Resumindo um texto com o Gemini Quando rodamos o aplicativo, a primeira coisa que ele vai sugerir nessa interface, que tem justamente um campo para poder inserir informações, é digitar um texto e pedir para ele se resumir (“Enter text or a URL to summarize”). Então, pegaremos um texto bem extenso, que é um texto da documentação do Gemini, vamos clicar na caixa de texto e colar. É um texto com várias linhas que descreve o Gemini, como ele é um concorrente do ChatGPT, e podemos clicar na opção “*Go*” depois de colar esse texto. Ele vai fazer um pequeno *loading*. Esse *loading* é basicamente o nosso aplicativo consultando a API do Gemini, mandando essas informações que a pessoa usuária, que no nosso caso somos nós, inserimos e trazendo algum resultado. Então, tínhamos um texto com várias linhas e pedimos para ele ser resumido, sintetizado. Agora temos um texto muito menor, mas que ainda contém toda a essência do texto anterior. Ou seja, o texto foi interpretado e resumido mantendo os principais pontos-chave com relação às tecnologias. Foram mantidos o *Google DeepMind*, *Gemini*, *ChatGPT*, dentre outras. Se voltarmos para o código que temos além do emulador, podemos perceber que na MainActivity é chamado o SummarizeViewModel. Podemos clicar nele e usar o atalho “CTRL + B”, que vai nos redirecionar para o arquivo “SummarizeViewModel.kt”. Dentro desse ViewModel temos um sistema muito similar ao que nós já utilizamos em vários outros cursos, seguindo a documentação oficial do Android. É dito que uma configuração específica foi feita utilizando a API do *Gemini* para que, toda vez que ele passar na linha val prompt = “Summarize the following text for me: $inputText”, ele pegar o texto que a pessoa usuária colocou e adicionar essa nova instrução, que é a de resumir o texto. Mas, se quisermos, podemos fazer o *Gemini* não ter nenhuma instrução anterior para poder entender um pouco melhor como utilizá-lo. Essa é uma ideia bem simples de adaptar nesse código: ao invés de fazer esse val prompt conter todo esse texto “Summarize the following text for me:”podemos fazer o val prompt ser igual apenas ao inputText. fun summarize(inputText: String) { _uiState.value = SummarizeUiState.Loading val prompt = inputText } E se rodarmos o nosso projeto com essa única modificação e aguardarmos ele subir, a partir de agora, dentro desse nosso emulador, temos todo acesso ao potencial do *Gemini* com relação a texto. Então, podemos dar qualquer instrução para ele que ele vai seguir. Por exemplo, vamos clicar em Text to Summarize no nosso aplicativo e colar o texto “liste as 10 primeiras versões do Android”. Vamos clicar em “Go” e o *Gemini* tem justamente todo o conhecimento sobre as versões do Android. Ele vai trazer uma lista, inclusive enumerada, com várias das primeiras versões do Android. 1. Android Alpha 2. Android Beta 3. Android Cupcake (1.5) 4. Android Donut (1.6) 5. Android Eclair (2.0-2.1) 6. Android Froyo (2.2) 7. Android Gingerbread (2.3-2.3.7) 8. Android Honeycomb (3.0-3.2.6) 9. Android Ice Cream Sandwich (4.0-4.0.4) 10. Android Jelly Bean (4.1-4.3.1) Podemos passar várias informações, pedir para ele gerar histórias, para ele organizar listas, gerar códigos. E foi muito rápido o acesso que tivemos. Podemos começar a explorar a possibilidade de utilizar o *Gemini* sem precisar fazer uma série de configurações. Inclusive essa mesma do Build Gradle que vimos, ela é um pouco mais complicada, mas já vem por padrão feita e é algo que não precisamos nos preocupar. Porém, o *Gemini* também tem a possibilidade de lidarmos com outros tipos de informação. Para isso, podemos voltar mais uma vez ao nosso código no Android Studio e se clicarmos no menu principal no canto superior esquerdo, e selecionar “File > New > Import Sample”. Ele vai abrir uma nova janela. Na caixa de texto dessa janela, podemos digitar “IA” ou “Generate” e aparecerão alguns exemplos logo abaixo. Vamos selecionar o “*Google Generative IA Sample for Android (Kotlin)*”, logo abaixo de “*Jetpack Compose Layouts*”. A inteligência artificial está em versão beta, então temos a opção “*Google Generative IA Sample for Android (Kotlin)*” duplicada, aparecendo também sob a categoria de *Artificial Intelligence*. No fim das contas, podemos clicar em qualquer um dos dois “*Google Generative*”, ele vai trazer o mesmo exemplo. Selecionando essa opção e clicando em “Next”, ele sugere que criemos um novo projeto. Esse projeto, através do samples, é bem mais completo. E vamos deixar a configuração padrão que ele escolheu. Vamos clicar em “Finish” e aguardar ele gerar esse novo projeto com esse novo exemplo. Nosso projeto terminou de buildar. Já fizemos aquelas correções também com relação à nossa chave que vimos no projeto anterior. A única diferença é que aqui ela está no “GenerativeViewModelFactory.kt”, e está em mais de um lugar. Mas foi só adicioná-la no “local properties”. Já adicionamos o apiKey e buildamos o projeto. Temos um projeto mais robusto com vários exemplos de implementação do *Gemini* que você pode adaptar e também entender melhor estudando como ele funciona. Uma diferença que teremos é que aqui já são definidos vários tipos de modelos diferentes ao longo do código deste *ViewModel*. Então temos o *Gemini Pro*, o *Gemini Pro Vision*, o *Gemini Pro Normal*. ## Outras possibilidades de uso do Gemini Ao executar o projeto que acabamos de importar neste sample, teremos o aplicativo com três opções principais: “Generate text from text-only input”, “Generate text from text-and-image input (multimodal)” e “Build multi-turn conversations (chat)”. Estamos com o meu emulador disponível. Temos algumas opções para, por exemplo, explorar o modo chat, que é a última opção. Temos a opção para poder explorar o modo texto, que é a primeira. Mas a opção mais interessante nesse caso é a do meio, *Generate text from text-and-image input* (Gerar Texto a partir de Entrada de Texto e Imagem). Se clicarmos em *Try It* (Experimente), podemos adicionar algumas imagens de texto às informações que vamos inserir. Ou seja, se você, como pessoa desenvolvedora, quer criar um aplicativo em que o usuário pode enviar uma imagem, fazer uma pergunta ou, por exemplo, trabalhar em cima de alguma resposta com base no que o usuário acabou de fotografar, este é um código que você pode utilizar de exemplo. Se clicarmos no botão *Mais* (ícone de soma do lado esquerdo do campo “Question”), ele vai trazer a galeria do Android. Temos uma foto de uma pessoa e vamos enviar essa foto. Selecionamos a imagem e vamos digitar no campo de texto uma informação que é a seguinte: “qual é o nome do principal objeto do esporte que essa pessoa praticava?”. Vamos clicar em “*Go*” e vou aguardar a resposta. Aguardamos um pouco, já temos a resposta e a resposta foi bem direta (“Bola”), mas vamos explicar rapidamente o que aconteceu: A foto que selecionamos quando clicamos no botão de *Mais* é a foto do jogador de futebol Pelé. E o que o *Gemini* fez foi basicamente pegar essa imagem, fazer um *scan* dela, entender quem era a pessoa que estava presente, depois ele foi procurar se essa pessoa jogava algum esporte, entendeu o que era o futebol, depois ele foi ver qual é o principal objeto utilizado no futebol. Então teve toda uma **linha de raciocínio** que o *Gemini* fez através da entrada de uma imagem e também de texto para poder fornecer uma resposta. Ela foi bem sucinta, mas é apenas para poder demonstrar o potencial que existe ao fazer o uso dessa ferramenta nos nossos aplicativos. Demos esse exemplo um pouco mais complexo, mas justamente para poder mostrar que se você souber aproveitar esse recurso, pode criar aplicações realmente muito úteis para o usuário final. Vamos deixar os links de tudo que visualizamos abaixo para você poder acessar. Se estiver vendo este vídeo em alguma rede social, não se esqueça de clicar nos botões de gostei para sinalizar que curtiu esse conteúdo. Muito obrigado pela sua presença e até mais! ### Outros links e informações relevantes: - [Conheça o Google Gemini.]( - [Documentação do Gemini Nano.]( - [Documentação SDK do Gemini para Android.]( - [Gemini API Starter no Android Studio.](

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    O que você precisa saber para ser um MEI

    Se você presta serviço ou pretende abrir um negócio, ter um MEI (Microempreendedor Individual) pode ser uma ótima opção! Meu nome é Bruna e neste *Alura Mais* vou te ensinar o passo a passo para abrir um MEI. Vamos começar?> **Audiodescrição:** Bruna se autodescreve como uma pessoa de pele parda, com cabelos cacheados e escuros. Veste uma blusa branca de gola e botões com uma jardineira jeans por cima. Ao fundo, uma parede sob iluminação laranja e roxa. À esquerda, um vaso de planta; à direita, uma estante com itens decorativos, como vasos de plantas e a logo da Alura.## O que é o MEI?O MEI é uma figura jurídica criada em 2008, no contexto em que muitas pessoas trabalhavam de maneira informal, como autônomas. Sendo assim, o objetivo do MEI foi trazer as pessoas para a formalidade. Ao criar um MEI, você abre um CNPJ e esse CNPJ dá direito a uma série de vantagens e benefícios. Talvez você tenha o seguinte pensamento: > Já estou trabalhando como pessoa física e conseguido clientes, por que deveria abrir o MEI? Quais são as vantagens?## VantagensA primeira dessas vantagens é a **formalização do seu negócio**. Para abrir um MEI, é necessário ter mais responsabilidade fiscal e transparência nos processos, o que gera credibilidade junto aos seus clientes e fornecedores, e até mesmo com potenciais investidores. Assim, você pode se aproveitar desse momento de profissionalização para fortalecer a autoridade da sua marca.Outra vantagem muito interessante é que, ao abrir um MEI, você garante seus **benefícios previdenciários**. Isso poque o pagamento do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) já inclui a taxa do INSS, o que garante que você tenha acesso a todos os benefícios previdenciários previstos por lei. Há, também, vantagens referentes a **condições para crédito**. Existem bancos que oferecem condições especiais para pessoas que são MEI. Assim, você pode conseguir juros mais baixos ou financiamentos em valores mais interessantes para o seu negócio.Além disso, existem fornecedores que só trabalham com pessoas jurídicas. Sendo assim, caso abra um MEI, você aumenta o leque de possibilidades de encontrar o melhor custo-benefício para o seu negócio em relação aos fornecedores.Abrir o MEI também te dá a possibilidade de **emitir notas fiscais**. Até muito recentemente, o MEI não era obrigado a emitir nota fiscal, mas em 2023 essa regra mudou e, agora, existem duas modalidades. Para quem é MEI na área do comércio, a emissão de nota fiscal continua sendo optativa. Caso você queira emitir, é necessário procurar a Secretaria da Fazenda do seu estado e entender quais são os passos necessários para isso. No caso de MEI para prestação de serviços, é obrigatório emitir nota fiscal, mas você não precisa mais ir ao site da Secretaria da Fazenda do seu estado. Isso porque o governo unificou todo o processo, e agora basta que você acesse o site do governo federal e emita a nota fiscal.Se o seu negócio está em crescimento e você precisa de ajuda, ser MEI te possibilita contratar até uma pessoa. Isso é um grande auxílio para a evolução do seu projeto.> Mas quais são os critérios para se tornar um MEI?## CritériosO primeiro critério é ter um **faturamento mínimo de 81 mil reais anuais**, o que dá **R$ 6.750 mensais**. Ou seja, esse é o valor máximo que você pode faturar como MEI por mês. Além disso, como o MEI foi criado para que as pessoas saíssem da informalidade, você **não pode ser sócio, administrador ou titular de qualquer outra empresa**. Para ser MEI, você também deve **exercer uma das atividades permitidas para o MEI**, que podem ser encontradas no site do governo federal, referidas por [códigos de cada área de atuação chamados de CNAE]( Para ser MEI você **não pode ter mais de uma pessoa empregada** e deve **ser maior de 18 anos ou emancipado**.## Passo a passoAgora que você já sabe o que é o MEI, seus benefícios e critérios para se tornar um, vou te ensinar o passo a passo para se tornar um MEI. #### 1 - Criar uma contaO primeiro passo é criar uma conta no [site do governo federal]( caso você ainda não tenha. #### 2 - Quero ser MEIApós criar a sua conta, entre na seção de empresas e negócios e clique em ["Quero ser MEI"]( Ao selecionar "Quero ser MEI", várias opções serão exibidas. Você deverá clicar em "Formalize-se". Isso lhe dará acesso a várias informações que precisam ser preenchidas para validar o seu MEI, como CPF, data de nascimento, nome empresarial, números do seu CNPJ, entre outros dados.> Caso esteja criando o seu CNPJ, o nome empresarial aparecerá após concluir a inscrição como MEI, para exibir seu número de CNPJ. Em seguida, você digitará o seu nome completo, nacionalidade, gênero, nome da mãe e outras informações básicas. Nas informações de identificação, também fornecerá o número da sua identidade e o órgão emissor.Posteriormente, defina o nome fantasia, que é o nome comum pelo qual as pessoas conhecerão a sua empresa, diferente do nome formal que aparecerá juridicamente, conhecido como razão social. Depois, insira o capital social, que é o montante que investiu para iniciar o negócio. Por exemplo, se você é designer e precisou de um notebook, mesa e cadeira para iniciar o negócio, a soma desses valores será o capital social. Em seguida, defina as atividades da empresa. Precisamos estar atentos aqui ao CNAE, que define as atividades permitidas para serem exercidas como MEI. Procure atividades que estejam mais alinhadas com o que você faz, selecione uma delas e em seguida aparecerá o código CNAE com uma descrição da atividade selecionada.Defina a forma de atuação da empresa, como estabelecimento fixo, trabalho pela internet ou em local fixo fora de uma loja. Neste ponto, é possível selecionar mais de uma opção, caso se apliquem.Feito isso, insira o endereço comercial. Caso não tenha um endereço comercial, pode utilizar o endereço residencial e selecionar a opção "Endereço residencial igual ao endereço comercial".Depois, aceite as "Declarações de Desimpedimento" e leia o "Termo de Ciência e Responsabilidade". Concluída essa etapa, estará pronto para criar o seu MEI. Aparecerá uma tela para confirmar os seus dados. Ao confirmar, a formalização como Microempreendedor Individual será concluída e será gerado o CNPJ e o número de registro na Junta Comercial.## TaxasPor fim, vamos falar sobre as taxas necessárias para se tornar MEI, que é basicamente o pagamento do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Este documento inclui as seguintes taxas: * ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), referentes ao comércio. Se possuir um negócio de vendas, pagará, por essa taxa, um valor de R$ 1,00; * ISS (Imposto Sobre Serviços), referente à prestação de serviços, cujo valor é de R$ 5,00;* INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), que é o valor da contribuição previdenciária.Caso o seu negócio seja de prestação de serviços e comércio, pagará a taxa combinada dos dois, que é de R$ 6,00. Em geral, o DAS varia entre R$ 50,00 e R$ 60,00.Agora que você está ciente dos benefícios e vantagens de ter o MEI, pode criar essencialmente o seu MEI gratuitamente no site do Governo Federal. Se desejar mais informações, pode encontrar muitos conteúdos sobre empreendedorismo e negócios no site do [SEBRAE]( tenha alguma dúvida ou comentário, fale conosco no [Discord]( ou no [fórum]( Estaremos disponíveis para auxiliar no que for necessário!

  • Back-end

    Como usar ChatGPT para Gestão Ágil

    Neste Alura+, Daniela Soares, monitora na Alura, explica como utilizar a inteligência artificial do ChatGPT para **impulsionar a gestão ágil** em sua organização. Por meio dessa poderosa ferramenta, você aprenderá passo a passo como analisar dados para: * Construir personas; * Analisar ciclo de vida do produto. Você conhecerá como extrair informações valiosas dos dados disponíveis para criar personas detalhadas, que representem os diferentes perfis de consumidores. Com a ajuda do ChatGPT, você pode interpretar os dados de forma mais eficiente e identificar áreas de melhoria para impulsionar a experiência do cliente, além de descobrir como o ChatGPT pode ajudar na análise do ciclo de vida do seu produto! Bateu a curiosidade? Ao longo deste vídeo, você aprenderá a aplicar o ChatGPT para impulsionar a gestão ágil, transformando dados em insights. E para você se aprofundar no tema, confira: * [Artigo ChatGPT: o que é, como usar e dicas de comandos para o dia a dia]( * [Artigo Quais são os 4 tipos de aprendizagem na IA, algoritmos e usos no dia a dia]( * [Curso ChatGPT: otimizando a qualidade dos resultados]( # Transcrição É comum que, navegando na internet, nos deparemos com manchetes como esta: > **"Conheça as 10 profissões que serão substituídas pela inteligência artificial."** É um título um tanto dramático, não? Será que esse receio tem fundamento? Faz sentido construir um título dessa forma? É pensando em questões como essa que vamos explorar como o **ChatGPT** pode nos auxiliar nas **funções de gestão ágil** das pessoas que atuam como gerentes ágeis ou com agilidade de forma geral. Quando falamos de inteligência artificial, precisamos compreender um ponto: assim como outros avanços tecnológicos e inovações, a IA serve como **complemento às nossas funções e tarefas**, principalmente aquelas que podem ser **automatizadas**. Dessa forma, economizamos esforço humano em atividades repetitivas, tornando nossa experiência profissional mais gratificante. Vamos explorar como utilizar o ChatGPT como um **potencial colaborador** para nossas funções. Vamos ver como podemos construir uma *persona* e também avaliar o ciclo de vida de um produto. Para quem não sabe o que é ou nunca utilizou o ChatGPT,, não há problema. Disponibilizaremos vários conteúdos na descrição do vídeo para acesso posterior. Estamos utilizando a versão **3.5** do ChatGPT, que é gratuita. Um detalhe importante: **não compartilhe informações sensíveis com o GPT**. Utilizaremos dados fictícios para demonstrar o processo de construção da *persona*. Mas por que criar a *persona* é importante para a gestão ágil? Porque a *persona*, essa representação ideal do cliente, nos ajuda a compreender e **atender às necessidades dos clientes**. ## Construindo personas no ChatGPT Vamos começar perguntando ao ChatGPT o que é uma *persona*. A resposta é que uma *persona* é uma representação fictícia de um público-alvo ou de um cliente ideal. Ele fornece uma resposta bastante extensa. Em seguida, forneceremos algumas informações sobre o papel que ocupamos na equipe e o tipo de serviço ou produto que oferecemos. Por exemplo, escreveremos: > "Sou um gerente ágil e estou trabalhando com um aplicativo de *e-learning* para pessoas que desejam aprimorar seu currículo de forma flexível". O ChatGPT pode demorar um pouco para responder, pois é a versão gratuita. Ele sugere que definamos nossas *personas* criando personagens que representem nossos usuários-alvo e estabelecendo a história dos usuários. Não é exatamente o que gostaríamos que ele respondesse, mas deixamos que ele termine a resposta. Informaremos que temos **dados sobre os usuários do aplicativo** e pedimos que ele sugira algumas *personas* com base nesses dados. Após enviar os dados fictícios, ele começa a analisar informações como **idade**, **interesses** e **formação acadêmica**. Ele faz um resumo e, em seguida, pedimos que ele identifique **padrões nos dados fornecidos**. A resposta inclui **relação entre tecnologia e áreas de interesse**, **diversidade de formações acadêmicas**, **conexão entre interesses** e **objetivos profissionais**, e variedade de hobbies. Após esse processo, pedimos que ele sugira algumas *personas* que poderíamos construir a partir desses dados. Ele sugere cinco *personas*: > **Amanda**, a designer inovadora; > > **Lucas**, o desenvolvedor ágil; > > **Gabriela**, a gerente de projetos de TI; > > **Rafael**, o especialista em inteligência artificial; > > **Carolina**, a profissional de marketing digital. Pedimos que ele refaça as sugestões para ver se há variações. Ele modifica algumas informações, sugerindo, por exemplo, a *persona* Beatriz, a *Tech Enthusiast* (entusiasta de tecnologia), que não havíamos mencionado. É importante **não confiar 100% no GPT**, mas sim aloinhar o que você já conhece da sua profissão com o que ele pode te ajudar no dia a dia. Voltamos à resposta inicial e escolhemos a *persona* **Lucas, o desenvolvedor ágil**, para explorar mais. Ele detalha motivações, desafios e objetivos do Lucas com o aplicativo. Por exemplo, Lucas é **apaixonado por tecnologia** e tem **forte interesse em métodos ágeis**. Ele pode enfrentar desafios ao implementar práticas ágeis em sua equipe ou organização. O ChatGPT retorna inclusive recomendações para o aplicativo de e-learning, algo que não solicitamos. Pedimos que ele refaça as sugestões de *personas* com base em critérios estabelecidos: **aprimorar habilidades**, **rotinas saudáveis de estudo** e **sentir-se representado**. Com base nesses critérios, ele sugere novas *personas*: > **Sofia**, a jovem profissional ambiciosa; > > **Matheus**, o estudante determinado; > > **Carla**, a profissional em transição de carreira; > > **André**, o empreendedor criativo; > > **Isabela**, a profissional multitarefa. Pedimos que ele organize as sugestões em **ordem de prioridade** considerando os critérios que citamos anteriormente, algo que não alterará muito a configuração. Utilizamos um comando de texto para o ChatGPT, mas se tivermos uma **tabela no Excel**, podemos copiar todo o conteúdo e colar no GPT. ## Ciclo de vida de um produto Após a construção da *persona*, analisamos o **ciclo de vida de um produto**, utilizando o mesmo aplicativo de *e-learning*. Perguntamos ao ChatGPT o que é ciclo de vida do produto. Ele explica que é uma representação dos estágios pelos quais um produto passa desde a introdução no mercado até a retirada. Os estágios são: **introdução**, **crescimento**, **maturidade** e **declínio**. É importante que uma pessoa que trabalha com gestão ágil saiba identificar o ciclo de vida do produto em que está inserida para pensar **estratégias e investimentos adequados** para a fase em que o produto se encontra. Nesse caso, identificamos que estamos com **crescimento de assinaturas**, **forte concorrência** e **lucro crescente.** Com base nessas informações, o ChatGPT analisa e identifica que estamos no **início do estágio de crescimento** ou no **ponto intermediário**. Perguntamos quais **estratégias** podemos utilizar na fase de crescimento. Ele sugere **marketing intensivo**, **expansão para novos mercados**, **melhoria contínua do produto**, **aumento da oferta de valor**, **parcerias estratégicas**, **monitoramento dos concorrentes** e **fortalecimento do relacionamento com os usuários**. Após conferir as estratégias, pedimos que ele organize de acordo com critérios anteriores. > Critério 1: **aprimorar habilidades** > > Critério 2: **rotinas saudáveis de estudo** > > Critério 3: **sentir-se representado** Como retorno, ele organiza os critérios e as estratégias que fazem parte desse critério. Vamos pedir para que as estratégias sejam organizadas em uma tabela. | Critério | Estratégias | |------------------------------------------|-------------------------------------------------| | Critério 1: Aprimorar habilidades | - Melhoria contínua do produto | | | - Expansão para novos mercados | | Critério 2: Rotinas saudáveis de estudo | - Fortalecimento do relacionamento com os usuários | | | - Aumento da oferta de valor | | Critério 3: Sentir-se representado | - Parcerias estratégicas | | | - Marketing intensivo | ## Impacto das IAs na gestão ágil Após utilizar o ChatGPT para **analisar dados**, seja para criar uma *persona* ou identificar o ciclo de vida do produto, podemos nos perguntar como a IA impactará nosso trabalho como gerentes ágeis. O ChatGPT, assim como outras IAs, pode colaborar com nossas funções na gestão ágil, economizando tempo na busca de informações e tornando a tomada de decisões mais eficiente, possibilitando entregar mais valor aos clientes e *stakeholders*. Assim como o Trello, Jira ou Notion, o ChatGPT pode fazer parte do nosso dia a dia e auxiliar nas funções e tarefas como gestores ágeis. Além da análise de dados, o GPT e outras IAs podem auxiliar na melhoria contínua do produto ou serviço e no gerenciamento do projeto. Se ainda não utilizao GPT, você pode replicar os casos apresentados aqui com dados fictícios e conferir as respostas. Sinta-se à vontade para compartilhar ideias e expectativas sobre inteligência artificial no Discord Alura e conectar-se com outros alunos e alunas. Nos vemos em breve!

  • DevOps

    Terraform no Google Cloud

    Neste Alura+ vamos aprender como podemos criar uma máquina virtual no Google Cloud Platform usando o Terraform e ver as diferenças entre o Google Cloud Platform e a AWS. * [Site do Terraform]( * [Download do Terraform]( * [Console do Google Cloud]( * [Documentação do Google Cloud no Terraform]( # Transcrição Na formação de Infraestrutura como Código, utilizamos sempre a AWS como provedora. Mas como fazemos para usar o Terraform com outros provedores, como o Google Cloud, por exemplo? Para tirar essa dúvida, vamos subir uma máquina no Google Cloud e verificar o quanto esse processo difere de uma máquina na AWS. Vamos lá? De início, vamos entrar no site do Terraform e clicar em "Tutoriais", no painel superior, para carregar os tutoriais iniciais e podermos mexer com cada plataforma. No caso, sempre usamos AWS; desta vez, acessaremos os **tutoriais do Google Cloud**. Nessa nova página, veremos todos os tutoriais disponíveis, como "O que é Infraestrutura como Código com o Terraform?" e "Instalando Terrafom". Caso você ainda não conheça o conceito de infraestrutura como código ou ainda não tenha o Terraform instalado, recomendamos dar uma olhada nesses dois primeiros tutoriais e fazer a nossa formação de Infraestrutura com Código também. Nesse vídeo, vamos direto para o tutorial "*Build Infrastructure*" (em português, "**Montando a Infraestrutura**") para começarmos a construir nossa infraestrutura com o Google Cloud. Primeiramente, há uma breve explicação sobre o que é o Google Cloud e temos um aviso inicial de que usaremos o nível gratuito (*free tier*) do Google Cloud Platform (GCP) para o provisionamento dos componentes desse tutorial. Caso comecemos a provisionar outros recursos, podemos mudar para a versão paga. No nosso caso, a máquina virtual que pretendemos provisionar faz parte do *free tier*. A seguir, temos a seção de pré-requisitos. É preciso ter uma **conta no Google Cloud Platform**. Caso você ainda não tenha, é possível criá-la no site do GCP — é de graça. Para conhecer mais sobre os serviços inclusos no *free tier*, podemos acessar a página de informações do Programa Gratuito do Google Cloud. Outro pré-requisito é ter, **no mínimo, a versão 0.15.3 do Terraform** instalada no seu computador. Se você estiver com o Terraform atualizado, já tem uma versão compatível, provavelmente 1.0 ou posterior. Atendidos os pré-requisitos, vamos checar o que precisamos para realmente começar a criar, na seção "*Set up GCP*". O primeiro item é **criar um projeto no GCP**. Vamos clicar no link disponibilizado no tutorial, que nos direcionará ao console do GCP para criar um projeto. Daremos o nome "Alura" para nosso projeto. Logo abaixo do campo de nome, será gerado um ID. No meu caso, é "alura-348223". O seu será diferente, pois os identificadores são únicos, nunca se repetem. À direita desse ID, temos a opção de editá-lo, se for de nosso interesse. Eu vou manter "alura-348223". Não vamos modificar os campos "Billing account" nem "Location", relativos respectivamente à cobrança (caso sejam criados recursos fora do *free tier*) e à organização. Podemos clicar no botão "Create" e, após alguns segundos, veremos nosso projeto criado, com todas as partes prontas. Voltando ao tutorial do site do Terraform, o segundo item é **ligar o *compute engine* do nosso projeto**. Novamente, vamos clicar no link disponibilizado no tutorial, que nos direcionará para a tela do *Compute Engine API* no console do GCP. Outra forma de chegar nessa página é acessando o menu do GCP, no canto esquerdo superior, selecionando a opção "Compute Engine". Nessa tela, clicaremos no botão "Enable" para habilitar e conseguirmos criar elementos relacionados às máquinas virtuais. Esse processo pode demorar alguns minutos, dependerá da carga sobre o Google no momento. De volta ao tutorial, o terceiro item em "Set up GCP" é **criar uma chave de serviço para nossa conta**. Clicaremos no link disponibilizado no tutorial, que nos direcionará para a página *Service Accounts*, dentro da área "IAM & Admin" do console do GCP. Outra maneira de chegar a esta tela é pelo menu do GCP, acessando "IAM & Admin > Service Accounts". Em seguida, vamos selecionar o projeto "Alura". Nessa nova página, constataremos que já temos uma conta de serviços. Para manter a organização e não nos confundirmos com as chaves e credenciais (partes de segurança muito importantes), vamos **criar outra conta de serviços**. No painel superior da tela, pressionaremos "Create Service Account". O campo relativo ao nome é opcional. Já o ID é obrigatório, como indicado pela presença do asterisco. Nosso ID será "terraform". Logo abaixo desse campo, será automaticamente criado um e-mail para essa conta de serviços. No momento, não precisamos nos preocupar com ele. A seguir, clicaremos no botão "Create and Continue". Agora, precisamos **selecionar um cargo (*role*)**. No tutorial do Terraform, no item 4 referente à criação da chave de serviço, é especificado que nesse campo devemos escolher "Project > Editor" e clicar em "Continue". Dessa forma, essa conta terá permissão para editar qualquer parte do projeto. Pressionaremos o botão "Done" para concluir a criação da conta do Terraform. Na sequência, vamos **criar uma chave para essa conta**. Seguindo o tutorial, vamos selecionar a conta de serviços e acessar a aba "Keys" (chaves) no painel superior. Em seguida, clicando em "Add Key", vamos escolher a opção "Create new key", definir o "Key Type" como JSON e clicar em "Create". O *download* da chave será feito automaticamente em nosso computador e veremos uma mensagem contendo o nome dela. Voltando ao tutorial, antes da seção "Write configuration", temos outro aviso (*warning*). Ele nos informa que ***esse arquivo da chave dá acesso total ao nosso projeto no Google Cloud Platform, então é importante o tratarmos como qualquer outra credencial secreta***, como a senha que usamos para entrar no console do GCP. Ou seja, não é uma boa prática salvar essa chave de acesso em um repositório, por exemplo, pois qualquer pessoa terá acesso ao projeto, se essa chave "vazar". Porém, caso isso aconteça, podemos acessar o menu "IAM & Admin > Service Accounts", entrar na nossa conta e apagar a chave. Depois, criamos outra. Temos a opção de criar várias chaves, só é importante mantermos o controle e a organização delas. Podemos, então, **começar a escrever as configurações do nosso projeto**. Em nosso computador, vamos criar uma pasta chamada "GCP" (abreviação de Google Cloud Platform) e abri-la no Visual Studio Code. Dentro dela, criaremos um arquivo chamado main.tf — um arquivo Terraform. Tudo que formos escrever ficará dentro dele. No tutorial, o início da seção "Write Configuration" explica como criar essa pasta e o arquivo main.tf por comandos no terminal. No caso, optamos pela criação manual. Em seguida, temos um bloco de código de exemplo: terraform { required_providers { google = { source = "hashicorp/google" version = "3.5.0" } } } provider "google" { credentials = file(".json") project = "" region = "us-central1" zone = "us-central1-c" } resource "google_compute_network" "vpc_network" { name = "terraform-network" } Vamos analisar esse trecho, composto por três blocos. De início, temos um bloco terraform referente às configurações que usaremos no projeto do Terraform. Da linha 2 a 6, constam dados do provedor: trata-se do provedor do Google, já com informações da fonte (source) e da versão (version). Da linha 10 a 16, temos o segundo bloco, com configurações desse provedor. A linha 11 contém as credenciais que serão carregadas de um arquivo .json. Na linha 13, precisamos informar o ID do projeto. Nas linhas seguintes, teremos dados relativos à região e à zona — assim como a AWS, o Google trabalha com regiões. Nesse exemplo, temos region = "us-central1" e zone = "us-central1-c", ou seja, estaremos usando o provedor do Google na região central dos Estados Unidos, na zona de disponibilidade C. Das linhas 18 a 20, temos o último bloco, com a opção de criação de um recurso, uma VPC. No momento, não queremos uma VPC, apenas uma máquina virtual. Mais adiante, consultaremos a documentação com esse objetivo. Portanto, vamos copiar apenas os dois primeiros blocos (da linha 1 até a 16) e colá-lo no arquivo main.tf. Feito isso, ainda precisamos configurar dois itens nesse arquivo: **indicar a chave de acesso na linha 11 e definir o ID do projeto na linha 13**. Vamos incluir a chave de acesso no projeto, movendo o arquivo .json para a pasta GCP. Em seguida, daremos uma olhada na estrutura e no conteúdo dessa chave. Primeiramente, ela contém um tipo, que é uma conta de serviço. Depois, temos o ID do projeto e o ID de uma chave privada. Em seguida, consta a chave privada em si, que é bastante longa. Vemos, então, o e-mail do cliente (no caso, da conta de serviço), o ID desse cliente e um link de autorização seguido de um link do *token* para poder acessar as informações. Por fim, há dois certificados, um do provedor e outro do cliente. Voltando ao arquivo main.tf, é necessário alterar a origem das credenciais, na linha 11. Como o nome do arquivo .json é muito extenso, no painel à esquerda vamos clicar com o botão direito do *mouse* sobre ele e renoméa-lo para chave.json. Desse modo, podemos modificar a linha 11 para credentials = file("chave.json"), indicando que as credenciais vêm desse arquivo. Quanto ao ID do projeto (na linha 13), podemos obter essa informação no console do Google Cloud Platform ou no arquivo chave.json, em project_id. No meu caso, a linha 13 ficará project = "alura-348223", lembrando que cada usuário terá um ID diferente. Assim, temos nosso Google Cloud configurado para uso. O próximo passo será **criar a máquina virtual**. No navegador, vamos voltar à página inicial do site do Terraform. Desta vez, no painel superior, acessaremos "Registry" — o registro Terraform. Descendo um pouco a página, temos as opções de *providers*. Vamos clicar em Google Cloud Platform. A princípio, veremos o *overview* do que é o Google Cloud. No topo da página, à direita, acessaremos a **documentação**. Na lateral esquerda, há uma lista extensa de recursos à nossa disposição. Anteriormente no Google Cloud, acionamos o *Compute Engine API*, portanto vamos expandir o tópico "*Compute Engine*" dessa lista. Dentro dele, temos uma série de recursos — estamos buscando por máquinas virtuais, que geralmente têm o nome VM (*virtual machine*) ou *Instance* (instância). No caso, encontraremos o subtópico "google_compute_instance". Clicando em "**google_compute_instance**", descobriremos que se trata de um recurso que gerencia uma instância de uma máquina virtual utilizando o Google Cloud Engine (GCE). Para mais informações, podemos acessar a documentação oficial da API. Aparentemente, este recurso faz exatamente o que precisamos. Mais abaixo nessa página, temos um exemplo de uso. Vamos deixar de lado as primeiras cinco linhas referentes à *service account* e copiar o resto. Colaremos esse trecho ao final do nosso arquivo main.tf: # código anterior omitido resource "google_compute_instance" "default" { name = "test" machine_type = "e2-medium" zone = "us-central1-a" tags = ["foo", "bar"] boot_disk { initialize_params { image = "debian-cloud/debian-9" } } // Local SSD disk scratch_disk { interface = "SCSI" } network_interface { network = "default" access_config { // Ephemeral public IP } } metadata = { foo = "bar" } metadata_startup_script = "echo hi > /test.txt" service_account { # Google recommends custom service accounts that have cloud-platform scope and permissions granted via IAM Roles. email = google_service_account.default.email scopes = ["cloud-platform"] } } Em seguida, vamos remover as partes que não são necessárias para nós. Na linha 18, temos o recurso "google_compute_instance". Vamos substituir o nome lógico "default" por "PrimeiraVM". Na linha seguinte, podemos alterar o nome que aparecerá no console do Google: em vez de "test", usaremos "PrimeiraVM" também. Em machine_type (tipo de máquina), precisamos tomar um pouco de cuidado. A máquina atual, "e2-medium", não é suportada pelo *free tier*! Então, vamos mudar para "e2-micro", que se enquadra no nível gratuito. Quanto à zona, vamos usar a mesma que especificamos anteriormente: "us-central1-c": # código anterior omitido resource "google_compute_instance" "PrimeiraVM" { name = "PrimeiraVM" machine_type = "e2-micro" zone = "us-central1-c" # código posterior omitido As tags não são necessárias, podemos removê-las (linha 23). Por outro lado, precisaremos do disco de *boot* (boot_disk), porque é o disco principal do nosso sistema. Na linha 24, temos os parâmetros iniciais: segundo o exemplo, usaremos uma imagem do Debian, na versão 9. Vamos manter desta forma. Em seguida, é oferecido um SSD local: o scratch_disk, um disco para escrever e ler itens temporários. Não precisamos disso e ele não é suportado no *free tier*, então vamos removê-lo (linhas 29 a 32). Agora, na linha 29, temos a interface de rede, necessária para a comunicação. Vamos manter network = "default" e não modificaremos o access_config, para que ele gere um IP público para nossa máquina. Os metadados (linhas 36 a 38) são desnecessários, vamos removê-los. Em seguida, temos o metadata_startup_script. Se quisermos rodar algum comando no momento de criação da nossa máquina, podemos utilizar essa *tag*. Vamos mantê-la e mudar seu valor para "echo oi > /teste.txt". Dessa forma, será escrito "oi" no arquivo teste.txt, no *root*. Por fim, a partir da linha 38, temos um *service account*. Como já configuramos anteriormente o *provider*, essa parte também não é necessária, vamos apagar da linha 38 até a 42. Então, **a segunda parte do arquivo ficará assim**: # código anterior omitido resource "google_compute_instance" "PrimeiraVM" { name = "PrimeiraVM" machine_type = "e2-micro" zone = "us-central1-c" boot_disk { initialize_params { image = "debian-cloud/debian-9" } } network_interface { network = "default" access_config { // Ephemeral public IP } } metadata_startup_script = "echo oi > /teste.txt" } Pressionando "Ctrl + S", salvaremos o arquivo. Já podemos **executar essas configurações para verificar se funcionam**. Na barra superior do VS Code, vamos em "Terminal > Novo Terminal". No terminal, vamos checar se estamos na pasta GCP. Uma vez dentro da pasta, executaremos o comando ls para verificar se os arquivos estão conforme o esperado: temos chave.json e main.tf. Tudo em ordem, vamos rodar um clear para limpar o terminal. Então, vamos **executar o comando terraform init** para iniciar todas as configurações do Terrafom, fazer o *download* da infraestrutura do provedor e deixar tudo pronto para a execução. Terminado esse processo, vamos **rodar o terraform apply**. Assim, a ideia é pegar o nosso plano e criar uma *compute instance* chamada PrimeiraVM. No console, podemos verificar todas as configurações dessa instância e, ao final, temos o plano total "Plan: 1 to add, 0 to change, 0 to destroy" (1 para criar, 0 para mudar e 0 para destruir). Para confirmar, digitaremos "yes". Durante essa operação, teremos um erro alegando que o nome "PrimeiraVM" é inválido, pois não podemos usar letras maiúsculas, apenas caracteres no padrão [a-z0-9]. Logo, na linha 19 do arquivo main.tf, vamos alterar para name = "primeiravm" e salvar. Em seguida, executaremos o terraform apply novamente, digitaremos "yes" para confirmar e esperaremos enquanto esse processo é executado. No meu caso, a operação foi rápida, apenas 11 segundos. Mas esse tempo pode variar de acordo com a conexão da internet ou da carga sobre os servidores do Google e assim por diante. Para verificar se a máquina foi devidamente criada, vamos voltar ao console do Google Cloud Platform, no navegador. No menu, vamos em "Compute Engine". Nesta página, há uma tabela com as instâncias de máquina virtual e veremos a "primeiravm". O IP dela está na coluna "External IP". Para acessá-la via SSH, selecionaremos o *checkbox* à esquerda e clicaremos no botão "SSH". Dessa forma, a chave SSH será colocada dentro da nossa máquina virtual, pois não fizemos isso antes. Essa é uma das vantagem do Google sobre a AWS: não precisamos colocar as chaves logo que criamos a máquina, ele faz esse procedimento para nós depois. Após alguns segundos, estaremos na nossa máquina. Vamos executar o comando ls / para ver os arquivos que temos dentro da máquina virtual. Um deles é o teste.txt, vamos abri-lo com cat /teste.text. Veremos o texto "oi" que configuramos anteriormente, ou seja, a instância foi criada e o arquivo .txt foi inserido no *root* da máquina virtual. Pronto, criamos a configuramos uma máquina virtual com o Google Cloud! **E se não quisermos mais essa infraestrutura?** Podemos encerrá-la por meio do comando terraform destroy, que vai **destruir a infraestrutura**. Assim, o plano não terá nada para criar ou modificar e um recurso para destruir. Vamos digitar "yes" para confirmar a ação e a máquina será apagada. No meu caso, esse processo demorou 37 segundos, mas esse tempo pode variar. Dessa forma, a infraestrutura foi destruída. O projeto não foi apagado, apenas removemos a infraestrutura, que podia gerar custos. Agora que vimos tudo isso, vamos elencar as **diferenças entre a máquina virtual que criamos no Google Cloud e uma máquina virtual que geralmente criamos na AWS**. Primeiro, no arquivo main.tf, no bloco terrafom que vai da linha 1 a 8, temos que trocar o nome do provedor, bem como o source. Além disso, o método de utilizar credenciais e fazer *login* no Google e na AWS são diferentes. Na AWS, fazemos o *login* pela linha de comando com aws configure. No Google, usamos credenciais via arquivo. O recurso criado também muda de nome entre esses dois provedores. **Na AWS, temos o EC2 Instance e, no Google, o Google Compute Instance**. São nomes e recursos diferentes e também têm configurações distintas. Por exemplo, na AWS especificamos zonas por VPC, não por máquinas. Ambos, porém, precisam de um nome e de um tipo de maáquina (machine_type). Quanto ao boot_disk, no Google definimos pela imagem. No caso, escolhemos o Debian, versão 9. Na AWS, usamos as AMIs, que são parecidas, porém têm nome diferente. Precisamos saber a AMI correta para cada região. Em questão de rede, na AWS não precisamos configurar uma interface de rede. Ele já vem com uma interface e um IP público por padrão. No Google Cloud, temos que especificar esses elementos. Ademais, temos o metadata_startup_script que determina o que será feito inicialmente, em que inserimos o código entre aspas. Na AWS, esse processo é mais complicado, temos que colocar o end_of_file ou end_of_tape, algo nesse sentido para identificar onde começa e onde termina. De forma geral, **esses provedores são bem próximos em termos de criação**. O Google também fornece uma VPC padrão, que é um jeito que de acessarmos essas máquinas. Por fim, vamos revisar tudo que fizemos nesse vídeo. Criamos um projeto e uma chave de acesso para acessá-lo. Depois, configuramos uma máquina virtual do tipo e2-micro (suportada no *free tier*) e especificamos a zona onde ela ficaria — no *datacenter* central dos Estados Unidos, na zona de disponibilidade C. Determinamos o sistema utilizado na máquina, uma interface de rede e um *script* para rodar na criação da instância. Espero que você tenham gostado. Até o próximo Alura+!

  • Gestão & Negócios

    Como criar persona

    Sabemos que para uma estratégia de marketing trazer bons resultados, ela precisa ser desenvolvida para atender os interesses das pessoas. Mas como vamos saber quem são essas pessoas? Nesse Alura+ você vai conhecer sobre a Persona, uma estratégia importante que nos ajuda a traçar o perfil do cliente ideal. Aprenderemos a definição, como criar e como utilizá-la de forma assertiva. Vamos lá? # Transcrição ## Introdução ao Conceito de Persona Imaginemos a seguinte situação: é aniversário de alguém especial, alguém que conhecemos bem, e compramos um presente para essa pessoa. Mas não é qualquer presente; é exatamente aquilo que ela tanto desejava ter. Se dissermos que isso tem tudo a ver com uma importante estratégia do marketing digital, e é sobre ela que vamos falar neste vídeo de Alura Mais, já ouvimos falar sobre persona? Sabemos como criar uma para nossa empresa, para nossa marca? Neste vídeo, aprenderemos como criar uma persona. Vamos explorar suas definições, como criar uma persona, como usar essa estratégia e também elaborar um modelo de pesquisa. ## Boas-vindas e Objetivos do Vídeo Sejam muito bem-vindos. Sou Amandha Moreira, instrutora no canal de marketing da Alura, e vamos aprender juntos como elaborar essa estratégia tão especial dentro do marketing. Vamos seguir adiante! ## Definição de Persona A definição de persona: afinal, o que é persona? É a representação de um cliente ideal, descoberta com base em dados qualitativos e quantitativos, através de pesquisas de mercado, concorrentes e até de clientes que já existem. Costumamos dizer que persona é a exemplificação do comprador perfeito. Ela utiliza dados de comportamento, estilo de vida e características desses clientes para transformar isso em uma história, algo mais fácil de ser compreendido, focado no nosso alvo. A persona nos ajuda a humanizar nosso negócio aos olhos dos clientes, fazendo com que eles se sintam em um lugar confiável e oferecendo algo além dos nossos serviços. Esse cliente precisa ter uma identificação pessoal com nossa empresa, marca ou negócio e se sentir valorizado. Persona está intimamente ligada à personalização, e ao longo deste vídeo, entenderemos exatamente do que estamos falando. ## Diferença entre Persona e Público-Alvo Para as definições de persona, vamos compreender as determinações para saber qual é nosso público-alvo e como ele se comporta. Já que mencionamos público-alvo, precisamos entender a diferença entre persona e público-alvo, pois sim, há diferença. Vamos identificar isso juntos. O público-alvo, como o nome sugere, é amplo, é público. No conjunto macro, essas informações de forma coletiva estão muito mais atreladas a um perfil mais generalizado. ## Exemplos de Público-Alvo e Persona Vamos seguir com um exemplo. Nos dados de pesquisa para público-alvo, identificamos um gênero: mulher, faixa etária de 20 a 30 anos, brasileira, classe média, graduada e com renda mensal de 5 mil. Já a persona, como vimos, é a representação do cliente ideal, apresentando dados além dos geográficos e sociodemográficos. Persona é mais humanizada, mais específica. Ela possui todas as características que nosso cliente tem. Persona tem nome. Diferente do público-alvo, compomos aqui algumas pesquisas e perguntas muito mais específicas para conhecer melhor nosso cliente ideal. Algumas perguntas incluem desejos, medos, objetivos, hobbies, interesses, relação familiar e faixa salarial. Vamos seguir um exemplo, assim como fizemos com o público-alvo, para identificar essa diferença. Esta é Joana. Ela tem 30 anos, mora em São Paulo, é formada em comunicação e marketing. Trabalha de forma autônoma como social media e busca recolocação no mercado de trabalho como CLT. Seu gênero musical preferido é jazz, toca violão e deseja fazer uma viagem internacional para New Orleans. Percebem a diferença na quantidade de informações, muito mais específicas, que compomos em uma pesquisa de persona, em contraste com o público-alvo, que trata de informações mais generalizadas? ## Dicas para Criar uma Persona Já que identificamos a diferença entre público-alvo e persona, vamos seguir para a criação da persona. Vamos compartilhar três dicas preciosas. A primeira é conhecer nosso público. Lembram da analogia do presente que compramos para alguém que conhecemos bem? Quando conhecemos cada detalhe do nosso cliente, fica muito mais fácil oferecer uma solução que realmente faça sentido para ele. A segunda dica é a comunicação assertiva. Precisamos acessar a mente do cliente, identificar seus desejos, o que ele está pensando, e entender como passar essa mensagem. A palavra-chave é conexão. A terceira dica é a identificação e representatividade. Como mencionamos nas definições, nosso cliente precisa se sentir representado e conectado conosco. Ofereça valor, venda uma versão melhor dele mesmo. Segue aqui uma frase que pode fazer bastante sentido: "Você é a personificação da melhor versão dele." O que queremos dizer com isso? Precisamos entender onde nossos clientes estão, para onde gostariam de ir e onde entramos nisso tudo. Precisamos ajudá-los a chegar onde tanto desejam. Compreendeu? Vamos seguir para o próximo tópico. ## Tipos de Persona Existem alguns tipos de persona. Sim, existem alguns, e aqui vamos falar sobre dois específicos, pois são os que mais utilizamos. Tipos de persona: *buyer persona* (persona compradora). Na tradução do inglês, é quem compra, também conhecido como persona de usuário, que é nosso comprador ideal. Em termos mais técnicos, utilizamos o personagem semificcional baseado em nossas pesquisas. O segundo tipo de persona é o *brand persona* (persona de marca), que representa nossa marca, identidade, valores e objetivos. É uma estratégia criada pensando em um ou mais personagens que estabelecem uma conexão, um laço, uma fidelidade com nosso público e clientes. Fazendo algumas perguntas básicas para identificar o que é *buyer persona*, a primeira é: quem é você? Nessa pergunta, vamos entender quais são as características físicas e emocionais desse cliente ideal. ## Criação de Buyer Persona e Brand Persona Qual é o objetivo do cliente? O que ele deseja alcançar? Precisamos entender quais são as principais barreiras que impedem esse alcance e como podemos ajudar a solucioná-las. Vamos seguir para as perguntas básicas para um *brand persona* (persona de marca)? A primeira é a identidade da marca. Um exemplo importante é o logotipo, a identificação visual da empresa. A segunda é o estilo de linguagem. Anteriormente, discutimos a comunicação assertiva, que é essencial aqui. Precisamos saber como nos comunicar e para quem estamos nos comunicando. A terceira é a abordagem focada em atrair o cliente. ## Exemplos de Brand Persona: Magalu Falando sobre *brand persona*, entendemos que uma persona não precisa ser apenas o consumidor ou a audiência; pode ser a própria empresa. A ideia é humanizar a marca, criando um perfil que represente os valores e a visão da companhia. Um exemplo conhecido é a Magalu, a *brand persona* da Magazine Luiza. Vamos aprender com a Magalu o que ela pode nos ensinar sobre uma *brand persona*. Para quem não conhece, Luiza Trajano é a idealizadora da Magazine Luiza. Vamos explorar como a Magalu foi construída. A Magalu foi a primeira influenciadora virtual do Brasil, criada em 2003, com o objetivo de humanizar a experiência de compra no comércio eletrônico da Magazine Luiza. Pedro Alvim, gerente sênior de conteúdo das redes sociais da empresa, explica que a experiência de compra era fria e as pessoas tinham receio de inserir seus dados bancários no site. A Magalu surgiu para humanizar essa experiência e levar o atendimento da empresa para o ambiente online. Entendendo o objetivo da criação dessa *brand persona*, vamos identificar suas características mais marcantes. A Magalu foi projetada para humanizar a relação da Magazine Luiza com seus clientes, aproximando-os e encantando-os. Como relatado por Pedro Alvim, a Magalu foi criada para gerar confiança, permitindo que os clientes se sentissem seguros ao inserir seus dados bancários. A Magalu está intimamente ligada à personificação. ## Metodologia de Criação de Persona Agora que compreendemos o que é uma *buyer persona* (persona compradora) e uma *brand persona*, vamos seguir para a metodologia de criação. A criação de persona é um processo que resulta de pesquisa, análise e construção. Vamos resumir como isso é feito: coleta de dados, realização de pesquisas, análise dos dados, estruturação da persona e compartilhamento com a equipe específica. ## Modelo de Pesquisa para Criação de Persona Vamos elaborar um modelo de pesquisa. Trouxemos um exemplo, mas é importante destacar que existem outros modelos disponíveis. Com o tempo, será possível identificar o tipo de pergunta e pesquisa necessários para elaborar a persona. O objetivo é gerar perguntas que façam sentido para a marca ou produto, complementando com os resultados das conversas com possíveis compradores. A pesquisa deve fornecer o máximo de informações para criar uma estratégia mais completa. No exemplo de pesquisa, coletamos informações específicas como idade, local de residência, local de trabalho e cargo. Perguntamos sobre a educação e personalidade dos clientes. A primeira pergunta é sobre objetivos: quais são seus valores e metas? Sobre a rotina, perguntamos o que o cliente faz no dia a dia e o que consome. Sobre desejos, perguntamos qual é o maior sonho e interesses pessoais, identificando as marcas que mais utiliza. Não podemos esquecer de identificar as dores, frustrações e dificuldades do cliente para ajudá-lo. Perguntamos como nosso negócio ou produto pode impactar sua vida. Este é um modelo de pesquisa para ter uma ideia de como elaborar a pesquisa. Existem outros modelos, e é importante pesquisar e adaptar ao tipo de pergunta necessária para o nicho de negócio. ## Conclusão e Recapitulação Vamos recapitular o que aprendemos neste vídeo: definições de persona, diferenças entre público-alvo e persona, dicas de criação, tipos de persona, metodologia e um modelo de pesquisa. Espero ter contribuído sobre como criar uma persona, suas definições e como utilizar essa estratégia no negócio. Espero encontrá-los em uma próxima aula na Alura. Até breve!

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