Sejam bem-vindos a mais um curso na Alura. Neste curso, vamos abordar phishing, investigação e artefatos maliciosos.
Já nos perguntamos como um e-mail simples pode se tornar a porta de entrada para um incidente de segurança em uma empresa, seja ela privada ou um órgão governamental?
Com frequência, um ataque não começa com ferramentas sofisticadas. Primeiro ocorre um escaneamento e, em seguida, a pessoa invasora tenta entrar no ambiente. Não é necessária muita sofisticação para obter o acesso inicial. Muitas vezes, explora-se justamente o phishing, uma das técnicas mais antigas e ainda amplamente utilizada.
Mesmo com mecanismos de autenticação e suas constantes atualizações, o phishing permanece entre os vetores iniciais de ataque mais comuns atualmente. A partir daí, a cadeia de ataque tende a se sofisticar, pois o acesso inicial já foi obtido por meio de phishing.
É sobre esse cenário que nós vamos falar neste curso.
Nós vamos aprender diversos tópicos sobre engenharia social, investigação de URLs e ferramentas que podem facilitar nosso dia a dia, especialmente na triagem e na resposta a incidentes.
Eu sou Gabriel Victor Pereira Yamashita, especialista em cibersegurança, com 10 anos de atuação em empresas de médio e grande porte.
Audiodescrição: Sou um homem pardo com traços orientais. Estou vestindo uma camisa branca e, atrás de mim, há alguns itens decorativos.
Nós vamos:
Aprender a pensar e investigar como pessoa analista de SOC.
Vamos em frente! Até mais!
Fala, pessoal.
Meu nome é Gabriel Victor Pereira Yamashita e serei seu instrutor nesse curso Anatomia do phishing (golpe de isca) em Engenharia Social.
Neste curso, vamos aprofundar o estudo sobre phishing (golpe de isca): seus tipos de ataque, as formas de execução e, principalmente, como analisar phishing (golpe de isca) de maneira correta.
O objetivo é entendermos por que o phishing (golpe de isca) ainda é um tipo de ataque amplamente utilizado.
Quem trabalha em ambiente corporativo — ou mesmo em uma caixa de entrada pessoal — provavelmente já recebeu phishing (golpe de isca), seja no e-mail da empresa, seja em contas pessoais como Gmail, Outlook e Hotmail. Isso é comum em empresas governamentais, privadas e em diversos outros contextos.
Para nós do SOC e do front, que realizamos análises e fazemos o escalonamento de incidentes, é essencial compreender o que é o phishing (golpe de isca), como funciona e como conduzimos uma análise mais ampla e criteriosa.
Este curso existe para entendermos esses pontos e aprofundarmos os conceitos, de forma a construirmos uma base mais completa de conhecimento nessa área.
Vamos em frente e começar falando sobre phishing (golpe de isca).
Por curiosidade, o phishing (golpe de isca) não é uma ameaça recente. Antes mesmo de termos o phishing (golpe de isca) digital, já existiam golpes por carta ou telefone, que se enquadram como engenharia social.
A lógica é a mesma do phishing (golpe de isca) atual: enviar uma comunicação, apresentar uma informação falsa que simula legitimidade e, a partir disso, executar o ataque.
Os primeiros relatos documentados de ataques de phishing (golpe de isca) são da década de 1990, especialmente entre 1995 e 1996, quando criminosos se passavam por funcionários da America Online para obter senhas de usuários. O conceito utilizado naquele primeiro ataque continua o mesmo, cerca de 30 anos depois.
Trata-se, portanto, de um tipo de ataque muito conhecido, com décadas de história, que ainda funciona e provavelmente continuará funcionando, porque muitas pessoas ainda caem em phishing (golpe de isca). Mesmo com tecnologias mais robustas, dependendo do comportamento da pessoa usuária e do nível de entendimento, o ataque pode ocorrer.
Quando lança um phishing (golpe de isca) em ambientes governamentais, privados ou diretamente na caixa de entrada de alguém, a pessoa atacante busca criar um senso de urgência para que a vítima, antes de verificar a veracidade da mensagem, clique ou execute a ação solicitada.
Em geral, mensagens de phishing (golpe de isca) vêm acompanhadas de urgência: “troque sua senha em X horas”, “seu cartão será bloqueado”, “clique neste link para evitar o cancelamento”, “faça esta solicitação para não perder o acesso”, “evite o vazamento de dados”, entre outros. O objetivo costuma ser obter a senha da pessoa usuária ou credenciais equivalentes.
A pessoa atacante provoca a sensação de que é necessário agir imediatamente — clicar, responder, fornecer dados — para “não perder o acesso” ou “evitar um problema”.
Hoje, isso também acontece em aplicativos de mensagem como o WhatsApp, quando alguém se passa por uma empresa (por exemplo, concessionárias de energia ou água) para informar sobre um boleto ou pendência. Ao clicar, a vítima pode acabar expondo suas credenciais ou outros dados sensíveis.
Ou seja, muitas vezes, não se trata de uma falha técnica em um equipamento ou em uma ferramenta antispam, nem de uma plataforma de e-mail robusta ou serviço em nuvem que falhou. O vetor é a engenharia social aplicada sobre o comportamento — o clique da pessoa usuária.
Para reforçar a camuflagem de legitimidade, a mensagem costuma parecer familiar: logotipos, linguagem e informações que remetem à instituição real. Porém, não é legítima; é a pessoa atacante se passando por aquela organização.
O pedido reduz nosso tempo de reflexão. A ideia é transformar a reação em algo automático, antes que façamos uma análise adequada para identificar se a comunicação é legítima ou não.
Mesmo com diversas ferramentas e soluções disponíveis, ainda podemos cair em phishing (golpe de isca) se não mantivermos a atenção.
É isso que vamos entender neste primeiro momento: por que o phishing (golpe de isca) ainda funciona, quais componentes ele utiliza e o que faz com que seja eficaz atualmente.
As mensagens de phishing (golpe de isca) trazem elementos que nos permitem avaliar sua legitimidade. O e-mail é, em geral, a principal fonte de evidências para nossa análise.
Entre essas evidências, analisamos o cabeçalho, que inclui informações como remetente, destinatário e assunto.
No endereço do remetente, pode haver tentativa de se passar por um e-mail da Microsoft. Para isso, há troca de caracteres e formatação do nome: em vez de ter a letra O, pode aparecer o símbolo @ ou o numeral 0; pode surgir “Microsoft” com letras duplicadas ou variações semelhantes.
Nesta aula, vamos aprofundar o tema e mostrar exemplos de ataques, explicando como são executados para viabilizar o phishing (fraude por e-mail).
Em geral, a tentativa é camuflar informações dentro de algo que pareça legítimo, para aumentar as chances de passar despercebido.
Outro ponto é o corpo do e-mail. Frequentemente, o texto pode ter ortografia e leitura corretas, aparentemente tudo certo. Porém, o link inserido terá algum elemento para chamar atenção. Isso pode aparecer em extensões suspeitas, como .exe, .hta ou similares.
No corpo do e-mail, costumam existir artefatos que devemos avaliar: URLs, anexos, domínios e endereços IP. Entendendo esse contexto e fazendo uma leitura imediata do que está diferente, conseguimos nos antecipar ao senso de urgência criado pelo atacante.
Essa é a parte mais importante: observar as evidências existentes no corpo do e-mail para termos um entendimento amplo e não cairmos em phishing (fraude por e-mail).
Como esse ataque começa? Quais são os passos adotados para chamar a atenção de alguém? Conforme mencionamos no primeiro slide (lâmina), existe uma vítima. O primeiro alvo é sempre a pessoa que o atacante quer atingir; portanto, o ataque começa, primeiramente, na pessoa.
Em seguida, cria-se um senso de urgência, com mensagens como: “seu acesso será bloqueado hoje” ou “em tantas horas”, caso não se clique em um link, não se faça a modificação necessária, não se envie informação solicitada ou, em alguns casos, até dinheiro. O senso de urgência está no topo da pirâmide.
Logo abaixo, vem o medo: “detectamos atividade suspeita na sua conta”, “seu e-mail foi vazado”, “seu e-mail vai expirar”, “sua conta foi comprometida e precisa ser alterada”, “os dados do seu cartão ou do seu banco estão em risco”. O objetivo é provocar a sensação de que houve detecção de algo na conta da vítima.
A seguir, aparece a autoridade. O atacante pode se passar por um pedido da diretoria, por alguém de uma empresa com a qual há relacionamento, ou por prestadoras de serviço que todos utilizamos no dia a dia (conta de luz, água, internet), alegando que a mensagem vem dessas fontes reconhecíveis. Há sempre um apelo de autoridade.
Depois, a curiosidade: muitas vezes surge um “documento confidencial compartilhado com você”, explorando a confidencialidade para acionar o gatilho da curiosidade.
Em seguida, a oportunidade: “reembolso disponível” ou mensagens relativas a valores, informando possibilidade de reembolso em determinado período.
Também é comum a personificação: a equipe de TI, um fornecedor, a empresa de energia ou de água. Em ambientes corporativos, é muito comum atacantes se passarem pela equipe de TI. Já observamos diversos incidentes em que a pessoa se apresentou como TI, obteve acesso à máquina e, a partir daí, realizou movimentação lateral.
Uma única mensagem pode acionar vários gatilhos ao mesmo tempo: oportunidade, dinheiro, senha do banco, senha do computador, senha do internet banking (banco via internet), senha do WhatsApp, entre outros. Um e-mail pode combinar diversos gatilhos no mesmo ataque.
Vamos a um exemplo prático de ataque e de alguns movimentos comuns. Observamos em tela um caso de tentativa de personificação da equipe de TI, utilizando um e-mail supostamente corporativo. Prestemos atenção no endereço usado: algo como suporte@microsoft-seguranca.com. De imediato, já surgem sinais de alerta: “Microsoft” grafado com numerais (1 e 0) no lugar de letras e o uso de hífen para compor o domínio. Pode até parecer que a empresa utilize um formato como suporte@microsoft-seguranca.com, mas aquelas variações de caracteres não existem na grafia oficial. O correto seria “Microsoft” com “i” e “o”, sem substituições por “1” ou “0”.
Assim, identificamos que o remetente — quem está enviando o e-mail — não pertence à nossa equipe de TI. Logo abaixo, vemos o domínio, que segue a mesma lógica do endereço acima, mas muda o quê?
Não há um suporte legítimo; observamos o uso dos mesmos numerais 1 e 0 no nome do domínio. Subentendemos que tentam simular um domínio existente, porém não dessa forma, e sim por meio de uma variação fraudulenta.
Está sendo utilizado “microsoft-seguranca”. Com isso, entendemos que quem está enviando esse e-mail não é alguém legítimo, pois utiliza deliberadamente uma informação divergente.
Além disso, há a questão do cabeçalho de Reply-To (responder-para).
Endereço exibido: suporte@login-verificacao.
No assunto, lemos: “Sua senha expira hoje”. Conforme mencionamos, na maioria das vezes cria-se um senso de urgência, com mensagens como: “Sua senha vai expirar; você precisa clicar.”
Logo abaixo, encontramos o corpo do e-mail, que basicamente apresenta um link (hiperlink) informando para acessar e realizar a alteração.
Como podemos observar, já há uma informação diferente: aparece “HXXPS”, que não existe. O correto é “HTTPS”, tipo de comunicação segura. Ao vermos “HXXPS”, entendemos que o link (hiperlink) redirecionará para algo que não é legítimo.
Assim, identificamos três vetores diferentes nesse contexto que, de imediato, indicam que se trata de um phishing (fraude).
É por isso que, com frequência, as pessoas caem nesse tipo de golpe: a mensagem se passa por legítima e, ao olhar rapidamente, a pessoa pode clicar sem perceber que se trata de um e-mail malicioso.
Nosso primeiro trabalho é encontrar inconsistências. Precisamos bater o olho e identificar que “Microsoft” com os numerais “1” e “0” não é algo legítimo. Devemos, portanto, localizar essas inconsistências.
Precisamos levar isso ao pé da letra e memorizar esses padrões para não cair em phishing (fraude) e, ao mesmo tempo, realizar uma análise mais ampla, comparando:
Devemos enfatizar identidade, pedido e destino. Ao validar esses pontos antes de clicar ou de realizar qualquer ação, reduzimos o senso de urgência e executamos corretamente a identificação de um phishing (fraude).
No fluxo de tratamento:
Com isso, conseguimos entender por que o phishing (fraude) ainda funciona, com base nos pontos que apontamos.
No próximo vídeo, vamos aprofundar a triagem e entender os tipos de phishing (fraude).
Pessoal, muito obrigado, até a próxima!
Olá, pessoal.
Dando continuidade ao nosso curso Phishing: investigação, detecção e resposta a incidentes por e-mail.
Nesta aula, nós vamos abordar as evidências de um e-mail suspeito.
Na aula anterior, nós focamos no contexto de por que o phishing continua ocorrendo amplamente hoje em dia. Nós discutimos vertentes e fatores que contribuem para que o phishing permaneça ativo e muito utilizado em nossos ambientes — governamentais, privados e, inclusive, no nosso dia a dia, em nossas caixas de entrada.
Agora, nós vamos entender evidências presentes em e-mails suspeitos e destacar aspectos relevantes dessas evidências para aprofundar o conceito. Ao compreender o fundamento dessas evidências e o porquê de cada uma, nós conseguimos avançar para uma abordagem mais teórica e aprofundada sobre a informação e o contexto do phishing.
Vamos prosseguir com a investigação dos componentes.
Geralmente, todo e-mail possui um cabeçalho. Nesse cabeçalho, encontramos informações, contextos e evidências relevantes que podemos considerar na análise. Na maioria das vezes, os cabeçalhos são reveladores para entendermos a legitimidade da mensagem ou por que se trata ou não de phishing.
Quando abrimos um e-mail, podemos visualizar seus cabeçalhos e, a partir deles, compreender diversos pontos importantes. Os cabeçalhos fornecem informações sobre a origem — isto é, quem está enviando a mensagem, a pessoa ou entidade que envia para a potencial vítima — e registram o endereçamento e o caminho de entrega.
O cabeçalho é revelador especialmente para entendermos quem está realizando o envio. Na nossa Aula 1, nós mostramos tipos de cabeçalhos e, por exemplo, remetentes cuja origem altera a característica do nome, modificando pontos importantes, como a grafia de “Microsoft”. Ao observar o cabeçalho, conseguimos identificar quem está fazendo o envio e, a partir disso, categorizar ou compreender se se trata de phishing.
Entre os campos mais importantes do cabeçalho, destacamos:
From: identificação do remetente declarado na mensagem.Reply-To: endereço utilizado para receber a resposta.Return-Path: endereçamento de retorno utilizado no transporte da mensagem.Received: registro que nos ajuda a reconstruir o percurso do e-mail entre os servidores, permitindo entender o caminho percorrido até chegar à caixa da pessoa destinatária.O cabeçalho é a primeira fonte de entendimento, a base inicial para verificarmos se se trata ou não de phishing. O nome exibido como remetente não comprova a legitimidade do e-mail; é essencial observar não apenas o nome, mas também o endereço real do remetente para compreender efetivamente quem está enviando a mensagem. Muitas vezes, a “equipe de TI” pode aparentar ser a equipe legítima do nosso ambiente, mas precisamos verificar qual é o e-mail efetivo utilizado no envio para confirmar se é, de fato, o endereço correto da equipe.
Após o cabeçalho, três mecanismos são fundamentais para a análise:
Esses três mecanismos são fundamentais para auxiliar nossa análise. Entretanto, precisamos ter clareza de que um resultado de aprovação nesses controles não garante, por si só, que o envio seja seguro. Podem existir domínios maliciosos configurados adequadamente, ou domínios legítimos comprometidos, que mascaram a intenção maliciosa. Por isso, precisamos montar o “quebra-cabeça” reunindo evidências.
A partir dessa montagem do “quebra-cabeça”, nós obtemos fundamento suficiente para a investigação: combinamos a análise do cabeçalho com os resultados de SPF, DKIM e DMARC, formando dois vetores de análise — o vetor de origem e percurso (cabeçalho) e o vetor de autenticação de remetente (SPF/DKIM/DMARC).
Vamos supor que a mensagem passe em SPF, DKIM e DMARC, mas, no topo do cabeçalho, o endereço exibido pertença a um domínio diferente daquele avaliado ou autorizado. Nesse caso, muito provavelmente, trata-se de phishing.
Em 99,9% dos casos, será phishing, pois utiliza um remetente desconhecido ou malicioso.
A partir disso, temos um entendimento inicial. O próximo passo é analisar o corpo da mensagem e os artefatos. Vamos nos ater não somente ao cabeçalho e aos envios, mas também ao conteúdo do e-mail. Além do remetente e de quem validou o domínio, há mais informações que permitem aprofundar a análise. Em essência, vamos além do remetente.
O conteúdo da mensagem tende a revelar a ação solicitada. Analisamos o cabeçalho, o SPF, o DKIM e o DMARC; mesmo que tudo pareça legítimo, ainda precisamos avaliar o corpo do e-mail para confirmar sua legitimidade.
O que devemos analisar no corpo da mensagem:
Nos artefatos, devemos verificar:
Um ponto de atenção: nunca devemos acessar diretamente links suspeitos para “testar” sua legitimidade. A primeira ação não é clicar no link. Devemos copiar a URL e validá-la em ferramentas de pesquisa e reputação, como VirusTotal, AbuseIPDB e urlscan.io, antes de qualquer interação. Em grande parte das vezes, analisamos primeiramente os IOCs mais relevantes disponíveis.
Também precisamos nos atentar a sinais de alerta em um e-mail suspeito, o que converge com tudo que discutimos anteriormente. Exemplo de cenário de e-mail corporativo simulado:
Reply-To: diferente do domínio do remetente. Essa troca ocorre para confundir, pois geralmente o domínio é aderente ao ambiente da organização.Por fim, um único indicador não determina necessariamente phishing. A análise deve considerar o conjunto de evidências. Por exemplo, um remetente com nome diferente é um primeiro sinal; isoladamente, pode não bastar. Se somarmos a isso uma URL incorreta, já temos dois fatores que sustentam a hipótese de phishing. Não devemos nos prender a um único indicador, seja ele positivo ou negativo.
Precisamos de mais evidências para que possamos fechar o cenário e concluir se ele é malicioso ou não.
Por último, para entendermos o que aprendemos, reforçamos a importância de analisar a origem. Precisamos sempre avaliar os cabeçalhos, os remetentes e a autenticação. Ao montar esse cenário da origem, nós conseguimos nos antecipar ao entendimento do que se trata.
Também analisamos o conteúdo, que é o corpo do e-mail, e os artefatos. Precisamos identificar quais são os pedidos realizados na mensagem. Quanto aos artefatos, verificamos as URLs, os domínios e os anexos.
A partir disso, montamos um cenário para entender o comportamento e classificá-lo como phishing (fraude eletrônica) ou não dentro do ambiente.
Na próxima aula, vamos falar mais sobre phishing em massa (fraude eletrônica em larga escala) e spear phishing (fraude eletrônica direcionada).
Até a próxima aula.
O curso Phishing: investigação, detecção e resposta a incidentes por e-mail possui 206 minutos de vídeos, em um total de 40 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Blue Team & SOC em Cibersegurança, ou leia nossos artigos de Cibersegurança.
Matricule-se e comece a estudar com a gente hoje! Conheça outros tópicos abordados durante o curso:
O Plano Plus evoluiu: agora com Luri para impulsionar sua carreira com os melhores cursos e acesso à maior comunidade tech.
2 anos de Alura
Matricule-se no plano PLUS 24 e garanta:
Jornada de estudos progressiva que te guia desde os fundamentos até a atuação prática. Você acompanha sua evolução, entende os próximos passos e se aprofunda nos conteúdos com quem é referência no mercado.
Back-end, Dados, Front-end, DevOps, Mobile, Gestão & Negócios, UX & Design, Cibersegurança, Cloud, Inteligência Artificial
Formações com mais de 1500 cursos atualizados e novos lançamentos semanais, em Programação, Inteligência Artificial, Front-end, UX & Design, Data Science, Mobile, DevOps e Inovação & Gestão.
A cada curso ou formação concluído, um novo certificado para turbinar seu currículo e LinkedIn.
Acesso à inteligência artificial da Alura.
No Discord, você participa de eventos exclusivos, pode tirar dúvidas em estudos colaborativos e ainda conta com mentorias em grupo com especialistas de diversas áreas.
Catálogo de tecnologia para quem é da área de Marketing
Faça parte da maior comunidade Dev do país e crie conexões com mais de 120 mil pessoas no Discord.
Acesso ilimitado ao catálogo de Imersões da Alura para praticar conhecimentos em diferentes áreas.
Explore um universo de possibilidades na palma da sua mão. Baixe as aulas para assistir offline, onde e quando quiser.
20% de desconto na Pós Tech
Luri Vision chegou no Plano Pro: a IA da Alura que enxerga suas dúvidas, acelera seu aprendizado e conta também com o Alura Língua que prepara você para competir no mercado internacional.
2 anos de Alura
Todos os benefícios do PLUS 24 e mais vantagens exclusivas:
Acesso ao catálogo da Casa do Código e leitura dentro da plataforma
Modo entrevista - Pratique situações reais e evolua com feedback personalizado
Envie imagens para a Luri e ela te ajuda a solucionar problemas, identificar erros, esclarecer gráficos, analisar design e muito mais.
Aprenda um novo idioma e expanda seus horizontes profissionais. Cursos de Inglês, Espanhol e Inglês para Devs, 100% focado em tecnologia.
Para quem quer atingir seus objetivos mais rápido: Luri Vision ilimitado, vagas de emprego exclusivas e mentorias para acelerar cada etapa da jornada.
2 anos de Alura
Todos os benefícios do PRO 24 e mais vantagens exclusivas:
Envie imagens para a Luri e ela te ajuda a solucionar problemas, identificar erros, esclarecer gráficos, analisar design e muito mais de forma ilimitada.
Lives CareerUp: eventos exclusivos com foco em empregabilidade e carreira
Mentorias de carreira: 2 encontros individuais com mentores do Talent Lab
Conecte-se ao mercado com mentoria individual personalizada, vagas exclusivas e networking estratégico que impulsionam sua carreira tech para o próximo nível.