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Claude: skills, artefatos e integração de ferramentas no assistente de IA

Boas-vindas e primeiros passos - Apresentação

Apresentando o Claude e a visão de segurança

Claude, às vezes chamado carinhosamente de "Claudinho". Se você já ouviu esse nome — seja em uma reunião de trabalho ou em uma conversa de corredor com colegas — é porque, de alguma forma, esbarrou em uma das soluções de IA mais poderosas da atualidade. Talvez ainda não saiba que a Anthropic, frequentemente chamada aqui de “mãe do Claude”, tem uma visão clara e restritiva sobre seu posicionamento em relação à IA: além de poderosa, ela deve ser segura e confiável. Essa também é a proposta que nós, da Alura, vamos oferecer nesta jornada.

Vamos percorrer uma trilha completa na qual aprenderemos o essencial sobre o Claude para elevar a produtividade no trabalho, considerando sempre segurança, governança e qualidade no que podemos realizar.

Apresentando o instrutor e a jornada

Meu nome é Davi, eu sou especialista no uso e adoção de IA e estou aqui como seu instrutor, dando as boas-vindas ao início da nossa jornada.

Vamos à tela para conhecer mais da proposta e do que vamos trazer neste curso. Lembrando que esta é a primeira etapa de uma jornada completa que a Alura prepara para você, pessoa cursista, para que adquira conhecimento de forma ampla e dedicada, com prática e estudos de caso reais que várias pessoas instrutoras, além de mim, prepararam para esta trilha.

Detalhando os primeiros módulos do curso

Vamos, passo a passo, ver os módulos do curso. Na primeira aula, traremos uma visão geral com conceitos básicos: desde o primeiro acesso e a configuração da conta, até conceitos importantes, como o que são as Skills (habilidades), os Projects (projetos) e o Co-Work (trabalho colaborativo), entre outras funcionalidades. Assim, você conhecerá o essencial para entender cada ferramenta que compõe sua caixa de especialidades.

Na Aula 2, apresentaremos, de maneira aprofundada, fundamentos importantes sobre o Cloud (nuvem) e como cada feature (recurso) se comporta e funciona.

Aprofundando recursos com skills, projetos, conectores e plugins

Em seguida, avançaremos por diferentes frentes, começando pelas Skills (competências). Explicaremos como funcionam, como criar uma Skill (competência), como editar e apresentaremos dicas importantes de segurança, inclusive orientações sobre onde podemos baixar Skills prontas, para quem já tiver ouvido falar sobre elas.

Na Aula 4, conheceremos mais sobre os projetos e como trabalhar para gerar produtividade com uma fonte de verdade dentro de uma pasta com documentos do trabalho. Apresentaremos estratégias para manter essa base sempre atualizada, removendo ruídos e vieses de informação que possam causar confusão, em vez de apoiar decisões acertadas.

Na Aula 5, conheceremos mais sobre os conectores e os plugins (extensões): os primeiros atuam como pontes; os segundos, como uma caixa de ferramentas que executa tarefas de forma automática e organizada. Para tudo o que o Cloud não realiza diretamente na plataforma, veremos maneiras práticas e simples de ampliar e potencializar suas capacidades, conectando-se a várias aplicações disponíveis no mercado, entre elas a Stack (pilha) do Google Workspace (Google Workspace), da Microsoft (Microsoft), Canva (Canva), Slack (Slack), entre outras.

Concluindo com cases de mercado e convite final

Encerramos essa primeira jornada essencial do Cloud apresentando alguns cases (casos) reais de mercado, curados por nossos profissionais, que demonstram como pessoas já utilizam, de fato, as soluções que desenvolvemos aqui, combinando os principais conceitos de projetos, Skills, plugins e também conectores.

Quero dar as boas-vindas e espero você em breve, passo a passo comigo, aprendendo muito mais sobre essa ferramenta poderosa.

Boas-vindas e primeiros passos - Claude e modelos

Iniciando a jornada sobre modelos de linguagem

Olá, pessoal, tudo bem com vocês?

Agora, começando nossa jornada, vamos entrar em alguns detalhes importantes que precisamos conhecer para trabalhar bem e aproveitar ao máximo o Claude (Claude), considerando alguns pontos essenciais. Vamos iniciar falando sobre os modelos de linguagem e apresentar um detalhe maior sobre qual modelo escolher e quando escolher.

Para entender o potencial e o uso adequado de um modelo, vamos estabelecer uma correlação simples. Imaginem que cada modelo de linguagem disponível — seja do Gemini (Gemini), do ChatGPT (ChatGPT) ou do Claude (Claude) — funciona como um carro, e cada carro atende a uma tarefa específica. Em uma cidade, para deslocamentos urbanos, costuma fazer sentido um carro mais compacto, com maior economia de combustível e sem recursos que não são necessários para esse cenário. Por outro lado, para trafegar em estrada de terra, sem asfalto e com terreno acidentado, precisamos de outro tipo de carro, com estrutura de off-road (fora de estrada), tração 4x4 e um tipo de motor diferente. Se a necessidade é desempenho e velocidade, entra outro estilo de carro. A ideia central é compreendermos que não faz sentido utilizar um carro de Fórmula 1 para ir à padaria a duas quadras de casa: seria algo muito potente e caro para uma tarefa simples. O mesmo vale para a escolha do modelo de linguagem.

Explorando a interface e ajustando o esforço

Observemos a tela. Ainda não acessamos o aplicativo, mas, assim que abrimos o Claude (Claude) — caso já esteja instalado —, visualizamos a caixa conversacional. Apresentamos um print (captura de tela) para contextualizar. No canto direito dessa caixa, aparece “Sonnet”. Ao clicar em “Sonnet”, é exibido um menu no lado esquerdo da tela com a lista de modelos disponíveis, como Fable, Opus, Sonnet e Haiku.

Logo abaixo, há a seção “Esforço”. O que é o esforço? Conforme indicado no painel lateral, mais esforço significa resposta mais completa, porém leva mais tempo e consome mais os limites diários. Em outras palavras, o esforço determina quanto processamento queremos que a IA execute para gerar um resultado mais refinado.

Entendendo versões e atualizações dos modelos

Além da escolha do modelo, também é possível selecionar versões anteriores. Ao lado do nome, observamos rótulos como Opus 4.8, 4.7, Sonnet 4.6 e, na lista principal, Fable 5, Opus 5, Sonnet 5 e Haiku 4.5. O que significam esses números? São as versões lançadas ao longo do tempo; quanto maior o valor numérico ao lado do nome do modelo, mais avançado ele tende a ser. Em paralelo ao que vemos em MINAIS, por exemplo, os modelos começaram com a versão 2, passaram para a 3 e chegaram à 3.6. Aqui, o racional é o mesmo. Assim, o Opus 5 é mais recente e, de forma geral, oferece mais capacidade computacional quando comparado às versões 4.8, 4.7 ou 4.6.

Surge então a pergunta: utilizar o 4.7 em vez do 5 resulta necessariamente em uma resposta pior? O ponto não é comparar apenas “melhor” ou “pior”. A cada atualização que as empresas lançam, há ganhos incrementais: melhorias de desempenho, ajustes na forma de processamento dos dados e mais qualidade na saída. Portanto, o modelo mais novo nem sempre será “mais poderoso” em todos os aspectos, mas tende a trazer atualizações que aumentam a eficiência dos resultados. Em resumo, o seu output (saída) tende a ficar mais refinado.

Navegando entre modelos e contextualizando os nomes

Este é o primeiro ponto de navegação: entendermos onde selecionar e como alternar entre modelos e versões. Em seguida, vamos detalhar o papel de cada modelo e como utilizá-los na prática. Ao acessar o Claude (Claude), na caixa conversacional, podemos clicar no botão onde está “Sonnet” e selecionar qualquer um dos modelos listados, como Opus ou Haiku, entre outros.

Antes disso, vale um contexto e uma curiosidade: por que os modelos da Anthropic (Anthropic) têm esses nomes? Para quem aprecia literatura, é possível reconhecer que cada nome está relacionado a um tipo de obra. “Opus” é uma sinfonia: envolve uma orquestra completa, vozes e uma estrutura de grande complexidade. Grandes nomes da música possuem séries de obras chamadas “Opus” por se tratar de uma peça completa e elaborada. Nesse sentido, o nome remete a múltiplos “atores” colaborando para realizar uma atividade complexa. “Sonnet” (soneto) e “Haiku” (haicai) também remetem a formas literárias, cada qual com sua estrutura, estilo e objetivo, o que ajuda a termos uma intuição sobre o foco e o comportamento de cada modelo ao escolhermos o mais adequado para cada tarefa.

Relacionando os modelos a formas literárias

Modelos e analogias

O Sonnet, em português, corresponde ao soneto. É uma estrutura poética elegante com 14 versos. Podemos entendê-lo como um ponto de equilíbrio.

O Haiku é um tipo de poesia japonesa minimalista: utiliza poucas palavras, é direto, objetivo e geralmente tem três versos.

O Fable vem da palavra “fábula”. É um conto épico com valor moral.

O Mythos, que abordaremos ao final, é uma narrativa grandiosa — vem do grego “mito” —, como a Ilíada e a Odisseia, entre outras.

Compreendendo complexidade e usos no dia a dia

Complexidade e uso geral

Considerando essa correlação, fica mais claro compreender o grau de complexidade. No uso cotidiano, geralmente vamos utilizar, aproximadamente 90% do tempo, modelos entre o Opus e o Haiku. Para atividades mais específicas, podemos utilizar o Fable.

O Fable é um modelo mais recente, com foco em alto desempenho. Se trabalhamos com programação e análise de código e queremos gerar prototipação — incluindo aquela parte mais de coding, no-code (sem código) ou low-code (baixo código), na qual geramos artefatos com aparência de aplicação utilizando nenhum ou pouco código —, vamos utilizar o Fable para esse tipo de atuação.

Detalhando características de cada modelo

Características dos modelos

Iniciando a prática e organizando sugestões de uso

Vamos à prática, Davi: em quais atividades podemos utilizar cada modelo?

Deixamos este slide (apresentação) na tela. Depois, é possível pausar, fazer uma correlação entre os modelos, montar uma lista e anotar quando utilizar cada um.

Sugestões de uso

Sugerindo usos práticos por modelo

Observando consumo e limites diários

Observação sobre consumo

Todos os modelos possuem cota de consumo diário. É essencial escolher adequadamente qual modelo utilizar para que tenhamos um consumo inteligente das ferramentas disponíveis dentro do Claude.

Destacando Fable e Mythos para cenários avançados

Fable e Mythos

O Fable e o Mythos servem para situações extremamente avançadas e bem elaboradas. O Fable passou por um período de indisponibilidade e voltou a ficar disponível; se atuamos com programação e desenvolvimento e queremos algo mais robusto, o Fable é indicado para essa finalidade.

Encerrando com reforço da analogia e próximos passos

Encerramento e analogia

Encerramos esta parte sobre modelos. Sugerimos realizar a tarefa de montar a própria lista: para quais atividades, na realidade de trabalho atual, poderíamos utilizar cada modelo e para quais não deveríamos utilizá-los. Retomando nossa correlação: não deveríamos utilizar um carro de Fórmula 1 para comprar pão na padaria a duas quadras de casa, pois seria um recurso muito poderoso que não seria bem aproveitado.

Nos vemos na próxima aula para conhecer mais sobre o Claude.

Boas-vindas e primeiros passos - Primeiro acesso

Apresentando o objetivo e a estrutura do vídeo

Olá, pessoal. Tudo bem com vocês?

Neste vídeo, ele está separado em duas partes porque agora vamos conduzir você a fazer o primeiro acesso ao Claude. Se você já tem acesso e já configurou a ferramenta, existem etapas aqui que não serão necessárias, mas incentivamos que assista, pois sempre há algum detalhe que podemos deixar passar. A proposta é seguir um passo a passo detalhado e, para isso, estamos utilizando uma conta que nunca usamos no Claude de fato, para mostrar o que pode dar certo, o que pode dar errado e, se acontecer algum solavanco no caminho, como corrigir a trajetória.

Acessando o site e iniciando o login

Vamos para a tela. A primeira ação é abrir uma guia no navegador. Dentro dela, utilizamos o buscador do Google e pesquisamos por “Claude”. Entre as opções, aparecerá “Claude AI”. Pressionamos Enter para ir à página do Claude. A primeira opção que aparece no navegador pode ser selecionada; podemos escolher também a segunda, como “claude.ai”. Você pode clicar na primeira ou na segunda; aqui, selecionaremos a segunda opção. Ao acessar “claude.ai”, somos conduzidos à página inicial. Talvez apareça um pedido para aceitar os cookies — basta confirmar.

Na página inicial, a próxima etapa é definir se faremos o acesso escolhendo um e-mail ou com o Google. Como estamos utilizando uma conta do Google, vamos clicar na opção “Continue with Google” (Continuar com o Google). Caso você utilize outra forma de acesso, também é possível continuar com e-mail; não é obrigatório ter uma conta Google para utilizar o Claude. Abaixo há a opção de baixar o aplicativo para computador; veremos isso em uma etapa seguinte, pois queremos mostrar o acesso tanto pelo navegador quanto pelo computador e explicar por que existe diferença entre os dois.

Clicamos em “Continue with Google”. Abre-se uma nova janela para configurar o acesso e confirmar a conta. Em seguida, selecionamos OK para continuar e avançamos para a próxima página. Ao aparecer a conta, clicamos nela; na etapa seguinte, rolamos a página, clicamos em Continuar, aguardamos alguns segundos e concluímos o primeiro acesso.

Criando a conta e selecionando o plano

Vamos criar a conta e revisar alguns pontos. A primeira tela solicita concordância com os termos do consumidor e a política, a confirmação de que temos mais de 18 anos de idade e, opcionalmente, a permissão para receber e-mails com novidades e atualizações sobre o Claude. Selecionamos “Criar conta”.

Em seguida, o sistema pergunta como planejamos utilizar o Claude: uso pessoal ou para trabalhar com uma equipe/organização que deseja colaborar e construir em escala. Vamos utilizar “Uso pessoal”. Na sequência, são exibidos os planos. Para esta gravação e aula, utilizaremos a versão gratuita. Fica a seu critério optar por outras versões.

Baixando o aplicativo e configurando preferências iniciais

Após selecionar o plano, aparece a opção de baixar o Claude para o computador. Podemos clicar em “Baixar para Windows”. O navegador mostra o andamento da instalação na parte superior. Agora, vamos clicar em “Instalar depois”. Faremos primeiro a configuração no navegador e, depois, continuamos.

Antes da primeira conversa, há algumas informações para revisar. Conversas sem anúncios: o sistema informa que não há propaganda e apresenta orientações gerais. Também há a opção de contribuir para melhorar os modelos. Quando habilitamos essa opção, permitimos o uso dos nossos chats e sessões de programação para treinar os modelos da Anthropic. Caso desabilitemos, deixamos de compartilhar informações pessoais para treinamento de Machine Learning (Aprendizado de Máquina), acesso e auditoria.

Clicamos em Continuar e o sistema solicita nosso nome. Vamos inserir Davi e prosseguir. Em seguida, pede um cargo; podemos selecionar uma das opções da lista, como Educador, Consultor, Fundador, RH, Finanças. Vamos escolher Gestão de Produtos. Ao selecionar uma área específica, o Claude apresenta exemplos de tipos de trabalho nessa área. Se escolhermos Marketing, por exemplo, ele mostra três outras opções. O objetivo desta etapa é o Claude personalizar o perfil e a forma de atuação ao nosso lado, entendendo nossa área de trabalho e o que de fato temos feito. Se selecionarmos Educador, por exemplo, ele traz diagnósticos, planos de aula, feedbacks, entre outras opções.

Vamos escolher “Redigir um Documento Técnico”. O sistema pedirá novamente para instalar o Claude Code, que baixamos anteriormente. Nesta etapa, convidamos você a concluir essa instalação: clique na área de instalação ou no ícone do navegador que indica o download concluído para prosseguir. Vamos pular essa etapa agora, pois o curso não abordará o Claude Code.

Explorando a tela inicial e a navegação

Chegamos à tela inicial do Claude. Observe que ela está no tema escuro. Essa será a primeira configuração que podemos ajustar. A partir daqui, vamos analisar com mais detalhes alguns pontos e informações que fazem sentido para uma personalização.

Tudo o que você precisa fazer no Claude está acessível pelo menu de navegação recolhido no lado esquerdo. Ao clicar no ícone no canto superior esquerdo, em “abrir a barra lateral”, são exibidos alguns recursos do Claude. Na parte inferior, aparece “Recentes”, com as últimas conversas. Na parte superior, encontramos “Novo bate-papo”, “Conversas”, “Projetos”, “Artefatos” e “Código”. Há também uma área de configurações a realizar. No canto inferior esquerdo da tela, vemos o nome do usuário e o tipo de plano em uso. Ao clicar nesse campo, temos acesso a: Configurações, Idioma, Obter ajuda, Atualizar plano, Obter aplicativos, Extensões e Saiba mais. Em “Saiba mais”, há tutoriais, políticas de uso, entre outras opções. Existe também a opção de sair da conta. Se estivermos utilizando um computador compartilhado — por exemplo, no trabalho —, é importante usar “Sair” para garantir que ninguém acesse a conta.

Na área central, temos a caixa de conversa. Vamos clicar em “Novo bate-papo”. Aquela tabela que mostramos na captura de tela, na qual discutimos os modelos de linguagem, aparece aqui também: o nível de esforço e os demais modelos que podemos utilizar dentro do ambiente. Tudo isso é exibido nesta área.

Ao acessarmos pela primeira vez, a plataforma exibe algumas informações em forma de pop-up, como o histórico, entre outras opções. Em Recentes, podemos agrupar as conversas por projeto e por data.

Abrindo as configurações e realizando personalizações iniciais

Antes disso, vamos abrir as configurações: no canto inferior esquerdo, clicamos no nosso nome e, em seguida, em Configurações. Uma nova janela será aberta. Essa janela de configurações é onde vamos começar a trabalhar e personalizar nosso ambiente de trabalho.

A primeira ação para melhorar a leitura é mudar do modo escuro para o modo claro. Se preferirmos utilizar o modo escuro, podemos mantê-lo. Por uma questão didática, vamos alterar para o modo claro, pois facilita a leitura e a identificação dos elementos visuais na tela.

Para fazer essa alteração, seguimos o caminho: canto inferior esquerdo da tela > nosso nome > Configurações. Na primeira página, encontramos o campo Aparência (destacado). Há três opções: seguir o padrão de cor do sistema, configuração clara ou configuração escura (modo noturno). Vamos deixar na configuração clara.

Podemos realizar outras personalizações. É possível definir o nome pelo qual queremos ser chamados pelo Claude em cada conversa; por exemplo, “Sr. Davi” ou o sobrenome.

No campo “O que melhor descreve seu trabalho?”, podemos selecionar ou atualizar a área de atuação para ajustar o tom das respostas — por exemplo, engenharia ou gestão de produtos.

Vamos pular a seção de Instruções por enquanto; trataremos desse tema adiante.

Em Aparência, também podemos ajustar a fonte do chat: escolher uma fonte com serifa, sem serifa, entre outras, inclusive uma opção com foco em acessibilidade para pessoas com dislexia. Vamos selecionar a família “Sans” (fonte sem serifa).

Em Movimento e animações, definimos conforme o sistema ou reduzido.

No Idioma padrão, podemos definir o idioma com o qual vamos trabalhar (Português, Alemão, Inglês, entre outros). Vamos deixar em Português.

Em Estilo, mantemos a opção clara.

Em Velocidade de processamento e Voz, podemos ajustar conforme a preferência. Vamos manter as opções padrão.

Configurando desempenho e notificações

Em Notificações > Conclusões de resposta, podemos habilitar alertas para quando uma atividade terminar. Isso é útil quando trabalhamos com o Claude em uma guia enquanto, em outras guias, acompanhamos eventos de comunicação, como Google Chat ou Slack. No navegador, clicamos em Permitir para autorizar esses alertas.

Em Conta, podemos nos desconectar de dispositivos, excluir a conta e remover dados. O ID fica disponível para consulta. Em Dispositivos confiáveis, é possível visualizar os logins realizados em cada dispositivo (computador, celular ou navegador). Abaixo, aparece o histórico de sessões ativas.

Gerenciando conta, privacidade e dados

Em Privacidade, configuramos o tratamento de dados, como o uso de dados de localização e a opção de contribuir para o aprimoramento do modelo. Se não quisermos que as informações utilizadas aqui sejam compartilhadas para fins de Machine Learning (Aprendizado de Máquina), mantemos essa opção desabilitada; se quisermos contribuir, basta habilitá-la.

Em Dados, gerenciamos arquivos, artefatos e conversas, definindo o que será compartilhado ou não.

Ajustando capacidades e recursos avançados

Em Capacidades > Geral, definimos o modo de acesso a ferramentas: carregar sob demanda ou pré-carregar recursos. Para conversas frequentes, o pré-carregamento melhora consumo e velocidade. Assim, se trabalhamos no desktop e desejamos continuar no celular, a resposta tende a chegar mais rapidamente.

Em Partes visuais, mantemos tudo habilitado. Em Artefatos com tecnologia de IA (úteis para criar aplicativos e documentos com o Claude), deixamos a opção ativa; habilitamos também visualizações inline (em linha), execução de código e Permitir saída de rede — isso autoriza o Claude a acessar gerenciadores de pacotes para instalar bibliotecas. Para fluxos mais técnicos ou projetos mais robustos, é recomendável manter essas opções ativas.

Em Refletir, quando disponível, podemos gerar análises e obter informações gerais de performance e uso.

O Claude Stress (tempo e foco) é útil para gestão do tempo: podemos configurar lembretes de pausa em intervalos de minutos ou horas, indicando quando é o momento de pausar, tomar um café, dar uma volta e olhar para fora.

Explorando habilidades, conectores, memória e próximos passos

Na seção Habilidades, as skills (habilidades) aparecem listadas. Há duas nativas: o Criador de Skills (habilidades), da Anthropic, e o recurso chamado Morning, que faz uma revisão geral.

Conectores serão abordados adiante; são integrações nativas com outras aplicações, como Gmail e Slack. Os plugins (extensões) também aparecem nessa área; trataremos deles depois.

Em Memória, podemos gerar memória conversacional, compartilhar e importar memória de outras plataformas de IA.

Essas são as configurações gerais da conta. Depois, vamos adicionar as Instruções do Claude: um conjunto de informações que ajuda o Claude a compreender nosso comportamento e perfil. No próximo vídeo, veremos como criar as suas do zero.

Sobre o curso Claude: skills, artefatos e integração de ferramentas no assistente de IA

O curso Claude: skills, artefatos e integração de ferramentas no assistente de IA possui 323 minutos de vídeos, em um total de 51 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de IA Generativa & Prompt Engineering em Inteligência Artificial, ou leia nossos artigos de Inteligência Artificial.

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