Como a TIM automatizou a ingestão de dados e acelerou decisões de negócio

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Em uma operação do porte da TIM, dados são fundamentais ao funcionamento do negócio. Neste vídeo, a conversa gira em torno de um dos maiores desafios de grandes telecoms: como ingerir, organizar e disponibilizar volumes massivos de dados com velocidade, confiabilidade e escala, sem travar o dia a dia da empresa.

Em conversa, Jone Vaz, Diretor de Data e AI da Tim, aborda dificuldades e bastidores de uma telecom que gera volumes massivos de dados todos os dias: redes, antenas, canais digitais... O desafio não era só coletar tudo isso, mas transformar dados em algo utilizável, confiável e no tempo certo, sem criar gargalos técnicos.

O impacto é direto: o lead time médio cai de 12 para 2 dias, independentemente da complexidade da demanda. Times funcionais de dados ganham autonomia para conduzir ingestões ponta a ponta, enquanto a engenharia deixa de ser um gargalo e passa a focar no core do negócio..

A virada veio com a criação de um framework de ingestão automatizada e declarativa, onde grande parte do processo deixou de depender de código. Com isso, a TIM ganhou previsibilidade, escalabilidade e deu mais autonomia aos times de negócio, tudo com governança, padronização e documentação automática.

Materiais para estudo

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