Clarice.AI e o uso de IA como assistente de escrita para textos mais humanos e intencionais

Confira o Case completo

Neste episódio, conhecemos como a Clarice.AI aplica inteligência artificial não para substituir pessoas na escrita, mas para atuar como assistente, ajudando a produzir textos mais claros, humanos e intencionais. A conversa parte de um ponto central: em meio à explosão de conteúdos gerados automaticamente, escrever bem voltou a ser um diferencial competitivo.

Neste case, Felipe Iszlaji, Co-fundador e CEO da Clarice.AI mostra como a IA combina linguística, domínio da língua portuguesa e IA generativa para analisar estilo, estrutura e escolhas linguísticas, indo além da simples geração de texto. Em vez de entregar respostas prontas, a ferramenta orienta quem escreve a tomar melhores decisões, reforçando identidade, clareza e qualidade textual.

Ao longo do episódio, também são discutidos os limites do uso indiscriminado de IA na escrita, os riscos da padronização excessiva e a importância da intencionalidade humana no processo criativo. A conversa parte da ideia de que linguagem não é apenas meio, mas estrutura de pensamento: a forma como escrevemos influencia o que comunicamos, como somos percebidos e até as decisões que tomamos. Nesse contexto, a IA deixa de ser uma fábrica de textos e passa a atuar como ferramenta para ampliar consciência, escolha e clareza na escrita.

Mais do que um produto de IA, o episódio revela a construção de uma startup brasileira que nasce da interseção entre tecnologia, linguagem e sensibilidade humana, mostrando como é possível usar inteligência artificial para fortalecer a qualidade da comunicação escrita.

Materiais para estudo

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