Design Patterns: um mau sinal?
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Uma semana atrás estava em Moçambique, próximo a África do Sul, ministrando três treinamentos da Caelum. Conheci muita gente e muitos desenvolvedores, incluindo dois escoceses: Cameron Smith, formado em ciências políticas (!) e mestre em engenharia de software pela Univerdade de Glasgow, e Colin Fairless, bacharel e mestre em Matemática Aplicada pela Imperial College de Londres. Posso dizer que aproveitei muito do enorme conhecimento desses dois.
Durante uma conversa com o Cameron, ele comentou bastante sobre a maneira de ensinar um novo desenvolvedor java. Em especial a dificuldade do HelloWorld e se os programadores são ainda iniciantes. Ele particularmente usa o beanshell no nício, para o estudante ter uma resposta rápida. Depois o assunto foi sobre como ensinar design patterns. Cameron criticou bastante jogar diagramas UML para uma pessoa e mostrar alguns casos de uso, como é feito em tantos livros. Tanto ele quanto eu achamos que isso deva ocorrer de uma maneira natural: esperar o aluno refletir sobre um caso particular. Um exemplo seria a necessidade de fazer algum cache ou controle de instância, para você deixar o construtor dessa classe privado e fornecer um método estático para fábrica-lo. Então sim você teria a permissão de explicar que milhares de pessoas passam por esse mesmo problema e que essa solução rápida foi batizada de factory. Neste início nada de UML, apenas código deve ser usado.
Autor(a)
peas
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