Primeiras aulas do curso Adobe Photoshop e Adobe After Effects: Trabalhando com vídeo composite no vfx

Adobe Photoshop e Adobe After Effects: Trabalhando com vídeo composite no vfx

Trabalhando na base da composição - Introdução

Fala, Galera, tudo tranquilo? O meu nome é Danilo Máximo e dessa vez estarei com o curso de Vídeo Composite para vocês, beleza? É um curso que vai dar início a carreira de VFX dentro da Alura, então é uma carreira nova que a gente vai estar implementando, tranquilo?

A ideia do curso é a gente estar montando essa animação, onde a gente vai utilizar dois softwares para estar montando essa composição, a gente vai utilizar o Photoshop para recortar os elementos e aí a gente vai utilizar o After para estar animando.

Então eu tenho aqui o recorte dos elementos sendo feitos dentro do Photoshop, beleza? Então eu tenho todos os elementos separados aqui, tranquilo? E aí, a gente vai jogar o desenho no After, onde a gente vai animar, certo?

Então, dentro do After, eu vou utilizar dois conceitos, que são o conceito de Parallax e o conceito de Câmera Project, beleza? Então eu tenho aqui eles já implementados dentro do After, beleza? Lembrando que é um curso mais para vocês abrirem a cabeça com relação a essa nova vertente, que é a questão do VFX.

Tranquilo? Então a ideia é a gente mais para frente criar outros cursos, com softwares específicos para essa área, que são o Nuke, Houdini, Maya, beleza? Mas a gente resolveu criar ele com o After, porque é um software que vocês já conhecem.

Então vai ser mais prático para a gente começar a entrar nessa área, que é uma área muito legal, beleza? Então, galera, espero que vocês curtam e até lá o no nosso curso. Valeu.

Trabalhando na base da composição - Definição de VFX

Olá, galera, então esse curso, pessoal, é um curso novo que a gente está lançando aqui na Alura e esse curso vai mostrar uma pegada diferente do que a gente está acostumado, que é questão do motion, né? Então a gente vai começar o VFX, ou seja, os efeitos visuais que são feitos dentro do computador para filme, para cinema, para publicidade, certo?

Pode parecer que não, mas hoje em dia a área de VFX está crescendo muito, né? Principalmente para a área publicitária, né? Que é a área que mais tem atuação dentro do Brasil. Então, está sendo utilizado bastante, velho, para reduzir os custos da questão da produção em si.

Porque às vezes é complicado de a gente estar explodindo material, explodindo um prédio ou fazendo uma locação complicada. Aí, a gente acaba usando de efeitos especiais para estar sanando esses problemas, beleza? E acaba se tornando um projeto mais barato.

Utilizar computação gráfica, do que realmente ter os elementos para estar construindo uma cena, beleza? Então vou mostrar para vocês o antes, né? Da questão do VFX, antes de a gente chegar na questão do VFX, a gente tinha antes o FX, que eram os efeitos especiais, né?

Então os efeitos especiais, eram os efeitos que eram criados de maneira com que a cena era feita toda na hora. Então, se o cara tivesse que explodir o carro, ele ia, botava a C4 no carro e explodia o carro, entendeu? Da mesma maneira, se eu precisasse fazer algum outro elemento...

Eles iam e criavam esses elementos na mão, usando STOP MOTION, como foi feito no filme do Jurassic Park, então alguns dos dinossauros foram animados em STOP MOTION, na questão do Star Wars, né? Então são filmes mais antigos que dependiam de efeitos visuais grandes e aí eram utilizados dessa maneira, certo?

Então, temos até um exemplo aqui de um material do Mad Max, né? Então tem um filmezinho do Mad Max aqui, esse é um filme novo, né? Que foi lançado tem pouco tempo. E aí, a gente está demonstrando o efeito que foi feito na hora lá, olha. Então o cara foi, explodiu o carro de fato.

E aí, essa cena foi gravada para ser utilizada no filme, então esse aqui é o shot real do filme, né? Então tem aqui, essa é a cena do filme, beleza? Então, porém, essa cena não foi feita em computação gráfica, eles foram aqui de fato e explodiram o carro, certo?

Então isso aqui, galera, que o cara vem e cria o efeito na hora, que faz ele para a gente gravar, ele é chamado FX, beleza? Que são os efeitos especiais, então eles são criados na hora. Então o cara vai lá, precisou de uma água? Ele vai e joga a água em cima, ele precisou explodir? Ele vai e explode.

Ele precisou criar... ele cria a miniatura e grava aquela miniatura, beleza? Então tem esse padrão que é o FX. O VFX é o Visual FX, né? Que é o efeito visual feito dentro do computador, então ele parte para a área onde a gente não cria nada, a gente não faz a cena, né?

E a gente explode, faz tudo de forma digital, que é o exemplo dessa cena aqui. Então o cara está vindo de moto, ele pula e joga o molotov no carro, beleza? Nesse caso aqui, se a gente for a gravação real, ele não joga nenhum molotov no carro, porém ele vem de motinho aqui e pula por cima do carro, está vendo?

Beleza, ele foi lá, pulou, eles gravaram essa cena do cara pulando, depois eles foram lá e jogaram a explosão, certo? E aí, essa explosão que é criada dentro do computador, que é o famoso VFX, tranquilo? Não só explosão, como todos os elementos que são criados, que não existem naquela cena, certo?

Então aí, a gente tem dentro da questão do FX e do VFX, certo? A questão dos visíveis e dos invisíveis. Então os efeitos visíveis são efeitos como explosão, aliens, tudo o que não existe no mundo real, certo? Que o cara constrói mesmo, tudo em computação gráfica, né?

Independente de ser 3D ou ser composição de vídeo e aí ele coloca na cena. Então são efeitos visíveis, existem tanto no VFX, quanto no FX, beleza? E os invisíveis, que são as extensões de cenários, mating painting, o cara vai apagar alguma coisa, vai apagar alguma marca ou adicionar alguma marca ou adicionar algum elemento, beleza?

Então, geralmente, esses invisíveis são os efeitos que ficam na cena, máscara que você não capta na hora, então você está assistindo lá e tal. Aí, às vezes, o diretor precisou de uma montanha de fundo, mas não existia a montanha. Aí, o cara da computação gráfica foi lá e colocou a montanha lá de fundo, beleza?

Então isso aí é o VFX, que é montado dentro do computador e o FX é efeito na hora e gravado na hora, beleza? Dentro desses dois parâmetros, né? Então eu tenho o FX e o VFX, que eu tenho efeitos visíveis e invisíveis e para a questão do VFX, eu tenho aqui a questão do vídeo composite, que é o cara que vai fazer a composição.

Ou seja, é o cara que vai criar o mating, é o mating painting, é o cara que vai criar o cenário novo, é o cara que vai tirar um elemento, colocar... O cara que vai recortar o chroma e ambientar os nossos personagens aqui na cena, que realmente eles vão ficar, tranquilo?

E aí, a gente tem também o CGI, que é o cara que cria a parada toda dentro do 3D. Então, geralmente são coisas que não tem no real mesmo, então, por exemplo, no filme dos Transformers, não só os robôs, como boa parte da cidade, foi construída no 3D.

Então para os caras construírem... locarem um prédio para tentar explodir o prédio, impossível de fazer isso, então os caras criam esse material todo em 3D e explodem ali dentro do 3D, beleza? Então, a gente, no nosso caso, a gente vai começar o nosso curso, mostrando mais a parte de vídeo compositor.

Que é o cara que vai mexer com a composição do vídeo, que vai pegar elementos e a gente vai construindo ele aí, por quê? Porque o CGI, ele demanda mais de uma outra vertente, que seria o 3D. Então, existem cursos na Alura de 3D, mas não voltados para essa área de VFX em si, beleza?

Mas, não que não vá rolar, vai rolar sim, mas mais para frente, beleza? Esse curso agora, galera, é mais para a gente abrir a cabeça com relação a composição de vídeo, tanto é que a composição que a gente vai montar, é uma composição mais simples.

Só para vocês começarem a ver os elementos e aí, vocês começarem a entender, abrir a cabeça com relação aos efeitos visuais para o cinema ou para a TV ou para a publicidade, beleza? Então no nosso curso, a gente vai montar e começar com uma composição parecida com essa, né?

Parecida, não, a gente vai montar essa composição aqui, certo? A gente está com a pegada dentro do Photoshop ainda, porém isso aqui ainda vai ser animado, beleza? Então a gente pegou, eu construí esse material aqui, esse conceito aqui, é só para a gente entender a funcionalidade de um Câmara Project e de como a gente começa a questão da composição.

Não é um mating painting, a gente não chegou a pintar o material, certo? Então a gente só criou a composição para estar gerando esse conceito, beleza, galera? Então, lembrando, é só uma introdução para uma carreira que vai ser criada, certo? E outra, a gente não vai trabalhar somente com After Effects.

A ideia é a gente começar esse curso, essa carreira de VFX pelo After Effects, porque é um software que vocês já conhecem, então a gente tem outros cursos dentro da Alura do Marcos, que tem essa questão do After Effects mais voltada para o motion.

E aí, gente começou com o After dentro do VFX, para que depois a gente passe para os outros softwares, como o Houdini, como o Nuke, até o próprio Maya, então a gente vai utilizar desses softwares mais para frente, beleza? Então, pessoal, próxima a aula, eu vou falar um pouquinho de perspectiva, né?

Que é o que a gente vai usar para a montagem do nosso material e espero que vocês curtam, beleza? Então, até lá.

Trabalhando na base da composição - Elementos da Perspectiva

Bom, galera, agora eu vou falar um pouquinho sobre a questão da perspectiva, tranquilo? Não vou adentrar muito no conhecimento, né? Você não vai sair aqui dessa aula já manjando “muitão” de perspectiva e tal, porém eu vou mostrar para vocês os pontos da perspectiva, né?

E é um assunto interessante para você dar uma pesquisada, beleza? Então, isso aqui, vou até colocar um texto, mostrando mais e falando mais sobre a questão da perspectiva para vocês, por quê? Isso aqui vai ajudar vocês bastante na questão da composição, certo?

Você começar a entender a questão da proporção dos objetos, né? Então, quem está mais distante, quem está mais próximo. Cara, a perspectiva vai te ajudar muito nisso, beleza? E uma coisa interessante, antes que a gente comece, a perspectiva não se aprende olhando, tá? Se aprende fazendo.

Então você tem que pegar, parar, pegar um papel e começar a desenhar e fazer, certo? Você começa com um ponto e aí vai crescendo a quantidade de pontos, até que você tenha uma visão legal da parada, beleza? Não adianta tentar pegar e querer construir uma mega cidade, uma megalópole de começo, sendo que você não vai conseguir, certo?

Então tem que ser um negócio que vá aos poucos, porém é um conhecimento que é muito interessante de a gente pegar, certo? A gente ir lá, em questão de curiosidade e tal, a gente aprender, por quê? Porque na hora de compor, isso vai ajudar bastante a gente na questão da proporção dos elementos.

Então, como que a gente vai colocar, onde a gente vai colocar, qual é o tamanho, o espaçamento, para o desenho ficar mais coerente, beleza? Então a gente tem aqui dentro da perspectiva, os elementos da perspectiva, né? Que são a linha do horizonte, o ponto de fuga, né?

Que são esses dois que compõem a questão da perspectiva. Então a linha do horizonte, seria a linha que fica na altura dos olhos de quem está olhando. Então eu tenho aqui a questão do meu cara que é o meu observador, certo? Então eu tenho a linha de visão dele, que seria a linha do horizonte, certo?

E aí, o ponto de fuga, ele vai se originar, conforme a minha visualização. Então, se eu estou vendo o objeto de frente, então eu tenho um ponto de fuga aí, certo? Se eu estou começando a ver o objeto mais na diagonal, na diagonal mais de frente, eu tenho dois pontos de fuga.

Se eu começo a ver ele na diagonal, porém de cima, eu tenho três pontos de fuga. E aí, a gente vai implementando e colocando mais pontos, até a gente chegar a seis, sete pontos de fuga. Não importa a quantidade, a quantidade de pontos varia, com relação ao direcionamento que a gente tem na nossa imagem, beleza?

Então essa aqui, ó, é a primeira visão que a gente tem da questão da perspectiva, que seria os seus elementos. Então eu tenho uma linha do horizonte e os pontos de fuga, beleza? Depois a gente vai visualizar aqui a questão do número de pontos de fuga, então eu trouxe exemplos para estar mostrando para vocês.

Então eu tenho aqui um ponto de fuga, que é onde eu tenho um pontinho aqui, onde todas as minhas paralelas se unem, certo? Então, notem que todas linhas aqui, elas estão indo em direção a um ponto único na minha imagem, que é um pontinho que fica bem aqui no meio, certo?

E essa imagem aqui é considerada uma imagem com um ponto de fuga na sua perspectiva, beleza? Por quê? Porque daqui eu tenho um direcionamento de todo ele para cá, certo? A maioria das imagens são vistas de frente, então elas têm um ponto de fuga, tranquilo?

Na próxima imagem, a gente vai visualizar dois pontos de fuga, então notem que as minhas linhas já estão divergindo a dois pontos, então tem uma linha que gera para lá e esse ponto de fuga deve estar mais ou menos daqui, dessa imagem, ele joga para cá as minhas paralelas.

E o meu outro ponto vai ser direcionado para lá, então é jogado. Então, notem que eu estou vendo esse objeto aqui na diagonal dele, eu não estou vendo ele nem de frente, estou vendo ele na diagonal, porque se eu observar ele completamente de lado, eu vou observar ele desse aqui.

Se ele for um cubo, certo? Eu tenho um cubo, estou vendo ele aqui, de frente, se eu virar para o lado total aqui, eu vou visualizar ele da mesma frente, de frente, certo? Então eu tenho um ponto de fuga também. Então, nesse caso aqui, eu tenho os dois, que eu tenho a direção da minha diagonal.

Nesse outro caso, eu já tenho três pontos de fuga, lembra que eu comentei com vocês? Eu tenho duas... eu estou vendo o meu objeto pela diagonal de cima, então eu estou vendo a diagonal para cima. Então eu tenho aqui um ponto que está sendo direcionado daqui para cá.

Eu tenho as minhas paralelas que vem para cá e o meu outro ponto que está para lá. Então, direcionado para lá e aí, o meu ponto para baixo, certo? Que seria a perspectiva na qual eu tenho a visualização da minha parte do teto, que eu estou vendo o topo do meu prédio, beleza?

Então tu vê o topo aqui, então um ponto para cá, um ponto para cá, um ponto para lá e um ponto para lá e esse aqui debaixo, tranquilo? Eu tenho também a questão dos quatro pontos de fuga, certo? Só que ele já fica mais complexo um pouco, porque eu tenho a visualização desse ponto, desse, desse, desse e desse aqui, certo?

Onde eles originam a questão de uma angulação mais olho de peixe. Quando a gente vai trabalhar com uma lente olho de peixe, né? A fisheye, ela faz o quê? Ela abre mais o campo, dando essa impressão aqui, certo? Então ela aumenta para quatro pontos de fuga a minha imagem.

Então ela faz com que a minha imagem fique mais arredondada, está vendo? Eu tenho essa visualização mais redondinha. E, por fim, né? Cheguei até o quinto, porque depois começa a ser imagens mais complexas, mas, velho, a maioria das imagens que você vai conseguir montando, você vai chegar nesses pontos aqui, certo?

E aí, a gente tem a questão dos cinco pontos de fuga, onde eu tenho um ponto de fuga aqui, um aqui, um aqui, outro nesse pedaço aqui e um bem no centro. Então eu tenho o direcionamento do centro, onde ele tira os elementos e tenho da parte da bola como um todo.

Então ele serve para montar esses elementos aqui desse jeito, como se eu estivesse visualizando ele como uma esfera, dentro de uma esfera. Então eu coloquei uma esfera lá no meio, se eu olhar a espera assim (de cima), eu ia conseguir enxergar com esses pontos de fuga aí, beleza?

Então, são bem interessantes os pontos para você criar esse estudo, certo? Estudar perspectiva, ele é muito legal, porém, só com a prática que você vai conseguir chegar na excelência, de você chegar e montar um material assim bonitinho, beleza? Então tem que treinar bastante, certo?

E uma das perspectivas que foge um pouco da questão do ponto de fuga, que o ponto de fuga marca bem a questão do material mais... de construção, mais geométrico, mas com linhas, certo? A gente tem a visão atmosférica, que seria a minha perspectiva atmosférica e ela vai trabalhar da seguinte forma.

Ela é a que vai ajudar mais a gente na questão das nossas composições, certo? Por quê? Porque como a gente está trabalhando com um ambiente mais aberto, a gente usa ela bastante nessa questão do uso da atmosfera. Então a atmosfera é um acúmulo de ar, certo?

E toda a atmosfera tem um valor, tem uma cor e aí, a gente vai visualizar isso conforme a gente tem ambientes mais abertos, tipo paisagem, floresta, praia, então a gente consegue visualizar isso, onde eu tenho um capo de horizonte grande para estar vendo, beleza?

Então, nesse caso aqui, qual a diferença da perspectiva atmosférica para as outras? No caso aqui, a atmosférica eu subdivido o meu material em planos, então eu tenho aqui, isso aqui é meu primeiro plano, onde eu tenho um contraste maior e uma nitidez maior dos meus elementos, certo?

Está vendo que aqui eu consigo visualizar a pedra? Bonitinho e tal... eu vejo que isso aqui são plantinhas e tal, então isso aqui na minha imagem, seria o meu primeiro plano. Aqui, seria o meu segundo plano, beleza?

Onde eu tenho a parte mais no meio da minha imagem, onde eu não tenho ainda tanta interferência, mas se vocês notarem, ele já começa a perder a definição. E aí, eu tenho o meu terceiro plano, que seria o plano que fica mais para o final lá. Então, notem que desse material para cá, ele ficou muito mais claro.

E é isso que acontece, por quê? Por conta da atmosfera terrestre, certo? Então, o que tem daqui para cá, é tudo ar, então o ar, essa massa de ar junta, ela acaba deixando os meus elementos mais esbranquiçados e com uma nitidez menor, ficam mais embaçados, certo?

Então eu tenho outro exemplo aqui, dessa imagem, a minha imagem no primeiro plano, eu tenho uma definição dela e ela mais escura, conforme ela vai afastando, ela vai se tornando mais esbranquiçada e sem definição, tranquilo? Então tem um outro exemplo com cidade.

Então, olha só, eu consigo visualizar a minha cidade nesse meu primeiro plano e conforme ela vai chegando mais para trás ou mais para o longe, eu já vou perdendo essa referência. Essa referência aqui está mais acinzentada, por quê? Por conta da poluição, por a gente estar na cidade, beleza?

E isso você tem que sempre levar em consideração, tá? A atmosfera faz muita diferença, então, se eu estou em uma floresta, na floresta eu não tenho tanta poluição assim. Então a minha atmosfera é esbranquiçada. Dentro da cidade, né? Pela massa de elementos aqui que fazem com que a poluição seja maior.

Então eu tenho uma fumaça mais acinzentada, beleza? Que é o caso lá da composição que a gente está fazendo. Então, a composição que eu estou propondo, o concept que eu estou propondo, ele está sendo em Marte, então não faz sentido eu colocar a mesma atmosfera terrestre em Marte, porque não é branco, certo?

Ele tem uma atmosfera diferenciada, por conta dos gases que tem lá em marte e tal, que são diferentes dos gases aqui da terra. Então, pessoal, a questão da perspectiva em si, é uma questão que exige um pouco de estudo, um pouco de treino, um pouco de prática, mas ela ajuda vocês bastante na questão da composição, certo?

Então, observar, parar, olhar, isso também é uma questão que é bem legal de a gente começar a se adaptar, como a gente está mexendo com a questão de efeitos, né? Então a gente está criando efeitos visuais, né? Para as outras pessoas baterem o olho e falar: “Nossa, cara, que legal” e tal.

É bom a gente começar a observar várias coisas, então, observar como que é a integração do fogo com outro elemento, como é que o vento bate, como que o vento movimenta as coisas, né? Como que a é atmosfera, quando você vai em um ambiente muito aberto, você começar a entender, né?

Esse aqui é o primeiro plano da onde eu estou vendo, isso aqui é o plano do meio, isso aqui é o último, né? Que aí, você consegue visualizar essa perspectiva atmosférica na verdade, na real, mesmo, né? Funcionando no nosso dia a dia, tranquilo? Então, pessoal, parem um pouco, deem uma observada.

Eu vou colocar um texto para vocês darem uma estudada mais aprofundada nessa questão da perspectiva, porque é um ponto muito importante, muito interessante para a gente estar mexendo na questão o VFX, ajuda a gente bastante em visualizar elementos, em saber qual o tamanho que eu vou colocar do elemento.

Às vezes, eu estou colocando lá... eu estou criando um campo aberto, onde eu tenho uma batalha de vários soldados, se eu tenho um soldado mais perto, eu tenho que saber que o soldado que está lá atrás, ele vai estar menor do que esse soldado aqui, porque se eles estiverem no mesmo tamanho, o cara que tem lá atrás, ele vai ter dez metros de altura.

Então, não é a ideia. Então ele tem que ser mais ou menos do mesmo tamanho do primeiro, então a gente usa essa perspectiva para estar nivelando isso, para eu não botar na composição um cara bem aqui próximo e outro lá distante, mas da mesma altura, porque esse de trás vai ficar do tamanho de um prédio.

Então, sempre ficar atento com relação a isso, beleza? Então, pessoal, na próxima aula, a gente começa a mexer na nossa composição, beleza? Então, até lá.

Sobre o curso Adobe Photoshop e Adobe After Effects: Trabalhando com vídeo composite no vfx

O curso Adobe Photoshop e Adobe After Effects: Trabalhando com vídeo composite no vfx possui 273 minutos de vídeos, em um total de 35 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Motion Design em Design & UX, ou leia nossos artigos de Design & UX.

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