Primeiras aulas do curso Fundamentos de pixel art: Criando um avatar

Fundamentos de pixel art: Criando um avatar

Criando um avatar de 8 bits - Introdução

Oi gente, tudo bem? Eu sou o Rafa Nunes e vou, durante este curso, ensinar vocês a trabalharem com pixel art. Você já ouviram falar nisso? Provavelmente, pelo menos em pixels vocês já ouviram falar. Quando a gente pega uma imagem e amplia ela, a gente começa a ver que ela é formada desse monte de quadradinhos, que são os pixels. É como se você pegasse várias peças de LEGO e empilhasse elas, colocasse uma do lado da outra, e você vai juntando muitas e muitas que formam uma imagem específica.

Essa imagem consegue ter degrade, variações de cor e muitas nuances porque, quando você vai se afastando dessas peças básicas, elas vão se mesclando. Então quer dizer que qualquer imagem que eu pegar e der um zoom é uma pixel art? Não, porque, como aqui nesse exemplo do Super Mário, a gente tem uma imagem que a gente está trabalhando num zoom muito grande, numa resolução pequena, mas todas as escolhas de quais pontinhos pintar aqui são deliberadas, a gente escolhe pra formar um personagem específico.

Nessa imagem que a gente estava vendo por exemplo, a gente não escolheu cada um desses pontinhos aqui para formar essa foto, a gente só interpretou uma imagem como esse monte de pontos.

Nessa época do Super Mário, não era uma escolha fazer uma arte dessa maneira como é hoje, na verdade era uma necessidade, se a gente não fizesse assim a gente não tinha representação gráfica no computador.

Então, além dessa limitação de resolução, a gente ainda tem a limitação de paleta de cores, não podia ter cores específicas, ou a gente tinha um tanto "x" de cores que podia trabalhar, dependendo do hardware, e também tinha a limitação de quantos ícones poderiam aparecer na tela, de quantos objetos poderiam aparecer ao mesmo tempo na tela, então tinha muitas maneiras de burlar esse tipo de coisa, mas era tudo muito limitado, a pixel art surgiu como uma arte de limitações.

Mesmo dentro dessas limitações tinha gente que conseguia fazer coisas absurdas, como o Martins Ferrari, esse aqui, que além de fazer as Pixel Arts, programava elas. Então, aqui nesse site por exemplo, a gente tem essa imagem que é animada, a gente consegue pegar da paleta de cores aqui, pinçar essas cores em específico, e elas vão aparecendo na imagem, e além disso, a gente consegue trabalhar com alterações no horário do dia em tempo real, tudo programado por ele em 1993 ou 1994.

A gente entra num momento que a Pixel Art declina, cai em desuso um pouco, porque começam aparecer novas tecnologias então, ou era Art 2D em alta resolução, ou era arte em 3D, principalmente a arte em 3D, que foi substituindo aos poucos.

Essa aqui é uma arte do jogo do Scott Pilgrim de 2010, que é o momento que a Pixel Art começa a renascer como uma linguagem própria e uma linguagem mais modernizada, aqui ainda de uma maneira muito clássica mas já com estilo próprio do artista.

Aqui no Hyper Light Drifter, que é um jogo um pouco mais recente ainda, já de uma maneira completamente diferente, a gente já tem recursos de iluminação, de pós-produção que a gente só consegue ir alterando essa Pixel Art depois no Photoshop.

Tem gente que usa para todo tipo de trabalho, desde animação até quadrinhos, então acaba virando uma linguagem com peso próprio, ela não é mais uma necessidade da limitação, mas sim uma escolha nossa, até pela nostalgia que ela traz.

Voltando aqui para o nosso colaborador Vinícius, que eu mostrei a foto, a gente vai trabalhar com uma série de avatares personalizáveis que um cliente pediu pra gente para colocar numa plataforma que ele tá criando, que vão ter além desses avatares customizados que a gente vai fazer, duas personagens que vão mudar de expressões faciais e corporais durante o processo, para ensinar os usuários dessa plataforma a lidarem com ela.

Então esse caso aqui em específico é o Vinícius, a gente trabalhou em cima da foto dele, fez um avatar de 16 pixels de altura, um avatar de 24, um avatar de 32 e um avatar de 64 de altura, a gente vai aprender a criar todos eles com todas as nuances de cada uma das espécies, dos estilos, além de criar variações de roupa de cabelo e de rosto para cada uma das peças.

Por último a gente vai aprender a fechar um arquivo para mandar para o cliente, para que ele possa utilizar, porque esses arquivos são todos muitos pequenos na maneira que a gente trabalha com eles, e a trabalhar com pós-produção deles no fim de todo o processo. Vamos lá?

Criando um avatar de 8 bits - Configurando o Photoshop

Oi gente, tudo bem? A gente vai começar agora trabalhar nos avatares customizáveis em Pixel Art que nosso cliente pediu para gente. Para isso eu tô aqui com o Photoshop aberto e já criei um arquivo em tamanho A4 que é um arquivo que a gente usa no dia a dia, e a gente vai começar a desenhar nele, então eu peguei o pincel do Photoshop, apertei o "B" aqui, selecionei o pincel eu consigo fazer um traço qualquer aqui.

Que é um traço que funciona muito bem nesse tamanho que a gente está trabalhando de arquivo, você vê que a gente consegue delimitar muito bem o contorno dele a gente consegue saber muito bem onde é traço e onde é fundo.

Se a gente aperta o "Z" a gente seleciona a ferramenta "Zoom", que é essa lupa aqui e arrastando para direita, eu cliquei com a tablet ou com o mouse e arrastei para direita, eu vou aumentando tamanho desse arquivo, e eu vou vendo que ele vai ficando serrilhado, a borda dele começa a não ficar mais tão bem delimitado assim.

Quando eu aproximo mais, começa a ver que além de serrilhado, começa a ficar com um degradê na borda, ela começa a ficar meio borrada aqui, aproximando mais ainda a gente começa a perceber que são uns pontinhos, são uns quadrados de cores diferentes que formam esse contorno, esses quadrados são os Pixels que são os nossos amigos, com quem a gente vai trabalhar durante o curso inteiro.

Os Pixels são as unidades básicas de medida de um arquivo em bitmap que é um arquivo Photoshop comum, então vocês veem que nesse arquivo aqui que a gente criou tem Pixel demais, tem muito quadradinho para a gente trabalhar, então ele não é um arquivo prático para Pixel Art.

Vou excluir ele e vou criar um arquivo novo, só para efeito de comparação eu vou clicar aqui no A4 para a gente ver quais são as configurações dele, se eu selecionar centímetros aqui, eu vejo que esse é um arquivo de 21 por 29.7cm, transformado em Pixel Art, 2480 por 3508, é Pixel demais para a gente trabalhar é muito grande esse arquivo, então a gente vai transformar ele em 16 por 16 nesse primeiro momento, normalmente a gente trabalha com múltiplos de 8 em Pixel Art, 8, 16, 24, 32, 64 e 128, são os arquivos básicos para a gente trabalhar.

Hoje a gente vai ficar no 16 porque é um tamanho que não é tão pequeno 8 por 8 fica muito abstrato para gente entender o que tá acontecendo, e também não é muito grande que fica muito complexo de trabalhar.

A resolução de 300 pixels por polegada é coisa demais para a gente também, a gente só precisa de 72 que é o formato web e criar um arquivo, esse arquivo está muito pequeno aqui, então vamos dar um zoom nele, aqui já é o suficiente para a gente trabalhar, aperta o "B" que é o brush, esse brush está imenso, vamos diminuir um pouco, fazer um brush de 4 Pixels e aí eu faço um traço aqui.

Que também deu errado, porque? Porque essa é a ferramenta errada para fazer esse tipo de trabalho, você vê que ficou tudo borrado ao redor, ficou esse degradê de novo ao redor que impede a gente de ver o contorno bem delimitado.

Quando a gente olha aqui, essa miniatura da imagem, a gente até consegue entender o que está acontecendo, mas aqui na versão com o zoom muito grande não dá para entender, então eu vou apertar o "Command+Z", no Windows é "Ctrl+Z", sempre quando eu falar Command no Windows se transforma em "Control", e no lugar de usar ferramenta pincel, eu vou usar a ferramenta lápis, aí eu consigo traçar quadradinho por quadradinho.

Só que a gente tem um outro problema aqui que é, eu trabalhei na primeira camada no Background, no fundo, então eu não consigo mover essa camada independente, então eu vou dar mais um "Ctrl+Z", "Command +Z", para voltar e eu vou criar uma camada nova aqui, nessa camada eu consigo fazer um traço independente do fundo, eu criei esse formato qualquer, que eu consigo apertando “V”, que é a ferramenta mover, mover de um lado para o outro independente do fundo, não tá afetando o fundo da imagem.

Se eu criar uma camada nova aqui em cima e escolher alguma outra cor aqui por exemplo, fizer alguma outra forma, apertando "V" de novo eu consigo mover independente e colocar em qualquer lugar essa imagem aqui, que eu vou jogar fora agora porque não preciso dela.

Aí eu queria fazer alguma coisa um pouquinho mais complexa, eu queria transformar esse formato esquisito num prédio, então eu apertei aqui o "E", que é a ferramenta borracha, seleciono ela e vou apagar algumas áreas pra ficar com mais cara de silhueta de um prédio, então vem aqui começa a apagar.

Mas de novo tem esse contorno borrado que criou aqui, o Photoshop sempre vai tentar fazer isso, porquê quando a gente tem um formato grande isso funciona muito bem, dá uma suavizada na borda, "suavização de contornos" que chama isso no Photoshop.

Então eu dou "Ctrl+Z", volto uma etapa, e eu vou configurar a borracha para o modo certo, aqui em modo a gente vai transformar de pincel para lápis, aí a gente consegue apagar Pixel por Pixel novamente da maneira que a gente precisa.

A gente vai e volta do Pixel, aqui eu tinha mudado de cor eu quero voltar para essa cor aqui, então uma ferramenta que eu tenho é o conta-gotas, eu aperto o "B" para selecionar o lápis novamente e aperto "Alt" para selecionar o conta-gotas, clico aqui e escolha a cor novamente, e aí eu só vou ajeitando da maneira que eu quiser essa silhueta.

Eu posso usar borracha também para desenhar no lugar de apagar, por exemplo aqui fiz algumas janelas para o predinho e uma porta.

Por último a gente tem uma outra ferramenta que é o laço, que apertando o "L" a gente seleciona aqui essa ferramenta, com ela a gente seleciona uma área do nosso desenho, apertando o "V" a gente move essa área independente, só que de novo ficou com o serrilhado.

Voltando aqui, apertando o "L", eu tenho essa opção aqui que é a suavização de contornos, se eu desabilito ela, eu consigo mover esse arquivo, essa imagem aqui, esse pedaço da imagem independente, e deu problema de novo, porque? Porque eu preciso tirar a seleção, então eu aperto "Command+D", tiro a seleção, seleciono novamente, agora eu consigo mover tudo de maneira independente.

Então eu vou arrastar aqui para dentro, só para perder uma fileirinha de pixels aqui, para ter uma forma mais harmônica.

E aí a gente tem algumas outras ferramentas que complementam isso, a primeira delas é visualizar, mostrar, grade de pixels, eu consigo colocar uma grade que mostra a divisão Pixel por Pixel aqui, às vezes é útil às vezes incomoda um pouco e você vem aqui e desabilita ela da mesma maneira.

Outra ferramenta importante é "Command+R", que é a régua, quando você clica "Command +R" a régua aparece aqui em cima mas ela tá em centímetros, então você clica com botão direito nela e você pode escolher centímetros, pixels, polegadas, eu vou escolher pixels e eu tenho todas as medidas em Pixel, eu posso clicar na régua e arrastar uma marcação de medida, se aperto "V" eu consigo selecionar essa marcação de um lado para o outro, se eu arrasto ela de volta para régua ela some.

E com isso a gente tem todas as ferramentas básicas para fazer formas mais complexas. Vamos fazer essas formas mais complexas?

Criando um avatar de 8 bits - Criando um template

Bom, agora a gente já tem o nosso Photoshop programado para receber a Pixel Art, com todas as configurações necessárias, então a gente pode começar a trabalhar no nosso Avatar.

Primeiro de tudo a gente vai criar uma camada nova, nunca vai trabalhar na camada de fundo, e a partir dessa camada a gente começa a traçar o nosso boneco, cria a cabeça dele, cria um braço aqui, o corpo, as pernas, dá uma ajeitada aqui.

A gente já tem um corpo, mas ele não está bonito, ele está muito esquisito. Porque isso aconteceu? O principal motivo é que a gente não tem referências, a gente tá fazendo de cabeça e tá fazendo o que bem entender, então antes de começar a produzir, eu sempre abro o Pinterest, para quem não conhece é o "pinterest.com", e nele eu crio uma pastinha e vou procurando algumas referências, eu sempre pesquiso referências antes de começar a trabalhar.

Então nessa pasta por exemplo, eu tenho uma grande diversidade de avatares diferentes, de personagens que são criados de maneiras diferentes, com cabeça maior, com a cabeça menor, com o corpo mais ou menos estilizado, e o legal do Pinterest é que se você clica em uma imagem, ela vai abrir e vai te levar pra algumas referências similares, então você pode passar um bom tempo procurando referências e criando esse repertório que você precisa para o teu projeto.

Aqui por exemplo eu escolhi uma referência que está muito próxima do que eu quero trabalhar com vocês, que são avatares que tem uma expressão facial bem aparente, que tem variações grandes de cabelo e roupa e que tem uma personalidade.

Então esse aqui vai ser nosso exemplo base, mas a gente poderia pegar um trabalho um pouco mais parecido com isso por exemplo, que já é bem mais estilizado, tem um corpo que é até mais esquisito, então provavelmente o nosso cliente torceria nariz para ele.

Ou a gente pode trabalhar com esse estilo aqui também, bem diferente do usual, ou mais próximo do que a gente estava trabalhando, como esses aqui, ou esse que tem uma proporção muito parecida, também tem 16 de altura.

Esse é um outro exemplo muito interessante que a gente tem os mesmos personagens feitos em estilos diferentes clássicos de Pixel Art.

Mas o que eu queria mostrar mesmo para vocês é esse aqui, que eu já até abri aqui numa outra aba, que é uma mesma personagem em Pixel Art criada em resoluções diferentes, então aqui a gente tem essa personagem com 16 pixels de altura, aqui a gente tem a mesma personagem com 32 pixels e aqui com 64 de altura.

Vocês veem que quanto mais pixels de altura a gente tiver, mais detalhes a gente consegue colocar nessa imagem, e é um trabalho que é exatamente o que a gente vai fazer durante o curso, a gente vai colocando mais detalhes em um avatar a gente criar de base.

Voltando no nosso, a gente percebe que tá muito distante de algo como esse aqui, então eu vou começar a editar a minha imagem, para isso eu vou criar uma camada nova vou deixar essa aqui de base para a gente saber como que a gente estava lidando antes, mas vocês vão ver que vai ficar completamente diferente.

Nas versões mais recentes do Photoshop, eu tô usando a atualização 2018 do Photoshop CC, existe uma ferramenta que se você vier aqui nas preferências do Photoshop, em novas tecnologias, que é essa última aba das preferências, tem essa pintura simétrica, se você habilitar ela, vai aparecer quando você apertar o "B", essa ferramenta aqui do lado que parece uma borboleta, e se a gente clica nela a gente pode escolher um eixo de simetria, aqui por exemplo eu vou escolher um vertical.

Arrasto para cobrir a imagem inteira, vou fazer de uma cor diferente, então tudo que eu traçar agora, ele vai acompanhar a assimetria do outro lado, então é uma ferramenta que ajuda muito para o que a gente quer fazer, e aí eu consigo criar um corpo mais simétrico que tem mais cara de corpo.

Se vocês repararem eu usei a altura da cabeça muito diferente da que estava anteriormente, aqui a gente tem uma cabeça bem pequenininha, se eu for colocar um olho aqui já vai ocupar esse espaço inteiro, se eu tenho essa cabeça muito pequena não consigo colocar muito detalhe, se eu tenho a cabeça grande demais fica detalhe demais, fica muito caricato, então eu preciso fazer algo que seja no meio termo.

Aqui eu usei, uma, duas, três, quatro, cinco, seis cabeças, eu vou colocar uma a mais, sete cabeças de altura, para ficar no mesmo padrão do Super Mário, que é uma medida que é muito comum de se usar, então aqui se a gente calcular ele tem 16 de altura, uma, duas, três. quatro, cinco, seis, sete pixels de altura na cabeça.

Eu começo a arrumar detalhes, por exemplo, eu posso vir aqui e aumentar o ombro, o braço, o tamanho do braço, se eu achar que tá muito largo eu posso tentar diminuir, não ficou muito legal, então eu vou voltar, aqui eu posso tentar fazer uma mão, também não ficou muito legal.

Então é um processo de vai-e-vem é um processo de interação, trabalhar com Pixel Art, então eu vou testando algumas coisas, a perna mais fina também não funciona muito bem para mim, uma mais grossa, cortar assim, ou assim, ainda prefiro dessa maneira, mas o importante é que a gente fique testando o tempo todo.

Aqui para mim já é uma silhueta boa suficiente, a gente tem uma simetria das formas que a gente pode inclusive desabilitar agora clicando aqui na borboletinha, tira a simetria e a gente consegue trabalhar novamente da maneira que quiser, a gente tem um braço que funciona bem, não é mais esse braço que eu tinha feito separado do corpo, que nesse formato que a gente tem é informação demais, quando a gente gruda ele no corpo assim a gente resume um pouco informação, fica um pouco menos complexo.

Só que ainda é uma silhueta, dá pra gente deixar com um pouco mais de cara de ser humano já, só te fazer uma sunguinha nele por exemplo, aqui também eu vou escurecer um pouco essa cor da pele e fazer uma sombra aqui para delimitar onde é o corpo e onde é o braço.

Eu ainda estou achando a perna dele muito larga, então eu vou diminuir um pouco para ter 4 pixels de largura no corpo, tirando a perna, e a cabeça também muito pequena, eu vou dar uma alargada nela para a gente ter mais espaço para trabalhar, e aqui a gente já tem um corpo mais interessante.

Agora que a gente já tem esse corpo base, a gente pode partir para os detalhes dele. Vamos lá?

Sobre o curso Fundamentos de pixel art: Criando um avatar

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