Primeiras aulas do curso Lean Inception: Método para definição de MVPs

Lean Inception: Método para definição de MVPs

Introdução: MVPs e Workshop Lean Inception - Introdução

Eu sou Roberto Pina e com grande satisfação inicio com vocês o nosso curso de Lean Inception, que é um método para definição de MVPs. A aula 1 tem caráter introdutório, onde falaremos sobre os MVPs e sobre a estrutura básica do Workshop de Lean Inception, nesse primeiro vídeo, uma breve apresentação do nosso curso.

O público-alvo deste curso são: organizadores e participantes de programas de inovação nas organizações; gestores técnicos e de negócios; pessoas envolvidas com desenvolvimento de produtos, em especial produtos de tecnologia; consultores e coaches; e empreendedores.

Como benefícios esperados para os participantes temos: a evolução no conhecimento de técnicas de inovação e desenvolvimento de produtos e consecutiva contribuição na atualização e na evolução profissional. Como pré-requisitos, seria bastante interessante que os participantes tenham conhecimentos básicos sobre dois temas: Lean Startup e Design Thinking.

Tais conhecimentos, caso você não os tenha, podem ser adquiridos na plataforma de cursos da Alura. Seguindo o nosso padrão pedagógico, os participantes são convidados a realizar um projeto ao longo do curso. Com isso os conceitos são praticados, sedimentados e o aprendizado é fixado. No próximo vídeo, falarei maiores detalhes a respeito deste importante exercício. Vejo vocês lá.

Introdução: MVPs e Workshop Lean Inception - Projeto de conclusão #1

Neste segundo vídeo da nossa aula 1, do nosso curso de Lean Inception, falarei a respeito do projeto de conclusão do curso. Esse projeto é um exercício, é uma oportunidade para praticar e consolidar o seu aprendizado. Ele consistirá no seguinte: na completa aplicação do Lean Inception em uma ideia de produto ou serviço sua.

Porque, como veremos, o Lean Inception tem como objetivo ajuda-lo a definir o MVP, que é uma primeira versão do produto ou serviço, que vai te ajudar a colher feedback e validar hipóteses junto ao mercado, orientando então de uma maneira melhor os esforços de inovação.

Além de fixar o conteúdo do curso, ele pode efetivamente ajudá-lo a avaliar alguma inovação que você esteja sonhando em levar ao mercado: um novo App, um novo serviço, um produto diferente e interessante. Então, se você já tem essa ideia, poderá utilizar então o conteúdo do curso para iniciar a sua inovação.

Se você ainda não tem uma ideia, procure ter uma então, para fazer uso da técnica que apresentaremos. Ao longo do curso, nos momentos oportunos, passo a passo, serão fornecidos os elementos e a orientação para a realização desse projeto de conclusão. No próximo vídeo, conversaremos então a respeito do conteúdo do curso, falando sobre o conceito de MVP. Vejo vocês lá.

Introdução: MVPs e Workshop Lean Inception - O que são MVP's

Vamos seguir então na nossa aula 1 do curso de Lean Inception. Nesse vídeo, falaremos dos MVPs, o que eles são e como devem ser concebidos. A sigla MVP significa Minimum Viable Product, mínimo produto viável. Trata-se de uma versão incompleta do produto com o objetivo de validar algumas poucas hipóteses antes de investir muitos recursos na continuidade do desenvolvimento.

O que eu estou falando como versão incompleta? A versão incompleta é aquela que tem um conjunto reduzido de funcionalidades. Ela é simples, ela é focada na averiguação de algumas poucas hipóteses. Porém nós não devemos confundir um produto inacabado com um produto ruim, um produto simples com um produto simplório, e um produto incompleto com um produto incompetente.

O MVP, ele tem que ser mínimo, mas tem que ser viável. O iPhone 1 é um exemplo de MVP, porque embora seja um produto até sofisticado, ele tinha um conjunto limitado de funcionalidades. Quando eu falo de validar hipóteses, o que há por trás é o seguinte: se nós investirmos muito esforço, muito tempo e muito dinheiro em um produto sem saber se o mercado vai aceita-lo ou não, é um risco muito alto, trata-se de um erro grave.

O MVP então, ele permite que obtenhamos feedbacks para continuidade do desenvolvimento do produto. Ou seja, nós vamos aprendendo com esses feedbacks o que funciona e o que não funciona, o que o mercado valoriza ou não, e assim por diante. Esses feedbacks, eles são comportamentos e opiniões dos usuários que terão contato com esse MVP, nos dando um retorno sobre aquele conjunto limitado de características que foram inseridas no produto.

Então, podemos mudar o rumo do desenvolvimento ou mesmo abandonar a ideia. Essas mudanças se chamam pivotagens. O MVP, ele tem as seguintes características fundamentais: ele é valioso, ele é usável e ele é factível. Ser valioso significa que o mercado reconhece valor nele, estando, portanto, disposto a compra-lo. Ser usável significa que ele é funcional, ele atende às necessidades e limitações dos usuários.

E ser factível significa que ele é exequível, que existe tecnologia para a elaboração e que nós conhecemos essa tecnologia. Podemos atribuir ainda um quarto fator importante ao MVP, que é o fator UAU, o fator de encantamento, que já deve estar presente no MVP. O MVP, ele é simples, mas além de ser operacional, ele já deve trazer algum fator de encantamento, alguma coisa do UAU.

Além disso, ele não deve ser grosseiro. Embora ele seja feito para que aprendamos e mudemos rápido, ele não pode conter erros fatais, que destruam a imagem do produto. Ele tem que ter um certo nível de segurança e de operacionalidade, que não o faça ser visto como algo muito tosco. Considerando-se aqueles quatro fatores - o factível, o valioso, o usável e o fator de encantamento - o MVP, ele deve contemplar os quatro, um pouco de cada um.

Então o corte representado nessa figura, que nós estamos vendo, ele não representa um bom MVP porque explora muito um fator só, no caso, o fator factível. Nessa outra figura, temos um corte melhor para o nosso MVP, porque ele está explorando um pouquinho de cada um dos quatro fatores.

Com relação ao escopo do MVP, temos que lembrar também do seguinte, que ele é uma versão com partes incompletas e não um conjunto pequeno de partes completas do produto. Então o produto, como vemos na figura, ele é constituído de blocos, e esse corte, ele não representa um bom MVP, porque ele está atendendo completamente os três primeiros blocos do nosso produto.

A ideia é que o MVP não seja um primeiro conjunto de blocos completos do produto. Esse corte, que está representado agora na figura, ele está melhor, porque esse MVP, ele possui características reduzidas de diferentes blocos, de vários blocos. Nenhum está completo, mas eles já apresentam um conjunto interessante de hipóteses a validar.

Outro ponto é que o MVP deve validar partes de todas as etapas do chamado funil de vendas. O funil de vendas, representado na figura, é um conjunto de fases do nosso sucesso de vendas: a aquisição, a ativação, a retenção, a receita e a recomendação. A fase de aquisição, por exemplo, no caso de um aplicativo para celular, corresponde ao usuário baixar aplicativo.

Então essa é a primeira fase, é o primeiro grande desafio. Ele baixou. Depois, a segunda fase, a segunda etapa de sucesso: ele ativou o aplicativo, ele criou uma conta e começou a usar. Em seguida, a próxima fase no nosso modelo de sucesso, é a retenção. Ele começa a se tornar um usuário cativo daquele aplicativo. Depois a receita: ele compra uma versão paga do aplicativo, por exemplo. E finalmente a fase de recomendação: ele começa a falar bem do aplicativo para outras pessoas.

O MVP então, ele deve atender um pouquinho de cada uma dessas etapas. Esse corte, que nós estamos vendo, não representa um bom MVP, porque ele abordou de forma completa somente um conjunto de hipóteses de uma etapa do funil de vendas. Esse corte agora está melhor, porque ele vai testar todos os aspectos do funil de vendas e um conjunto restrito de hipóteses.

Então devemos ter esse cuidado na composição do nosso MVP. Ele tem que ter um pouquinho de cada fator importante na sua constituição. No próximo vídeo, nós começaremos a falar do Lean Inception, que é um método para a concepção do MVP dentro dessas recomendações que acabamos de citar. Então vejo vocês no próximo vídeo.

Sobre o curso Lean Inception: Método para definição de MVPs

O curso Lean Inception: Método para definição de MVPs possui 114 minutos de vídeos, em um total de 50 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Gestão Estratégica em Inovação & Gestão, ou leia nossos artigos de Inovação & Gestão.

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