Primeiras aulas do curso Dashboard com Pentaho: Visualize e analise os dados

Dashboard com Pentaho: Visualize e analise os dados

Apresentação e recuperando ambiente - Introdução

Tudo bem, gente? Meu nome é Victorino Vila, e vamos continuar mais um treinamento dentro da linha dos produtos Pentaho. Agora vamos dar ênfase na construção do dashboard.

O dashboard é a cereja do bolo, ou seja, é aquilo que o usuário vai visualizar. O usuário já está visualizando através de reports, ele está visualizando através de análises, ele está visualizando através de consultas e MDX direto na base de dados, mas o dashboard é o que realmente o usuário gosta de olhar, gosta de mostrar.

O próprio nome dashboard tem a ver com um cockpit. É uma tela, geralmente gráfica, com informações visuais, mostrando os indicadores mais importantes dentro do Business Intelligence. É olhando o cockpit que usuário de cara vai poder saber se a empresa está bem ou se a empresa está mal.

Por isso, a construção de um dashboard é uma arte à parte. Você precisa pensar em gráficos que tenham boa visualização, conjunto de cores que combinem uma com a outra. Inclusive, tem cursos aqui na Alura que ensina basicamente a você saber dosar essas coisas.

Nós aqui vamos dar ênfase não muito no visual, não muito em fazer coisas bonitas, mas sim coisas funcionais. E a ênfase é mostrar como é que usando o pentaho dashboard, a gente pode construir os dashboards para a tomada de decisão dos nossos usuários de Business Intelligence.

Então é isso aí, gente. Espero que vocês gostem desse treinamento, e vamos seguindo, vamos nessa. Um forte abraço.

Apresentação e recuperando ambiente - Recuperando o ambiente

Esse vídeo, você vai assistir ele muitas vezes em diferentes cursos da carreira de BI da Pentaho. E ele se refere à recuperação do ambiente. É claro que não significa que você não deva assisti-lo nos próximos cursos, porque ele, na verdade, vai ser gravado em partes, e dependendo do treinamento que você esteja fazendo, ele vai ter um caminho diferente do que você vai assistir agora.

Quem é o público-alvo deste vídeo? Aqui em cima estão todos os cursos que serão ministrados no treinamento Pentaho. A gente vai começar, temos o curso “DW-Processo-ETL-Parte-1”, “Parte 2”, “olap-com-pentaho”, “business-intelligence-MDX-pentaho”, “Report-Analysis” e “Dashboard-Pentaho”.

Se você está fazendo este primeiro curso aqui, ok, não tem problema. Você não precisa nem assistir a esse vídeo mais. Agora, se você estiver fazendo esse curso, o parte 2, e os seguintes, presta atenção no recado que eu vou dar para vocês.

Vocês podem estar na seguinte situação: “Ah, eu fiz o curso parte 1, e eu estou fazendo o curso parte 2”, por exemplo, “na mesma máquina, com todos os modelos, todos criados e tudo funcionando”. Nesse caso, você também não precisa assistir mais a esse vídeo, porque você já tem o seu ambiente funcionando. Isso vale também se você estiver fazendo o curso “business-intelligence-MDX-pentaho”, e você fez o curso “olap-com-pentaho” e o seu ambiente está todo montado.

Ou seja, você fez um curso anterior ao que você está fazendo agora, e o ambiente já está todo funcionando. Então você não precisa seguir com esse vídeo, porque o seu já está pronto, já está montado, já está preparado.

Agora, você pode estar no seguinte caso. “Ah, eu fiz os cursos anteriores”. Por exemplo, se eu estou aqui no “business-intelligence-MDX-pentaho”, “Ah, eu fiz o parte 1, eu fiz o parte 2, eu fiz o olap-com-pentaho. Só que agora, o curso que eu estou fazendo, a máquina que eu estou trabalhando, ela está limpa. Por algum motivo eu estou usando outra máquina, por algum motivo eu tive que formatar o meu computador”.

Então tá. Você, nesse caso, vai precisar recuperar o ambiente para poder continuar o curso que você está fazendo. Você também pode ser o seguinte caso. “Ah, eu estou fazendo o curso de business-intelligence-MDX-pentaho e não fiz os cursos anteriores”. Bem, em primeiro lugar, eu aconselho que vocês façam os cursos anteriores, porque todos esses 6 cursos que estão aqui em cima, eles têm uma lógica de construção. Então, o conhecimento anterior é importante.

Mas mesmo que você insista. “Ah, não. Mas só me interessa MDX”, por exemplo. Ou “Só me interessa OLAP”, ou “Só me interessa report”. Ok, não tem problema. Talvez alguns conceitos que você não conheça, eu não vou explicar o que eu estou fazendo porque eu estou supondo que você fez os cursos anteriores e está sabendo o que fazer.

Nesse caso, se você quer fazer o curso sem ter feito o curso anterior, você também precisa recuperar o ambiente. Porque como você nunca fez o curso, você não tem o ambiente montado. Então ok. Esse vídeo e os próximos sobre a recuperação do ambiente, quem é público-alvo?

É, você que está fazendo a carreira de Pentaho, mas está agora em uma máquina, limpa, onde você não tem mais o ambiente anterior? Ou se você quer fazer um curso específico da carreira de Pentaho e não fez nenhum pré-requisito. Tá legal?

Então, para vocês dois, continuem comigo, vamos seguindo nesse vídeo. Tá legal? Ok, se você faz parte do grupo de pessoas que vai ter que recuperar o ambiente, o primeiro passo que você tem que fazer é assistir quatro vídeos do curso “Modelagem-DW-Processo-ETL-Parte-1”, que faz parte da carreira Pentaho.

Mesmo que você já tenha feito esse treinamento, volte lá e assiste esses 4 vídeos. Os vídeos em questão são: o vídeo 4 e 5 da aula 1, e o vídeo 1 e 2 da aula 2. Esses 4 vídeos vão te orientar a baixar os softwares, não somente os softwares da Pentaho, mas também os softwares de ambiente, ou seja, os softwares que vão nos ajudar a trabalhar no curso e configurá-los.

E aí vocês vão ter um ambiente final montado, preparado e pronto para seguir com a recuperação do ambiente. Então façam isso. Voltem lá, no vídeo 4 e 5 da aula 1, e no vídeo 1 e 2 da aula 2 do curso “Modelagem-DW-Processo-ETL-Parte-1”.

Então dê um pause aqui nesse vídeo, vai lá, assiste os quatro, faz o que está lá descrito, baixe os softwares, instale, configure, crie as variáveis de ambiente, e aí você volta aqui para a gente continuar a recuperar o ambiente.

Você já assistiu aos vídeos, instalou os softwares, configurou o ambiente, e aí nós vamos fazer agora o seguinte. Relacionado a este vídeo, tem um link aqui em cima para vocês baixarem, e esse link vai baixar um arquivo – e é até um arquivo grande – chamado “treinamento inicial”, e depois ele tem aqui, olha, um sufixo, que dependendo do treinamento que você está assistindo, ele vai ter algumas letras depois desse underscore final.

Então se você estiver assistindo o curso de dashboard, está escrito “dash”, se for o curso de OLAP, está escrito OLAP. Se for o curso de MDX, está escrito MDX. Ou seja, dependendo do tipo de curso, você tem esse sufixo. Mas não importa. O que importa é que você baixe o arquivo. Ele vai ter esse nome “treinamento_inicial”.

E aí você, ao baixá-lo, copie esse arquivo para a raiz da sua máquina, lá para o drive C. Então vamos simular aqui esse transporte. Então você já copiou ele aqui para o drive C. No meu exemplo aqui o sufixo é dash, mas não importa. O importante é que você tenha aqui esse prefixo especificado.

E aí, na raiz do drive C, você deve ter também aquele diretório “treinamento”, que foi o diretório configurado quando você assistiu, baixou os softwares da Pentaho e configurou o ambiente. E aí vocês vão chegar aqui, botão direito do mouse sobre o arquivo “.zip”, e vocês vão extrair aqui.

E aí, claro, vai começar o processo de extração. Ele vai criar um subdiretório, que vai ter um nome igualzinho ao arquivo “.zip”. E aí, o seguinte. Eu vou aqui parar o vídeo, e quando acabar de descompactar esse arquivo, eu volto.

Ok. Terminei de descompactar o arquivo. E aí ele criou esse diretório aqui. Novamente, o nome do diretório vai depender do arquivo que você está baixando. No meu caso, veio o sufixo “dash”, mas pode ser “olap”, pode ser “MDX”, pode ser “report”. Pode ser outro sufixo qualquer.

O importante é que vocês agora façam o seguinte. Vocês vão pegar aquele diretório “treinamento”, que é o diretório que vocês criaram depois da configuração do ambiente conforme os vídeos que eu aconselhei que vocês assistissem, e vão renomear esse arquivo, esse diretório “treinamento” para... Não sei, “old”.

Ou vocês podem até apagar esse diretório, não importa. Ele não vai ser mais usado. E aí vocês vão pegar o diretório que foi descompactado e vão renomear para “treinamento”. Então a gente apaga ou renomeia o diretório “treinamento” que já existia na sua máquina, e coloca com o nome “treinamento”, tudo em minúsculo, o diretório que foi descompactado através do arquivo que vocês baixaram.

Então pronto. Cumprimos mais um passo aqui da recuperação do ambiente. O próximo passo é recuperar a base de dados de SQL Server que é usada como fonte do processo de ETL. Nem todos os treinamentos vão usar essa base. Então, se você está assistindo esse vídeo, é porque o seu treinamento, o que você está fazendo, vai precisar dela como fonte de dados para o processo de ETL.

Para fazer isso, eu não vou mostrar nesse vídeo. Vocês vão no curso “Modelagem-DW-Processo-ETL-Parte-1”, e lá na aula 4 vocês assistam o vídeo 1 e o vídeo 2. Lá eu mostro para vocês como recuperar essa base de dados SQL Server que vai ser fonte do processo de criação do DW que nós estamos fazendo na cachoeira de BI dentro da área de Pentaho.

O arquivo fonte do backup que será recuperado no SQL Server, ele está aqui, olha. Deixa eu dar aqui um esc para sair da apresentação. Nesse diretório “treinamento”, que foi o diretório que a gente descompactou e renomeou, nós temos aqui dentro da pasta “arquivos”, esse arquivo aqui: “fontesdb.bak”, que será o arquivo para recuperação do backup.

Então, ok. Façam isso, e aí voltem a assistir esse vídeo sobre a recuperação do ambiente. Ok, o próximo passo agora é a gente abrir os softwares Pentaho, e os auxiliares, para saber se está tudo ok antes de continuar. E aí a abertura desses softwares vai depender do curso que você está fazendo.

Dependendo do treinamento que você está assistindo a esse vídeo, alguns softwares serão abertos, outros não. Mas fiquem tranquilos. No vídeo eu vou dizer que softwares você, nesse treinamento específico, terá que abrir.

Estamos na sessão de abertura dos softwares. Então vamos lá. Eu vou aqui no diretório “treinamento”, que é aquele diretório que a gente descompactou. Eu vou em design tools, data integration, e eu vou selecionar aqui o arquivo BAT chamado spoon.

Eu vou clicar nele, e aí nós vamos abrir, agora, Pentaho Data Integration. Então vamos ver se a gente consegue abrir o software e olhar o ambiente que temos à disposição. Eu vou minimizar. Dependendo do momento em que você abre esse software, ele pode demorar um pouco mais ou um pouco menos, mas o importante é que daqui a pouco vai aparecer uma caixa de diálogo mostrando a abertura do software.

Vamos esperar um pouquinho, pelo menos para ver se na minha máquina... Olha, agora apareceu. Então eu estou aqui abrindo o Pentaho Data Integration. Bem, como eu falei, isso pode demorar uns alguns minutos, ou segundos, dependendo da situação. No caso aqui eu vou parar o vídeo e volto quando ele terminar de abrir.

O Pentaho Data Integration abriu. E é importante que vocês observem se vocês estão conectados no repositório “reposucos”. Senão estiver aparecendo o “reposucos” aqui, vocês cliquem aqui embaixo e selecionem a opção “reposucos”. Só para confirmar se eu estou olhando normalmente esse repositório, eu vou vir aqui, dou um “file open”, eu vou ter aqui um diretório.

Aí, claro, dependendo do curso que você está assistindo, você vai ver mais ou menos objetos do Pentaho Data Integration salvos. Não se assuste se no teu caso você não está vendo uma lista tão grande quanto a minha. É porque o arquivo que você recuperou, ele ainda está construindo todas as integrações que serão usadas na carreira de Business Intelligence Pentaho.

Esse teste foi apenas para saber se eu consigo abrir e olhar os processos de ATL que estão disponíveis aqui nesse diretório “treinamento” que você recuperou. Então eu vou fechar. Então o meu Pentaho Data Integration está legal. Então é isso aí, vamos para o próximo software.

O software que nós vamos abrir agora é o MySQL. Quando a gente baixou aquele diretório “treinamento”, a gente baixou um MySQL, como se diz assim, embutido dentro do diretório. É um MySQL que eu não preciso instalar nada. Quando vocês baixaram os softwares da Pentaho e os auxiliares, você fez essa instalação.

Só que nós trocamos esse ambiente pelo que foi recuperado quando a gente baixou e descompactou o arquivo “treinamento inicial”. Vamos ver se esse ambiente MySQL está correto.

Então eu vou vir aqui no meu “C”, “treinamento”. Tem um diretório MySQL, e eu vou executar o “UniController.exe”. Dou “cancel”, dou “ok” e inicializo o MySQL. Ficou verdinho, inicializou. Eu vou minimizar. E aqui eu vou abrir o software “HeidiSQL”, que também foi um software que vocês baixaram e instalaram no início, que é um software auxiliar para esse treinamento.

A gente vai entrar com o usuário “root” e senha “root”, que foi usuário e senha aconselhados durante a instalação. E aí pronto. Eu tenho aqui os meus bancos de dados. Dependendo do treinamento que você esteja assistindo esse vídeo, você vai ver mais ou menos bancos ali nessa lista. Não importa se a lista que vocês estão vendo aqui está diferente da que você está olhando.

É porque que vai depender do treinamento que você está assistindo esse vídeo. Quer dizer, depende do arquivo “treinamento inicial” que você baixou. O importante é que o MySQL abriu, estou conseguindo aqui as bases de dados. Então eu vou fechar o Heidi, mas eu vou manter aqui, olha, o... Deixa eu ver se eu consigo mostrar para vocês aqui.

Vocês devem manter esse arquivo aqui, que é o MySQL Noir. Vamos abrir agora o Pentaho Workbench. Vou voltar lá para o meu diretório principal, o meu “C”, “treinamento”, vou em “Designer Tools”, “Schema Workbench”, e eu vou executar o arquivo “workbench.bat”.

Abriu o “Schema Workbench”. Eu vou vir aqui em “open”, vou no diretório “6C Treinamento Esquema”. Talvez já apareça para vocês, mas se não aparecer, vocês vão lá em “C”, “Treinamento Esquema” e vão escolher o arquivo “sucofrutas.xml”.

Então eu vou ter essa árvore aqui do canto. Não se assustem se essa árvore que vocês estão verificando está diferente da que vocês estão vendo aqui, porque vai depender do treinamento que vocês estão assistindo esse vídeo. Treinamentos iniciais da carreira de Business Intelligence, vocês vão ver menos entidades configurados aqui.

Se você estiver fazendo um tratamento já próximo no final da carreira, você deve ver mais entidades configuradas aqui. O importante aqui foi de a gente poder observar e ver se o Pentaho Workbench abriu corretamente. Então a gente pode fechar ele e pronto. Por enquanto, para testar o Pentaho Workbench é isso aí.

Vamos abrir agora o Pentaho Server. Então eu vou lá no meu “C”, “Treinamento”, “Pentaho Server”, e vou selecionar aqui esse “start-pentaho.bat”. Ele vai agora inicializar o servidor Pentaho. E aí, dependendo da sua máquina, do seu ambiente, se você está abrindo pela primeira vez ou não, o tempo para abrir aqui, para subir o servidor Pentaho, pode demorar um pouquinho mais.

Então eu vou dar uma pausa aqui no vídeo e volto assim que o servidor terminar de levantar. O servidor subiu. Agora podemos testar o acesso ao Pentaho User Console. Então eu vou abrir aqui um browser. É “localhost:8088”.

Se você está abrindo o Pentaho Server que foi recuperado pelo download, o número da porta é “8088”. E a gente vai escolher aqui... Dar enter, que automaticamente ele entra aqui na tela de login. O usuário é “admin”, a senha é “password”, tudo minúsculo. E a gente vai clicar em “login”.

E aí, pronto. Eu abri o Pentaho User Console. Só para a gente certificar. Se eu der um “create new” aqui, novamente, pode ser que vocês vejam três botões, pode ser que vocês vejam quatro botões. O botão que talvez vocês não vejam é o Saiku Analytics.

Então, dependendo do curso que você está fazendo e assistindo a esse vídeo, vocês vão ver ativos ou não o Saiku Analytics. O teste é esse. Eu vou fechar. Eu fecho aqui o servidor Pentaho. E pronto. Pelo menos esse está funcionando direitinho.

O próximo passo agora, para terminar a configuração do ambiente – esse é o passo final, é a gente conferir no diretório provider do seu usuário do Windows, dentro do arquivo “kettle.properties”, esse é o nome do arquivo, se a gente tem esses parâmetros aqui.

Na verdade, dependendo do treinamento que você esteja fazendo, a gente não precisa criar esses três parâmetros. Mas, para garantir, nós vamos criar, independente do treinamento, os três parâmetros já de antemão. Claro que, se por acaso, por exemplo, você, na realidade só tivesse precisando do primeiro parâmetro, durante o treinamento a seguir que você vai assistir, eu vou pedir uma hora para criar um novo parâmetro.

Mas aí não tem problema, o parâmetro já foi criado nesse momento. Bem, então vocês podem parar aqui, copiar esses dados. O conteúdo desse arquivo “kettle.properties” está também no link para download. Vai ter um link à parte dele para vocês baixarem.

E aí, o que vocês vão fazer é o seguinte. Então eu vou vir aqui no meu diretório “C”, “usuários”. Esse aqui é o meu usuário que eu estou conectado na máquina, e aí nós vamos ter um diretório chamado “.kettle”. Dentro desse diretório, eu vou ver o arquivo “kettle.properties”.

Pode ser que no caso de vocês aí esteja vazio, pode ser que já esteja com alguma coisa. Não importa. Vocês abram ele com um editor de texto, e aí procurem pelas variáveis. No caso aqui, no meu ambiente, elas já foram criadas. Mas vocês copiem e colem aqui essas propriedades, ou então olhem no vídeo e digitem vocês mesmos.

Vamos abrir agora o Pentaho Report. Vou vir aqui, “C”, “treinamento”, “Design Tools” “Report Designer”. E eu vou executar o arquivo “reportdesigner.bat”. Esse aqui que está destacado. Esse também, dependendo do momento, pode demorar um pouquinho. Mas vamos ver, pelo menos... Ele vai apresentar parecido com o Pentaho Data Integration, ele vai apresentar uma caixa, um splash screen de apresentação quando o software estiver sendo carregado.

Então pelo menos eu vou aguardar aqui no meu computador para ver se esse splash screen é mostrado. Pronto, apareceu. Então ele está carregando aí o ambiente. Eu vou dar um pause e volto assim que ele estiver carregado.

Deve aparecer aí essa caixa de diálogo. E aí, só para a gente certificar, se eu der um “file open”, eu vou ter uma série de relatórios já salvos. E aí, claro que dependendo do tipo de treinamento que você esteja assistindo, essa lista vai estar ou não aparecendo para você.

Mas aí o objetivo foi só ver se o Pentaho Report Designer abria. Então eu vou fechar aqui, e esse já foi testado.

Apresentação e recuperando ambiente - Pentaho Dashboard

Vamos começar falando um pouquinho sobre o público-alvo do nosso curso. Claro, primeiro precisamos ter o entendimento da suíte Pentaho, como a gente usa o PUC, e entender como, por exemplo, o Pentaho Server se organiza.

Outra coisa importante para o público-alvo desse treinamento é que para o desenvolvimento dos dashboards no ambiente Pentaho, ele exige um certo conhecimento de programação web. Como por exemplo, HTML, CSS, e inclusive JavaScript. Quanto mais você conhecer a programação web, melhor para fazer dashboards, digamos assim, mais profissionais.

Então eu até aconselho, caso você queira se aprofundar um pouco mais nesse assunto, aqui na Alura a gente oferece diversos treinamentos na área de HTML, CSS e JavaScript. E outras coisas, como JQuery, e assim por diante. Quanto mais conhecimento de programação web você tiver, melhor você pode extrair e construir dashboards profissionais usando o Pentaho.

Vamos começar falando um pouco sobre dashboards. Mas o que é realmente um dashboard? Podemos traduzi-lo, direto do inglês, como um painel de indicadores. Seria o equivalente, por exemplo, a um painel de um automóvel, que você dirige, ou então o cockpit, por exemplo, de um avião.

Onde você tem medidores dispostos de forma clara e objetiva mostrando a situação do veículo que você está dirigindo, ou do avião que você está pilotando. No caso de um carro que eu estou dirigindo, o velocímetro é uma coisa importante de eu olhar, o nível do tanque de combustível, o nível do meu óleo, a temperatura do motor.

No caso do avião. Bem, eu não sei pilotar avião, eu nem sei dizer muito bem que tipo de instrumentos importantes um avião teria. Mas, por exemplo, um mapa meteorológico, para dizer se eu tenho nuvens de chuva à minha frente, a velocidade do vento, o nivelamento da aeronave em relação ao horizonte.

Quer dizer, baseado em todos esses medidores, seja um motorista, seja o piloto do avião, eles vão tomar decisões para uma boa condução daquilo que eles estão marejando. No caso, o motorista, o carro; no caso, o piloto de avião, o próprio avião.

Aplicando esse conceito de dashboard para as empresas, um dashboard, dentro business intelligence, representam medidores que vão exibir a situação atual da sua empresa, de maneira clara e objetiva, da mesma maneira que o cockpit do avião ou os instrumentos do painel do seu carro.

Baseado nesses resultados, os executivos podem tomar decisões a fim de conduzir a empresa dentro de um rumo correto. Para o desenvolvimento dos dashboards é importante que a gente faça um planejamento deles. O primeiro passo, então, é fazer um rascunho da disposição dos medidores que serão apresentados, e mostrar isso para o cliente antes de implementá-lo, claro.

A arte da construção de um dashboard é saber como exibir esses medidores. Como, por exemplo, tipo de gráficos, disposição de cores, diagramação da apresentação, facilidade da escolha dos filtros. Isso tudo, tudo isso, são fatores importantes que devemos definir antes de começarmos a construção dos nossos dashboards.

Por isso, apresentar esses dashboards previamente em PowerPoint, em ferramentas somente de navegabilidade, para que o usuário já tenha de antemão o que ele vai ter na mão, é muito importante, para que você depois não tenha, no momento em que colocar o seu dashboard em produção, ter que voltar atrás.

E também é importante que a gente tenha um equilíbrio no layout desses dashboard para atender toda a empresa. Se a gente for fazer um dashboard para cada usuário, vai ficar difícil o trabalho. Cada usuário vai querer ter o seu dashboard.

Devemos nos ater a construir dashboards corporativos, que sejam, por exemplo, de uso comum entre os executivos da empresa, fazendo com que a gente possa aliar eficiência e objetividade na apresentação dos resultados.

Usar template semiprontos, e apenas rechearmos o dashboards com as informações da empresa, é uma boa prática. E aumenta a produtividade da distribuição desses dashboards. Então, se você já tiver esses templates prontos, e apresentar ao seu cliente, vai ser bem mais produtivo a construção dos dashboards.

Vamos falar, então, um pouquinho agora sobre o CTools, que é a suíte de desenvolvimento de dashboards da Pentaho. Antes de 2008 não existia nada associado ao Pentaho para a produção de dashboards. Se a gente quisesse desenvolver um dashboard usando a base de dados da Pentaho, o analista teria que ter conhecimento profundo de Java para acessar os web services internos do Pentaho Server para acessar às bases OLAPS. Ou seja, um conhecimento forte em programação.

Porém, a partir de 2008, uma empresa chamada Web Details, ela passou a desenvolver um projeto open source para construir um ferramental que nos auxiliaria na construção dos dashboards sem a necessidade do conhecimento profundo da programação Java, e nem do conhecimento de como acessar os métodos internos do Pentaho OLAP.

Então eles criaram o que nós chamamos de CDF, que é um Community Dashboard Framework. O desenvolvimento do CDF teve um sucesso tremendo, e aí a Pentaho passou, num primeiro momento, a incorporal o CDF como seu padrão de construção de dashboards.

Não houve, nesse momento, uma incorporação da empresa como, por exemplo, foi feito lá em 2005 quando a Pentaho pegou os melhores projetos de open source na área de Business Intelligence e incorporou para ela, como para fazer o PDI. Pegou o Mondrian para fazer o Pentaho OLAP, e usando o Pentaho Server.

Com o tempo, a Web Details continua a evoluir o ecossistema, incorporando diversas outras bibliotecas, aumentando o potencial da construção de dashboards. E aí, esse ecossistema passou a ter um nome. Ele passou a chamar esse ecossistema todo, que começou no CDF e começou a incorporar outros modos, como CTools.

E aí, claro, isso cresceu tanto que aí a Pentaho decidiu, realmente, em 2013, adquirir, comprar a Web Details. E aí a equipe que desenvolvia o ferramental CTools da Web Details, passou a fazer parte do time da Pentaho.

Então o que é esse ecossistema da ferramenta CTools? Ele é composto basicamente de cinco módulos. O primeiro módulo, claro, é o CDF, que é o Community Dashboard Framework. É o framework básico de construção dos dashboards.

É sobre ele que todos os outros módulos trabalham. O segundo módulo é o CCC2, que é o Community Chart Components. O CCC2 é uma biblioteca de gráficos superpoderosa, que é baseado num projeto open source chamado Protovis. E ele permite a gente estender a construção dos dashboards incluindo diversos outros tipos de gráficos.

Um outro módulo é o CDA, o Community Data Access. É uma camada de acesso de dados, que facilita o acesso do dashboard às fontes de dados, seja ela OLPAS, da Pentaho, seja direto o SQL dos bancos de dados relacionais, ou até mesmo acessando as transformações do PDI.

O outro módulo é o CGG, que é o Community Graphic Generator. Esse módulo permite a gente transformar não somente os gráficos, mas os dashboards em imagens. Imagem de “jpg” e outros formatos quaisquer. E a gente pode fazer com que a gente incorpore essas imagens dentro, por exemplo, de relatórios construídos pelo Pentaho Report.

O outro módulo é o CDE, que é o Community Dashboard Editor. Ele centraliza a manipulação de todos os outros componentes do ecossistema. Então, para a gente acessar o CDF, o CCC2, o CDA e o CGG, a gente não precisa entrar em cada um deles, a gente, pelo CDE, a gente tem tudo centralizado e a gente pode acessar todos os outros módulos.

Então todos esses módulos trabalhando em conjunto, é o que nós chamamos do ecossistema CTools. Ele mais ou menos se organiza assim. A gente tem na camada lá de baixo o CDF, que é a base de tudo. Nós temos horizontalmente três modos: o CDA, o CCC e o CGG, e na camada superior, onde eu manipulo todas essas informações, a gente tem o CDE.

O fato do CTools estar integrado ao Pentaho Server, ele permite que possamos, por exemplo, navegar entre as análises. A partir, por exemplo, de um dashboard, a gente pode fazer um drill e ir para um relatório do Pentaho Reports, ou até mesmo ir por uma análise do Saiku Analytics.

Como se eu fosse investigar mais detalhadamente alguma coisa que eu estou vendo dentro do meu dashboard. Quando a gente constrói um dashboard, a primeira coisa que a gente define é o seu layout, como os seus objetos vão se dispor na nossa tela. E aí o CTools possui dois tipos de definições de layout.

Uma usando o que nós chamamos do blueprint, e o outro, do bootstrap. A diferença é que o blueprint nos fornece layout de dashboards estáticos, onde os tamanhos dos componentes dentro do painel serão fixos. Então se eu tenho, por exemplo, uma tabela que eu sei que ela vai crescer muito, que ela vai ter muitos registros, ou ela pode ter poucos registros, eu não posso usar o blueprint.

Agora, se eu tenho uma tabela que eu sei que vai ter sempre 5, 6 linhas, como por exemplo o nosso caso, o faturamento por região, que eu sei que eu só tenho cinco regiões, posso usar o blueprint para isso.

Já o bootstrap é um ferramental de layout de dashboards, um pouco mais profissional, que permite inclusive fazer o resize desses componentes dentro do próprio dashboard. Bem, gente, é um pouco de teoria que eu queria falar com vocês a respeito do Pentaho dashboard.

Sobre o curso Dashboard com Pentaho: Visualize e analise os dados

O curso Dashboard com Pentaho: Visualize e analise os dados possui 327 minutos de vídeos, em um total de 63 atividades. Gostou? Conheça nossos outros cursos de Business Intelligence em Data Science, ou leia nossos artigos de Data Science.

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